Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Marina Silva, ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, falou nesta terça-feira (4), em uma rede de rádio e televisão, que tragédias como as que aconteceram no Rio Grande do Sul necessitam de engajamento e solidariedade por parte da sociedade para evitar que situações parecidas se repitam.

“Com o aumento da temperatura global, o mundo está vivenciando os gravíssimos efeitos dos eventos climáticos extremos cada vez mais frequentes e severos. No Brasil, a intensificação de deslizamentos, inundações, secas, processos de desertificação anunciam dias difíceis, sobretudo para as famílias mais vulneráveis”, disse a ministra.

E acrescentou: “Proteger o meio ambiente é salvar vidas, é garantir o bem viver para ribeirinhos, pequenos comerciantes, moradores das periferias, comunidades tradicionais e pessoas que vivem em áreas de risco. Infelizmente, ainda há quem duvide da relação entre a ação do homem e a reação da natureza”.

Por que 5 de junho foi escolhido como Dia Mundial do Meio Ambiente?

O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado anualmente no dia 5 de junho. A escolha da data remete ao dia 5 de junho de 1972, quando ocorreu o primeiro dia da Conferência de Estocolmo sobre o Meio Ambiente Humano. Outra resolução, adotada pela Assembleia Geral, levou à criação do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) no mesmo dia. O programa incentiva a conscientização e ação mundial em prol do meio ambiente.

Na manhã desta quinta-feira (9), um elefante-marinho foi avistado na praia de Antunes, na cidade alagoana de Maragogi. A hipótese do presidente do Instituto Biota de Conservação, Bruno Stephanis, é de que o animal chegou ao local para “descansar” e acabou ficando ali por causa da maré baixa.

Pessoas da localidade acionaram o Biota para garantir a segurança do elefante-marinho e realizar os demais procedimentos cabíveis. O estado de saúde do animal foi avaliado, para que ele fosse reintegrado ao seu habitat natural.

Elefantes-marinhos vivem em ilhas do Círculo Polar Antártico e na Patagônia, região localizada no extremo sul da América do Sul. No Brasil, é mais comum vê-los na região sul, nas épocas mais frias do ano.

As autoridades ambientais da Flórida estão investigando um caso envolvendo jovens que foram flagrados despejando baldes de lixo no mar da enseada de Boca, nos Estados Unidos. O registro foi feito no último domingo (28) e começou a viralizar nas redes sociais.

No vídeo é possível ver algumas pessoas a bordo de um barco e pelo menos dois baldes cheios de lixo. Dois indivíduos despejam o conteúdo no mar e um deles balança o balde, como em uma comemoração.

A professora de Ciências Oceânicas da Rosenstiel School, Claire Paris, explicou que o lixo no mar gera risco aos animais marinhos que se alimentam próximos da superfície. “Pelo que vi no vídeo, são uns pedacinhos que podem ser confundidos com comida, principalmente quando tem muitas ondas, e o peixe não está vendo muito [bem] o que está na superfície, só pegando coisas”, disse.

Imagem do satélite GOES 16, canal IR,
13/02/2024, às 22h30 | Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia

Na noite da última terça-feira (13), a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) emitiu um aviso meteorológico informando que, nesta quarta-feira (14), pode haver chuvas acumuladas em parte das regiões ambientais de Alagoas, como o Sertão, a metade norte do Agreste, a Zona da Mata e no Litoral. A região metropolitana de Maceió deve ter os maiores acumulados de precipitação.

Segundo o aviso da Semarh, há risco de alagamentos em áreas com deficiência de drenagem urbana. Em outras áreas do estado também pode haver chuva, mas sem quaisquer riscos associados.

A previsão pode se estender até amanhã (15).

Foto: GettyImages

Um estudo feito por pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) constatou que o plástico e o revestimento metálico do glitter, costumeiramente usado em fantasias e maquiagem carnavalescas, contaminam rios e oceanos, prejudicando o crescimento da elódea, uma planta aquática. Isso ocorre porque o revestimento reduz a penetração de luz na água, diminuindo as taxas de fotossíntese da planta.

Como consequência disso, organismos que compõem a base da cadeia alimentar podem ser impactados. O estudo teve o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

“Nesse experimento, observamos especificamente a interferência física do glitter em uma espécie macrófita, mas já há outras referências mais conhecidas na literatura científica sobre a contaminação da água e o consumo dessas partículas por diversos outros organismos aquáticos”, disse uma das integrantes do Laboratório de Bioensaios e Modelagem Matemática do Departamento de Hidrobiologia da UFSCar, Marcela Bianchessi da Cunha-Santino.

Como o glitter chega aos rios e oceanos?

O glitter chega aos rios e oceanos porque são pequenos e acabam não sendo filtrados pelos sistemas tradicionais de tratamento de água. Com isso, a comunidade científica o tem tratado como poluente emergente.

Como foi feita a pesquisa?

Para a realização da pesquisa, foram feitos ensaios em laboratório, envolvendo 400 unidades da elódea, aclimatadas em água do reservatório localizado na UFSCar. Para o experimento, os pesquisadores utilizaram glitter comum, com área de superfície média de 0,14 mm quadrados.

Ao todo, quatro combinações foram testadas:

A análise das taxas fotossintéticas de cada grupo foi feita através do método “frasco claro e escuro”, desenvolvido em 1927 e amplamente aplicado nesse tipo de estudo.

Como resultado, as taxas fotossintéticas de elódea foram 1,54x maiores na ausência do glitter.

“Essas descobertas apoiam a hipótese inicial de que a fotossíntese sofreria potencial interferência do glitter, possivelmente devido à reflexão da luz pela superfície do metal presente nesses microplásticos”, disse a primeira autora do trabalho, Luana Lume Yoshida.

Foto: Ascom IMA

Nesta segunda-feira (23), o Instituto do Meio Ambiente (IMA) de Alagoas, através da Gerência de Laboratório, informou que existem coliformes fecais acima dos parâmetros permitidos nas amostras analisadas do efluente que é lançado, de forma irregular, em um trecho da Praia das Conchas, no litoral sul de Alagoas. Os resíduos são descartados pela Prefeitura da Barra de São Miguel.

As amostras do efluente foram colhidas durante uma fiscalização, no dia 4 deste mês, após uma denúncia. Durante a ação, também foi observado que há a abertura de um canal na praia, o que constitui outra irregularidade. Em decorrência do que foi encontrado pelo IMA, a prefeitura foi autuada e deve pegar uma multa no valor de mais de R$ 80 mil.

Coliformes fecais ou coliformes termotolerantes são bactérias encontradas em grandes quantidades no intestino humano e de animais de sangue quente. A presença dos coliformes em água ou alimentos pode indicar a presença de fezes ou esgoto.

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