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Ross William Wild, ex-vocalista do grupo Spandau Ballet. Foto: Reprodução/Instagram @rosswilliamwild

O grupo Spandau Ballet voltou a ser manchete de jornais de todo o mundo após seu último vocalista, Ross William Wild, ser acusado de estupro por três mulheres. O cantor ainda teria se filmado abusando de outras vítimas enquanto elas dormiam.

Wild liderou o Spandau Ballet entre 2018 e 2019, após passar por um processo de seleção. Os donos da música True, um hit nos anos 1980, estiveram nas trilhas da novela Guerra dos Sexos e do filme Embriagado de Amor.

As acusações sobre o músico de 36 anos são julgadas em um tribunal de Londres. Ao todo, cinco mulheres são partes neste processo em crimes que teriam sido praticados entre 2013 e 2023. Wild será julgado por voyeurismo, intimidação e comportamento controlador.

De acordo com o jornal The Indenpendent, uma das vítimas relatou que, em outubro de 2013, Wild teria filmado o estupro de uma mulher dentro de seu apartamento em Finchley, no Norte de Londres.

Outro relato diz que o cantor agarrou os seios de uma vítima sem que ela soubesse e também filmou o ato. A acusação também pontua que Ross teria abusado de uma mulher durante o sono em uma viagem a Cannes, na França.

Uma terceira vítima afirmou que o músico obrigava que ela tivesse relações sexuais com ele de cinco a seis vezes por noite.

Segundo a publicação britânica, Wild negou as acusações e disse que "tudo foi consensual entre ele e as mulheres envolvidas". Ele também negou as acusações de estupro, agressão sexual, voyeurismo, intimidação e de comportamento controlador.

Central de Policia Civil de Arapiraca - Foto: Ilustração

O Delegado Regional de Arapiraca, Edberg Oliveira, confirmou, na manhã desta quarta-feira (24) a prisão de um ex-pastor acusado de abusar da própria neta. Os policiais cumpriram o mandado de prisão por estupro de vulnerável no dia de ontem (terça-feira-23).

De acordo com o delegado, Cícero Domingos da Silva, de 73 anos, já havia sido preso em 2014. Ele abusou da criança dos seis aos nove anos. Trata-se de uma sentença condenatória transitada e julgada.

O caso

Em entrevista ao NN Play, o delegado Edberg de Oliveira disse que o pastor “tinha o seu ofício em Maceió, mas nos dias de folga vinha visitar o filho na cidade de Arapiraca. Na oportunidade que os pais saíam para trabalhar, ele ficava como responsável pelas duas crianças, uma de dois anos e a outra - que era abusada - de seis anos. Ele abusou dessa criança dos seis aos nove anos”.

Ainda de acordo com o delegado, os abusos foram descobertos pela mãe, que havia chegado em casa de surpresa e flagrou o avô pegando nos seios da criança. “Foi feito o Boletim de Ocorrência, iniciou-se as investigações e foi constatado que ele [o avô] abusava dela. Tanto que o juiz condenou”, destacou Edberg Oliveira. Ainda segundo o delegado, o ato não foi consumado, mas ele acariciava as partes íntimas da menina.

Ainda segundo o delegado regional de Arapiraca, quando foi denunciado, Cícero Domingos foi afastado das funções e deixou de ser pastor.  “A gente fica surpreso que um crime tão grave venha de uma pessoa que prega a 'palavra' e praticava um conduta diferente daquela que ele pregava”, disse Edberg de Oliveira.

Seis meses de procura

A polícia buscava pelo ex-pastor há seis meses, porém, o mesmo se escondia da ação policial e modificava o endereço constantemente, o que dificultou a celeridade da prisão. Ele foi localizado e preso no bairro Alto do Cruzeiro, em Arapiraca.

Dono de academia foi preso após estuprar aluna em Garanhuns — Foto: Reprodução/Google Street View

O dono de uma academia de Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, foi preso em flagrante por estuprar uma aluna adolescente durante uma avaliação física no estabelecimento dele. A vítima, de 17 anos, denunciou o crime na Delegacia da Mulher.

De acordo com a Polícia Civil, a prisão aconteceu na sexta-feira (22). O crime ocorreu no estabelecimento que fica no bairro Severiano Moraes Filho. A jovem relatou para a polícia que o suspeito realizava a avaliação física dela e se aproveitou da situação para cometer o crime.

