Simony — Foto: Reprodução

A cantora Simony precisou ser internada, nessa quarta-feira (17), para dar continuidade em seu tratamento contra o câncer. Ela está no HCor, em São Paulo, e mostrou o tratamento de imunoterapia.

“Aqui estou eu fazendo as minhas gotinhas milagrosas, as gotinhas da cura. Cheguei de viagem e já vim direto para cá, sempre muito agradecida e alegre de poder me tratar e de ter médicos maravilhosos”, escreveu no Instagram.

Simony foi diagnosticada com câncer no intestino em agosto de 2022. A artista está em remissão, mas precisa passar pelo tratamento há cada 20 dias.

“Sempre celebro a vida com todas as suas imperfeições e belezas. Agradeço por cada momento, por cada sorriso. Agradeço por ter a chance de lutar. com fé, amor e gratidão, sigo em frente, um dia de cada vez.”

Foto: Fábio Dias/PCPR

Uma operação da Polícia Civil (PC) do Paraná, deflagrada na última terça-feira (16), resultou na prisão de três suspeitos de desviarem R$ 2,4 milhões na compra de remédios destinados ao tratamento do câncer de uma criança, em Cascavel (PR). A ação policial ocorreu em Caçapava (SP), em São Gabriel (PR) e em Porto Alegre (RS), contando com o apoio da PC dos respectivos estados. Seis mandados judiciais foram cumpridos.

“Os indivíduos capturados na ação foram identificados como responsáveis legais e proprietários das empresas envolvidas no desvio. O esquema foi revelado em junho quando, após um processo de compra conduzido pela família sob supervisão do Poder Judiciário, o medicamento não foi entregue”, disse a polícia paranaense.

A Procuradoria-Geral do Estado e a Secretaria de Saúde conseguiram, no começo deste mês, o medicamento para a criança que sofre com um neuroblastoma e está internada no Hospital do Câncer de Cascavel. O governo estadual deve manter a aquisição do medicamento e fazer as entregas no hospital, para que o tratamento do infante tenha continuidade.

Foto: Boxuan Shen/reprodução

Nanorrobôs capazes de matar células cancerígenas e reduzir o crescimento de tumores em camundongos foram desenvolvidos por pesquisadores do Karolinska Institutet, em Estocolmo, na Suécia, de acordo com um estudo publicado na revista Nature Nanotechnology, na última segunda-feira (1°). A “arma” das pequenas máquinas fica escondida em uma nanoestrutura e é exposta no microambiente do tumor, evitando células saudáveis.

Os pesquisadores já haviam desenvolvido estruturas com a capacidade de organizar os “receptores de morte” na superfície das células, levando à morte celular. As estruturas levam seis cadeias de aminoácidos montados em um padrão hexagonal, que se torna uma “arma letal”, segundo o professor do Departamento de Bioquímica Médica e Biofísica da Karolinska Institutet e líder do estudo, Björn Högberg.

“Se você o administrasse como um medicamento, ele começaria a matar células no corpo indiscriminadamente, o que não seria bom. Para contornar esse problema, escondemos a arma em uma nanoestrutura construída a partir de DNA”, explicou o cientista. Essa “arma” do nanorrobô é ativada pelo pH baixo, normalmente encontrado no microambiente que envolve as células de câncer. A partir de testes, foi possível verificar que a arma é ativada quando o pH cai para 6,5.

Apenas recentemente o grupo de pesquisadores conseguiu criar um “interruptor de segurança”, que é ativado somente ao encontrar células cancerígenas, dentro e ao redor de um tumor sólido. “Isso significa que criamos um tipo de nanorrobô que pode mirar e matar especificamente células cancerígenas”, afirmou Högberg.

Testes em camundongos

Através de testes do nanorrobô em camundongos com câncer de mama, os pesquisadores verificaram que a ferramenta reduziu em 70% o crescimento do tumor em comparação com os roedores que receberam uma versão inativa da tecnologia.

“Agora precisamos investigar se isso funciona em modelos de câncer mais avançados que se assemelham mais à doença humana real”, disse o primeiro autor do estudo, Yang Wang. “Também precisamos descobrir quais efeitos colaterais o método tem antes que ele possa ser testado em humanos”, continuou.

Os cientistas ainda investigarão se é possível colocar proteínas ou peptídeos na superfície do nanorrobô, levando-o a se ligar especificamente a certos tipos de câncer.

Deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), que sugeriu a adição de mulheres com endometriose na proposta - (crédito: Mário Agra/Câmara dos Deputados )

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou, nesta segunda-feira (24/06), o projeto de lei 1508/24 que assegura o acesso aos serviços de reprodução assistida para mulheres em tratamento de câncer ou com endometriose pelo Sistema Único de Saúde. A proposta recebeu parecer favorável da relatora, deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), que sugeriu a adição de mulheres com endometriose.

O texto coloca a portaria do Ministério da Saúde, a Política Nacional de Atenção Integral em Reprodução Humana, como lei para que os tratamentos para infertilidade sejam ofertados por todo o país pelo SUS. Caso a saúde pública não for capaz de fazer a cobertura assistencial, o poder público deverá recorrer à iniciativa privada para atender essas mulheres. 

Segundo a autora do projeto, deputada Iza Arruda (MDB-PE), o texto tem o objetivo de elevar a Política Nacional de Atenção Integral em Reprodução Humana Assistida para o patamar legal, com “o estabelecimento de diretrizes claras para implantação do projeto e execução em todo o território nacional". A proposta altera a lei do Planejamento Familiar e a lei 11.664/08, que preveem o tratamento de câncer de mama, de útero e colorretal.

O texto original não previa a inclusão de mulher com endometriose, mas, após a recomendação da relatora, Jandira Feghali, o congelamento de óvulos deve ser um direito de mulheres que sofrem com a doença. Segundo a parlamentar, a endometriose é uma doença que prejudica e dificulta a gravidez, devido às alterações físicas no útero, no ovários e nas trompas. “Nada mais justo, portanto, que garantir também a essas mulheres o acesso tempestivo a serviços de reprodução humana assistida, inclusive a criopreservação de óvulos”, defendeu.

Mulheres em tratamento de câncer podem ter a fertilidade prejudicada pelas terapias invasivas de combate à doença. É aconselhado que essas mulheres iniciem os tratamentos de fertilidade, como o congelamento dos óvulos, antes de começar o processo oncológico.

O projeto ainda passará pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania, para depois ir ao Senado.

 

Luana atuando pelo Orlando Pride, dos Estados Unidos. Foto: Arquivo pessoal

Luana Bertolucci, 30, meio-campista do norte-americano Orlando Pride e da seleção brasileira, recebeu diagnóstico de linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer que ataca o sistema imunológico.

A atleta fez o anúncio por meio de seu Instagram, na segunda-feira (29). “Já passei por vários desafios dentro e fora de campo. Sempre enfrentei tudo com coragem e determinação, e dessa vez não será diferente”, escreveu.

O linfoma de Hodgkin se inicia no sistema linfático, responsável pela defesa do organismo. As células cancerígenas consomem os linfonodos, pequenas estruturas que funcionam como filtros para substâncias nocivas ao corpo humano, que fica mais exposto a infecções.

Sintomas da doença se manifestam geralmente no pescoço e no tórax, onde surgem inchaços. Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 80% das pessoas com esse diagnóstico têm remissão total do câncer após quimioterapia. Luana passará pelo tratamento nos próximos meses.

Carlos Alberto Parreira, 81, técnico da seleção brasileira na conquista do tetracampeonato, em 1994, enfrenta um linfoma de Hodgkin há sete meses.

Luana iniciou sua carreira em 2011, no Centro Olímpico, de São Paulo, onde ficou por três anos. Em 2015, transferiu-se para o Avaldsnes, clube norueguês que, com ela como sua principal jogadora, chegou à Champions League pela primeira vez.

Nos anos seguintes, ela acumulou experiências no Hwacheon KSP, da Coreia do Sul, no Paris Saint-Germain, da França, e no Corinthians, pelo qual foi campeã brasileira em 2023.

Para esta temporada, assinou com o Orlando Pride, time de Marta, seis vezes melhor jogadora do mundo.

Pampa foi ouro no vôlei dos Jogos Olímpicos de Barcelona, em 1992 - Foto: Reprodução/Facebook

André Felippe Falbo Ferreita, o Pampa, de 59 anos, precisou ser intubado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) depois de 35 dias internado. O campeão olímpico pela seleção brasileira de vôlei, nos Jogos de Barcelona 1992, trata um linfoma (câncer do sistema linfático) e apresentou complicações pulmonares causadas por uma reação à quimioterapia. O ex-jogador está internado em um hospital de Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro, mas precisa ser transferido com urgência para a Beneficência Portuguesa de São Paulo para receber o tratamento adequado.

