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Preço da gasolina cai 2% nas refinarias a partir deste sábado

A Petrobras anunciou, nesta sexta-feira (19), em sua página na internet, que o preço do litro da gasolina ficará 2% mais barato em média nas refinarias de todo o país a partir de amanhã, sábado (20).

Com a decisão, valor cairá de R$ 2,1490 – preço que vigorava desde o último dia 12 – para os R$ 2,1060 anunciado pela estatal para vigorar neste sábado.

O preço do litro do combustível atingiu maior valor nas refinarias no dia 14 de setembro último, quando a estatal passou a cobrar pelo litro da gasolina R$ 2,2514, preço que se manteve por 12 dias, até o dia 22 do mesmo mês, portanto por doze dias consecutivos.
A partir de então, o preço do litro da gasolina passou a registrar quedas consecutivas. No dia 25 de setembro, a estatal reduziu o preço do litro do procuto para R$ 2,2381, mantendo desde então uma tendência de queda no preço do litro da gasolina.

A última movimentação no preço do produto se deu no último dia 12 de outubro, quando o preço médio do litro nas refinarias passou a custar R$ 2,1490, preço que ficou estável por quatro dias consecutivos até o reajuste anunciado hoje e que passará a vigorar a partir de amanhã.

O óleo diesel cobrado nas refinarias está em R$ 2,3606, o litro, desde o dia 30 de stembro, quando foi reajustado. Antes custava R$ 2,2964.


Em uma semana, preço médio da gasolina sobe 1,53% nos postos alagoanos, diz ANP

O valor médio da gasolina comum vendida nos postos alagoanos subiu 1,53% na semana passada, na comparação com a semana anterior, segundo levantamento da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), divulgado nesta segunda-feira (01).

Realizado em 57 postos de combustíveis do Estado, o levantamento mostra que o preço médio do litro da gasolina comum passou de R$ 4,752 para R$ 4,825 de uma semana para outra.

Segundo os dados da ANP, o preço médio do combustível encerrou o mês de setembro com uma alta de 2,26%, saltando de R$ 4,718 na primeira semana do mês, para R$ 4,825. Em Delmiro Gouveia – município localizado a 291 km de Maceió – o preço médio da gasolina acumula alta de 7,46%. Na semana passada, o litro do combustível era comercializado nos postos do município a R$ 5,152, em média, atingindo, assim, o valor mais alto do Estado.

Em todo o País, o preço médio da gasolina comum subiu em 24 Estados e no Distrito Federal na semana passada. Na média nacional, os preços médios avançaram 0,95% entre as semanas, de R$ 4,652 para R$ 4,696. Apenas no Rio Grande do Norte e em Santa Catarina recuo na passagem da terceira para a quarta semana de setembro.

Etanol

O levantamento da ANP mostra também que o preço médio do etanol hidratado comercializado nos postos de Alagoas recuou 2,75% entre a terceira e a quarta semana de setembro, saindo de R$ 3,484 para R$ 3,388. No mês, o produto registra uma retração de 2,22%.

Nacionalmente, o preço do etanol hidratado subiu nos postos de 19 Estados brasileiros e do Distrito Federal na semana passada. Na média dos postos brasileiros pesquisados pela ANP, houve alta de 1,20% no preço do etanol na semana passada.

Vantagem

Com o recuo do biocombustível, a vantagem de abastecer o veículo com o produto em Alagoas ficou praticamente estável em relação a gasolina. Para saber se vale a pena abastecer com etanol, basta que o consumidor faça uma conta simples: a convenção é que o preço do álcool deve ser de até 70% o da gasolina, quer dizer, deve ser pelo menos 30% mais barato. No caso de Alagoas, o índice na semana passada foi de 70,21%.

Procon

Ontem, o órgão de defesa do consumidor (Procon) de Maceió divulgou pesquisa feita ao longo do mês de setembro, em 28 postos de combustíveis da capital alagoana. De acordo com o levantamento, o valor médio da gasolina passou a ser R$ 4,75, o etanol terminou o mês com média de R$ 3,45 e o diesel comum passa a ser vendido por R$ 3,77 em média. Já o diesel S-10 termina com a maior alta desde o início do ano, com média de R$ 3,80.


