Cela de castigo onde eram deixados os internos | Foto: Polícia Civil de Goiás

Na última terça-feira (16), uma operação da Polícia Civil (PC) de Goiás resultou na prisão de funcionários de uma clínica de reabilitação clandestina, em Pontalina (GO). Entre os indivíduos estão suspeitos de torturar e estuprar internos do estabelecimento. Além disso, negligência na alimentação, na saúde e cárcere privado também foram constatados no local.

A “Operação Help” foi responsável por cumprir cinco mandados de busca e apreensão, e quatro de prisão preventiva. É possível que mais dois mandados sejam cumpridos.

“Existia uma ‘cela de castigo’, uma sala com grades e cadeados onde eles colocavam os internos por vários dias consecutivos como forma de punição. Eles viviam sendo ameaçados, torturados e humilhados”, contou a delegada Tereza Nabarro.

Os envolvidos no crime têm antecedentes por homicídio, associação ao tráfico e furto. Veja a lista dos presos a seguir:

Dois dos investigados, identificados como Joaquim Camargo de Araújo e Thiago Altino Barbosa, estão foragidos e devem responder pelos crimes de cárcere privado qualificado e tortura. Joaquim também será enquadrado por estupro de vulnerável. Veja as fotos a seguir:

Imagem: ilustração

Na tarde do último domingo (9), agentes da 5ª Companhia de Polícia Militar Independente (CPM/I) prenderam um indivíduo suspeito de manter a sua esposa em cárcere privado, na rua do Lar Bom Samaritano, no Tabuleiro do Martins, em Maceió. No último sábado (8), segundo a vítima, o indivíduo ainda teria tentado cortar sua garganta e acabou ferindo sua mão.

Os militares foram acionados e, depois de encontrarem a residência, tiveram a entrada no local autorizada pelo irmão do suspeito, que mora no mesmo terreno. O autor do crime foi localizado e questionado se havia mais alguém no imóvel, ao que ele respondeu que sua esposa estava lá.

Depois de conversar com a vítima e ouvir seu relato, os policiais deram voz de prisão ao suspeito e o levaram à Central de Flagrantes, onde ele foi autuado por sequestro e cárcere privado, e lesão corporal dolosa no âmbito da violência contra a mulher.

A vítima foi levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde recebeu atendimento médico.

Na última quarta-feira (20), um homem de 28 anos foi preso pelos crimes de sequestro e cárcere privado, que cometeu contra sua própria mãe, uma idosa de 68 anos. O caso ocorreu no bairro Olho D’Água dos Cazuzinhos, em Arapiraca. A polícia se dirigiu até o local após uma denúncia feita pelo Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas).

De acordo com a Polícia Civil (PC), uma equipe do Creas havia ido até a residência onde a vítima se encontrava, mas não conseguiu entrar no local. Foi através dos vizinhos que o Creas descobriu que a situação da idosa era de extremo risco.

Os agentes policiais foram acionados e, chegando ao local, logo ouviram gritos vindos do interior do imóvel. O portão da frente foi arrombado e os policiais adentraram na casa para prestarem socorro.

A idosa estava em uma cama, sem conseguir se levantar, e cercada de fezes e urina. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi até o local e socorreu a vítima, levando-a para receber atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Noel Macedo, no bairro Itapoã.

Ainda segundo a PC, o suspeito trabalhava realizando entregas de lanches e raramente visitava a mãe, que morava sozinha e não tinha assistência. A prisão foi efetuada pela 4ª Delegacia Regional de Polícia (DRP) de Arapiraca, sob coordenação do delegado Edberg Oliveira.

Imagem: ilustração

A Polícia Militar (PM/AL) prendeu, na terça-feira (14), um homem de 21 anos, que estava mantendo a esposa e o filho menor em cárcere privado. O caso foi registrado na rua Dionézia Maria da Silva, no bairro Senador Nilo Coelho, em Arapiraca.

Uma guarnição pertencente ao 3º Batalhão de Polícia Militar (BPM) se deslocou para checar a ocorrência e, ao chegar à residência, conseguiu perceber a presença das vítimas através de uma fresta no portão.

De acordo com o que foi apurado, a mulher relatou aos militares que seu companheiro havia saído de casa após uma forte discussão, deixado ela e o filho presos no interior da residência, com portas e janelas fechadas, além dele levar as chaves e o celular da mulher.

A jovem revelou que conseguiu pular uma das janelas da parte da frente da casa, indo até o portão pedir socorro. Com o apoio de vizinhos, a PM foi acionada. A vítima relatou que vinha sofrendo agressões há muito tempo, inclusive na frente do filho.

A guarnição conseguiu localizar o suspeito na oficina mecânica onde ele estava trabalhando. Com a decisão dela em proceder contra o suspeito, ele foi encaminhado para o Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp), em Palmeira dos Índios, para os procedimentos cabíveis.

Imagem: ilustração

Uma mulher de 46 anos vinha sendo mantida em cárcere privado e vítima de agressões pelo marido, no bairro da Ponta Grossa, em Maceió. Na noite da última segunda-feira (4) ela fingiu pedir uma pizza, ligou para a polícia e conseguiu denunciar o marido. O suspeito acabou sendo preso.

A vítima relatou que estava há uma semana sem sair de casa, pois o autor não deixava, e que ele pegou o seu celular para ela não pedir socorro. Relatou que três dias atrás o companheiro deu um murro em sua cabeça, que a fez desmaiar. Além disso, na segunda, tentou fazer sexo com ela à força, deixando roxos as suas pernas e o local próximo das genitálias. Como não conseguiu concretizar o ato, o homem saiu para tomar bebidas alcoólicas.

"Nesse momento, a vítima tinha conseguido pegar a chave da casa escondido e trancado a porta. O autor, ao retornar, conseguiu adentrar na residência pela porta da cozinha, e, logo após, pegou um fio para tentar espancar a vítima, mas ela conseguiu sair da situação", informa o relatório do Centro Integrado de Operações da Segurança Pública (Ciosp).

A partir disso, a mulher fingiu ligar para uma pizzaria. "Com medo que o marido soubesse que estava ligando para pedir ajuda, ela disse que iria pedir uma pizza e ligou para a polícia, e disse que queria uma pizza. Imediatamente a atendente entendeu, pediu o endereço da vítima e logo uma guarnição chegou ao local da ocorrência", detalha o relatório.

Em meio à situação, uma guarnição do 1° Batalhão conduziu as partes à Central de Flagrantes, onde o autor foi autuado por violência doméstica baseado na Lei Maria da Penha.

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