Segundo informações do Splash, o ator desistiu do negócio em 2016, alegando que o Brasil enfrentava uma crise econômica. Desde então, o caso está na Justiça. Kayky notificou o empreendido sobre o interesse em rescindir o contrato. O hotel, segundo alegou a defesa do ator, teria se recusado a devolver os valores pagos, apresentando uma proposta de devolução inferior a 80%.

“O contrato prevê a possibilidade de distrato no percentual de 25%. Saliente-se que a referida cláusula não delineia os critérios adotados para a liberalidade, de forma que se mostra ambígua não apresentando claramente as hipóteses nas quais seriam aceitas o distrato, deixando tal decisão à mera conveniência das vendedoras, o que por óbvio, contrária à isonomia e boa-fé contratual das partes”, justificou a magistrada na decisão de 2019.