O homem foi levado à delegacia após a denúncia. Ele e a vítima foram submetidos ao exame de corpo de delito. "O autor foi capturado em seu local de trabalho e conduzido à delegacia. Após procedimentos cabíveis, ele foi apresentado para audiência de custódia", informou a Polícia Civil em nota.

Foto: Ascom/PC

A Polícia Civil, por meio do delegado Daniel Mayer, informou nesta sexta-feira (23), a prisão de um homem de 37 anos, professor em uma escola municipal de Canapi, sob a acusação de estupro de vulnerável, praticado contra duas ex-alunas.

O homem é apontado por uma de suas supostas vítimas, uma adolescente, de 16 anos, que alega ter sido violentada após ser dopada com substâncias químicas.

A prisão foi realizada nessa quarta-feira (22) através de uma ação comandada pelo delegado Daniel Mayer e a equipe do 30° Distrito Policial (30°DP) de Canapi.

O primeiro crime teria ocorrido em maio de 2023, quando a vítima foi arrastada para um terreno escuro e densamente vegetado, onde identificou seu agressor. A criança, coagida a manter silêncio, enfrentou ameaças constantes do suspeito, vivendo com o receio de revelar o ocorrido por um longo período, já que o abusador, além de professor, tinha parentesco familiar com a vítima.

A coragem para denunciar só surgiu em janeiro de 2024, quando a vítima, através de comentários, tomou conhecimento de que outra criança, de apenas 11 anos, da mesma escola teria sido supostamente assediada pelo mesmo homem, resultando no afastamento do professor de suas atividades na instituição.

A primeira vítima teve seu caso devidamente investigado, culminando na decretação da prisão preventiva do suposto estuprador.

O segundo caso, envolvendo a segunda criança, ainda está em fase de investigação pelas autoridades policiais.

As meninas que foram alunas do professor na escola municipal de Canapi, disseram que foram assediadas pessoalmente e também por mensagens.

O abusador foi preso na cidade de Piranhas, onde estava na residência de seu pai.

Reprodução

A Polícia Civil de Alagoas prendeu, na terça-feira (6), o homem suspeito de sequestrar e estuprar uma criança de 7 anos, em Rio Largo, na Região Metropolitana de Maceió. De acordo com a polícia, o homem foi localizado e preso em Arapiraca, no Agreste de Alagoas.

A vítima foi raptada após sair de casa com a prima de nove anos para comprar refrigerante, no último dia 21. Toda a ação do criminoso foi registrada por câmeras de segurança. Nas imagens, ele aparece em uma motocicleta abordando a criança. Horas após o crime, a menina foi localizada no bairro Cidade Universitária, em Maceió, por uma casal que a viu trafegando sozinha pela rua.

Após ser encontrada, a menor foi levada para o Conselho Tutelar, que localizou a família dela.  A prisão do suspeito foi efetuada após a polícia montar uma força-tarefa para reforçar a investigação do sequestro e abuso da menina.

"O suspeito é um homem de 43 anos, que trabalha como pedreiro. Ele não tem passagens pela polícia. Esse homem é casado e é descrito por familiares como um homem tranquilo, inclusive ele é casado e tem filhos. Assim que nós conseguimos a identificação dele, solicitamos um mandado de prisão, que expedido pela Comarca de Rio Largo. A população nos ajudou com informações sobre o paradeiro dele. Ele foi localizado hoje, em Arapiraca", disse a delegada Teila Rocha, titular da Delegacia dos Crimes Contra a Criança e o Adolescente.

Após prisão, o suspeito será encaminhado à Central de Flagrantes de Maceió, onde ficará à disposição da Justiça.

 

 

Homem foi preso em uma investigação anterior sobre armazenamento de pornografia infantil — Foto: Divulgação/Polícia Civil

 

A Polícia Civil de Goiás investiga um homem suspeito de dopar e estuprar meninos. O criminoso utilizava o pretexto de estar montando um time de futebol para atrair as vítimas, e realizava festas com os rapazes em sua casa, local onde os abusos aconteciam.

