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Gasolina cara faz venda de etanol crescer mais de 150% nos postos de AL, diz ANP

As vendas de etanol hidratado nos postos alagoanos cresceram 154% no ano passado, na comparação com 2017, atingindo 10,538 milhões de litros, segundo levantamento divulgado nesta terça-feira (19), pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O índice é 112 pontos percentuais acima das vendas nacionais do produto, que encerraram o ano passado com crescimento 42% ante 2017.

De acordo com a ANP, o crescimento das vendas de etanol nos postos alagoanos foi puxado pelo preço mais caro da gasolina, que fez o consumidor recorrer ao biocombustível. Segundo o levantamento da agência, no ano passado, a comercialização da gasolina comum nos postos alagoanos recuaram 9,5% na comparação com 2017, atingindo 33,504 milhões de litros.

“O crescimento foi motivado, em grande parte, pelo ganho de competitividade no preço em relação à gasolina C nos estados com maior produção de etanol”, informou a agência, em nota.

O levantamento da ANP mostra ainda que as vendas de óleo diesel no comércio alagoano atingiram 29,338 milhões de litros no ano passado, uma retração de 10,39% em relação ao ano anterior.

Já as vendas de GLP recuaram 3,83% em 2018, atingindo um volume de 14,04 mil metros cúbicos.

Para o diretor-geral da ANP, Décio Oddone, além da economia fraca, os altos preços nos últimos anos contribuíram para o desempenho nas vendas, que repete anos anteriores. “O Brasil passou 2016 e 2017 com preços acima do mercado internacional, disse ele, em evento para anunciar o balanço do mercado de combustíveis em 2018, segundo o jornal Folha de S. Paulo.

Reajuste

Nesta terça-feira, a Petrobras elevou em 2,5% o preço médio do litro da gasolina vendida nas refinarias, que passou a R$ 1,597.


Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares é apontado como o melhor do Nordeste

O Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares foi apontado por passageiros como o melhor terminal do Nordeste no quarto trimestre do ano passado, alcançando 80% das notas acima de 4 – numa escala que vai de 1 a 5, onde 1 é “muito ruim” e 5, “muito bom”. Os dados são da pesquisa do Ministério da Infraestrutura, que será divulgada nesta quarta-feira (13).

De acordo com a pasta, o Zumbi dos Palmares obteve ainda o quarto lugar do País na pesquisa que mede a satisfação dos passageiros nos terminais aeroportuários brasileiros. Na pesquisa realizada pelo ministério no primeiro trimestre do ano passado, o aeroporto alagoano aparecia como o terceiro do Nordeste entre os terminais pesquisados, com média de satisfação 4,34. Em primeiro lugar da região aparecia o aeroporto de Natal, com média de 4,56, seguido do aeroporto do Recife, com nota 4,41.

Segundo o ministério, a pesquisa é um referencial para a administração dos aeroportos. Seus resultados incentivam a competitividade entre eles, eleva o paradigma de aprimoramento do atendimento aos passageiros e torna mais transparente a qualidade dos serviços aeroportuários. “Cada ponto percentual significa que a gestão aeroportuária amadureceu”, afirma o secretário.

A pesquisa ouve os passageiros sobre 38 indicadores que atestam a qualidade (infraestrutura, atendimento, serviços e gestão) dos 20 terminais que movimentam 87% de quem viaja de avião no Brasil.

O Zumbi dos Palmares foi incluído na pesquisa no quarto trimestre de 2017, junto com outros quatro terminais: Goiânia (GO), Vitória (ES), Belém (PA) e Florianópolis (SC).


Estado troca incentivo fiscal por empregos e atrai novas empresas para Alagoas

“Trocar” incentivo fiscal por empregos. Essa tem sido a fórmula adotada pelo Governo de Alagoas para atrair e fixar novas empresas no Estado e assim dinamizar a economia. Na manhã desta sexta-feira (25), o governador Renan Filho assinou os decretos de concessão de benefícios fiscais para mais 19 empresas, durante solenidade realizada no Salão de Despachos do Palácio República dos Palmares.

“O incentivo fiscal significa trocar imposto – a arrecadação de tributos – por empregos. É basicamente isso. O Estado ganha quando arrecada, porque ele consegue melhorar a saúde, a segurança, pagar o servidor em dia, fazer investimentos em infraestrutura. Mas o Estado também ganha quando eleva a quantidade de empregos na economia, porque as pessoas compram com os seus salários e isso também se transforma em arrecadação”, explicou Renan Filho.

