Sargento Everaldo e pé direito com dedos amputados

Na próxima quarta-feira (10), acontecerá o sorteio da rifa que visa arrecadar R$ 52 mil para custear tratamentos de saúde do sargento Everaldo Silva dos Santos, que está atualmente na reserva do 10° Batalhão de Polícia Militar (BPM) de Alagoas. Até o momento, apenas 50% das cotas foram vendidas.

Por ter diabetes, o militar precisou amputar três dedos do pé após sofrer uma infecção causada por um prego. Ele também foi diagnosticado com retinopatia diabética proliferativa com edema macular associado, um problema na visão que causa coágulos na retina. A rifa foi criada por causa da urgência dos tratamentos. Cada bilhete custa R$ 5.

Leia mais sobre o caso e saiba os tratamentos pelos quais o sargento passará: Rifa é realizada para ajudar no tratamento de sargento do 10º BPM de Palmeira dos Índios.

Como participar e premiações

É possível adquirir os bilhetes através do site da rifa, aqui. O sorteio será realizado no perfil do Instagram da filha do sargento: @amandapessoadireito.

Os primeiros cinco vencedores serão premiados. O 1° lugar ganhará dois carneiros; os 2° e 3° ganhadores, receberão um carneiro cada; o 4° lugar ganhará um procedimento no Stúdio Samara Tenório; por fim, o 5° lugar levará um kit de almofadas da Josy Decorações.

Abaixo, assista ao vídeo de como participar:

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Sargento Everaldo e pé direito com dedos amputados

Uma rifa está sendo realizada com o objetivo de arrecadar R$ 52 mil, para custear os tratamentos de saúde do sargento Everaldo Silva dos Santos, que é diabético e sofreu uma infecção causada por um prego, o que ocasionou o amputamento de três dedos do seu pé direito. Ele também precisou passar por uma raspagem no mesmo membro.

Para que a ferida do pé cicatrize e a infecção não volte, o sgt. Everaldo precisará fazer curativos frequentes, que têm alto custo, e passar por sessões de laserterapia, ozonioterapia e terapia hiperbárica, esta última sendo indicada para tratar de feridas de difícil cicatrização.

Além desse problema, o militar, que está na reserva do 10° Batalhão de Polícia Militar (BPM) de Alagoas, foi diagnosticado com retinopatia diabética proliferativa com edema macular associado, um problema na visão que exige a aplicação de um medicamento em cada olho e de um tratamento chamado fotocoagulação, para que os coágulos da retina sejam dissolvidos.

O remédio aplicado nos olhos se chama Avastin e cada aplicação custa R$ 7 mil.

Ação na Justiça e rifa

Como o tratamento completo para os problemas não é oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a família do sargento entrou com uma ação na Justiça, para que o Estado possa custear o valor do tratamento da visão. Contudo, em decorrência da urgência dos tratamentos, a rifa foi criada, com cada bilhete custando R$ 5.

É possível adquirir os bilhetes através do site da rifa, aqui. O sorteio será feito no perfil do Instagram da filha do sargento: @amandapessoadireito.

Também se pode contribuir através da chave Pix amandaprofletras92@gmail.com.

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Prêmios da rifa

A rifa tem prêmios para os cinco primeiros vencedores. O 1° lugar ganhará dois carneiros; os 2° e 3° ganhadores, receberão um carneiro cada; o 4° lugar ganhará um procedimento no Stúdio Samara Tenório; por fim, o 5° lugar levará um kit de almofadas da Josy Decorações.

Vídeos: Pedro Ivon/Portal Rádio Sampaio

Na manhã desta quinta-feira (1°), o comandante do 10° Batalhão de Polícia Militar (BPM), coronel Anaximandro Tenório, concedeu uma entrevista à Rádio Sampaio (94.5 FM) durante o programa Nosso Encontro, e abordou a questão da segurança pública durante o carnaval, casos de homicídio em Palmeira dos Índios e o episódio da agressão que ocorreu durante um jogo do CSE contra o ASA, no estádio Juca Sampaio.

