
A vacina bivalente da Pfizer contra a Covid já pode ser aplicada em pessoas com comorbidades (doenças pré-existentes) a partir desta segunda-feira (3) em Alagoas. A medida foi autorizada pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) após determinação do Ministério da Saúde para que a imunização fosse ampliada para este público. A data para início da vacinação, contudo, é definida pelas secretarias municipais.
De acordo com o Ministério da Saúde, devem receber a vacina bivalente pessoas a partir de 12 anos de idade que tenham alguma doença da lista de comorbidades incluídas no grupo prioritário (veja lista mais abaixo). Também é necessário que a pessoa já tenha tomado ao menos duas doses da vacina monovalente da Covid, com intervalo de quatro meses desde a última vacina recebida.
Segundo a Sesau, os municípios já foram informados sobre a determinação, mas o início da vacinação com a bivalente neste novo público varia de acordo com a estratégia adotada em cada cidade.
Alguns municípios já iniciaram a vacinação. É o caso de Rio Largo, que começou a vacinar pessoas com comorbidade com a bivalente ainda nesta segunda (3)
Em Maceió, a Secretaria Municipal de Saúde informou que a ampliação da vacinação, que já vinha sendo aplicada em outro grupo prioritário, vai começar na semana que vem.
A vacina bivalente começou a ser aplicada em Alagoas no final de fevereiro. O imunizante é uma atualização em relação aos primeiros imunizantes fabricados contra a Covid (chamados de monovalentes) e protege contra a cepa original do coronavírus e as subvariantes da ômicron.
Confira a lista de comorbidades (doenças pré-existentes):
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Diabetes mellitus;
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Pneumopatias crônicas graves;
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Hipertensão Arterial Resistente (HAR);
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Hipertensão arterial estágio 3;
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Hipertensão arterial estágios 1 e 2 com lesão em órgão-alvo;
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Insuficiência cardíaca (IC);
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Cor-pulmonal e Hipertensão pulmonar;
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Cardiopatia hipertensiva;
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Síndromes coronarianas;
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Valvopatias;
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Miocardiopatias e Pericardiopatias;
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Doenças da Aorta, dos Grandes Vasos e Fístulas arteriovenosas;
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Arritmias cardíacas;
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Cardiopatias congênita no adulto;
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Próteses valvares e Dispositivos cardíacos implantados;
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Doenças neurológicas crônicas e distrofias musculares;
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Doença renal crônica;
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Hemoglobinopatias e disfunções esplênicas graves;
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Obesidade mórbida;
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Síndrome de Down e outras Síndromes genéticas;
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Doença hepática crônica.