Pampa foi um dos jogadores que brilharam na conquista do ouro olímpico em 1992. O time que venceu em Barcelona está mobilizado para tentar ajudar na transferência do colega, que ainda precisa da autorização do plano de saúde.

Nascido em Recife, Pampa disputou sua primeira olimpíada em Seul, em 1988. Quatro anos depois, se tornou campeão olímpico nos Jogos de Barcelona. Com a aposentadoria, dedicou-se à política e à administração pública.

 

O número de casos de câncer em pessoas com menos de 50 anos tem aumentado globalmente
Fly View Productions/GettyImages

 

Um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de diversos tipos de câncer é a idade. Isso acontece devido a alterações genéticas que ocorrem com o decorrer dos anos, além de fatores externos que são prejudiciais a longo prazo, como o tabagismo, exposição solar e a poluentes. Porém, os casos de câncer em pessoas jovens, com menos de 50 anos, estão aumentando cada vez mais.

De acordo com um levantamento publicado no ano passado na revista científica BMJ Oncology , os casos globais de câncer em pessoas com menos de 50 anos aumentaram 79% entre 1990 e 2019. Além disso, as mortes por câncer na mesma faixa etária também cresceram mais de 27%, com mais de 1 milhão de pessoas jovens morrendo devido à doença.

Ainda segundo o estudo, os principais responsáveis pelo maior número de óbitos são o câncer de mama, traqueia, pulmão, intestino e estômago.

O levantamento foi realizado por pesquisadores da Universidade de Edimburgo, no Reino Unido, que analisaram o impacto de 29 tipos de câncer em pessoas entre os 14 e 49 anos, em mais de 200 países e regiões. A análise concluiu que os casos de câncer no mundo aumentaram de 1,82 milhões, em 1990, para 3,26 milhões, em 2019.

câncer de mama foi o principal responsável pelo maior número de casos, totalizando 13,7 casos para cada 100 mil pessoas. O aumento mais acelerado foi observado nos cânceres de traqueia e de próstata,  crescendo 2,38% e 2,23% ao ano, respectivamente.

O número de câncer em pessoas jovens continuará crescendo

Além dos dados sobre o número de casos, o levantamento também observou uma tendência crescente de câncer em pessoas jovens. Os pesquisadores estimam que o número global de novos casos de câncer de início precoce e de mortes associadas aumentará mais 31% e 21%, respectivamente, em 2030, sendo que a faixa etária dos 40 anos são os que possuem maior risco.

Ainda não está claro quais são os fatores que podem estar impulsionando essa crescente de casos em pessoas jovens e, por isso, mais pesquisas são necessárias.

Para realizar o levantamento, os pesquisadores examinaram os dados do estudo Global Burden of Disease 2019, incluindo números relacionados com novos casos, mortes, consequências para a saúde — conhecidos como anos de vida ajustados por incapacidade ou DALYs — e fatores de risco para pessoas entre 14 e 49 anos. Com isso, puderam estimar a variação percentual entre 1990 e 2019.

“A investigação sobre as causas do câncer de início precoce é atualmente bastante limitada. As hipóteses que apresentamos são baseadas em dados e literatura existentes. O impacto da poluição atmosférica, das alterações climáticas ou do efeito da coorte de nascimento na tendência crescente do câncer jovem não está totalmente investigado. Encorajamos fortemente que mais investigadores e apoio financeiro se dediquem ao campo do câncer de início precoce. Isso ajudará a elucidar os fatores por trás deste fenômeno e, em última análise, a reduzir o impacto social, econômico e familiar representado pelo câncer de início precoce”, afirma Xue Li, autor do estudo e pesquisador do de Saúde Global do Instituto Usher da Universidade de Edimburgo.

Rei Charles III e Rainha Camilla durante a missa de Páscoa, evento que marcou a volta do monarca aos compromissos públicos após diagnóstico de câncer — Foto: Getty Images

Rei Charles III, 75 anos, pareceu disposto ao chegar à capela do Castelo de Windsor para a tradicional missa de Páscoa, que representou a volta do monarca aos compromissos públicos desde que foi diagnosticado com câncer há dois meses.