Coronel Anaximandro Tenório, comandante do 10° BPM | Foto: Pedro Ivon/Portal Rádio Sampaio

Durante a entrevista, o comandante ressaltou os avisos que o 10° BPM já vem dando à toda a população, como a proibição de paredões de som paralelos aos blocos carnavalescos. “Foi uma questão muito pedida e principalmente pela população, e também pelas pessoas que compõem os blocos, porque atrapalha e não leva a nada e dá muita confusão”, disse o coronel. “A gente fez esse acordo lá, no qual tá proibido paredões, principalmente nos locais onde os desfiles passam”, continuou.

A proibição da comercialização de garrafas de vidro ou o uso de espetos também foi mencionada, para que se evite agressões utilizando objetos que podem servir como armas brancas.

A agressão no estádio Juca Sampaio

Na noite do dia 25 de janeiro, durante o intervalo da partida entre CSE e ASA no estádio Juca Sampaio, um torcedor acertou um jogador do time visitante com uma lata. Esse caso foi levantado pelo locutor Antônio Oliveira durante a entrevista com o coronel, que também falou sobre o caso.

“A suspeita é que pessoas foram antes lá e deixaram esse objeto já no estádio Juca Sampaio, porque pela portaria não entrou esse artefato que era aquela tinta, que solta aquela tinta, porque nós não deixamos entrar”, afirmou o entrevistado.

Homicídios

Ainda na entrevista, o locutor Antônio Oliveira apontou que algumas vezes, quando ocorre um homicídio, uma série de outros crimes do mesmo tipo também acontecem em seguida. Em resposta a isso, o coronel Anaximandro indicou a existência de uma cultura regional de vingar os familiares falecidos. Segundo o militar, uma lentidão do Judiciário contribui para esse tipo de ação dos populares.

“A gente tem essa tradição, é do brasileiro, mas principalmente do nordestino: quando você tem um ente familiar que foi vítima de um homicídio, e você consegue identificar quem foi, geralmente há a questão da vingança”, explicou. “A gente tem que mudar essa cultura. Não sei se é o descrédito à nossa legislação, que também é uma legislação muito fraca, ou um descrédito também do Judiciário, que às vezes demora muito pra fazer o ato do julgamento; ou seja, é preso um indivíduo e ele só vem a ser julgado vários anos depois. Ou seja, não tem a resposta para a família”, continuou.

 

Apesar disso, o comandante do 10° BPM também afirmou que Palmeira dos Índios já está há alguns meses sem registrar assassinatos.

Abaixo, ouça a entrevista completa, feita pelo locutor Antônio Oliveira.

Tenente Charles | Imagem: Márcio Lima/Portal Rádio Sampaio

Na manhã desta quarta-feira (31), o tenente Charles, do 10° Batalhão de Polícia Militar (BPM) de Alagoas, concedeu uma entrevista ao repórter Niraldo Correia, da Rádio Sampaio (94.5 FM) e falou sobre as medidas que serão tomadas pela polícia e por outras forças de segurança durante as festas de Carnaval em Palmeira dos Índios. A coibição de paredões de som será uma das ações do batalhão.

“A Polícia Militar atuará para coibir qualquer tipo de som paralelo ao evento, devendo preparar medidas necessárias para a condução de eventuais infratores para a delegacia de Polícia Civil, e a apreensão do som que esteja produzindo poluição sonora”, declarou o tenente. Além disso, recipientes de vidro e materiais que possam ser utilizados como armas terão a venda proibida durante os eventos. Caso sejam encontrados nos locais, os itens serão apreendidos.

Ao todo, serão cerca de 60 agentes trabalhando nas festividades, entre alunos e soldados da PM, guardas municipais e membros da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), do Corpo de Bombeiros Militar (CBM) e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Abaixo, ouça a entrevista completa, transmitida durante o programa Nosso Encontro, que vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 7h às 10h, na 94.5 FM.

