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Atividade física protege saúde de crianças com baixo peso

 Atividade física
Foto: Marcelo Camargo

Crianças que nascem a termo (após a 37ª semana de gestação) com menos de 2,5 quilogramas (kg) têm risco aumentado de desenvolver doenças cardiovasculares na vida adulta. No entanto, a prática regular de exercícios físicos durante a infância pode melhorar o funcionamento de células envolvidas na saúde dos vasos sanguíneos e atenuar esse risco.

É o que mostra estudo publicado no periódico Nutrition, Metabolism & Cardiovascular Diseases. O trabalho foi coordenado por Maria do Carmo Pinho Franco, em uma linha de pesquisa apoiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

O trabalho foi feito com 35 crianças entre 6 e 11 anos de idade, divididas em dois grupos: nascidas com peso menor do que 2,5kg e maior ou igual a 3kg. Elas foram submetidas a um programa de treinamento de 10 semanas, que incluía sessões de 45 minutos de atividades físicas lúdicas com intensidade de moderada a vigorosa. Os parâmetros antropométricos do grupo (peso, estatura, percentual de gordura e circunferências corporais) e amostras de sangue foram coletados antes e depois do período de treinos.

Ao fim da intervenção, notou-se melhora significativa na circunferência da cintura e na aptidão cardiorrespiratória de todas as crianças. Naquelas que nasceram com baixo peso foi possível perceber ainda melhora na pressão arterial, assim como nos níveis circulantes e na funcionalidade das células progenitoras endoteliais.

“As células progenitoras endoteliais são produzidas pela medula óssea e estão envolvidas em diversos processos vasculares, incluindo a formação de novos vasos sanguíneos e o reparo dos já existentes”, explicou a pesquisadora.

Programação fetal

No final da década de 1980, surgiram as primeiras suspeitas de que crianças nascidas a termo, mas com peso inferior a 2,5kg, tinham maior propensão a doenças cardiovasculares. Esses achados deram origem à Hipótese de Programação Fetal, postulada pelo epidemiologista britânico David Barker (1938-2013). O pesquisador observou, no Reino Unido, que nos grupos populacionais mais carentes, as taxas de doença cardiovascular eram duas vezes mais altas que nas regiões mais ricas.

Sabe-se hoje que a programação fetal pode ocorrer em resposta a diferentes condições adversas durante a gestação, como deficiências nutricionais, insuficiência placentária e estresse. Esse fenômeno pode ser interpretado como uma tentativa do feto de se adaptar ao ambiente de nutrição restrita, garantindo sua sobrevivência às custas de modificações permanentes em suas estruturas e órgãos vitais, que persistem durante por toda a vida.

Franco tem se dedicado, desde seu mestrado, ao estudo das repercussões tardias do baixo peso ao nascer. A linha de investigação começou com modelos animais e, nos últimos anos, migrou para estudos em população de crianças com foco nas alterações tardias no endotélio vascular – a camada que reveste a parede dos vasos sanguíneos.

“Nas crianças pré-adolescentes, já é possível notar alterações na diminuição da vasodilatação de determinadas artérias e alterações na pressão arterial, principalmente um aumento na sistólica [ou pressão máxima, que marca a contração do músculo cardíaco quando ele bombeia sangue]”, disse Franco. “São detalhes, mas que elevam o risco cardiovascular no futuro, caso não seja feita alguma intervenção.”

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Atividade física – Foto: Agência Brasil

Impacto do exercício em crianças

No trabalho mais recente, o grupo avaliou como a prática de atividade física afeta o funcionamento das células progenitoras endoteliais em crianças com idade entre 6 a 11 anos que frequentam um centro da juventude no município de São Paulo.

“Estudos anteriores demonstraram que a capacidade de deslocamento das células progenitoras endoteliais da medula óssea para a corrente sanguínea, bem como sua capacidade de transformação em células endoteliais maduras, podem ser alteradas frente a diferentes estímulos. Dentro desse contexto, o exercício físico desempenha papel importante e benéfico sobre a mobilização dessas células”, disse Franco.

Os pesquisadores observaram que o efeito positivo do treinamento físico foi mais significativo no grupo de crianças com histórico de baixo peso ao nascer. Além de aumentar os níveis de células progenitoras no sangue, houve aumento nos níveis de óxido nítrico [NO] e do fator de crescimento endotelial vascular [VEGF-A] – duas moléculas envolvidas nos processos de mobilização e recrutamento das células progenitoras endoteliais”, contou a pesquisadora.

