
Congresso Nacional- Foto: José Paulo Lacerda/Agência CNI de Notícias
O governo Lula está otimista com a eleição para as presidências da Câmara e do Senado, marcadas para 1º de fevereiro. Com perfis diferentes de seus antecessores, o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) e o senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) — cuja eleição é dada como certa — são vistos por integrantes do Executivo como canais para melhorar a relação com o Congresso e aprovar pautas importantes no último ano antes das eleições de 2026.
Para começar a relação de forma positiva, Lula pediu aos ministros de seu governo que foram eleitos para o Legislativo que retornem temporariamente aos mandatos e votem a favor dos dois candidatos. Quem está encarregado de conversar com os titulares das pastas e operacionalizar a ordem do presidente é o ministro Alexandre Padilha, da Secretaria de Relações Institucionais — ele também tem mandato na Câmara e deve voltar ao Legislativo temporariamente.
Ao todo, há 12 ministros nessa situação. Além de Padilha, André Fufuca (Esporte, deputado federal); Camilo Santana (Educação, senador); Carlos Fávaro (Agricultura, senador); Celso Sabino (Turismo, deputado); Juscelino Filho (Comunicações, deputado); Luiz Marinho ( Trabalho, deputado); Marina Silva (Meio Ambiente, deputada); Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário, deputado); Renan Filho (Transportes, senador); Sonia Guajajara (Povos Indígenas, deputada); e Wellington Dias (Desenvolvimento Social, senador).
Uma boa relação com o Legislativo será essencial para que o governo consiga cumprir promessas de campanha, como a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil.
