Liberadas novas parcelas do auxílio para desabrigados e desalojados pelas chuvas em Alagoas

O Estado de Alagoas liberou nesta quinta-feira (25) novas parcelas do auxílio financeiro para famílias desalojadas e desabrigadas das cidades que decretaram situação de emergência por causa das chuvas. São 15.781 beneficiários.

Novas parcelas liberadas

  • 11.187 famílias – 1ª parcela de R$ 500

  • 664 famílias – 2ª parcela de R$ 500

  • 3.930 famílias – 3ª parcela de R$ 500

Esses beneficiários foram inscritos no programa emergencial nos meses de junho, julho e agosto (veja aqui a lista de beneficiários).

Segundo o governo, o pagamento liberado totalizou de R$ 7.890.500 com recurso proveniente do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep).

O auxílio emergencial para as vítimas das chuvas foi criado pelo Governo de Alagoas, inicialmente, para atender a 4 mil famílias que tiveram que deixar suas casas no final de maio. Com a continuidade dos temporais, a situação se agravou e o número de inscritos subiu para 12 mil famílias em julho e cresceu mais ainda em agosto. Atualmente, estão cadastradas 26.400 famílias no Sistema de Gestão elaborado pela Secretaria de Estado da Assistência e Desenvolvimento Social (Seades) para este fim.

A secretária de Estado da Assistência e Desenvolvimento Social, Aline Rodrigues, explicou o grande volume de chuvas que caiu em Alagoas nesse período, faz crescer consideravelmente o número de pessoas em situação de emergência e os cadastros efetuados pelas Secretarias Municipais de Assistência Social de acordo com a lista disponibilizada pelas Defesas Civis dos municípios para receber o auxílio. E com isso, o custo do programa cresceu exponencialmente.

“Estamos trabalhando de forma incansável para garantir o pagamento a todas essas famílias dentro do menor tempo possível”, disse a secretária, projetando que até novembro próximo, todas as famílias serão contempladas com as quatro parcelas de R$ 500 que compõem o valor total de R$ 2.000 do auxílio-chuvas.

A secretária destacou ainda que o processo de pagamento inclui também o cumprimento dos trâmites legais junto à operadora financeira e a conferência das informações no banco de dados do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), o que exige, por parte dos municípios contemplados, a fidedignidade das informações e a correção dos dados, lembrando que os erros ocorrentes impedem a agilidade na criação de contas e a consequente diminuição na efetivação do pagamento.