 

Os benefícios concedidos pelo Governo do Estado fazem parte do Programa de Desenvolvimento Integrado (Prodesin) que, a partir da modernização em 2016, passou a oferecer a redução de 92% no pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na saída dos produtos industrializados, além do diferimento do ICMS sobre os bens destinados ao ativo fixo, a matéria-prima utilizada na fabricação de produtos e na aquisição interna de energia elétrica e gás natural.

 Márcio Ferreira

“Trata-se do melhor programa de incentivo fiscal do País”, garantiu o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo, Rafael Brito. Durante a solenidade, ele revelou que, aliadas ao Prodesin, a redução dos índices de violência, a transparência e a solidez fiscal do Estado têm elevado a competitividade de Alagoas no cenário nacional, atraindo para cá mais indústrias, gerando mais empregos. “Alagoas tá na moda! Tá na moda no turismo, tá na moda na indústria. As pessoas lá fora têm reconhecido o esforço que o Governo do Estado tem feito nesse sentido”, destacou Brito.

Das 19 empresas beneficiadas com os decretos, dez receberam incentivos fiscais, quatro obtiveram benefícios fiscal e locacional e cinco tiveram os incentivos prorrogados. Nove delas estão se instalando em Alagoas. A chegada das novas empresas, bem como a manutenção e a expansão das que já operam por aqui, representa mais de R$ 270 milhões em investimentos no estado e a geração de, aproximadamente, 6.700 empregos, entre diretos e indiretos. Esses empreendimentos tiveram os incentivos aprovados pelo Conselho Estadual do Desenvolvimento Econômico e Social (Conedes).

Maior fabricante do mundo de embalagens cartonadas para alimentos – presente em 80 países – a chinesa GSPPak vai se instalar em Rio Largo, com previsão para iniciar as operações no final deste ano. Serão gerados cerca de 500 postos de trabalho pela unidade, umas das beneficiadas com incentivos fiscal e locacional concedidos pelo Governo de Alagoas.

“Ficamos muitos felizes em vir para Alagoas e instalar uma fábrica aqui. O Governo do Estado nos deu muita atenção e concedeu todos os benefícios. Com isso, o custo vai ficar muito mais barato, bem como o produto para o nosso consumidor final”, revelou o sócio-diretor da GSPak, Samuel Shen.

 

A Kapazi – “Kapachos e Tapetes” – é outra empresa a se instalar em Alagoas. Fundador, o empresário Joserli Perez explica que o incentivo concedido pelo Governo do Estado foi fundamental para a fixação da unidade em Alagoas, no Polo Industrial de Marechal Deodoro. A matriz fica em Curitiba (PR). “Esse incentivo fiscal – como os impostos são muito altos – é muito importante para a sobrevivência de nossa empresa, que será mais competitiva para poder concorrer melhor com os importadores e as empresas locais. Então, vamos ter uma redução de custo muito boa”, avaliou, informando que a empresa começa a operar nos próximos dias, gerando 125 empregos diretos, inicialmente.

Os hotéis Salinas (Maceió e Maragogi) já estão instalados em dois municípios e também foram beneficiados com o Prodesin. Juntos, mantêm cerca de 750 postos de trabalho, segundo informou o gerente-geral do Salinas Maragogi All Inclusive Resort, Ricardo Almeida. Com a abertura, ainda neste primeiro semestre, de mais um resort – desta feita em Japaratinga – serão mais de 1 mil empregos gerados pelo grupo Salinas em Alagoas.

“O incentivo contribui de forma muito decisiva na questão do custo de reposição de nossos equipamentos. O ICMS é praticamente todo subsidiado e a gente consegue com isso acelerar todo o processo de renovação dos equipamentos, atualizando e modernizando o hotel, atendendo às exigências que cada vez são maiores por parte dos nossos clientes”, disse Almeida, presente ao evento.


Novo Supermercado Unicompra é inaugurado em Palmeira dos Índios

A rede de supermercados Unicompra inaugura mais uma unidade em Palmeira dos Índios, no modelo de Hiper Mercado, como os que estão instalados em Maceió. A cidade de Palmeira foi escolhida por apresentar crescimento contínuo e atrair diversas empresas.

