O exterior do Grand Hyatt Erawan, onde 6 pessoas foram confirmadas mortas após um incidente no centro de Bangkok em 16 de julho de 2024, na Tailândia - Lauren DeCicca/Getty Images

Envenenamento por cianeto foi provavelmente a causa das mortes de seis estrangeiros cujos corpos foram encontrados em um quarto de um hotel luxuoso em Bangkok, capital da Tailândia, com o suposto assassino entre os mortos, disse a polícia tailandesa nesta quarta-feira (17).

O produto químico mortal e de ação rápida foi encontrado em copos e um bule de chá no quarto do Grand Hyatt Erawan Hotel, e entrevistas com parentes dos mortos revelaram que houve uma disputa sobre uma dívida relacionada a um investimento, disse a polícia.

Os seis eram todos de etnia vietnamita, com dois deles sendo cidadãos dos EUA, e foram encontrados mortos na terça-feira (16).  O FBI, dos EUA, auxiliou a polícia na investigação, disse a polícia.

O governo do Vietnã informou que sua embaixada em Bangkok estava coordenando de perto com as autoridades tailandesas no caso, enquanto o Departamento de Estado dos EUA disse que estava monitorando a situação e que as autoridades locais eram responsáveis ​​pela investigação.

Foto: Assessoria

Dois corpos não identificados, ambos do sexo masculino, foram encontrados numa região de canavial, no povoado Bolivar, zona rural de São Sebastião. Os corpos foram recolhidos ao Instituto Médico legal (IML), em Arapiraca. De acordo com o relatório do Instituto, eles foram mortos com disparos de arma de fogo.

O duplo achado de cadáver aconteceu na tarde da segunda-feira (11). Segundo o relatório da Polícia Militar (PM-AL), através da 10ª Companhia Independente, os corpos foram encontrados com as mãos amarradas para trás e com sinais de violência, além de perfurações provocadas por disparos de arma de fogo.

Além da PM, também foram acionados os Institutos de Criminalística (IC) e Médico Legal (IML) de Arapiraca. Até o momento, os corpos seguem sem identificação.

Os irmãos australianos Jake e Callum Robinson — Foto: Reprodução de vídeo

Os corpos encontrados próximo a um resort no Pacífico mexicano correspondem aos de dois surfistas australianos e um americano dados como desaparecidos e identificados por seus familiares. A informação foi divulgada nesse domingo (5) pela Promotoria do estado de Baixa Califórnia (Noroeste do México, na fronteira com os EUA).

“A promotoria confirma que os corpos encontrados no poço da área conhecida como La Bocana, ao sul de Ensenada, correspondem aos chamados Jake e Callum (Robinson), de origem australiana, bem como ao americano (Jack) Carter”, detalhou uma declaração da agência.

Segundo, ainda, a Procuradoria, os corpos apresentavam ferimentos de bala na cabeça. Até ao momento, três pessoas supostamente relacionadas com o caso foram detidas para investigação.

Os fatos

Autoridades mexicanas atuaram em colaboração com as americanas (FBI) para localizar os desaparecidos. Os três surfistas tinham sido vistos pela última vez no dia 27 de abril, em Bocana de Santo Tomás, destino turístico do município de Ensenada, no estado da Baixa Califórnia.

Os irmãos Robinson e Carter nunca chegaram ao alojamento que alugaram, segundo uma mensagem publicada pela mãe dos rapazes, Debra Robinson, num grupo de informação turística no Facebook.

A área de Bocana, em Santo Tomás, é popular entre os surfistas. Os balneários da região são visitados por inúmeros viajantes americanos, que aproveitam a proximidade com a fronteira.

Tentativa de roubo

No domingo, a promotora estadual María Elena Andrade afirmou, em entrevista coletiva, que, segundo as primeiras investigações, o motivo do crime seria o roubo da caminhonete usada pelas vítimas, principalmente dos pneus.

Andrade explicou que presumivelmente os turistas estrangeiros entraram numa área isolada e sem comunicação por telemóvel para pedir ajuda em caso de acidente.

Lá, eles teriam sido interceptados por supostos criminosos para apreender seu carro, que posteriormente foi encontrado em chamas.

