Foto: ilustração

Na tarde da última terça-feira (16), membros da Polícia Militar (PM) prenderam um dos chefes do tráfico, conhecido como “Átila”, e outro indivíduo, durante uma ação no bairro Benedito Bentes, em Maceió. Segundo o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom), os agentes flagraram os dois mencionados e outros seis suspeitos arrastando o corpo de um homem para fora de uma mata. Ao ver a polícia, os indivíduos fugiram e atiraram.

As informações sobre o caso dão conta de que guarnições da PM foram até o local após ouvirem um chamado do Copom, informando que um grupo em atitude suspeita estava transitando em um Chevrolet Classic prata e em um Renault Clio branco, na avenida principal do Caetés, em direção à “matinha”. No referido local, os oito suspeitos foram avistados arrastando o corpo.

A vítima foi largada em um sofá velho durante a fuga do grupo, que abriu fogo contra os militares. Estes responderam e conseguiram capturar um indivíduo em via pública e o segundo, o Átila, na residência de sua sobrinha. Com este último foi encontrada uma quantidade de cocaína.

Vítima de tortura

Depois das capturas, os militares foram até a vítima e verificaram que ela possuía muitos hematomas pelo corpo, sinais de tortura e de asfixia, bem como algumas perfurações. Ao ser perguntado sobre o motivo das agressões sofridas, o homem começou a murmurar repetidamente “eles queriam a droga, eles queriam a droga, eu dei a droga”.

20 minutos depois, a vítima parou de respirar. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que havia sido acionada antes, chegou ao local e verificou o óbito.

Apreensão de drogas

Uma equipe policial entrou na mata para procurar os demais integrantes do grupo, que conseguiram fugir, mas não obteve êxito em encontrá-los. Apesar disso, os militares encontraram e apreenderam três tabletes de um entorpecente análogo à cocaína e um saco plástico com várias trouxinhas de cocaína, totalizando 3.545g da droga.

Os materiais ilícitos estavam dentro de um cano de PVC, enterrado em um buraco.

Demais procedimentos

Equipes da Polícia Civil (PC) e do Instituto Médico Legal (IML) estiveram no local para a realização dos procedimentos cabíveis.

Átila e o segundo suspeito foram levados para a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante por homicídio simples e associação para o tráfico de drogas.

Haron Haliva, Chefe da Diretoria de Inteligência Militar das FDI- Foto: Forças de Defesa de Israel

O chefe da inteligência militar israelense, o major-general Aharon Haliva, renunciou e deixará o cargo assim que um sucessor for nomeado, segundo os militares em comunicado nesta segunda-feira (22).

Haliva disse no ano passado que aceitou a responsabilidade pelas falhas de segurança da inteligência israelense que permitiram o ataque liderado pelo Hamas no dia 7 de outubro contra Israel.

O major-general, que serviu nas Forças de Defesa de Israel (FDI) por 38 anos, é a primeira figura militar sênior a renunciar durante os ataques de 7 de outubro.

Após o ataque do Hamas, Haliva se pronunciou dizendo que “não cumprimos a nossa tarefa mais importante e, como chefe da Direção de Inteligência, assumo total responsabilidade por este fracasso”.

Na ocasião, cerca de 1.200 pessoas foram mortas pelo grupo radical islâmico e outras cerca de 250 foram feitas reféns, o que caracterizou o estopim da guerra entre Israel e o Hamas na Faixa de Gaza.

A saída de Haliva abre caminho que para que mais membros do alto escalão de segurança de Israel reconheçam falhas de segurança no dia do ataque.

Netanyahu promete aumentar pressão contra o Hamas

O gabinete de guerra israelense se reuniu na noite deste domingo (21) para discutir os esforços para libertar os reféns restantes detidos em Gaza, de acordo com uma autoridade israelense.

O gabinete de guerra é formado pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, o ministro da Defesa, Yoav Gallant, e Benny Gantz, que é presidente do Partido da Unidade Nacional.

