Pedreira clandestina | Foto: PC/RS

Nesta terça-feira (16), uma pedreira clandestina com pessoas trabalhando em situação análoga à escravidão foi encontrada em Taquara (RS), durante uma operação de combate ao tráfico de drogas. Segundo a Polícia Civil gaúcha, as vítimas recebiam entorpecentes como pagamento e estavam em situação de vulnerabilidade. Três pessoas foram resgatadas.

A operação, chamada de Pó de Pedra II, foi deflagrada hoje, após seis meses de investigação. Segundo o delegado Valeriano Garcia Neto, o objetivo é desmantelar uma quadrilha que realiza tráfico de drogas e paga os trabalhadores com entorpecentes.

A pedreira era utilizada para extração, venda e transporte de pedras, no interior do município do Rio Grande do Sul. Cinco dos sete alvos da operação têm relação direta com essas atividades. Seis pessoas foram presas.

Operação Pó de Pedra I

A primeira parte da Pó de Pedra foi deflagrada em 4 de dezembro de 2023. Na ocasião, uma mulher foi presa em flagrante com uma quantidade de drogas. Outro indivíduo, foragido, também foi detido.

Imagem: ilustração | Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Na manhã desta quinta-feira (25), a Polícia Federal (PF) apreendeu um aparelho de transmissão FM de uma emissora de rádio clandestina, em Maceió, e autuou o responsável por ela. A ação ocorreu durante a operação Frequência Alternativa, que foi iniciada depois de uma fiscalização realizada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que verificou a existência de uma transmissão de sinal de rádio sem autorização.

O nome da rádio e do suspeito não foram revelados.

Enquanto os policiais fiscalizavam a rádio, foi verificado que o aparelho de transmissão FM estava sendo utilizado. Com a apreensão do dispositivo, foi dado cumprimento a um mandado judicial.

Apesar de ter sido autuado, pelo crime de desenvolvimento clandestino de atividades de telecomunicação, o responsável pela emissora não foi preso.

A radiodifusão depende da autorização do Poder Público e a transmissão clandestina é considerada um crime, com pena de detenção de dois a quatro anos. A punição pode ser aumentada se houver algum dano a terceiros. O autor do delito também está sujeito a uma multa de R$ 10 mil.

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