Dados da literatura científica sugerem que o fenômeno da programação fetal está associado ao que se convencionou chamar de fatores epigenéticos, ou seja, a modificações bioquímicas que ocorrem nas células (geralmente em resposta às condições ambientais) e alteram a forma como os genes são expressos – sem que para isso seja necessária uma alteração na sequência genética.

A equipe de Franco suspeita que a prática regular de atividade física atue justamente sobre esses mecanismos epigenéticos, revertendo o padrão prejudicial de expressão gênica induzido pela condição gestacional adversa.

Na avaliação da pesquisadora, os resultados do estudo mostram que uma intervenção simples e de baixo custo pode ter impacto decisivo na vida adulta de crianças que nascem com baixo peso.

“Os pais precisam ser orientados para que coloquem os seus filhos para se exercitarem o quanto antes. E o pediatra, por outro lado, deve acompanhar essas crianças com olhos diferentes, realizando exames regulares de perfil lipídico, aferição de pressão arterial e outros marcadores cardiovasculares”, disse a pesquisadora, que completou: “Sabemos que o perfil das crianças mudou bastante, elas são mais sedentárias em virtude das telas e por que não têm mais aquelas brincadeiras de rua. Na pesquisa, foram incluídas brincadeiras lúdicas e com bola, então são atividades físicas moderadas que envolvem as crianças”.


Perca 10 kg com a Dieta da Banana Matinal

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Perca 10 kg com a Dieta da Banana Matinal

Um programa de notícias do canal norte-americano NBC afirma que a Dieta da Banana Matinal ou Dieta da Banana da Manhã (‘Morning Banana Diet’) além de já ser sensação no Japão está agora se tornando extremamente popular na cidade de Nova York, nos EUA.

Como fazer a Dieta da Banana Matinal? Saiba como perder peso comendo bananas:

– Beba um grande copo de água à temperatura ambiente e de seguida coma duas bananas no café da manhã;

– Depois coma o que quiser ao almoço ou ao jantar (mas sem sobremesa);

– Evite os snacks;

– Coma apenas um doce por dia, a meio da tarde.

– Não coma mais nada depois das 20h;

– Vá dormir no máximo à meia-noite;

– Não necessita de realizar exercício físico, mas se fizer a prática deve ser moderada.

A Dieta da Banana Matinal funciona (e é segura)?

De acordo com Lisa Drayer, autora do livro ‘The Beauty Diet’, em declarações à NBC não é possível afirmar que a adição da banana na dieta tenha ‘superpoderes’. Contudo como se trata de um alimento nutritivo, é sim uma fruta que deve fazer parte de qualquer regime alimentar, incluindo aqueles de restrição calórica.

Segundo a especialista a dieta pode funcionar porque as bananas são ricas em fibras e vitaminas e com poucas calorias. A fruta é ainda uma excelente alternativa comparativamente a cereais açucarados ou ao pão branco com manteiga ou geleias.

Outros afirmam que o amido resistente da banana também pode ter um efeito positivo na dieta, já que não é digerido pelo intestino delgado, gerando substâncias saudáveis quando chega ao intestino grosso.

Já outros sublinham que é óbvio que a dieta da banana pode emagrecer, já que devido ao seu alto teor de fibras também é extremamente saciante, o que por sua vez ajuda a evitar o consumo de alimentos pouco saudáveis durante o dia, doces após as refeições e não permite a ingestão de alimentos depois das 20h, medidas que naturalmente causam uma redução significativa na ingestão de calorias.


Confira dicas para começar o ano no ritmo certo

Ter uma boa rotina de sono e cultivar pensamentos positivos são algumas das recomendações para obter sucesso

Entre as promessas para o Ano Novo, as metas relacionadas ao corpo, geralmente, se repetem: cuidar melhor da saúde, praticar mais atividades físicas e entrar em forma. Para começar a ficar em dia com o corpo, é fundamental ter força de vontade, ser persistente e cumprir o planejamento com disciplina.

1. Tempo

Dizer que não tem tempo para praticar exercícios é desculpa. Defina prioridades: marque o horário do treino na agenda como se fosse um compromisso de trabalho.

2. Hábito

Nas primeiras semanas você precisa se obrigar a cumprir um programa pré-estabelecido.