Acompanhado de sua esposa Rainha Camilla, Charles chegou ao evento em sua limusine Bentley e fez um aceno ao público enquanto conversava com membros da igreja. Segundo o jornal Daily Mail, o trajeto do monarca até a capela foi feito de carro para proteger a sua saúde ainda fragilizada - no ano passado, por exemplo, Charles chegou à missa a pé e acompanhado por Camilla, além de Príncipe William, Kate Middleton e seus três filhos.

Até hoje ainda não foi confirmado o tipo de câncer que o Rei enfrenta. Charles saiu do hospital no começo de fevereiro após uma cirurgia para tratar o aumento da próstata. Na ocasião, o Palácio de Buckingham deixou claro que era um procedimento corretivo para algo benigno. Foi por causa dessa estadia que o monarca descobriu o tumor maligno — que não teve mais detalhes revelados pela realeza. Na época, o jornal inglês Daily Mail afirmou que Charles "não tem câncer de próstata e o Palácio disse que não revelará o tipo de câncer que o monarca tem".

O rei Charles e a rainha Camilla -
REUTERS/Toby Melville

O rei Charles, do Reino Unido, participará da missa do domingo de Páscoa na Capela de São Jorge em Windsor, no que será sua primeira aparição pública em um evento tradicional da realeza desde que foi revelado seu diagnóstico de câncer em fevereiro.  O Palácio de Buckingham informou na terça-feira (26) que Charles, de 75 anos, e sua esposa, a rainha Camilla, irão à igreja no dia 31 de março.

A missa de Páscoa deste ano será menor em escala devido à saúde do rei, disse o Palácio de Buckingham.

Kate, nora do rei, e seu marido, o herdeiro do trono príncipe William, não comparecerão, conforme já havia sido anunciado por seu gabinete. Kate também trata de câncer.

O relacionamento entre os Sussex e o príncipe e a princesa de Gales não tem sido fácil nos últimos meses. | Foto: Getty Images

O duque e a duquesa de Sussex se pronunciaram quanto à revelação do diagnóstico de câncer de Kate Middleton. Harry e Meghan enviaram seus melhores votos à princesa de Gales, compartilhando um comunicado horas depois do anúncio da doença.  “Desejamos saúde e cura para Kate e sua família, e esperamos que eles possam fazê-lo de forma privada e em paz” declarou o casal.

O relacionamento entre os Sussex e o príncipe e a princesa de Gales não tem sido fácil nos últimos meses. Também, não se sabe se Harry chegou a entrar em contato particular com sua cunhada.

A princesa, de 42 anos, divulgou um vídeo nesta sexta-feira (22/3), afirmando que sua cirurgia abdominal em janeiro foi concluída com sucesso e que, na época, se pensava que a condição não era cancerosa e nenhum exame havia confirmado a presença da doença. Entretanto, exames pós-operatórios mostraram que havia câncer. Agora, ela está sendo submetida a quimioterapia preventiva.

“É claro que isso foi um grande choque, e William e eu temos feito tudo o que podemos para processar e administrar isso de forma privada, para o bem de nossa jovem família”, falou a princesa no vídeo compartilhado no Instagram oficial do casal.

“Como você pode imaginar, isso levou tempo. Levei algum tempo para me recuperar de uma grande cirurgia para iniciar meu tratamento. Mas, o mais importante, levamos tempo para explicar tudo a George, Charlotte e Louis de uma forma isso é apropriado para eles e para tranquilizá-los de que vou ficar bem”, continuou.

A esposa de William acrescentou: “Estou bem e ficando mais forte a cada dia, concentrando-me nas coisas que vão me ajudar a curar; em minha mente, corpo e espírito. Ter William ao meu lado também é uma grande fonte de conforto e segurança. Assim como o apoio e gentileza demonstrados por tantos de vocês. Isso significa muito para nós dois.”

Com câncer, Charles também se pronunciou

O rei Charles, que também está em tratamento de câncer, confessa estar “muito orgulhoso” de sua “amada” nora por compartilhar a notícia de que está em tratamento preventivo contra o câncer em um comunicado. Um porta-voz do Palácio de Buckingham disse que Sua Majestade está “muito orgulhosa de Catherine pela sua coragem em falar como falou”.

 

 

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