Fumaça vista em Rafah em meio a ataques de Israel, no sul de Gaza    Reuters

Oito palestinos foram mortos e dezenas ficaram feridos nesta terça-feira (2) após as forças israelenses bombardearem várias áreas de Khan Younis e Rafah, no sul da Faixa de Gaza, disseram autoridades de saúde, enquanto milhares de pessoas fugiam de suas casas sob o fogo.

Na segunda-feira (1), o exército israelense ordenou aos residentes de várias cidades e vilarejos no leste de Khan Younis que deixassem suas casas.

Milhares de pessoas que não atenderam ao chamado foram forçadas a fugir de suas casas no escuro durante a noite, enquanto tanques e aviões israelenses bombardeavam Karara, Abassan e outras áreas mencionadas nas ordens de evacuação, disseram moradores e a mídia do Hamas.

“Onde nós vamos?” disse Tamer, um empresário de 55 anos, que foi deslocado seis vezes desde 7 de outubro.

“Cada vez que as pessoas voltam para as suas casas e começam a reconstruir suas vidas, mesmo sobre os escombros das suas casas, a ocupação envia os tanques de volta para destruir o que resta”, disse ele à Reuters através de uma aplicativo de conversa.

Os militares israelenses disseram que suas forças atacaram áreas em Khan Younis e os alvos incluíam instalações de armazenamento de armas e centros operacionais, acrescentou.

Segundo os militares, foram tomadas medidas antes dos ataques para garantir que os civis saíssem ilesos, permitindo-lhes deixar a área, referindo-se às ordens de evacuação.

Eles acusaram o Hamas de utilizar infraestrutura civil e a população em geral como escudos humanos. O grupo islâmico nega isso.

Erupção vulcânica no Monte Ibu, na província de Maluku do Norte, na Indonésia - Foto: Agência Geológica da Indonésia / AFP

Centenas de pessoas foram retiradas às pressas no Leste da Indonésia, devido à erupção de um vulcão nesta sexta-feira  (17) que levou as autoridades a decretar o nível de alerta mais alto.

A erupção do Ibu, que lançou cinzas a uma altitude de 5 mil metros, levou à evacuação de sete municípios vizinhos, segundo o chefe local da agência de mitigação de desastres, Muhammad Ade Fabanyo.

“Os evacuados continuam a chegar e até esta manhã de sexta (hora local) os dados preliminares indicam que temos cerca de 400 pessoas” no centro de acolhimento montado, afirmou.

O Monte Ibu, localizado na remota ilha de Halmahera, é um dos muitos vulcões da Indonésia, que registou mais de 21 mil erupções no ano passado.

Esse extenso arquipélago no Sudeste Asiático está localizado no chamado “Anel de Fogo” do Pacífico, uma área de alta atividade sísmica e vulcânica.

Imagem de satélite mostra casas inundadas perto da base aérea russa de Orenburg        Reprodução/Maxar Tecnlogies

Mais de 300 casas foram inundadas na cidade russa de Orenburg depois que o rio Ural subiu meio metro além de seu ponto de ruptura, disseram autoridades nesta quarta-feira (10), enquanto o rápido derretimento da neve dos Montes Urais desencadeou a pior enchente em décadas.

O dilúvio de água derretida inundou partes dos Montes Urais, oeste da Sibéria e áreas do Cazaquistão perto de rios como o Ural e o Tobol, levando à ordem de evacuação de mais de 100 mil pessoas na noite desta quarta-feira.

As autoridades disseram que a situação era perigosa em Orenburg, onde os níveis de água no rio Ural, o terceiro mais longo da Europa, subiram 50 centímetros na manhã desta quarta-feira, poucas horas após atingir o nível crítico de 9,3 metros no final da tarde de terça-feira.

“A noite foi agitada”, disse a agência de notícias estatal RIA, citando o primeiro vice-prefeito de Orenburg, Alexei Kudinov.

A agência de notícias estatal TASS iformou que quase 8.000 pessoas foram evacuadas de Orenburg devido às inundações.

Os hidrologistas dizem que o pior ainda está por vir para Orenburg, uma cidade com cerca de 550 mil habitantes. As águas do rio Ural, que atravessa a Rússia e o Cazaquistão até ao Cáspio, poderão subir mais 70 cm até quinta-feira (11).

O rio Ural rompeu o aterro de uma barragem na cidade de Orsk, na região de Orenburg, da qual Orenburg é o centro administrativo, no fim de semana.

Em Kurgan, uma cidade às margens do rio Tobol, no sul dos Urais, sirenes alertaram as pessoas para evacuarem imediatamente. Autoridades regionais disseram que as enchentes continuarão a aumentar durante três dias e previram uma “situação difícil” até o final de abril.

Na quarta-feira, as autoridades locais disseram que fecharam o tráfego em várias estradas da região para fornecer rapidamente solo para reforçar uma barragem, à medida que a previsão de cheias piorava e os níveis de água no rio Tobol subiam rapidamente 23 centímetros.

Manifestante com cartaz durante protesto em Lisboa — Foto: Patrícia de Melo Moreira/AFP

Os brasileiros são maioria na fila de espera para voltar ao Brasil com apoio financeiro do programa Árvore, da Organização Internacional para as Migrações (OIM), integrante da ONU.

O coordenador do programa, Vasco Malta, informou ao Portugal Giro que 308 brasileiros, entre cerca de 400 imigrantes, estão à espera para retornar ao Brasil.

Além da passagem aérea e ajuda de custo para a viagem, o programa prevê a concessão de um auxílio financeiro para o recomeço da vida profissional no Brasil.

Em um ano marcado pela crise imobiliária, a disparada dos preços dos aluguéis em Portugal criou obstáculos extras para brasileiros, que chegam a viver em barracas.

Ao lado da além da falta de planejamento, as dificuldades de regularização de documentos e de inserção no mercado de trabalho também são fatores que antecipam a volta ao Brasil.

Este ano, até setembro, 228 brasileiros deixaram Portugal sob auxílio do programa. Leia a seguir uma curta entrevista que Malta deu à coluna por e-mail.

Quantos brasileiros estão à espera para voltar?

77% dos cidadãos (entre cerca de 400) que aguardam são cidadãos brasileiros.

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