Capas de chuva encontradas dentro do barco | Foto: PF/PA

Depois de dizer que nove corpos estavam no barco encontrado à deriva no litoral paraense, a Polícia Federal (PF) afirmou que acredita que pelo menos 25 pessoas estavam no barco. O motivo para a suspeita é porque a perícia encontrou 25 capas de chuva dentro da embarcação, que foi encontrada no último sábado (13).

O superintendente da PF no Pará, José Roberto Peres, informou que alguns documentos encontrados indicam que o barco partiu da África depois do dia 17 de janeiro de 2024, e que as vítimas eram migrantes. Os nove corpos encontrados dentro da embarcação eram dos países africanos de Mauritânia e Mali.

Ainda segundo a PF, o barco começou a ficar à deriva há 4.800 km de onde foi encontrado.

Bote da PF carregando barco com corpos | Imagem: PF do Pará

Na noite de ontem (15), teve início o trabalho de identificação dos corpos encontrados em um barco à deriva no litoral paraense, na região de Bragança. A Polícia Federal (PF), em conjunto com a Polícia Científica do Pará, chegou à conclusão de que nove pessoas estavam na embarcação. A quantidade de cadáveres foi definida apenas agora porque os corpos haviam sido esquartejados.

De acordo com a PF, oito cadáveres estavam dentro do barco, enquanto o nono estava próximo a ele. As circunstâncias sugeriram que o corpo fazia parte do mesmo grupo de vítimas.

Documentos e objetos foram encontrados próximos aos corpos e indicam que as vítimas eram migrantes da África, da região da Mauritânia e Mali. Ainda há a suspeita de que alguns sejam migrantes do Caribe.

Imagem: PF do Pará

No último sábado (13), um barco à deriva com corpos foi encontrado por pescadores, no estado do Pará. Em decorrência disso, foi montada uma força-tarefa para solucionar o caso. A Polícia Federal está investigando se os cadáveres são de estrangeiros. Segundo investigadores, possivelmente são do Caribe, mas a identificação ainda não foi concluída.

Em decorrência da quantidade de mutilações existentes nos corpos, até mesmo a contabilização da quantidade de cadáveres é difícil. Inicialmente, a informação é de que 20 pessoas mortas estavam no barco.

Para identificar os corpos, os peritos vão analisar os DNAs e confrontar com o banco nacional de perfis genéticos, para saber se há identificação e se são brasileiros ou não. A tese de que as vítimas são estrangeiras é reforçada pelo fato de que não houve brasileiros desaparecidos naquela região nos últimos dias.

Participam da força-tarefa membros do Identificação de Vítimas de Desastres (DVI, no inglês), Local de Crime e Medicina Legal, ambos do Instituto Nacional de Criminalística (INO). No caso do DVI, que é um protocolo internacional usado pela Interpol, seu objetivo é garantir que todas as vítimas sejam identificadas de forma precisa e digna, e que as famílias recebam os corpos dos falecidos. A DVI também garante que as exigências legais sejam cumpridas, quando necessário.

O Ministério Público Federal (MPF) também entrou no caso e informou que abriu duas investigações, uma na área criminal e outra na área cível.

Pescadores registraram corpos dentro de barco. — Foto: Reprodução / Redes sociais

Neste sábado (13) pescadores encontraram corpos dentro de um grande barco à deriva no litoral do Pará. A Polícia Federal (PF) informou, por volta de 16h deste sábado que peritos e papiloscopistas de Brasília estão a caminho do local.

A PF também detalhou que serão utilizados protocolos de Identificação de Vítimas de Desastres (DVI). O número de corpos e nacionalidade das vítimas ainda não foi informado. O Ministério Público Federal (MPF) abriu duas investigações sobre o caso.

Segundo a Defesa Civil de Bragança, pescadores avistaram a embarcação durante o trabalho, na Baía do Maiaú, próximo a ilha de Canelas, em Bragança, região nordeste do estado, que dá acesso ao oceano Atlântico.

Ainda segundo a Defesa Civil, estão sendo mobilizados os órgãos no município e uma equipe saiu para localidade de Tamatateua, onde fica o porto mais próximo do local da embarcação.

