Justin Bieber pede US$ 20 mi em ação contra mulheres que o acusaram de estupro

Justin Bieber durante show em Las Vegas
22/05/2016
REUTERS/Mario Anzuoni

O cantor Justin Bieber apresentou uma ação de difamação no valor de US$ 20 milhões (R$ 109,2 milhões) contra duas mulheres que o acusaram nesta semana de estupro.

As duas mulheres publicaram as afirmações em suas contas no Twitter. O processo movido por Bieber, apresentado na quinta-feira (25), chama as afirmações de “fabricadas”. A CNN obteve uma cópia do processo.

Uma das mulheres, que é listada no processo como Jane Doe-2 e identificada no Twitter como “Kadi”, afirma que Bieber a estuprou na manhã de 5 de maio de 2015 em um hotel em Nova York.

A queixa de Bieber chama as alegações de “factualmente impossível” e diz que elas “são contraditórias com as afirmações anteriores da mulher, são embasadas apenas em textos falsos ou falsificados, e as alegações são uma fabricação completa para a intenção de obter fama e atenção, e há diversas testemunhas que contradizem as mentiras maliciosas de Kadi”.

A segunda mulher, chamada de Jane Doe-1 e identificada como “Danielle” na queixa, acusou Bieber de estuprá-la em 10 de março de 2014 no hotel Four Seasons, em Austin, no Texas. Ela apagou seus tweets sobre o assunto.

O processo de Bieber nega a acusação. “Danielle fabricou seu encontro sexual com Bieber no hotel Four Seasons porque foi noticiado publicamente que ele havia jantado no restaurante do hotel em 10 de março de 2014 e ela presumiu que ele teria se hospedado no hotel, com base nos relatos de que ele havia jantado lá”, continua a ação. “No entanto, apesar de Bieber ter ido ao restaurante, ele NÃO se permaneceu no hotel Four Seasons”.

Justin Bieber também foi às redes sociais para negar as acusações.

“Toda alegação de abuso sexual deve ser levada muito seriamente e é por isso que a minha resposta foi necessária”, escreveu Bieber esta semana, em um tweet. “No entanto, esta história é factualmente impossível e é por isso que eu estou trabalhando com o Twitter e as autoridades para tomar as medidas legais.”


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