Presente no mercado há 37 anos, o UniCompra é uma rede de supermercados genuinamente alagoana. Dispõe de 20 lojas distribuídas nas cidades de Arapiraca, Maceió, Palmeira dos Índios, São Miguel dos Campos, Barra de São Miguel e Caruaru. A rede destaca-se entre as 100 melhores empresas do Brasil no ramo de supermercados, em 15º lugar no Nordeste e ostenta o título de melhor Supermercado de Alagoas, segundo a Revista Super Hiper.

 

 

 


Pagamento do 7º lote do abono do PIS/Pasep começa nesta quinta

Cerca de 3,4 milhões de trabalhadores começaram a receber o pagamento do sétimo lote do abono salarial do PIS (Programa de Integração Social) e do Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) 2018-2019, ano-base 2017, nesta quinta-feira (17).

Podem receber o benefício os trabalhadores da iniciativa privada nascidos em janeiro e fevereiro e os servidores públicos com final de inscrição 5.

A estimativa da Secretaria do Trabalho do Ministério da Economia, é que mais de R$ 2,8 bilhões sejam pagos. As informações são da Agência Brasil.

Trabalhadores da iniciativa privada podem procurar a Caixa Econômica Federal. A consulta pode ser feita pessoalmente, pela internet ou pelo telefone 0800-726 02 07. Para servidores públicos, a referência é o Banco do Brasil, que também fornece informações pessoalmente, pela internet ou pelo telefone 0800-729 00 01.

Os correntistas da Caixa, instituição bancária responsável pelo pagamento do PIS (iniciativa privada), tiveram os valores depositados na terça-feira (15).

Tem direito ao abono salarial ano-base 2017 quem estava inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, trabalhou formalmente por pelo menos 30 dias em 2017, teve remuneração mensal média de até 2 salários mínimos e seus dados foram informados corretamente pelo empregador na Rais (Relação Anual de Informações Sociais).

O valor do benefício é proporcional ao tempo trabalhado formalmente em 2017. Assim, quem esteve empregado o ano todo recebe o valor cheio, equivalente a um salário mínimo (R$ 998). Quem trabalhou por apenas 30 dias recebe o valor mínimo, que é de R$ 84 -ou 1/12 do salário mínimo-, e assim sucessivamente.

Para os trabalhadores nascidos entre julho e dezembro, o abono salarial ano-base 2017 começou a ser pago em 2018. Os nascidos de janeiro a junho realizam o saque em 2019. O prazo final de recebimento para todos os trabalhadores favorecidos pelo programa é 28 de junho de 2019.


Fiscalização do trabalho recuperou R$ 5,2 bi de FGTS não recolhido

As equipes de fiscalização do então Ministério do Trabalho recuperaram R$ 5,2 bilhões que deveriam ter sido recolhidos por empregadores ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O valor foi o maior desde 2015.

Os dados foram divulgados pelo governo federal nesta terça-feira (15).

O resultado registrado em 2018 foi 23,6% superior ao ano anterior. Em 2017, o montante recuperado foi de R$ 4,23 bilhões, enquanto em 2016 o volume ficou em R$ 3,1 bilhões e em 2015, em R$ 2,2 bilhões.

No recorte geográfico, os maiores montantes recuperados foram em São Paulo, com R$ 961 milhões, quase 20% do total. Em seguida apareceram Rio de Janeiro, com R$ 460 milhões, Rio Grande do Sul, com R$ 326 milhões, e Minas Gerais, com R$ 269 milhões.

O recolhimento do FGTS é um direito dos trabalhadores e uma das obrigações de empregadores no caso de contratações com carteira assinada, temporários, avulsos, trabalhadores rurais e atletas. Para pessoas em atividades domésticas, o recolhimento do FGTS é opcional. O valor deve ser correspondente a 8% da remuneração paga no mês anterior.

O trabalhador pode acompanhar o depósito por meio do site da Caixa Econômica Federal. Caso identifique alguma irregularidade, pode denunciar ao sindicato ou ao Ministério Público do Trabalho.

A fiscalização era feita pelo Ministério do Trabalho. Com a extinção do órgão pelo atual governo, as funções foram repassadas ao Ministério da Economia.


Rua José e Maria Passos, nº 25 - Centro - Palmeira dos Índios - AL.

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