Marcos Vinicius Paulino matou Tatiéle de Cássia dos Reis Gonçalves a facadas em Caconde — Foto: Reprodução/Facebook

O trabalhador rural Marcos Vinicius Paulino, de 27 anos, não demonstrou arrependimento pelo assassinato da esposa, durante depoimento ao delegado João Delfino de Souza, na segunda-feira (15), em Caconde (SP) . Marcos deve passar por audiência de custódia nesta terça (15). 

Ele confessou ter matado a facadas Tatiéle de Cássia dos Reis Gonçalves, de 37 anos, e relatou não ter gostado de uma mordida dela durante uma relação sexual. A vítima foi morta enquanto dormia.

O crime aconteceu por volta de 22h de domingo (14) na residência do casal, na Rua Duque de Caxias, no Centro de Caconde. O corpo de Tatiéle foi encontrado pela Polícia Militar após Marcos procurar a PM para se entregar e confessar o crime, na manhã desta segunda-feira (15).

vítima estava coberta com uma manta e tinha várias perfurações de faca na região do tórax e do pescoço. A perícia foi ao local e o corpo foi levado ao Instituto Médico Legal (IML). A faca do crime foi apreendida e estava quebrada.

Segundo informações da Polícia Civil, Marcos disse que, após usar cocaína, foi ter relações sexuais com a esposa. Durante o ato, ela mordeu a mão esquerda dele e ele não gostou. O casal parou a relação depois disso.

Ao delegado João Delfino de Souza, responsável pela investigação, Marcos disse que esperou ela se trocar e dormir, pegou uma faca na cozinha e desferiu um golpe no pescoço e no tórax dela.

Depois do crime, ele disse que fugiu para a zona rural. Na manhã desta segunda, ele procurou a base da Polícia Militar e confessou o crime. O homem disse que não teve nenhuma discussão com a esposa antes do crime.

A vítima

Tatiéle de Cássia dos Reis Gonçalves, de 37 anos, era dona de casa e foi morar com Marcos em janeiro, após um mês de namoro. Ela não tinha filhos.

No Facebook, ela mantinha um perfil compartilhado com Marcos. O enterro dela está previsto para terça-feira (16) no no distrito de Palmeiral, em Botelhos (MG), cidade onde a família dela vive.

O acusado

Marcos Vinicius Paulino tem 27 anos e é trabalhador rural. Vizinhos disseram à polícia que ele tinha uma boa relação com Tatiéle e nunca foram vistos brigando. Ele não tinha passagem pela polícia.

O homem disse que havia consumido cocaína. "Não demonstrava arrependimento, não estava muito normal a conduta dele", disse o delegado que investiga o caso. Ele vai passar por audiência de custódia nesta terça-feira (16) e está na cadeia de Casa Branca.

Carcaça do carro usado pelo grupo humanitário World Central Kitchen, atingido por ataque mortal de Israel em Gaza — Foto: AFP

Israel assumiu, na terça-feira (2), a responsabilidade por um ataque a bomba que matou, na véspera, sete trabalhadores humanitários que distribuíam comida na Faixa de Gaza. Autoridades israelenses admitiram que foi um “erro grave” e prometeram investigar o caso.

A organização World Central Kitchen (WCK), do chef hispano-americano José Andrés, para a qual trabalhavam as vítimas do atentado, anunciou a suspensão de suas atividades no território palestino.

- Infelizmente, ontem (segunda-feira) ocorreu um incidente trágico, as nossas forças atingiram involuntariamente pessoas inocentes na Faixa de Gaza - declarou o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu.

- São coisas que acontecem numa guerra (…), estamos em contato com os governos e faremos todo o possível para evitar que volte a acontecer - acrescentou.

Por sua vez, o chefe das Forças de Defesa de Israel, general Herzi Halevi, reconheceu, nesta quarta-feira, que foi “um erro grave”.

- Foi um erro que ocorreu após um erro de identificação durante a noite, durante uma guerra, em condições muito complexas. Isto não deveria ter acontecido - acrescentou Halevi.

O presidente de Israel, Isaac Herzog, conversou com José Andrés e “expressou sua profunda tristeza e sinceras desculpas pela trágica morte da equipe WCK”, afirmou a Presidência israelense, em comunicado.

'Completamente inaceitável'

As mortes dos trabalhadores geraram duras reações internacionais e apelos para investigar o que aconteceu e garantir que os responsáveis ​​sejam responsabilizados.

O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, disse à Assembleia Geral que 196 trabalhadores humanitários já morreram na guerra em Gaza.

Os Estados Unidos, principal aliado de Israel, exigiram uma investigação “rápida e imparcial” sobre o ocorrido, disse o secretário de Estado, Antony Blinken.

A Casa Branca disse estar “indignada” e indicou que enviaria “uma mensagem clara a Israel de que os trabalhadores humanitários devem ser protegidos”.

O governo britânico convocou o embaixador israelense para expressar a sua “condenação inequívoca” ao sucedido. Na Polônia, o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros, Andrzej Szejna, disse que Israel deveria “compensar” as famílias das vítimas.

 

Reprodução

O homem suspeito de matar o próprio tio, em Maceió, foi preso na casa de uma prima no bairro Feitosa, no domingo (03), mesmo dia do homicídio. O jovem de 24 anos ainda estava com as mãos sujas de sangue e confessou o crime à polícia, mas sem revelar o que motivou o ataque com faca.

