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Turistas tirando foto diante do Monte Fuji | Foto: Philip Fong/AFP

A cidade de Fujikawaguchiko, no Japão, construirá uma barreira de 2,5m de altura e 20m de comprimento em uma área popular de fotografias do Monte Fuji, de modo que os turistas não poderão mais fotografar o vulcão ou tirar selfies. A decisão foi tomada após moradores locais reclamarem do comportamento dos turistas estrangeiros.

A construção terá início na próxima semana, segundo um funcionário da administração da cidade. “É lamentável que tenhamos que fazer isto por causa de alguns turistas que não conseguem respeitar as regras, deixando lixo no local ou ignorando as regras de trânsito”, disse o homem à AFP.

O que acontece é que um dos principais pontos de fotografia de turistas na cidade fica em frente a uma loja de conveniência. No local, o Monte Fuji parece ficar em cima da loja, devido à posição desta. Para tirar fotos no lugar, os estrangeiros muitas vezes ignoram as normas dos agentes de trânsito e estacionam sem permissão em uma clínica odontológica das imediações.

No próprio Fuji, as autoridades japonesas passarão a cobrar uma taxa de acesso e vão estabelecer um limite de visitantes na principal rota de escalada.

Imagem: PF do Pará

No último sábado (13), um barco à deriva com corpos foi encontrado por pescadores, no estado do Pará. Em decorrência disso, foi montada uma força-tarefa para solucionar o caso. A Polícia Federal está investigando se os cadáveres são de estrangeiros. Segundo investigadores, possivelmente são do Caribe, mas a identificação ainda não foi concluída.

Em decorrência da quantidade de mutilações existentes nos corpos, até mesmo a contabilização da quantidade de cadáveres é difícil. Inicialmente, a informação é de que 20 pessoas mortas estavam no barco.

Para identificar os corpos, os peritos vão analisar os DNAs e confrontar com o banco nacional de perfis genéticos, para saber se há identificação e se são brasileiros ou não. A tese de que as vítimas são estrangeiras é reforçada pelo fato de que não houve brasileiros desaparecidos naquela região nos últimos dias.

Participam da força-tarefa membros do Identificação de Vítimas de Desastres (DVI, no inglês), Local de Crime e Medicina Legal, ambos do Instituto Nacional de Criminalística (INO). No caso do DVI, que é um protocolo internacional usado pela Interpol, seu objetivo é garantir que todas as vítimas sejam identificadas de forma precisa e digna, e que as famílias recebam os corpos dos falecidos. A DVI também garante que as exigências legais sejam cumpridas, quando necessário.

O Ministério Público Federal (MPF) também entrou no caso e informou que abriu duas investigações, uma na área criminal e outra na área cível.

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