Divulgação/Secom RS

 

O novo boletim divulgado neste sábado (9/9), pela Defesa Civil do Rio Grande do sul,  aponta que o número de mortos após passagem de ciclone extratropical se mantém em 41, sendo a maior parte na região de Muçum. Os desaparecidos são 46. Até às 7h, o órgão contabilizava que o fenômeno deixou, nos 88 municípios afetados, 3.193 desabrigados, 8.256 desalojados e 223 feridos. Até o momento, foram resgatadas 3.130 pessoas.

O número de mortos após a passagem do ciclone pelo Rio Grande do Sul se soma a um outro registro no estado de Santa Catarina. Assim, o número total de óbitos em decorrência do fenômeno climático é de 42 pessoas.

As forças de segurança que atuam no resgate, em diversas localidades do rio Grande do Sul, têm se engajado na localização dos 46 desaparecidos. Após as enchentes, a maioria dos principais rios do estado seguem sem variação de volume, de modo que o risco de desastres e estragos tende a diminuir.

Com a redução do nível da água em diversas localidades do estado, o trabalho das forças de segurança na localização de corpos e feridos pode ser mais ágil. No ponto mais crítico das enxurradas, os resgates ocorrem com o uso de aeronaves.

Auxílio a atingidos

O governo federal anunciou, nesta sexta-feira (8/9), a liberação de auxilio no valor de até R$ 800 por pessoa, atingida pela tragédia provocada por ciclone extratropical no Sul do Brasil.

“A primeira medida é [a instalação] uma sala de situação permanente sobre as questões do ciclone que se abateu no Rio Grande do Sul”, disse Alckmin, no início da tarde desta sexta (8/9), no Palácio do Planalto.