Getty Images

Especialistas em telecomunicações chineses criaram a primeira rede de teste de campo do mundo para a tecnologia de comunicação sem fio 6G, conforme relatado por Xinhua News Agency, parceiro da rede de televisão do Brics.

Os experimentos demonstraram que a comunicação pode atingir a largura de banda 6G na infraestrutura 4G existente.

Os pesquisadores da Universidade de Correios e Telecomunicações de Pequim, capital da China, disseram que a rede melhorou o desempenho básico da comunicação em 10 vezes, incluindo eficiência, cobertura e capacidade.

Observa-se que a China passará a usar comercialmente a tecnologia 6G para redes celulares digitais por volta de 2030. Espera-se que os padrões 6G sejam desenvolvidos por volta de 2025.

Reunião de líderes da Otan em Washington, nos EUA, em 10 de julho de 2024. — Foto: AP Photo/Evan Vucci

A Aliança do Atlântico Norte (Otan) acusou a China de abastecer a Rússia para ataques realizados contra a Ucrânia. A declaração, feita em documento oficial conjunto dos 32 Estados-membros, é um marco para o bloco militar com relação à China.

No documento, produzido após o encontro de líderes do bloco em Washington- na quarta-feira (10), a Otan chamou a China de uma "facilitadora decisiva" do esforço de guerra da Rússia na Ucrânia, dizendo que Pequim continua a representar desafios sistêmicos para a segurança euro-atlântica. Além disso, exigiu que os chineses interrompessem o envio de “componentes de armas” e outras tecnologias consideradas críticas para a reconstrução do exército russo.

Além da repreensão a Pequim, o comunicado da Otan deixa claro que a China está se tornando um foco da aliança militar. Os membros europeus e norte-americanos e seus parceiros no Indo-Pacífico veem cada vez mais preocupações de segurança compartilhadas provenientes da Rússia e seus apoiadores asiáticos, especialmente a China.

Segundo o comunicado, a “parceria sem limites” da China com a Rússia e seu amplo apoio à base industrial de defesa da Rússia “aumenta a ameaça que a Rússia representa para seus vizinhos e para a segurança euro-atlântica. Apelamos à China, como membro permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas com uma responsabilidade particular de defender os propósitos e princípios da Carta da ONU, que cesse todo apoio material e político ao esforço de guerra da Rússia”.

A China, por sua vez, insiste que não fornece ajuda militar à Rússia, mas mantém fortes laços comerciais com seu vizinho do norte durante o conflito. Os chineses também acusam a Otan de ultrapassar seus limites e incitar a confrontação na região do Indo-Pacífico.

Foto: AFP

Na última terça-feira (9), um homem foi detido na China com 104 cobras vivas escondidas em suas calças. O suspeito foi preso por agentes da alfândega ao tentar deixar Hong Kong e entrar na cidade fronteiriça de Shenzhen, segundo o serviço aduaneiro. Os animais estavam em sacos lacrados dentro dos bolsos do indivíduo.

“Após uma inspeção, os agentes aduaneiros descobriram que nos bolsos das calças do passageiro havia seis sacos lacrados com fita adesiva”, disse o serviço. “Cada saco continha cobras vivas de todos os tipos de formas, tamanhos e cores”, continuou.

Entre as espécies de cobras foram encontradas cobras-do-milho, cobras-do-leite e diversas outras não nativas, que as leis de biossegurança e controle de doenças do país proíbem.

“Quem violar as regras será [...] considerado responsável nos termos da lei”, declarou a autoridade aduaneira.

Microsoft na China | Foto: reprodução/Sampi

O portal de notícias americano Bloomberg divulgou, nesta segunda-feira (8), que funcionários da Microsoft na China foram proibidos de usar celulares com sistema Android durante o trabalho. Aparelhos de marcas chinesas também estão vetados. Com isso, toda a equipe deve migrar para o iPhone até setembro de 2024. O objetivo da ação é garantir uma maior segurança.

Os smartphones da Apple devem ser fornecidos aos funcionários pela própria Microsoft.

A empresa de Bill Gates colocou pontos de coleta em suas instalações chinesas para receber os aparelhos proibidos. Agora, a big tech deve utilizar aplicativos como o Microsoft Authenticator e Identity Pass para fazer o gerenciamento de senhas nos dispositivos com iOS.

Chang'e-6 na Lua em foto divulgada pela imprensa chinesa, em junho de 2024 — Foto: CNSA via Xinhua/AP

A sonda chinesa Chang'e-6 pousou com sucesso na Terra trazendo amostras da Lua, nesta terça-feira (25), de acordo com a imprensa estatal. Com isso, a China se tornou o primeiro país a conseguir coletar amostras do lado oculto lunar e trazê-las para a Terra.

Chang'e-6 fez um pouso na região norte da China por volta das 14h06, pelo horário local (3h06, em Brasília). Entre a viagem de ida para a Lua e de volta para a Terra, a missão durou 53 dias. A alunissagem aconteceu na bacia de Aitken, uma das maiores crateras de impacto conhecidas no sistema solar.

Com a ajuda de um braço robótico e de um perfurador, a sonda coletou amostras da Lua e deixou o satélite natural dois dias após o pouso.

Cientistas acreditam que a parte oculta da Lua, que nunca é visível da Terra, possui um grande potencial de pesquisa. Isso porque, diferentemente do lado que conseguimos ver, as crateras do lado oculto não estão cobertas por antigos fluxos de lava.

Além disso, o material coletado pela sonda chinesa poderá fornecer pistas de como a Lua se formou.