3. Mantenha  o novo comportamento

Siga a mesma rotina e treine no mesmo horário do dia – faça mudanças na agenda somente depois de três meses, caso contrário aumenta muito o risco de abandonar a rotina. Depois que o hábito estiver estabelecido, pode ter um pouco mais de flexibilidade na agenda.

4. Aproveite sua noite de sono

Durma mais cedo e aproveite mais sua noite de sono. Consequentemente conseguirá acordar mais cedo, se alimentar melhor e começar aos poucos a acrescentar uma rotina de exercícios físicos seja de manhã, na hora do almoço ou à noite.

5. Organize seu tempo

Reserve pelo menos 30 minutos do seu dia, que devem ser dedicados à melhoria do seu condicionamento físico.

6. Planejamento

Incluir a atividade física na agenda depende de um bom planejamento. Verifique com antecedência o horário do dia que você sabe que geralmente tem disponibilidade.

7. Se motive a criar um hábito

Quando bater aquela preguiça e falta de motivação, vá a academia nem que seja para conversar, trocar ideias e ver os amigos. O importante é que o horário do treino se torne um hábito.

8. Curta sua trilha sonora predileta

A música é um motivador fantástico e tem um efeito positivo no cérebro: faz com que suas emoções respondam favoravelmente ao exercício.

9. Pense positivo

Esteja preparado para possíveis barreiras e dificuldades: Tenha sempre um suporte em caso de você falhar. Pode acontecer algo inesperado que altera os planos e nos desvia dos nossos objetivos. Ter consciência disso lhe permitirá aceitar esses transtornos como parte do caminho e fazer a vida voltar a fluir na direção certa.


Durante o tratamento contra o câncer, a atividade física faz bem?

Durante o tratamento contra o câncer, a atividade física faz bem?

A rotina estressante e o excesso de compromissos muitas vezes nos afastam das atividades físicas. Mas são elas que nos mantêm longe de quem a gente precisa realmente estar: das doenças crônicas, como hipertensão e diabetes, da ansiedade, da depressão e dos diversos tipos de cânceres. Esse último ponto reforça ainda mais a importância do controle do peso corporal, que passa por uma dieta balanceada e pela prática de atividades físicas regulares.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer José de Alencar (INCA), o excesso de peso provoca alterações hormonais e mantém o corpo em um estado inflamatório crônico, que estimula a proliferação celular e inibe a morte programada das células. Por esse motivo, a gordura contribui para o surgimento de diversos tipos de câncer.

Mas para quem já está na luta contra a doença, a atividade física também surge como uma aliada durante todas as fases do tratamento, uma vez que melhora as funções vitais do organismo e a imunidade, sendo essa última fundamental no combate ao câncer.

É muito comum que os pacientes experimentem reações adversas, como a fadiga (o cansaço típico de quem faz quimioterapia e radioterapia), perda de massa muscular, ansiedade e sintomas depressivos, que podem ser amenizadas com uma vida mais ativa.

Stephanie Santana, profissional de Educação Física e professora adjunta da Universidade Federal de Pelotas, vinculada à rede da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), relata que quando foi diagnosticada com câncer, em 2015, teve a atividade física como parte do seu tratamento.

Segundo ela, as diretrizes mais atuais demonstram que existem fortes evidências do impacto positivo da atividade física nos quadros de fadiga, ansiedade, sintomas depressivos e aspectos físicos (como força e capacidade cardiorrespiratória). Além disso, a atividade física favorece o retorno do paciente ao seu cotidiano.

No caso dos homens, por exemplo, estudos apontam diversos benefícios durante e após o tratamento de câncer de próstata, como na fadiga e na função sexual, além da diminuição na circunferência abdominal e pressão arterial. Os resultados relacionaram-se positivamente com melhoria da qualidade de vida, diminuição da mortalidade e progressão da doença.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a realização de atividades físicas no tempo de lazer, transporte, ocupação, afazeres domésticos, jogos, esportes ou exercícios planejados. Não precisa ser um atleta profissional, basta incluir alguma atividade na sua rotina, ainda que seja de curta duração. Pequenas mudanças nos hábitos diários já promovem uma evolução na sua qualidade de vida.

E não esqueça: antes de (re) iniciar a atividade física, é fundamental consultar um profissional da saúde. Ele pode indicar o que é mais adequado e analisar as implicações das práticas, especialmente caso você tenha lesões ou alguma comorbidade.


