Foto: FAF/TV

O ASA foi julgado pela 4ª Comissão Disciplinar do STJD, nesta quinta-feira (14), pela confusão generalizada após a eliminação da Copa do Brasil, com a derrota por 2 a 1 para o Operário (MS), em jogo realizado no dia 25 de fevereiro.

No julgamento, os auditores do STJD condenaram o ASA a disputar quatro jogos com portões fechados, além de  multas que chegam a R$ 20 mil, com base nos artigos 213 e 257 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD). No próximo sábado, o ASA recebe o Juazeirense, às 17h, no Coaracy da Mata Fonseca.

Além do Alvinegro, o goleiro Dida e o atacante Keliton (que já deixaram o clube), o zagueiro Cristian Lucca, o meio-campista Sammuel e o atacante Wandson foram julgados e condenados e punidos, com bases nos artigos 254, 257 e 258 do CBJD. As penas são as seguintes:

Dida: 1 partida (convertida em advertência);

Cristian Lucca: 6 partidas;

Wandson: 6 partidas;

Sammuel: 2 partidas;

Keliton: 6 partidas.

O departamento jurídico vai recorrer da decisão. A advogada Daniela Borçato, que atuou na defesa do clube, detalhou ao ge como funciona o recurso. “Que a punição entraria para o jogo subsequente, mas, como não se trata de uma decisão definitiva, caberá recurso com pedido de efeito suspensivo. Então, após a publicação do acórdão, o clube tem o prazo de três dias para entrar com o pedido do efeito (suspensivo).

Perguntada como vê a possibilidade de reverter a punição, Daniela disse estar confiante.

“Estou otimista. Acho que a punição foi bem severa perto de outras decisões. Vale destacar que pesou muito contra o clube o fato do tambor de plástico atirado ao campo. Embora não atingiu ninguém, poderia ter atingido e ser ainda pior. Então, vale alertar ao torcedor para evitar essa conduta que só prejudica o clube”.