Nikolas Ferreira nega responsabilidade na prisão domiciliar de Jair Bolsonaro

Por: Rádio Sampaio com Gazeta do Povo
 / Publicado em 05/08/2025

Deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) durante as manifestações de 3 de agosto (Foto: Thiago Vieira / Gazeta do Povo)

 

 

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) afirmou não se sentir responsável pela prisão domiciliar decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ).

Nikolas questionou a lógica da medida, já que a determinação judicial proibia Bolsonaro de falar diretamente nas redes sociais, mas autorizava terceiros a divulgar conteúdos relacionados ao ex-presidente. Ao Globo, ele declarou: “Não me sinto responsável. O Alexandre de Moraes cavou essa falta”.

"Todos os canais de notícias na internet e na televisão também serão responsabilizados por terem mostrado Jair Bolsonaro em seus canais?" e classificou a decisão como "um verdadeiro absurdo".

“Magnitsky é pouco. O que resta para ele (Alexandre de Moraes) é uma boa cadeia”, opinou Nikolas, referindo-se à imposição da Lei Magnitsky pelo governo de Donald Trump, feita em 30 de julho.

Jair Bolsonaro teria descumprido medidas cautelares

A prisão domiciliar imposta a Bolsonaro na segunda-feira (4) foi motivada pelo segundo descumprimento das medidas cautelares estabelecidas por Moraes desde 18 de julho. Essas medidas incluíam recolhimento domiciliar em horários determinados, proibição de contato com autoridades estrangeiras e vedação para divulgação de discursos por qualquer meio, inclusive pelas redes sociais de aliados.

“Prisão domiciliar decretada de Jair Bolsonaro por Moraes. Motivo: Corrupção? Rachadinha? Desvio de bilhões? Roubou o INSS? Não. Seus filhos postaram conteúdo dele nas redes sociais. Que várzea!!”, disparou o deputado Mineiro.

Moraes interpretou que Bolsonaro agiu para coagir o STF e obstruir a Justiça, qualificando como "conduta ilícita dissimulada" a produção e divulgação prévia de materiais para manifestações e redes sociais. A ação de Nikolas Ferreira, que transmitiu via videochamada a imagem de Bolsonaro durante ato político, teria sido decisiva para a prisão.

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