Corpo de Bombeiros do Pará informou que estão aguardando a maré encher, por volta de 19h deste sábado (13) para conseguirem buscar a embarcação. O Instituto Médico Legal (IML) também foi acionado para atender a ocorrência.

Em nota, a Marinha do Brasil (MB) informou que uma equipe de Inspetores Navais da Capitania dos Portos da Amazônia Oriental (CPAOR) foi acionada está apurando os elementos essenciais para abertura de investigação do Inquérito sobre Acidentes e Fatos da Navegação (IAFN).

IML de Arapiraca | Foto: Rogério Nascimento

O Instituto Médico Legal, de Arapiraca, registrou três corpos no plantão das últimas 24 horas. De acordo com o relatório divulgado na manhã desta quarta-feira (20), foram duas mortes provocadas por acidentes de trânsito e um homicídio.

O agricultor José Ednaldo da Silva Epifânio, 35 anos, casado, teve como causa da morte acidente de trânsito.  Ele chegou a ser socorrido ao Hospital de Emergência do Agreste (HEA), entretanto, não resistiu aos ferimentos e faleceu. De acordo com o relatório do IML, o corpo já foi necropsiado e liberado para sepultamento.

Ricardo Gomes da Silva, 52 anos, também morreu em decorrência de acidente de trânsito. O corpo procedente do Hospital do Alto Sertão, localizado em Delmiro Gouveia, no Sertão de Alagoas.

José Lopes da Silva, 50 anos, corpo procedente do Povoado São José, na zona rural de Mata Grande, no Sertão do estado. Ele foi vítima de homicídio por arma branca.

IML de Arapiraca - Foto: Josival Meneses de Souza

O Instituto Médico Legal de Arapiraca (IML), registrou  quatro corpos no plantão das últimas 24h, sendo três vítimas de homicídios por arma de fogo.

José Cazuza Bezerra de Araújo, 63 anos, corpo procedente do sítio do meio, zona rural de Olho D`Água Grande, foi vítima de homicídio por arma de fogo;

Paulo José de Almeida, 57 anos, agricultor, corpo procedente do Hospital de Emergência do Agreste (HEA), causa da morte indeterminada;

Cícero da Silva Júnior, 25 anos, também procedente do Hospital de Emergência do Agreste. O frentista foi vítima de homicídio por arma de fogo em Arapiraca;

Corpo não identificado, sexo masculino, localizado no acesso à Fazenda Massapê, na zona rural de Jacaré dos Homens, outra vítima de homicídio por arma de fogo.

Foto: Ilustração

O Instituto Médico Legal de Arapiraca (IML) registrou seis corpos no plantão das últimas 24 horas, sendo quatro deles da cidade de Arapiraca.

- José Adriano Ferreira de Araújo, 35 anos, agricultor, foi morto por golpes de arma branca. O crime aconteceu na segunda feira (29) e o corpo foi localizado em uma residência no Loteamento Dona Maura, situado no povoado Pau d'Arco, zona rural de Arapiraca.

- Também na segunda-feira, foi encontrado o corpo de Manoel Firmino dos Santos, 43 anos. O corpo foi encontrado em um prédio abandonado, à avenida Muniz Falcão, bairro São Luiz, em Arapiraca. De acordo com o relatório do IML, causa da morte indeterminada;

- João Lucas Santos Silva, 18 anos, morreu em decorrência dos ferimentos causados por uma colisão envolvendo carro e moto, no cruzamento das ruas Manoel Abreu e Governador Luiz Cavalcante, no Centro de Arapiraca. De acordo com as informações apuradas, a condutora de um carro, modelo Ford Ka, trafegava na Rua Manoel de Abreu, quando avançou a placa pare e bateu na vítima, que conduzia uma motocicleta Honda Pop. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu;

- João Vitor Inácio da Silva, 27 anos, morreu em um acidente registrado na noite da segunda-feira, na AL 220, em Arapiraca. O corpo ainda permanece no IML;

Outros corpos registrados

- Evânio Barbosa Ferreira, 35 anos, procedente da UPA da cidade de Penedo. Causa da morte, acidente de trânsito;

- Lucilânia Cena da Silva, 33 anos, procedente do povoado Pai Mané, em Dois Riachos, no Sertão do estado. Causa da morte indeterminada.

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