Postos reajustam preço e litro da gasolina aditivada chega a R$ 4,99

Os postos de combustíveis em diversos bairros de Maceió amanheceram, nessa quarta-feira (26), ofertando gasolina mais cara. O preço do litro da comum subiu para R$ 4,89, cerca de R$ 0,24 a mais que a média nacional, de R$ 4,65, calculada pela Agência Nacional de Petróleo (ANP). Na capital alagoana, a gasolina aditivada atingiu o valor de R$ 4,99 e a expectativa é que novos reajustes ocorram na próxima semana.

A reportagem da TV Gazeta esteve em alguns postos, constatando o aumento. Um dos que já estão praticando valor fica localizado na Avenida Fernandes Lima, no bairro do Farol. Na Serraria, também é possível encontrar combustível a esse preço. Em um deles, a gasolina chegou a ser vendida a R$ 4,71 na manhã dessa terça-feira (25).

Os preços começaram a ser reajustados à noite. Na parte baixa da cidade, ainda é possível encontrar combustível com preço mais baixo provavelmente porque ainda havia estoque nesses estabelecimentos. A previsão é que de que o aumento nesses locais não demore a acontecer.

Em Maceió, o preço praticado é um dos mais altos do Brasil. Isso se deve à carga tributária praticada em Alagoas, que interfere no valor final do produto previsto pela ANP.

 

Fonte: GazetaWeb


Petrobras tem queda de 5,1% na produção de petróleo em agosto

A produção total de petróleo e gás, incluindo líquidos de gás natural (LGN), atingiu, em agosto, 2,47 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed). Segundo a Petrobras, desse total, 2,35 milhões boed foram produzidos no Brasil e 116 mil boed no exterior. O resultado representa queda de 5,1% na comparação com o mês anterior, quando ficou em 2,60 milhões de barris de óleo equivalente por dia.

A produção total operada da Petrobras que corresponde à parcela própria e dos parceiros, alcançou 3,15 milhões boed. A maior parte, 2,99 milhões boed, foi no Brasil.

A companhia informou que a queda na comparação a julho ocorreu, principalmente, por causa da concentração de paradas programadas para manutenção de navios plataformas localizados no campo de Lula no pré-sal da Bacia de Santos. Houve paradas, ainda, nas plataformas P-25 e P-31, localizadas no campo de Albacora no pós-sal da Bacia de Campos. Além disso, teve interferência da continuidade da parada da plataforma de Mexilhão.

A produção própria de óleo no Brasil em agosto somou 1,92 milhão de barris de petróleo por dia (bpd), enquanto no mês anterior tinha ficado em 2,01 milhões bpd. A variação mensal correspondeu a uma queda de 4,9%.

A companhia afirmou que “mantém o seu compromisso com a meta de produção divulgada no Plano de Negócios e Gestão 2018-2022, tendo em vista o ramp-up de produção das plataformas que já iniciaram operação esse ano (P-74, no campo de Búzios, e FPSO Cidade de Campos, no campo de Tartaruga Verde e Mestiça) e o início da produção de novos sistemas previstos para o 4º trimestre de 2018”, apontou em nota.


Caixa começa a cobrar juros menores para financiamento imobiliário

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

Começam a valer nesta segunda-feira (24) as novas taxas de juros de financiamento imobiliário da Caixa Econômica Federal.

No último dia 14, o banco informou que reduziu em 0,75 ponto percentual as taxas de juros do crédito para compra de imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).

A redução vale para imóvel de até R$ 1,5 milhão. As taxas mínimas do SFI passam de 9,5% ao ano para 8,75% ao ano. E a taxa máxima cai de 11% para 10,25% ao ano.

A Caixa também informou também que, a partir de novembro, oferecerá um novo serviço de avaliações de imóveis, disponibilizando laudo diretamente para pessoas físicas e jurídicas.

Segundo o banco, o Caixa Avalia é uma plataforma que vai permitir a venda de avaliações pelo site com contratação 100% digital.

Em abril, a Caixa reduziu em até 1,25 ponto percentual as taxas de juros do crédito imobiliário para operações com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

O limite de cota de financiamento do imóvel usado subiu de 50% para 70%. A Caixa também retomou o financiamento de operações de interveniente quitante (imóveis com produção financiada por outros bancos) com cota de até 70%.