O homem está preso desde 24 de janeiro, acusado de armazenar cena de sexo explícito de menor de idade. No decorrer das investigações, os agentes descobriram que era ele mesmo nas imagens cometendo o crime, com os meninos desacordados. Segundo a PCGO, ele dopava e estuprava suas vítimas, todas elas do sexo masculino, e armazenava o conteúdo em seu celular.

A investigação identificou um total de quatro vítimas, todas do sexo masculino, sendo três menores de idade e um maior. O investigado preparava uma bebida composta com um medicamento vitamínico em doses cavalares misturado com bebida alcoólica e oferecia às vítimas, que depois de tomarem, perdiam a consciência e entravam em um sono profundo.

Conforme registrado nos vídeos encontrados com o homem, o investigado despia as vítimas, fazia sexo com elas, filmava e posteriormente, após ejacular nelas, as limpava e vestia suas roupas, para que elas não desconfiassem que foram vítimas de estupro.

Durante cumprimento a mandado de busca e apreensão na casa do investigado nesta quarta-feira, foram encontrados dois frascos grandes do medicamento que possivelmente ele utilizava para misturar na bebida alcoólica e dopar as vítimas.

Ele continua preso e, além do crime de armazenar imagens de sexo explícito com menor de idade, também responderá pelos crimes de estupro de vulnerável e corrupção de menores, e fornecimento de bebida alcoólica a menor de idade.

Foto> Policia Civil

Policiais civis do Tigre, grupo tático da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), da Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco), cumpriram mandado de prisão preventiva de um indígena, de nacionalidade venezuelana, pelo crime de estupro de vulnerável, contra a própria filha de 8 anos. O estupro aconteceu na casa da avó da de menina e foi flagrado por uma testemunha.

O autor, de 53 anos, foi preso no bairro Cidade Universitária, em Maceió, e conduzido à Central de Flagrantes, onde foram realizados os procedimentos legais pelo delegado Antônio Henrique.

No depoimento, o indígena foi acompanhado por um intérprete que traduziu as perguntas feitas pelo delegado. Ele disse que é originário da tribo Waeao, na Venezuela, e veio de lá com a filha. Quando perguntado sobre o ato, ele se manteve em silêncio.

Foi tentado contato com um representante da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) para comunicar sobre a prisão do indígena , mas não se obtive êxito.

Na decisão judicial consta que a criança foi abusada sexualmente. Existem indícios que mostram conjunção carnal antiga e os exames comprovaram o estupro.

Ele disse que há dois meses está morando na cidade de Rio Largo, e que a filha mora com a avó, também na cidade. O autor se encontra sob custódia da Polícia Civil e à disposição da Justiça.

Delmiro Gouveia- Foto: reprodução

Um homem, de 37 anos, foi preso e autuado em flagrante, na noite desta quinta-feira (2), na delegacia plantonista de Piranhas, após tentar estuprar uma vizinha, de 28 anos, dentro do apartamento da vítima, no Centro de Delmiro Gouveia.

A mulher estava dormindo, vestida apenas de calcinha e sutian, e acordou com o homem em cima dela, se masturbando e tentando estupra-la.

Ela gritou e o acusado fugiu, mas foi alcançado e preso por policiais militares, conforme informou o delegado Daniel Mayer.

A vítima relatou que já havia percebido comportamento estranho do suspeito, pois ele frequentemente estaria deixando a porta de seu apartamento aberta, vestindo apenas cueca e toalha. O homem, natural de Salvador, Bahia, está na região há cerca de três meses, onde trabalha em uma concessionária de energia.

A mulher foi encaminhada à Sala Lilás para receber atendimento especializado.

Já o acusado foi encaminhado ao Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) de Piranhas, onde ficou detido à disposição da justiça.

Victor Bonato- Reprodução/Redes Sociais

Fundador de um “movimento” religioso voltado para jovens de Alphaville, bairro rico de Barueri, na Grande São Paulo, o influencer evangélico Victor de Paula Gonçalves, de 27 anos, conhecido como Victor Bonato, foi preso sob suspeita de estuprar três jovens que frequentavam o Galpão, grupo que ele criou há dois anos, como “elo entre a pessoa que está perdida e a igreja”.