 

 

Ti Greg, chefe de gangue do Haiti, foi morto em confronto com a polícia — Foto: Polícia Nacional do Haiti

Ti Greg, o chefe de uma das principais gangues do Haiti, foi morto durante um confronto com a polícia na quinta-feira (21). De acordo com as autoridades, ele havia fugido da prisão recentemente e a gangue que ele chefiava era conhecida como Delmas 95.

De acordo com a agência Reuters, Greg era membro de uma aliança comandada por Jimmy Barbecue — considerado o líder criminoso mais temido do país.

O Haiti vive uma escalada na violência desde 2021 e, atualmente, vive praticamente sem governo e dominado por gangues diferentes.

Acordo

Grupos políticos estão próximos de fechar um acordo para formar o conselho de transição. No entanto, Jimmy Barbecue não está satisfeito com as negociações e ameaçou represálias contra políticos que integrarem o conselho.

Violência

Um relatório da ONU divulgado em setembro de 2023 estima que o Haiti tenha cerca de 200 gangues. Esses grupos são organizados, utilizam "armas de fogo sofisticadas" e se dedicam ao "tráfico de armas ou drogas, extorsão, sequestro, assassinato, violência sexual e desvio de caminhões". Aproximadamente 23 gangues atuam somente na capital e controlam 80% do território.

 

Foto: reprodução/Segredos do Mundo

Os trabalhadores da Austrália poderão ignorar ligações e mensagens injustificadas dos seus chefes fora do horário de trabalho, de acordo com uma série de alterações feitas nas leis de relações trabalhistas propostas pelo governo federal ao abrigo de um projeto de lei parlamentar. Além disso, os empregadores que violarem as regras poderão sofrer multas.

O objetivo da proposta é proteger os direitos trabalhistas e ajudar a restaurar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional dos funcionários. Esse “direito à desconexão” foi aprovado pela maioria dos senadores australianos, segundo o ministro do Trabalho, Tony Burke, na última quarta-feira (7). Entretanto, alguns políticos, grupos patronais e líderes empresariais veem a medida como um exagero e prejudicial à transição para o trabalho flexível.

Através desse direito, a lei também impede que os funcionários façam horas extras não remuneradas. “O que estamos simplesmente dizendo é que alguém que não recebe 24 horas por dia não deve ser penalizado se não estiver online e disponível 24 horas por dia”, disse o primeiro-ministro Anthony Albanese a repórteres.

O percurso de um trabalho temporário para o permanente, os padrões mínimos para trabalhadores temporários e para motoristas de caminhão são outras disposições que são garantidas no projeto de lei.

Leis como a que está sendo proposta na Austrália já estão em vigor na França, na Espanha e em outros países da União Europeia.

Foto: Exorde/divulgação

O chefe de uma agência de publicidade de Bauru (SP), identificado como Vinícius Melchiades, presenteou suas quatro funcionárias com apostas para a Mega da Virada. As colaboradoras da agência se depararam com um bilhete do patrão, junto ao papel do bolão, no qual todos estão incluídos, e inicialmente ficaram assustadas.

“Ano que vem, espero que não tenhamos que trabalhar juntos novamente”, diz o bilhete. Logo abaixo da frase, em letras menores, Vinícius continua o comunicado: “mas também espero que ninguém mais precise trabalhar. :)”. Mais adiante, abaixo do bilhete da aposta, ele finaliza dizendo que “se não ganharmos, nos vemos no dia 04 de janeiro!”.

“Estamos todos dentro do mesmo bolão, então se ganharmos, todos ficarão ricos, e não só uma pessoa. Assim todo mundo fica feliz”, disse Melchiades.

A ação foi uma surpresa para as funcionárias, que não haviam conversado sobre um bolão antes. A Mega da Virada deste ano é a que tem o maior prêmio já registrado, no valor de R$ 570 milhões. Vinícius disse que ficaria feliz se todo mundo realmente ganhasse.

“A gente trabalha com publicidade, que é justamente vender sonhos. Quer sonho maior que um bilhete que te permite alcançar os mais profundos desejos? A brincadeira está exatamente aí, instigar com a imaginação de todos”, afirma o empregador.

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