Em julho, o banco reduziu em média de 1 a 2 pontos percentuais ao ano as taxas do crédito imobiliário para pessoa jurídica.

Em agosto, promoveu uma redução de até 0,5 ponto percentual das taxas de juros do crédito imobiliário para operações com recursos do SBPE.

O limite de cota de financiamento de imóveis usados para pessoa física subiu de 70% para 80%.

A Caixa tem R$ 85 bilhões disponíveis para o crédito habitacional este ano. No primeiro semestre, foram contratados mais de R$ 40 bilhões.

O banco tem cerca de 70% das operações para aquisição da casa própria.

Operado com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o SFH financia imóveis de até R$ 800 mil em todo o país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde o teto corresponde a R$ 950 mil.

Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no SFI, que financia imóveis com recursos de poupança. Com informações da Agência Brasil.


Cotistas com menos de 60 anos têm última semana para sacar PIS/Pasep

Esta é a última semana para que todos os cotistas dos fundos dos programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) saquem o benefício fora dos critérios previstos em lei. O prazo termina na sexta-feira (28).

Conforme determina a Lei 13.677/2018, a partir do dia 29 de setembro os saques voltarão a ser permitidos somente para os cotistas que atendam a um dos critérios habituais: pessoas com 60 anos ou mais, aposentados, herdeiros de cotistas, pessoas em situação de invalidez ou acometidos por doenças específicas.

Cerca de R$ 17 bilhões já foram pagos aos trabalhadores que atuaram entre 1971 e 1988 na iniciativa privada (com carteira assinada) ou no serviço público, desde o início do processo de flexibilização dos saques do Fundo PIS/Pasep, em outubro de 2017, até agora. Do público potencial de 28,5 milhões de pessoas que havia em 2017, mais de 15,5 milhões de trabalhadores já receberam os recursos, ou seja, 55% do total.

As pessoas com menos de 60 anos representavam, em outubro de 2017, a maior parte dos cotistas do Fundo PIS/Pasep, somando 16,3 milhões de trabalhadores. De acordo com os últimos dados do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, até o último dia 16 cerca de 5,7 milhões de cotistas nessa faixa etária ainda não haviam se dirigido às agências da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil para buscar o benefício.

Divergências no cadastro

Dos R$ 17 bilhões já pagos aos cotistas, cerca de 8,5 R$ bilhões foram entregues aos trabalhadores por meio de depósito automático na conta corrente, ou seja, sem a necessidade de ir à agência bancária. De acordo com o Ministério do Planejamento, isso foi possível devido aos créditos feitos pelo Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal aos seus correntistas e a uma parceria envolvendo a Febraban, a Caixa, o Banco do Brasil e mais oito instituições: Bradesco, Itaú, Santander, Bancoob, Sicredi, Banestes, BRB e Mercantil.

Devido a questões de segurança e a divergências cadastrais, cerca de 5 milhões de cotistas com CPFs válidos não receberão os depósitos automáticos. Por isso, o ministério alerta que cotistas com menos de 60 anos, interessados em ter acesso imediato ao dinheiro, devem procurar as agências da Caixa e do Banco do Brasil até a próxima sexta-feira (28).

Quem tem direito

Para saber o saldo e se tem direito ao benefício, o trabalhador pode acessar os sites do PIS e do Pasep. Para os cotistas do PIS, também é possível consultar a Caixa Econômica Federal no telefone 0800-726-0207 ou nos caixas eletrônicos da instituição, desde que o interessado tenha o Cartão Cidadão. No caso do Pasep, a consulta é feita ao Banco do Brasil, nos telefones 4004-0001 ou 0800-729-0001.

Têm direito ao saque as pessoas que trabalharam com carteira assinada antes da Constituição de 1988. As cotas são os rendimentos anuais depositados nas contas de trabalhadores, instituídas entre 1971, ano da criação do PIS/Pasep, e 1988.

Quem contribuiu após 4 de outubro de 1988 não tem direito ao saque. Isso ocorre porque a Constituição, promulgada naquele ano, passou a destinar as contribuições do PIS/Pasep das empresas para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que paga o seguro-desemprego e o abono salarial, e para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).


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