Colégio Tiradentes da Polícia Militar do Agreste comemora 11 medalhas, sendo três de ouro - Foto: Ascom Seduc

A rede estadual de ensino teve 23 medalhistas na edição 2023 da Olimpíada Alagoana de Química (OALQ), sendo três de ouro, seis de prata e 14 de bronze. As escolas estaduais receberam, ainda, 145 Menções Honrosas na competição, que mais uma vez mobilizou professores e estudantes.

Todos os medalhistas da rede estadual também serão premiados na categoria Destaque Estadual da OALQ, enquanto quatro medalhistas do sexo feminino ainda serão premiadas na categoria Meninas na OALQ e, em 2024, representarão Alagoas nas etapas regionais e nacionais da Olimpíada.

Motivação

Com 11 medalhas, sendo três de ouro, o Colégio Tiradentes da Polícia Militar (CPM) do Agreste tem muito a comemorar. Todos, inclusive, serão premiados como Destaques Estaduais. Sávio Cordeiro, Gleyce Carvalho e Maria Tereza Aureliano venceram a disputa. As meninas também receberão o certificado Meninas na OALQ.

E a importância do apoio dos professores, como não poderia deixar de ser, foi lembrada pelos alunos. “Ser medalhista na OALQ é muito gratificante. Ela faz com que tenhamos um maior interesse pelo estudo da química e de ciências”, afirmou Gleyce, aluna do 9º ano do ensino fundamental. “Fiquei muito feliz com o resultado porque eu só começo a estudar química no ano que vem. Para a prova, eu me preparei a partir de outras olimpíadas das quais participei, mas também tive o incentivo da escola e dos professores”, conta Sávio.

Maria Tereza concorda. “A escola foi fundamental na preparação, sempre nos encorajando e nos ajudando quando tínhamos alguma dúvida. Fiquei muito feliz com a medalha porque me identifico muito com a química. Quero cursar Medicina”, revela a estudante.

Professores e equipe gestora também não escondem o orgulho pelo resultado. “Ele decorre do nosso esforço para aproximar os alunos da disciplina de química, e isso só foi possível graças à parceria entre os professores e a instituição”, destaca o professor Thierry Sena.

A equipe gestora reforça o empenho dos professores na ação. “Agregamos o calendário das olimpíadas de conhecimento ao nosso planejamento, motivando os professores a mobilizarem os alunos. Nesse sentido, os nossos professores são a mola mestra desse trabalho articulado”, avalia a diretora pedagógica do CPM Agreste, Tatiana Lessa. “As olimpíadas de conhecimento têm um papel fundamental no desenvolvimento intelectual dos alunos”, complementa o Major PM James, subcomandante do CPM Agreste.

Inspiração

Outra escola estadual que celebra o resultado da OALQ é a Eunice Campos, localizada no complexo Benedito Bentes, em Maceió. A escola conquistou duas medalhas de prata e sete Menções Honrosas, todas de alunos da 3ª série do ensino médio.

Medalhistas de prata, Amália Cruz e Levi Nunes admitem que, até o ano passado, não gostavam da disciplina, mas que mudaram de opinião sobre a ciência graças à equipe de professoras de química da instituição.

“Nunca tive professores tão bons como os que tenho no Eunice. Quando você tem um professor que ama o que faz, ele também inspira o aluno. Decidi fazer a OALQ para me testar, mas acabei me apaixonando pela disciplina. Agora, quero cursar Química ou Biomedicina na universidade”, diz Amália, que também se classificou para as etapas regional e nacional da OALQ.

A olimpíada também fez Levi ter certeza do que queria para o seu futuro. “Tenho médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem na família. A medalha da OALQ me fez ver que também quero seguir carreira na área de saúde”, garante o jovem.

Já Cícero Gaspar e Jennifer Layne receberam Menção Honrosa e enxergam na premiação uma série de oportunidades. “Fiz a OALQ para testar meus conhecimentos, mas também para diminuir meu tempo de prova, já tendo em vista o Enem”, comenta Cícero. “A Olimpíada me fez ver que posso ir ainda mais longe”, resume Jennifer.

Raquel Ferreira, por sua vez, integra a equipe de professores de química da Eunice. O grupo dividiu o tempo entre os preparativos para o Enem e as olimpíadas, dando dicas e repassando videoaulas e provas de outras edições da OALQ, via WhatsApp, para os alunos. Ela destaca a importância desta premiação para a escola e seus estudantes. “Estamos introduzindo esses jovens no mundo da ciência e a novas oportunidades acadêmicas, além de inspirar outros estudantes a superarem desafios como o de uma olimpíada”, frisa a professora.

E já tem gente fazendo planos para ampliar a participação de estudantes, como explica a diretora Tânia Regina Lessa. “Tivemos 106 alunos participando da OALQ, com nove deles conseguindo premiação. Estamos muito orgulhosos. Fui aluna da rede estadual, em Penedo, e me enxergo nesses meninos e meninas. Temos uma excelente equipe de professores, e a meta é transformar a nossa escola numa referência quando o assunto é olimpíada de conhecimento”.

Medalhas

Entre as escolas com estudantes medalhistas estão o Colégio Tiradentes da Polícia Militar (CPM) – Unidade Agreste, com 11 medalhistas (3 ouro, 4 prata, 4 bronze); Escola Estadual Francisco Domingues, de Limoeiro de Anadia, com 3 medalhistas (3 bronze); Escola Estadual Eunice de Lemos Campos, com 2 medalhistas (2 prata); Colégio Tiradentes – Unidade Capital, com 2 medalhistas (2 bronze); Escola Estadual Odete Bonfim, de Maribondo; Escola Estadual Muniz Falcão, de Cacimbinhas; Escola Estadual Theonilo Gama, de Maceió; Escola Estadual Dorgival Gonçalves, de Campo Alegre; e Escola Estadual José Enoque de Barros – cada uma delas com 1 medalha de bronze.

Menção honrosa

Todas as escolas que ganharam medalhas também receberam Menções Honrosas. Além delas, também foram agraciadas as escolas estaduais Moreira e Silva, de Maceió; Almeida Cavalcanti, de Palmeira dos Índios; Dom Constantino Luers, de Campo Alegre; Geraldo Melo, de Maceió; Princesa Isabel, de Maceió; Moacir Teófilo, de Arapiraca; Santos Dumont, de Rio Largo; João Morais Cavalcante, de Rio Largo; Tabuleiro do Pinto, também de Rio Largo; Aristheu de Andrade, de Colônia Leopoldina; Guiomar de Almeida Peixoto, de Maceió; Padre Jefferson de Carvalho, de Arapiraca; Deputado João Beltrão, de Coruripe; e Indígena Pajé Miguel Celestino da Silva, de Palmeira dos Índios.

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