


A polícia de Israel bloqueou parte da travessia da Ponte Allenby com a Jordânia neste domingo (8) depois que um atirador matou três civis israelenses em um ataque próximo ao local, antes que as forças de segurança o matassem a tiros, disseram autoridades israelenses.
Foi o primeiro ataque desse tipo na fronteira com a Jordânia desde 7 de outubro, quando o grupo radical islâmico palestino Hamas realizou um ataque ao sul de Israel, dando início à guerra na Faixa de Gaza, que desde então se alastrou pelo Oriente Médio.
“Um terrorista se aproximou da área da Ponte Allenby da Jordânia em um caminhão, saiu do veículo e abriu fogo contra as forças de segurança israelenses que operavam na ponte”, disse o exército israelense.
“O terrorista foi eliminado pelas forças de segurança, três civis israelenses foram declarados mortos como resultado do ataque”, acrescentou.
A Jordânia fechou a ponte Rei Hussein que cruza a Cisjordânia ocupada enquanto investiga o incidente com tiros, disse uma autoridade jordaniana à Reuters.
O ataque ocorreu em uma área de carga comercial sob controle israelense, onde caminhões jordanianos descarregam cargas entrando na Cisjordânia ocupada, disseram autoridades.
A travessia, também conhecida como Ponte Rei Hussein, fica a meio caminho entre Amã e Jerusalém, ao norte do Mar Morto.

O governo de Nicolás Maduro decidiu fechar a fronteira da Venezuela com o Brasil nesta sexta-feira (26/7). A obstrução da passagem por via terrestre ocorreu próximo à cidade de Pacaraima, no Amazonas. Além do Brasil, o país decidiu suspender a passagem de pedestres e veículos com a Colômbia. Em ambos os casos, o espaço aéreo e aquático também foram bloqueados.
A autorização para os bloqueios foi publicada pela imprensa oficial. O Brasil também decidiu reforçar a segurança na fronteira com o território venezuelano.
Sem citar as nações envolvidas, o comandante estratégico e operacional das Forças Armadas da Venezuela, Hernández Lárez, publicou nas redes sociais parte do texto que decide pelo fechamento das fronteiras.
"Estabelecer o fechamento para movimentação fronteiriça de pessoas, tanto por via terrestre, aérea e marítima, bem como a passagem de veículos, a partir de doze horas e um minuto antes do meridiano (00h01) de sexta-feira, 26 de julho de 2024, até oito horas antes do meridiano (08h00). am) na segunda-feira, 29 de julho de 2024, a fim de salvaguardar a inviolabilidade das fronteiras e prevenir atividades de pessoas que possam representar ameaças à segurança da República Bolivariana da Venezuela por ocasião das Eleições Presidenciais do próximo dia 28 de julho, 2024", destaca o texto.
A região passa por eleições no domingo (28/7), sob forte tensão social e política. Maduro chegou a afirmar que o país pode ter um "banho de sangue" caso ele perca as eleições.

Ao menos 30 ucranianos morreram tentado cruzar ilegalmente a fronteira para evitar serem convocados desde a invasão russa em fevereiro de 2022, segundo informou na terça-feira (30) o porta-voz do Serviço Estatal de Guarda de Fronteiras da Ucrânia, Andri Demchenko.
Em declarações à agência “Ukrinform”, o porta-voz afirmou que estas tentativas de travessia ilegal ocorrem diariamente, a maioria delas fora dos postos de controle na fronteira com a Moldávia, enquanto o maior número de tentativas de travessia com documentos falsos acontece na fronteira com a Polônia.
Demchenko ficou surpreso com o fato de que as pessoas estão dispostas a pagar grandes quantias de dinheiro a pessoas que prometem ajuda para atravessar a fronteira e depois têm que enfrentar o fato de que a rota segue ao longo de um rio de montanha.
Muitos percebem que não têm forças para atravessar um rio ou cruzar as montanhas e é assim que alguns perderam a vida, ao que se soma o perigo representado por animais selvagens, acrescentou.
Demchenko declarou também que desde o início da lei marcial foram descobertos cerca de 450 grupos criminosos especializados no tráfico de seres humanos através da fronteira.

Uma mulher morreu e várias pessoas ficaram feridas nesta sexta-feira, num ataque à bomba na região russa de Belgorod, fronteira com a Ucrânia e alvo regular de ataques.
"Um novo bombardeio. Infelizmente uma pessoa morreu", disse o governador de Belgorod, Vyacheslav Gladkov, no Telegram.
Em sua mensagem, Gladkov especificou que a falecida era uma mulher e que “há feridos” no ataque.
Segundo informações iniciais, o bombardeio causou danos a três estabelecimentos médicos e diversas casas.
Por sua vez, o Ministério da Defesa russo disse ter destruído oito foguetes disparados da Ucrânia sobre a região de Belgorod na sexta-feira.
Essa região é alvo de numerosos ataques de drones e bombardeios, que a Rússia atribui à Ucrânia e que, segundo as autoridades locais, causaram mais de uma dezena de mortos na última semana.