Os exercícios mais populares para ficar em forma em 2019

Antecipar tendências no universo fitness não é fácil. Mas o Colégio Americano de Medicina do Esporte (ACSM, na sigla em inglês) leva essa tarefa a sério. Tanto é que, todo ano, especialistas da entidade consultam diversos profissionais do mundo inteiro para identificar as apostas do momento quando o assunto é exercício físico.

Dessa vez, foram recolhidas 4 133 opiniões de personal trainers, fisiologistas, professores universitários, médicos e outros entendidos da área de educação física. A partir daí, surge a lista das atividades que fazem sucesso em 2019.

Quem levou o caneco foram os exercícios intervalados de alta intensidade, ou HIIT. Não é a primeira vez que esse tipo de treino sobe ao pódio. Em 2014, ficou em primeiro lugar e, em 2017, apareceu na terceira posição. “Isso demonstra que, além de fazer bem à saúde, o HIIT ganha popularidade”, avalia Walter Thompson, presidente da ACSM.

Mas não são só modalidades que ganham destaque. “As tendências fitness também podem ser comportamentais”, explica Thompson. Assim, suar a camisa com o objetivo de enxugar as medidas e buscar acompanhamento com profissionais certificados também está no top 20. Para ajudá-lo a decidir como malhar neste ano, vamos dar um giro sobre alguns dos campeões do ranking. Preparado?

1. Treino intervalado de alta intensidade

Secar o corpo gastando apenas 20 ou 30 minutos. É o que promete a tendência vencedora de 2019. O treino, conhecido como HIIT nas rodinhas fitness, consiste em intercalar esforços na máxima intensidade com intervalos de recuperação. Um dos seus trunfos é detonar os quilinhos extras vapt-vupt. “Nesse tipo de exercício, queimam-se mais calorias por minuto porque a demanda de energia é maior”, justifica o médico Fernando Torres, diretor da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE).

O ponto fraco: aumenta o risco de lesões. Por isso, para garantir a segurança, o ideal é passar por uma avaliação com um profissional. “O tempo de execução dos exercícios, o período de descanso e os movimentos a serem realizados dependem do grau de condicionamento do praticante”, ressalta o educador físico Rafael Mathias Pitta, do Hospital Israelita Albert Einstein, na capital paulista.

HIIT na prática

Um exemplo de treino para iniciantes — mas busque orientação

  1. Aqueça de 2 a 3 minutos.

  2. Faça uma pausa de 1 minuto.

  3. Comece a série com um exercício intenso (agachamento, polichinelo…) por 30 segundos.

  4. Descanse por 1 minuto.

  5. Volte a malhar de jeito intenso, trocando o exercício, se for o caso, por mais 30 segundos.

  6. Descanse mais 1 minuto.

  7. Repita o processo, a partir do passo 3, mais seis vezes.

2. Atividades em grupo

Curte se exercitar com outras pessoas? Pois há um bom motivo para isso. Estudiosos da Universidade da Nova Inglaterra, na Austrália, descobriram que optar por atividade física em conjunto pode melhorar a saúde emocional. Eles analisaram participantes que fizeram HIIT acompanhados e voluntários que correram ou levantaram peso sozinhos. Resultado? Após três meses, quem malhou em grupo viu o estresse despencar 26%. Só tome cuidado para, no entusiasmo, não acabar extrapolando seus limites.

3. Dispositivos eletrônicos

Pulseiras que monitoram o coração, relógios que calculam o número de passos e até roupas que informam quanto seu músculo contrai durante um movimento. A tecnologia chegou para ficar na área fitness. Prova disso é que, no ano passado, esses aparelhos estavam no topo do ranking. A principal vantagem é a possibilidade de ter maior controle da prática esportiva. “Esses gadgets oferecem feedback imediato sobre a atividade realizada”, observa o educador físico Mauro Barros, professor da Universidade de Pernambuco (UPE).

4. Treino com o peso do próprio corpo

Nos últimos anos, vídeos com gente se exercitando sem ajuda de equipamentos explodiram na internet. A onda leva até nome: calistenia. O objetivo é fazer as pessoas usarem apenas o próprio peso para malhar. As vantagens? Aumento de força, agilidade e flexibilidade. Fora que dá para treinar em qualquer lugar. No entanto, é preciso cuidado. “Dependendo do peso do praticante, a carga pode ser maior do que a recomendada para a musculatura. No exercício tradicional, com aparelhos ou pesos livres, isso seria ajustado”, pondera Torres.


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