Momentos antes de um adolescente de 13 anos ser morto pela polícia após reagir a abordagem em Utica, Nova York
Departamento de polícia da cidade de Utica

O departamento de polícia da cidade de Utica, em Nova York, divulgou no sábado (29) imagens de uma câmera corporal mostrando um policial atirando contra um adolescente depois que ele fugiu da abordagem e mostrou o que a polícia acreditava ser uma arma de fogo. O caso ganhou ampla repercussão.

Um policial foi visto realizando compressões torácicas no menino após ele ser baleado na sexta-feira (28).

A Reuters conseguiu localizar o vídeo através de edifícios próximos, traçados de estradas e vegetação que correspondiam a imagens de satélite e vistas de ruas. O vídeo corroborante mostrou a mesma cena. A Reuters conseguiu confirmar a data deste vídeo a partir da data e hora registradas no vídeo.

O adolescente foi identificado como Nyah Mway, de 13 anos, disse a polícia de Utica em uma declaração em sua página do Facebook.

De acordo com a mídia dos EUA, a família de Nyah é formada por refugiados que pertencem a um grupo étnico de Mianmar.

O chefe de polícia de Utica, Mark Williams, disse em uma entrevista coletiva no sábado que a arma do menino foi posteriormente determinada como sendo uma réplica de pistola Glock 17 com um carregador destacável, que ele descreveu como uma arma de chumbinho.

A polícia de Utica disse em seu comunicado que duas investigações estavam sendo conduzidas e esperava que “um processo de investigação imparcial, justo e completo” respondesse a quaisquer questões restantes.

 

Javier Milei | Foto: Tomas Cuesta/Getty Images

O Governo Javier Milei apresentou, na sexta-feira (28), o projeto de Lei Penal Juvenil, que reduz a maioridade penal na Argentina para 13 anos. Atualmente, a maioridade penal no país é de 16 anos.

Segundo a ministra de Segurança do país, Patricia Bullrich, e o ministro da Justiça, Mariano Cúneo Libarona, que apresentaram a iniciativa durante uma coletiva de imprensa, a Lei Penal Juvenil é parte de uma reforma do atual governo argentino para combater crimes cometidos por menores de idade.

“É impossível combater os criminosos sem leis que protejam as forças federais de segurança e a justiça na proteção dos argentinos de bem. É por isso que, por decisão do presidente Milei, as equipes conjuntas do Ministério da Segurança e do Ministério da Justiça trabalharam na redação do Projeto de Redução da Idade de Imputabilidade, com o objetivo de acabar com a impunidade, deter a porta giratória e responder às demandas da população”, explicaram.

Chamado de “Regime Penal Juvenil”, o texto determina a idade de responsabilidade penal e estabelece as medidas punitivas de acordo com o crime cometido. Segundo o novo projeto de lei, as penas podem chegar a 20 anos de prisão.

Principais pontos do Regime Penal Juvenil

Segundo o Clarín, Bullrich disse que “uma vez incorporado ao Código Penal, cada distrito adaptará isso aos seus códigos processuais; deverão decidir que tipo de locais de detenção utilizarão para os menores”. A ministra de Segurança explicou que nem todas as províncias estão na mesma situação e, por isso, devem decidir onde os menores que cometem delitos serão alojados.

“Existem províncias que têm apenas dois menores infratores, então você não pode criar uma grande estrutura, enquanto outras têm mais”, afirmou.

Foto: Orbon Alija/Getty Images

Recentemente, o Wall Street Journal (WSJ) divulgou uma reportagem que aponta que o Instagram recomenda reels com conteúdo sexual até para adolescentes de 13 anos. O jornal e a professora da Universidade de Northeastern, Laura Edelson, realizaram testes entre janeiro e abril de 2024 e os refizeram neste mês, mas não obtiveram diferença alguma nos resultados.

Para o experimento, foram criados perfis falsos de adolescentes de 13 anos. Verificou-se que, desde o início, o Instagram exibiu conteúdo sexual moderado, focados em corpos femininos ou com mulheres fazendo danças sensuais, por exemplo. Posteriormente, as contas falsas assistiram vídeos desse tipo, o que levou a rede social a fazer recomendações ainda mais explícitas.

De acordo com o WSJ, o algoritmo da plataforma trabalhou incessantemente para recomendar conteúdos onde mulheres simulavam atos sexuais, faziam promessas de enviar fotos sem roupa e até mesmo de pessoas mostrando suas partes íntimas. Houve casos mais graves que, segundo o WSJ, não ocorreram em outras plataformas semelhantes, como o TikTok e o Snapchat.

Resposta do Instagram

O porta-voz do Instagram, Andy Stone, alegou que o relatório apresentado pelo jornal e pela professora universitária “não corresponde à realidade de como os adolescentes usam nossa plataforma” e ainda afirmou que a rede social fez melhorias significativas nesse sentido nos últimos meses, mesmo com o teste mais recente do WSJ tendo sido realizado neste mês.

Permanência no erro

O jornal ainda disse que já havia feito um teste parecido anteriormente, o que levou a Meta, responsável pelo Instagram, a anunciar, em janeiro, medidas para contornar o problema. Mesmo assim, o experimento mais recente, já depois das medidas terem sido tomadas, comprovam que elas não surtiram o efeito desejado.

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