As vítimas — duas estudantes de medicina, de 19 e 20 anos, e uma empresária de 24 anos — foram à Delegacia da Mulher de Barueri, em setembro, para denunciar que Victor Bonato usava sua “influência religiosa” para manipulá-las e obrigá-las a ter relações sexuais com ele. A polícia e o Ministério Público de São Paulo (MPSP) apontaram risco de fuga do influencer, e a Justiça decretou a prisão de Bonato no último dia 20.

Segundo o inquérito policial, obtido pelo Metrópoles, os crimes teriam ocorrido entre janeiro e setembro deste ano, em diferentes lugares, como a casa de Bonato, em Alphaville. Um dia antes do registro feito pelas mulheres na delegacia, o influencer postou um comunicado no Instagram, plataforma na qual ele tem 146 mil seguidores, dizendo que precisava se “arrepender profundamente” e que faria um “detox de redes sociais”.

No dia seguinte ao boletim de ocorrência feito pelas vítimas, e véspera de sua prisão, Bonato voltou às redes sociais para dizer que estava se “retirando da liderança” do Galpão e “tirando um tempo para me curar no Senhor”. Na mesma data, o Galpão publicou uma nota afirmando que o influencer não fazia mais parte do movimento religioso, sem mencionar especificamente as acusações de estupro feitas pelas seguidoras.

“Alguns acontecimentos ferem diretamente o que o Galpão acredita e segue, fere a palavra e está em desacordo com o que Jesus nos ensina. Por esse motivo, ele foi afastado do Galpão.”

Sete dias depois, outra nota publicada pelo Galpão informou que o movimento passaria “por uma reforma”, suspendendo seus encontros presenciais, que ocorriam sempre às terças-feiras, “em razão da apuração dos fatos que estão sendo divulgados e de um novo tempo que Deus está nos direcionando”. Mais uma vez, sem mencionar qualquer acusação contra seu fundador.

A decisão

Na decisão, o juiz Fabio Calheiros do Nascimento, da 2ª Vara Criminal de Barueri, afirma que as três vítimas frequentavam o Galpão em Alphaville e que conheceram Bonato “como uma pessoa religiosa e correta”. Elas “desenvolveram algum grau de amizade” com o influencer, “a ponto de frequentar a casa dele”, até que “ele as abordou com intuito sexual”.

Ainda segundo a decisão, duas das vítimas “relatam que foram agredidas durante o ato sexual e obrigadas, mediante força, a fazer sexo oral no suspeito”.

“Todas as três vítimas disseram que foram persuadidas a aceitar ato libidinoso ou conjunção carnal, inclusive pela influência exercida pelo suspeito em razão de sua autoridade religiosa como um dos líderes do grupo e pela agressividade dele”, completa o juiz.

Procurada pelo Metrópoles, a advogada Samara Batista Santos, que defende Victor Bonato, afirmou, por meio de nota, que não poderia fornecer detalhes sobre o caso, porque a investigação tramita em sigilo, mas que o influencer evangélico “nega veementemente as alegações contra ele”, embora ainda não tenha sido interrogado.

“Informo ainda que o investigado emitiu um pedido de perdão perante as partes envolvidas, em suas redes sociais, referente ao seu comportamento considerado pecaminoso, no âmbito religioso, sem estar ciente de quaisquer acusações judiciais que estão atualmente em processo de investigação pelas autoridades competentes para fins de esclarecimentos”, afirma a advogada.

“Reitero que respeitamos plenamente a seriedade das alegações em questão e reconhecemos a importância de proteger os direitos de todas as partes envolvidas no caso”, conclui.

Caniggia, ex-jogador da seleção argentina — Foto: Fabricio Crepaldi

O ex-jogador de futebol argentino Claudio Caniggia, que jogou pela seleção do país dele, foi processado criminalmente  por ter estuprado a ex-mulher, Mariana Nannis Silles.

Em maio de 2018, Caniggia e a então mulher estavam em um hotel em Buenos Aires. Ele quis ter uma relação sexual com ela, mas Silles não quis.

De acordo com a denúncia, o ex-atleta a ameaçou e a golpeou --ele teria tentado atingir o rosto da mulher, mas Silles se defendeu com as próprias mãos. Eventualmente, ele a forçou a ter relação sexual.

Em março deste ano, o ex-jogador negou as acusações. Se for condenado, Caniggia pode pegar 15 anos de prisão.

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