


A Polícia Civil (PCAL)) prendeu uma mulher suspeita de comandar um esquema de pirâmide financeira, que teria causado prejuízo a mais de 20 pessoas em Alagoas e Sergipe. O golpe, que movimentou cerca de R$ 2,5 milhões, prometia rendimentos de até 30% aos investidores, atraindo vítimas com a promessa de lucro rápido e fácil.
De acordo com as investigações, a fraude operava de forma clássica: os supostos lucros pagos aos investidores mais antigos vinham dos aportes realizados por novos participantes.
Em Alagoas, o golpe era disfarçado de investimento no comércio de açaí, enquanto, em Sergipe, o esquema se apresentava como um negócio de venda de queijos finos, o que dava aparência de legitimidade ao empreendimento.
A Polícia Civil informou que a suspeita atuava como líder do grupo, sendo responsável por convencer as vítimas e administrar o dinheiro arrecadado. Com o aumento das denúncias, a investigação conseguiu identificar a movimentação milionária e reunir provas suficientes para a prisão.
A mulher foi presa e está à disposição da Justiça.
