O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, neste sábado (17), que pretende colocar o Brasil entre as sete maiores economias do mundo caso seja eleito. A declaração foi feita durante um ato de campanha em Vitória, no Espírito Santo, diante de apoiadores e lideranças políticas.
Durante o discurso, Flávio estabeleceu um prazo de quatro anos para alcançar a meta e afirmou que poderá ser cobrado pelos resultados ao final de um eventual mandato.
“Podem me cobrar daqui a quatro anos se o Brasil já não vai estar entre as sete maiores potências do mundo”, declarou o candidato, ao relacionar a proposta à recuperação da posição brasileira no cenário internacional.
Aliados acompanharam o candidato
A agenda em Vitória contou com a presença do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), do deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e de Lorenzo Pazolini (Republicanos), candidato ao governo do Espírito Santo.
O encontro integrou a mobilização eleitoral de Flávio, que também tinha agenda prevista em Salvador, na Bahia, ainda neste sábado.
Brasil ocupa a 10ª posição no ranking econômico
Segundo os dados do Fundo Monetário Internacional (FMI) citados pelo Metrópoles, o Brasil ocupa a décima posição entre as maiores economias do mundo. A proposta de Flávio é elevar o país para a sétima colocação até o fim de um possível governo.
A posição de um país nesse ranking depende de fatores como o crescimento econômico, a produtividade, os investimentos e a variação cambial. Para alcançar o objetivo anunciado, seria necessário que a economia brasileira avançasse em relação às demais.
Até o momento, a declaração divulgada na cobertura do evento não apresenta um cronograma detalhado de medidas econômicas nem projeções que demonstrem como a meta seria alcançada.
Promessa deverá ser acompanhada por indicadores econômicos
A proposta coloca o crescimento da economia e a posição internacional do Brasil entre os temas centrais do discurso do candidato. A concretização da meta, porém, dependerá das políticas adotadas por um eventual governo e das condições econômicas nacionais e internacionais.
Além da posição no ranking mundial, indicadores como geração de empregos, renda da população, inflação e produtividade também ajudam a avaliar os resultados econômicos de um governo.
A declaração foi feita durante a campanha presidencial de 2026, em meio à disputa pelo Palácio do Planalto.
Fonte: Metrópoles.