A seguir, confira um trecho da entrevista concedida ao repórter Niraldo Correia.

Vídeo: Márcio Lima/Portal Rádio Sampaio

 

Imagem: ilustração

Na manhã da última quinta-feira (12), uma mulher teve o celular furtado e insinuou que os membros do Pelotão de Operações Especiais (Pelopes), do 10° Batalhão de Polícia Militar (BPM), cometeram o crime, no Conj. Brisa do Lago, em Arapiraca. Os militares foram até a casa da vítima para cumprir um mandado de busca e apreensão, mas não encontraram o suspeito.

De acordo com o registro do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom), as guarnições do Pelopes chegaram a casa e precisaram entrar no local quebrando o cadeado do portão com um alicate. Na residência, foi verificado que não havia ninguém e que o suspeito havia saído pouco antes da chegada das equipes policiais.

Minutos depois, a proprietária da casa e seu filho chegaram. Os militares solicitaram o documento pessoal da mulher e ela, ao entrar em um dos quartos, disse que o seu celular havia desaparecido. Os agentes fizeram uma varredura na área, para identificar se havia alguém, mas não revistaram minuciosamente os cômodos. Posteriormente, a mulher explicou que deixou o aparelho em uma gaveta do guarda-roupa e insinuou que os policiais haviam cometido o furto.

A mulher foi levada para a Delegacia Regional de Polícia (DRP) da cidade, onde foi registrado um boletim de ocorrência por furto. Os policiais não foram citados no procedimento.

Coronel Anaximandro | Foto: reprodução

Na última sexta-feira (25) foi o Dia do Soldado. Em comemoração a esse dia, repórter Niraldo Correia, da Rádio Sampaio, entrevistou o Coronel Anaximandro Tenório, que falou sobre o 10° Batalhão de Polícia Militar (BPM), do qual é comandante, e sobre o Corpo de Bombeiros Militar (CBM), que também faz parte das forças de segurança de Alagoas e participou da festa dos policiais.

“Como é tradicional, todo ano nós fazemos a festa, né, e esse ano teve o convite dos bombeiros, pra equipe participar; nós temos um bom entrosamento aqui com as forças de segurança, na qual [sic] o bombeiro também está incluso. E o Comandante Leonardo fez o convite e estamos aqui participando dessa brincadeira”, disse o militar.

Durante a entrevista, também foi falado sobre a independência do CBM em Palmeira dos Índios e de como isso melhorou os trabalhos. “Já prestavam um bom serviço e agora, com certeza, irá [sic] prestar um melhor serviço ainda, por conta que [sic] deve aumentar também o efetivo, né? Já que agora o batalhão é exclusivo aqui para Palmeira dos Índios e a região fica independente de Arapiraca”, afirmou o Coronel Anaximandro.

Maior batalhão de Alagoas

Segundo o coronel, o quadro organizacional da Polícia Militar (PM) está passando por mudanças e uma nova estrutura está sendo feita. Com isso, o 3° BPM, de Arapiraca, que tinha 15 cidades, ficou apenas com quatro, e o 10° BPM permaneceu com 11 cidades, assumindo o posto de maior batalhão de Alagoas.

As mudanças devem ser aprovadas nesta semana.

Dificuldades de chegar a todos os locais

De acordo com Anaximandro, há alguns fatores que acabam interferindo no trabalho da PM, impedindo que ela chegue até uma ocorrência com mais rapidez. “Temos cidades muito afastadas, tem a questão também das estradas, né? O tempo agora no inverno, tem locais que a gente tá deixando de fazer ronda porque o carro realmente não passa”, explicou o comandante do 10° BPM.

Para acionar a Polícia Militar é possível ligar para o número 190 ou para o 181.

Ouça a entrevista completa logo abaixo.

Contato

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