


Fernando Henrique de Andrade Olegário, suspeito de ser o responsável pela morte de Márcio Kauã (2), em abril de 2022, será levado a júri popular no dia 25 de julho deste ano, na 9ª Vara Criminal de Maceió. O julgamento será comandado pelo juiz Geraldo Amorim. Segundo Fernando, o menino morreu após receber uns tapas seus, escorregar e bater a cabeça na quina de uma parede.
Quando desapareceu, em abril de 2022, o menino Kauã estava sob os cuidados de uma adolescente de 15 anos e do seu companheiro, Fernando, que na época tinha 25 anos. Os pais do menino foram à imprensa no dia 18 do mesmo mês, para denunciar o sumiço do filho.
A Polícia Civil começou a investigar o caso e se deparou com várias versões do ocorrido, cada uma apresentando inconsistências em relação às anteriores. Em decorrência disso, os agentes chegaram até Fernando, que confessou o crime, informando como a criança havia morrido e onde o corpo foi enterrado.
O acusado também disse que tentou reanimar o menino, mas não conseguiu e, nervoso e com medo, resolveu esconder o corpo, que foi encontrado próximo ao Conjunto Caetés, no Benedito Bentes, em Maceió. O indivíduo alegou que foi responsável por tudo, livrando a sua companheira de alguma culpa.
Exames feitos no corpo de Kauã mostravam que a criança havia sofrido maus-tratos, apresentando marcas e lesões que não eram recentes. O laudo acabou confirmando a causa da morte apresentada pelo suspeito, indicando que o menino sofreu um Traumatismo Cranioencefálico (TCE).