Frank Moreno Santos foi assassinado com uma facada no pescoço na Rua Aurora, no bairro do Jacintinho, na madrugada de domingo. O autor do homicídio, o sobrinho dele, havia fugido do local, porém foi encontrado pela polícia. Antes disso, o rapaz teria admitido para a mãe que cometeu o homicídio contra o próprio tio.

Ao ser ouvido pelas autoridades, o preso, que demonstrou estar abalado, disse que não se lembrava como esfaqueou Frank, assim como não revelou o motivo do ataque. O jovem também contou que a prima que deu abrigo para ele não sabia do crime.

A polícia suspeita de que o sobrinho ficou com ciúmes do tio por causa de uma mulher que estaria se relacionando, porém o assassino negou esta possível motivação em depoimento.

O jovem ficou recluso na sede da Delegacia de Homícidios e Proteção à Pessoa, em Chã de Bebedouro, e vai passar por audiência de custódia nesta segunda-feira, 04.

A bala não foi a munição que matou John Lennon, mas saiu da mesma arma que atingiu o cantor.- Foto: Reprodução

Uma bala da arma que matou John Lennon em 1980 será leiloada na Inglaterra na próxima quinta-feira (29). A munição foi um presente do Departamento de Polícia de Nova York (NYPD) ao policial Brian Taylor.

A bala não foi a munição que matou John Lennon, mas saiu da mesma arma que atingiu o cantor. Brian Taylor conseguiu o objeto depois de fazer uma visita ao Departamento de Polícia de Nova York e receber uma autorização para fazer o disparo controlado da arma usada por Mark Chapman para assassinar John Lennon.

O item foi mantido pelo policial até seus últimos dias de vida e entrou para a lista de produtos para leilão após a morte do agente. Segundo a BBC, a casa de leilão Anderson & Garland fez diversas pesquisas e chegou a conclusão de que a bala é genuína e foi disparada pela arma que matou John Lennon.

Ana Cristina | Foto: cortesia ao Correio Notícia

Foi preso na cidade de Feira de Santana (BA), nesta quarta-feira (20), o ex-marido da cabeleireira Ana Cristina Silva de Aquino. O homem, de 48 anos, estava tentando fugir para São Paulo em um ônibus interestadual, após ter a prisão decretada, mas a Polícia Civil de Alagoas descobriu a movimentação do acusado e conseguiu realizar a prisão.

Ana Cristina, que tinha 36 anos, morreu no Hospital do Alto Sertão, em Delmiro Gouveia, no domingo (17), alguns dias após ter sido baleada pelo homem em Inhapi. Ele confessou ter cometido o crime e disse que atirou depois que os dois tiveram uma discussão.

Na ocasião, a cabeleireira foi atingida com três disparos de arma de fogo. Outros três tiros que não atingiram a vítima também foram efetuados pelo acusado.

Carla Janiere da Silva Barros, 24 anos, foi morta após ser ameaçada pelo marido dentro da loja em que trabalhava, em Murici, Alagoas (Reprodução/Redes sociais)

A Justiça acatou a denúncia do Ministério Público de Alagoas (MPE) e tornou réu Jeferson Timóteo da Silva, acusado de matar à tiros Carla Janiere da Silva Barros. O crime aconteceu no dia 14 deste mês, dentro de uma loja, em Murici, na Zona da Mata.  Um vídeo, gravado por uma amiga da vítima, mostra o momento em o então casal discute, minutos antes do assassinato. Jeferson, bastante alterado, faz ameaças contra Carla. A amiga presenciou o feminicídio.

A ação penal foi proposta pela promotora de Justiça Ilda Regina Reis, titular da Promotoria de Justiça de Murici, e acatada pelo juiz Diogo de Mendonça Furtado da vara daquele município.

Jeferson foi denunciado pelo Ministério Público Estadual (MPE) por homicídio quadruplamente qualificado: matou por motivo torpe, meio cruel, sem chance da vítima se defender e com o agravante do feminicídio.

Danilo Sousa Cavalcante não aceitava o fim do relacionamento com Débora Evangelista Brandão — Foto: Montagem/g1

O brasileiro que fugiu da prisão nos Estados Unidos, na quinta-feira (31), assassinou a ex-namorada porque ela sabia de outro crime cometido por ele e ameaçava entregá-lo às autoridades, segundo as os detetives que investigaram o caso.

Danilo Sousa Cavalcante foi condenado a prisão perpétua, em agosto, pelo assassinato da maranhense Débora Evangelista Brandão, na cidade de Phoenixville, em abril de 2021. O criminosos matou a ex-companheira com 38 facadas, na frente dos dois filhos dela, que tinham 4 e 7 anos quando aconteceu o crime.

A apuração preliminar do caso revelou que Danilo não aceitava o fim do relacionamento e que ele já havia violentado e ameaçado a vida de Débora em outras ocasiões. “Diversas vezes ela terminou com ele, e ele tentando voltar. Não sei por que ele a esfaqueou. Foi muito brutal", disse Sara Brandão, irmã da vítima, na época do crime.

Além disso, Mais investigações revelaram que Débora descobriu que Cavalcante era procurado pela polícia do Estado do Tocantins, pelo assassinato de um homem em 2017. No dia anterior à sua morte, a ex-namorada ameaçou denunciá-lo às autoridades após uma briga.

As autoridades norte-americanas estão oferecendo uma recompensa de US$ 10 mil (quase R$ 50 mil) por informações que levem à captura do fugitivo.

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