


O fenômeno metereológico "La Niña" deve trazer clima mais ameno ao planeta, após o El Niño elevar a recordes de calor em 2023. A informação é do relatório da OMM (Organização Meteorológica Mundial), órgão climático da ONU.
Segundo a OMM, mesmo com o fim do El Niño, os registros de temperaturas da superfície do mar continuaram altas, devido aos efeitos da mudança climática global.
E a Organização faz um alerta: Em meio a esse contexto, em diversos lugares, a previsão é de que eventos naturais ocorram em um cenário de mudanças climáticas globais.
“O que se pode esperar é, de fato, efeitos opostos aos ligados ao El Niño. Chuvas abundantes agora no verão, porque esta é a estação de chuvas nesta região, mas também nas Caraíbas e na América Central. E isto acaba por estar relacionado com a época dos furacões, que foi recentemente dada uma previsão que esta época seja acima do normal, em termos de atividades de tempestades tropicais. Isto está geralmente ligado com o fenômeno La Niña que em geral favorece que tal aconteça. Mas também na região de aquecimento da água do mar continua com valores recordes.”, afirma Alvaro Silva, climatologista da OMM
Segundo o Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Desastres Naturais), a influência do La Niña no Brasil são associados a chuvas acima da média nas regiões Norte e Nordeste e períodos mais secos no Centro-Oeste e Sul. Além disso, a temperatura deve cair, porém cada edição do fenômeno é única.
Na tarde de ontem (24), a cidade de Ribeirão Preto (SP) foi atingida por nuvens de poeira que cobriram o céu. Um meteorologista informou que as condições para a formação do evento são criadas pela combinação de solo seco e ventos fortes. Segundo a Defesa Civil do município, nenhuma ocorrência relacionada às nuvens foi registrada.
“Fizemos monitoramento em alguns pontos que foram solicitados para verificação, por exemplo, nos Olhos d’Água. Porém, não teve nenhum registro. Tivemos a informação de que lá havia tido queda de árvores, porém não foi procedente”, informou o superintendente da Guarda Civil Metropolitana, Thiago Caldeira.
Na região do Jardim dos Olhos d’Água houve apenas acúmulo de sujeira na via.

Recentemente, auroras iluminaram o céu de diversas regiões do planeta com diferentes cores, como efeito de uma série de explosões solares e ejeções de massa coronal do Sol. As partículas energizadas das ejeções atingiram o campo magnético do planeta e, interagindo com os gases da atmosfera, criaram as luzes vistas no céu. Outro fenômeno dessa magnitude ocorreu apenas em outubro de 2003.
Mesmo que as auroras não pareçam visíveis a olho nu, fotos do céu noturno podem capturar as cores do evento. Na noite deste sábado (11), o hemisfério norte do planeta deve voltar a presenciar as luzes.
Embora as tempestades solares possam acabar causando eventos bonitos como as auroras, as mais intensas podem acabar prejudicando operações de comunicação, visto que podem afetar satélites e naves espaciais em órbita, causar alterações na ionosfera, bloqueando ou prejudicando consideravelmente as transmissões de rádio, e comprometer as redes elétricas, causando “problemas generalizados de controle de tensão”.
Veja mais fotos das auroras a seguir:







Na manhã de hoje (26), entre às 9h e 11h30, uma tromba d’água foi registrada na praia do Santinho, em Florianópolis (SC). O fenômeno é semelhante a um tornado, embora mais fraco, e ocorre na água, seja em um rio, seja no mar.
“Estava na beira da praia olhando o Instagram e vi algumas postagens sobre [a tromba d’água], aí quando olhei pra frente, vi que também estava acontecendo. Na hora não estava chovendo, mas foi ficando mais forte e veio um temporal”, explicou Julia Garcia, uma moradora da capital que estava na praia da Barra da Lagoa.
Segundo a meteorologista Camila Cardoso, o evento é uma nuvem funil que encosta na superfície da água. O fenômeno traz risco para as embarcações de pequeno porte.
Veja o vídeo abaixo.

Na tarde de hoje (15), uma tempestade de terra atingiu a cidade de Ribeirão Preto (SP), em decorrência do calor intenso que a região vem registrando nas últimas semanas. Durante o fenômeno, rajadas de vento de 74 km/h foram registradas no Aeroporto Leite Lopes.
“Foi um negócio absurdo, em questão de segundos levantou aquele vermelhão na cidade toda. Da minha varanda, tenho uma boa visão da cidade. Foi muito rápido”, disse Edgard de Aguiar (69).
Segundo a meteorologista Josélia Pegorim, o calor intenso no norte do estado de São Paulo acabou gerando nuvens muito carregadas na região próxima a Ribeirão Preto. Foram as nuvens cumulonimbus que acabaram provocando rajadas de vento que, por sua vez, levantaram a poeira em áreas onde não havia muita chuva.
Ainda esta noite, deve haver fortes pancadas de chuva, com raios e ventos fortes, na região.
Ao menos sete cidades registraram temperaturas acima dos 40°C. São Simão (SP) ficou entre as 10 mais quentes do estado.
Abaixo, confira um registro gravado por populares.
