


A cantora Renatinha Lemos, conhecida como a "Musa do Forró", foi encontrada em uma comunidade de São Bernardo do Campo, em São Paulo, pela reportagem do Cidade Alerta (Record). A artista estava desaparecida há dois anos- após enfrentar problemas com drogas.
No auge da carreira, Renatinha ficou conhecida no mundo da música como "Musa do Forró". Ela cantou em bandas e circulou entre grandes nomes da música, como Leonardo e Silvânia Aquino, conforme publicado pelo colunista Leo Dias.
A cantora tentou carreira solo em 2017, mas enfrentou problemas com drogas. Ela também enfrentou um quadro de depressão profunda, de acordo com reportagem do Cidade Alerta.
Renatinha teria perdido a guarda da filha, diante dos problemas de saúde que vem enfrentando ao longo dos últimos anos. Ela estava desaparecida há dois anos e foi procurada na região da Cracolândia, no centro da capital paulista.
Localizada, a cantora recebe o apoio dos amigos Rodrigo e Jéssica, em uma comunidade de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. Segundo a Record, vídeos recentes mostraram a "Musa do Forró" sendo cuidada pelo casal.


Este ano, uma das bandas mais emblemáticas do forró brasileiro, Falamansa, atinge um marco notável: 25 anos de uma jornada musical rica e diversificada.
Desde seus humildes começos em um festival universitário até os palcos globais, Tato, Alemão, Dezinho, e Valdir do Acordeon têm alimentado os corações dos brasileiros com sua música autêntica e vibrante.
“Desde o início temos o mesmo objetivo, que é através da música fazer o bem e levar coisas boas para as pessoas. Depois de 25 anos fazendo isso, você percebe o quanto a insistência e a persistência foram fundamentais para dar identidade para a banda”, disse Tato.
Recentemente, o grupo celebrou mais uma vitória impressionante, levando para casa o título de Melhor Banda Regional no renomado Prêmio da Música Brasileira 2024. A conquista é um testemunho do compromisso contínuo da banda com o forró e sua capacidade de se reinventar e se manter relevante no cenário musical.
O impacto cultural e prêmios importantes
Além do prêmio deste ano, destacaram a conquista do Grammy Latino em 2014 pelo Melhor Álbum de Raízes Brasileiras, um verdadeiro marco na carreira de qualquer músico.
E o grupo segue com novos projetos em sua caminhada. Em comemoração aos 25 anos de carreira, a banda investiu em parcerias com outros artistas como Natiruts e Iza — algo que resultou em produções que misturam forró com estilos musicais muito distantes do que o grupo estava acostumado.

Juliano Miranda Valença, ou simplesmente Juba Valença, estampa no rosto a origem do seu DNA musical. Filho do ícone da MPB Alceu Valença, ele não nega as referências, mas segue carreira autoral e tem estilo próprio.
Reproduz com singularidade a mistura de forró com beats e sintetizadores apresentada por Assisão ainda nos anos 80. Ele anima o São João do Nordeste com o álbum "São Jubão", que mistura forró, beats e sintetizadores. A mistura de ritmos não ofusca as referências nordestinas muito presentes nas letras e na performance do artista.
Para quem olha seu rosto, Juba pode facilmente ser confundido com o pai nos anos 70. A genética foi o atalho para o primeiro contato do artista com a música. Ele viveu boa parte da vida no Rio de Janeiro e, desde 2017, mora em Olinda. Quando criança, passava as férias de julho e dezembro em Pernambuco.
Juba defende que as misturas de referências são bem-vindas, mas sem negar as raízes. "A gente não pode esquecer o que é o São João de fato. O forró, a reverência aos mestres Jackson do Pandeiro, Petrúcio Amorim, não se pode esquecer", observa.
Falando em homenagem, Salve o Mestre, uma das canções do novo álbum homenageia o sanfoneiro Mestre Benedito, ícone do forró da Bodega de Véio, ponto turístico do Sítio Histórico de Olinda.
Juba afirma que teve que provar que estava levando a música a sério para ter o apoio do pai. "Logo no início, quando a boemia andava de mãos dadas com a música, o meu pai não levava muita fé. Só quando ele viu que eu estava empenhado mesmo me deu oportunidade", relembra.
Em 2024, Juba participa do álbum "Bicho Maluco Beleza", cantando, ao lado do pai, o clássico Diabo Louro. Ele integra a obra ao lado de artistas como Ivete Sangalo, Lia de Itamaracá e Geraldo Azevedo.

O cantor de forró Ailton Lima Picanço foi flagrado transportando uma carga de 30 kg de maconha, do tipo skunk, avaliada em cerca de R$ 200 mil, segundo a Polícia Civil (PC) do Amazonas. O caso ocorreu em Manaus, naquele estado, na última sexta-feira (2). Picanço foi pego enquanto dirigia uma caminhonete na Av. Max Teixeira, no bairro Cidade Nova.
Segundo o delegado Cícero Túlio, do 1° Distrito Integrado de Polícia (DIP), o cantor vinha sendo investigado por suspeita de tráfico de drogas nas zonas norte, sul e centro-sul de Manaus.
“Estávamos no encalço de Ailton e ontem nós tivemos a informação de que ele estaria transportando as drogas. Nós saímos em diligências e o localizamos em via pública. Na oportunidade, interceptamos o veículo que ele estava, e durante a abordagem foram encontrados diversos tabletes de skunk”, disse Túlio.
De acordo com os investigadores, Picanço estava atuando a mando de um criminoso chamado Rafael Brasil, conhecido como “Rafinha”, que já foi preso em 2019, por receptação, adulteração e roubo de veículos. O indivíduo também chegou a ser autuado por roubar a residência de um empresário.
Depois de ser detido, o cantor confessou que a droga era destinada a uma casa de Rafinha. No endereço indicado pelo cantor, a polícia apreendeu dois carregadores e 30 munições.
Ailton Lima foi autuado por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Apesar disso, há ainda a suspeita de um terceiro envolvido na distribuição de entorpecentes, identificado como “Garotão”. “Diante disso, as investigações em torno do caso continuarão para localizá-lo”, informou o delegado.