Investimentos

A China já havia colocado em 2019 uma nave espacial na face oculta da Lua, mas não recolheu nenhuma amostra.

Sob o comando do presidente Xi Jinping, o país tem dedicado um esforço considerável para realizar o "sonho espacial".

Na última década, o governo chinês fez grandes investimentos no programa espacial. O objetivo é desenvolver tecnologia suficiente para se aproximar de Estados Unidos e Rússia.

Até 2030, a China planeja enviar uma missão tripulada à Lua, além de construir uma base superficial no satélite natural.

Enquanto isso, os Estados Unidos acreditam que o programa espacial chinês esteja sendo utilizado para ocultar objetivos militares.

Os Estados Unidos também se preparam para enviar astronautas para Lua em uma missão que deve acontecer em 2026.

 

Wang Wang e Fu Ni | Foto: David Mattner/Adelaide Zoo

Em uma ação conhecida como “diplomacia do panda”, a China enviará um novo par de pandas gigantes à Austrália. A informação foi divulgada pelo primeiro-ministro Li Qiang, no último domingo (16). Os animais devem ficar em um zoológico no sul da Austrália, depois que dois pandas do mesmo tipo, chamados de Wang Wang e Fu Ni, retornarem à China ainda neste ano.

Wang e Ni foram emprestados ao Zoológico de Adelaide em novembro de 2009. Em 2019, foi feito um acordo para que eles ficassem no país por mais cinco anos, de acordo com a agência de notícias estatal Xinhua. “Embora longe de sua terra natal, Wang Wang e Fu Ni foram bem cuidados e se estabeleceram para viver uma vida feliz na Austrália”, declarou Qiang, que ainda ressaltou que eles são um símbolo de profunda amizade entre os dois povos.

Pequim empresta pandas a mais de 20 países, como sinal de amizade.

O premiê chinês iniciou uma viagem de quatro dias às terras australianas. É a primeira viagem de um primeiro-ministro da China ao país em sete anos.

Reprodução

A China vai ser o primeiro país a ter um hospital de inteligência artificial (IA) do mundo, com médicos robóticos capazes de atender três mil pacientes por dia a partir do segundo semestre deste ano.  A ideia do “Hospital Agente”, desenvolvido pela Universidade Tsinghua, em Pequim, é economizar “milhões” com a sua interação automatizada, além de trazer imensos benefícios.

Estudos sugerem que seriam necessários cerca de dois anos para que os médicos humanos tivesse a mesma performance de atendimento de um robô.  Testes conduzidos por pesquisadores chineses já mostraram que os agentes médicos de IA alcançam uma impressionante taxa de precisão de 93,06%.

Os médicos robóticos vão realizar todo o processo profissional, incluindo diagnóstico, exames, tratamento de enfermidades e acompanhamento dos pacientes.

Vítimas de ataque são vistas deitadas no chão no Parque Beishan, Jilin, China, na segunda-feira, 10 de junho. Reprodução CNN

Quatro instrutores de uma faculdade do estado de Iowa, nos Estados Unidos, que estavam visitando sua universidade parceira na China, ficaram feridos em um parque no nordeste do país na segunda-feira (10) em um incidente de esfaqueamento, de acordo com um porta-voz da escola.

Os instrutores da Cornell College em Mount Vernon, Iowa, estavam em um parque público com um membro do corpo docente da instituição parceira quando foram feridos “em um incidente grave”, disse o presidente da escola, Jonathan Brand, em uma declaração à comunidade da faculdade. “Estamos em contato com todos os quatro instrutores e estamos os ajudando durante este período”, disse Brand.

A polícia chinesa julgou preliminarmente que o esfaqueamento dos quatro educadores foi um incidente aleatório, disse o Ministério das Relações Exteriores da China nesta terça-feira (11). A pasta acrescentou que as investigações estão em andamento.

O incidente não afetará as trocas normais entre os povos dos Estados Unidos e da China, disse o porta-voz Lin Jian numa conferência de imprensa regular.

 

Trabalhadores pendurados na parte externa de um prédio da sede da Televisão Central da China (CCTV), em Pequim, ficaram balançando no ar em decorrência dos fortes ventos. Um vídeo do ocorrido foi divulgado na última quinta-feira (30).

Em um comunicado, o Departamento Meteorológico de Pequim informou que fortes nuvens de trovoada, tempestades e rajadas de vento aconteceram do noroeste ao sudeste da capital na tarde de ontem. Houve também pequenas pedras de granizo em algumas áreas.

Durante as tempestades, houve rajadas de vento de curta duração na maioria das áreas do município.

Recentemente, o Exército chinês apresentou cães robôs armados com um rifle semiautomático montado em suas costas. A máquina já participou do treinamento militar durante o exercício “Dragão Dourado 2024”, realizado pela China e pelo Camboja. Em vídeos registrados, o equipamento é visto disparado em um alvo, assim como fazendo movimentos como caminhar, pular, deitar e andar para trás.

“Ele pode servir como um novo membro em nossas operações de combate urbano, substituindo nossos membros [humanos] para realizar reconhecimento, identificar o inimigo e atingir o alvo”, disse o soldado Chen Wei à rede estatal CCTV. O cão-robô pode planejar rotas e até evitar obstáculos por conta própria.

A máquina pesa 15kg sozinho e 50kg quando equipado com um rifle. Ele tem um sistema de percepção 4D, podendo fazer uma transmissão em tempo real de imagens de reconhecimento para postos de comando. Até agora, as baterias do cão-robô duram entre duas e quatro horas.

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