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Polícia israelense do lado de fora da Ponte Allenby, na fronteira entre Israel e a Jordânia, após 3 israelenses serem mortos a tiros em 8 de setembro de 2024 • Reuters

A polícia de Israel bloqueou parte da travessia da Ponte Allenby com a Jordânia neste domingo (8) depois que um atirador matou três civis israelenses em um ataque próximo ao local, antes que as forças de segurança o matassem a tiros, disseram autoridades israelenses.

Foi o primeiro ataque desse tipo na fronteira com a Jordânia desde 7 de outubro, quando o grupo radical islâmico palestino Hamas realizou um ataque ao sul de Israel, dando início à guerra na Faixa de Gaza, que desde então se alastrou pelo Oriente Médio.

“Um terrorista se aproximou da área da Ponte Allenby da Jordânia em um caminhão, saiu do veículo e abriu fogo contra as forças de segurança israelenses que operavam na ponte”, disse o exército israelense.

“O terrorista foi eliminado pelas forças de segurança, três civis israelenses foram declarados mortos como resultado do ataque”, acrescentou.

A Jordânia fechou a ponte Rei Hussein que cruza a Cisjordânia ocupada enquanto investiga o incidente com tiros, disse uma autoridade jordaniana à Reuters.

O ataque ocorreu em uma área de carga comercial sob controle israelense, onde caminhões jordanianos descarregam cargas entrando na Cisjordânia ocupada, disseram autoridades.

A travessia, também conhecida como Ponte Rei Hussein, fica a meio caminho entre Amã e Jerusalém, ao norte do Mar Morto.

 

Nicolás Maduro, em Caracas
Imagem: Leonardo Fernandez Viloria/Reuters

O governo de Nicolás Maduro decidiu fechar a fronteira da Venezuela com o Brasil nesta sexta-feira (26/7). A obstrução da passagem por via terrestre ocorreu próximo à cidade de Pacaraima, no Amazonas. Além do Brasil, o país decidiu suspender a passagem de pedestres e veículos com a Colômbia. Em ambos os casos, o espaço aéreo e aquático também foram bloqueados.

A autorização para os bloqueios foi publicada pela imprensa oficial. O Brasil também decidiu reforçar a segurança na fronteira com o território venezuelano.

Sem citar as nações envolvidas, o comandante estratégico e operacional das Forças Armadas da Venezuela, Hernández Lárez, publicou nas redes sociais parte do texto que decide pelo fechamento das fronteiras.

"Estabelecer o fechamento para movimentação fronteiriça de pessoas, tanto por via terrestre, aérea e marítima, bem como a passagem de veículos, a partir de doze horas e um minuto antes do meridiano (00h01) de sexta-feira, 26 de julho de 2024, até oito horas antes do meridiano (08h00). am) na segunda-feira, 29 de julho de 2024, a fim de salvaguardar a inviolabilidade das fronteiras e prevenir atividades de pessoas que possam representar ameaças à segurança da República Bolivariana da Venezuela por ocasião das Eleições Presidenciais do próximo dia 28 de julho, 2024", destaca o texto.

A região passa por eleições no domingo (28/7), sob forte tensão social e política. Maduro chegou a afirmar que o país pode ter um "banho de sangue" caso ele perca as eleições.

Genya Savilov/AFP

Ao menos 30 ucranianos morreram tentado cruzar ilegalmente a fronteira para evitar serem convocados desde a invasão russa em fevereiro de 2022, segundo informou na terça-feira (30) o porta-voz do Serviço Estatal de Guarda de Fronteiras da Ucrânia, Andri Demchenko.

Em declarações à agência “Ukrinform”, o porta-voz afirmou que estas tentativas de travessia ilegal ocorrem diariamente, a maioria delas fora dos postos de controle na fronteira com a Moldávia, enquanto o maior número de tentativas de travessia com documentos falsos acontece na fronteira com a Polônia.

Demchenko ficou surpreso com o fato de que as pessoas estão dispostas a pagar grandes quantias de dinheiro a pessoas que prometem ajuda para atravessar a fronteira e depois têm que enfrentar o fato de que a rota segue ao longo de um rio de montanha.

Muitos percebem que não têm forças para atravessar um rio ou cruzar as montanhas e é assim que alguns perderam a vida, ao que se soma o perigo representado por animais selvagens, acrescentou.

Demchenko declarou também que desde o início da lei marcial foram descobertos cerca de 450 grupos criminosos especializados no tráfico de seres humanos através da fronteira.

 

Foto divulgada na conta oficial do governador da região de Belgorod mostra os resultados de ataques aéreos — Foto: AFP

Uma mulher morreu e várias pessoas ficaram feridas nesta sexta-feira, num ataque à bomba na região russa de Belgorod, fronteira com a Ucrânia e alvo regular de ataques.

"Um novo bombardeio. Infelizmente uma pessoa morreu", disse o governador de Belgorod, Vyacheslav Gladkov, no Telegram.

Em sua mensagem, Gladkov especificou que a falecida era uma mulher e que “há feridos” no ataque.

Segundo informações iniciais, o bombardeio causou danos a três estabelecimentos médicos e diversas casas.

Por sua vez, o Ministério da Defesa russo disse ter destruído oito foguetes disparados da Ucrânia sobre a região de Belgorod na sexta-feira.

Essa região é alvo de numerosos ataques de drones e bombardeios, que a Rússia atribui à Ucrânia e que, segundo as autoridades locais, causaram mais de uma dezena de mortos na última semana.

Confrontada com a ofensiva de Moscou há mais de dois anos, Kiev prometeu levar os combates para solo russo para responder aos numerosos bombardeiosntos contra o seu território.
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