Durante aproximadamente 90 dias, o tabuleiro político da Terra dos Marechais esteve em movimento.

Peças avançaram.
Outras recuaram.
Houve mudança de casas, alianças, rompimentos, estratégias, surpresas e movimentos calculados.

Governador. Senado. Câmara Federal. Assembleia Legislativa. Presidência da República.

Cada disputa colocou suas peças em campo.

E Alagoas chega a este domingo, 04 de outubro, vivendo uma eleição com um componente histórico, além das disputas estaduais, um alagoano aparece como candidato a vice-presidente da República em uma das chapas presidenciais.

A Terra dos Marechais, mais uma vez, participa diretamente do grande tabuleiro da política nacional.

Mas agora acabou o ensaio.

As peças estão posicionadas.

Os discursos foram feitos.

As ruas foram percorridas.

As redes sociais falaram.

As alianças foram apresentadas.

E chegou a vez daquela peça que realmente pode mudar o tabuleiro,

O ELEITOR.

Domingo, cada cidadão estará sozinho diante da urna.

Sem palanque.

Sem carreata.

Sem cabo eleitoral.

Sem candidato ao lado.

Apenas sua consciência e suas escolhas.

Serão seis votos, deputado federal, deputado estadual, dois senadores, governador e presidente da República.

E cada CONFIRMA ajudará a escrever os próximos capítulos de Alagoas e do Brasil.

No xadrez, cada movimento produz uma consequência.

Na democracia também.

Por isso, antes de mover sua peça, observe o tabuleiro.

Conheça as propostas.

Compare trajetórias.

Relembre quem esteve presente e fiscalize quem promete estar.

Questione.

Reflita.

E faça sua escolha livremente.

Porque depois de aproximadamente 90 dias em que os candidatos movimentaram as peças, chegou a hora de o eleitor fazer o seu movimento.

DOMINGO É XEQUE-MATE NAS URNAS.

Não porque haverá vencedores e derrotados apenas entre candidatos.

Mas porque, quando a urna encerrar a votação, as escolhas estarão feitas e, suas consequências seguirão conosco a partir de 2027.

O tabuleiro está montado.
As peças estão posicionadas.
A decisão pertence ao povo.

Vote com liberdade, consciência e responsabilidade.

Por: Helvio Peixoto.