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Votação da Previdência na próxima semana ‘está garantida’, diz Onyx

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(Imagem da internet)

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse ao blog que a votação da reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara está “garantida” para a semana que vem.

“Não é será. Está garantida. O que a gente combinou, e eu tenho falado com muita gente, é que vai ser semana que vem”, afirmou.

O ministro afirmou que se reuniu na manhã de quarta-feira (17) com o secretário de Previdência, Rogerio Marinho.

Indagado se trataram de concessões que o governo aceita fazer no texto da reforma da Previdência, ele disse que o mérito só será discutido na comissão especial criada para detater o tema – na CCJ, os deputados vão decidir se a proposta cumpre os requisitos constitucionais.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, disse ao blog que a comissão especial só deve funcionar “para valer” a partir de 7 de maio. Para Onyx, se a primeira sessão já estiver contando, ele não vê problemas. “Sem estresse, está tudo dentro do cronograma”.

Segundo Maia, faltou articulação do governo a fim de garantir a aprovação da reforma na CCJ na quarta-feira. O deputado avaliou como um “erro” o adiamento do texto.

O adiamento foi motivado por movimentações de deputados do chamado “Centrão”, que cobram cargos e emendas em troca de votos pela reforma da Previdência.

O ministro da Casa Civil negou ao blog que o governo esteja discutindo ministérios com os partidos, em troca do apoio.

Mas disse que o Planalto segue o cronograma de receber demandas regionais dos parlamentares para, dentro dos critérios técnicos, fazer indicações de segundo e terceiro escalão.

Fonte: G1 Globo


Caminhoneiros criticam alta do diesel e ameaçam greve em 10 dias.

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Bloqueio em greve dos caminhoneiros de 2018: categoria planeja nova paralisação / Foto: Leonardo Benassatto/Reuters

Grupo de caminhoneiros critica o aumento de dez centavos de real no valor do diesel anunciado nesta quarta feira, 17, pela Petrobras. Há ameaças de paralisação em todo o país em um prazo de, no máximo, dez dias.

“Esse governo está louco”, afirma o caminhoneiro Wanderlei Alves, conhecido como Dedéco, que foi considerado um dos líderes da greve de 2018. Segundo ele, dez centavos não é pouco para a categoria. Ele exemplifica dizendo que gasta 9.000 mil litros em combustível por mês e, com o aumento de dez centavos, o custo subirá em 900 reais.

“Eu deixei as minhas intenções bem claras para o governo federal. A paralisação estava marcada para o dia 21 de maio, mas, se houvesse aumento no preço do combustível, íamos parar tudo antes”, afirma Dedéco. Ele acrescenta que, se fosse por ele, a paralisação começaria já na segunda-feira, 22, mas, como o grupo precisa decidir em conjunto, o prazo não passaria de dez dias.

A solução defendida pelo caminhoneiro para o problema seria estagnar o preço do diesel até que haja um piso mínimo para o frete. “O preço do combustível sobe e o frete não. A conta não fecha.”

Ele ainda afirma que a liderança dos caminhoneiros que está em contato com o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, não representa a classe. “Muitos deles nem têm caminhão. Eles não sabem o que é viver como a gente.”

Reajuste do diesel

Após a interferência da semana passada de Jair Bolsonaro na política de preços da Petrobras, que fez a companhia voltar atrás no reajuste divulgado, o presidente da companhia, Roberto Castello Branco, anunciou nesta quarta-feira, 17, aumento de R$ 0,10 no preço do diesel nas refinarias, para, em média, 2,2470 reais o litro. O novo valor já entra em vigor a partir desta quinta-feira, 18.

O reajuste é de 4,8%, em média, abaixo dos 5,7% que foram anunciados na semana passada e depois cancelados. Naquele dia, o aumento seria de R$ 0,12 –de 2,1432 reais para 2,2662 reais por litro. Segundo Castello Branco, a alta foi menor porque o frete marítimo caiu.

Questionado sobre o reajuste no diesel impactar na decisão dos caminhoneiros de fazer nova greve, Castello Branco afirmou que foi justamente essa preocupação que o fez adiar o ajuste na semana passada. “Todos nós sofremos com a greve dos caminhoneiros no ano passado. Foi com base nisso que sustei o ajuste”, disse.

Entenda o caso

Na quinta-feira, 12, a Petrobras anunciou um reajuste de 5,7% no preço do óleo diesel, mas mudou de ideia horas depois. A alta no preço do combustível seria a maior desde que os presidentes da República, Jair Bolsonaro, e da petroleira, Roberto Castello Branco, assumiram os cargos, e mediante a tensão com os caminhoneiros, Bolsonaro admitiu ter ligado para Castello Branco para conversar sobre o valor. Um dia após o episódio, as ações da Petrobras despencaram e a estatal perdeu 32 bilhões de reais em valor de mercado em apenas um dia.

No mês passado, a Petrobras, a pedido do governo diante de ameaça de greve dos caminhoneiros, estendeu o prazo de reajuste do combustível. A companhia se comprometeu a não fazer reajustes inferiores a 15 dias. Anteriormente, a empresa adotava uma política de mantê-los estáveis por curtos períodos de tempo de até sete dias.

A Petrobras tem informado que sua política de preços busca a paridade de importação, tendo como referência indicadores internacionais como câmbio e petróleo, em busca de rentabilidade. Eventuais perdas com a manutenção dos preços seriam evitadas com hedge.

Fonte: Veja.com


Governo não vai manipular preço do diesel, diz Guedes.

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ministro da Economia, Paulo Guedes

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse hoje (16) que o governo está comprometido em não manipular preços e em aumentar a transparência da Petrobras. Ele e o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, explicaram ao presidente Jair Bolsonaro, em reunião do Palácio do Planalto, como funciona o processo de formação de preços dos combustíveis.

Em coletiva de imprensa após a reunião, Guedes alertou que um eventual congelamento de preços colocaria em risco os futuros leilões de gás e petróleo, inclusive do excedente de barris da camada pré-sal.

“Quem estabelece as práticas de preço é a Petrobras. A maior demonstração que podemos dar de que foi uma reunião de esclarecimento é que não saímos com preço [dos combustíveis] fechado. O presidente da Petrobras tem o encargo de tornar cada vez mais transparente a política de preços O que está claro é que tem uma dimensão econômica a ser respeitada para não colocar em risco nossos leilões”, declarou Guedes, em sua primeira entrevista coletiva desde que assumiu o cargo.

ministro da Economia, Paulo Guedes

Segundo Bento Albuquerque, o presidente “foi esclarecido” sobre o assunto e a definição sobre qual será o percentual reajuste no preço do combustível, e quando ele será aplicado, são decisões exclusivas da Petrobras. “Desde 2002, o preço do mercado de combustíveis é livre e quem vai tratar desse assunto é a Petrobras”, afirmou.

Na semana passada, a Petrobras havia anunciado um reajuste de 5,74% do no preço do óleo diesel nas refinarias, mas a medida foi suspensa a pedido do presidente da República. Segundo o governo, Bolsonaro queria entender aspectos técnicos da decisão da Petrobras. Após a decisão de suspender o reajuste do diesel, ocorrida na última sexta-feira (12), houve queda das ações da petroleira na Bolsa de Valores de São Paulo, que registraram desvalorização de 8,54%.

Guedes manifestou confiança em Bolsonaro e negou qualquer mudança na regra de reajuste de preços. Segundo o ministro, a decisão do presidente de suspender o reajuste no diesel foi motivada por preocupações políticas e com uma possível greve de caminhoneiros.

FOTO: VALTER CAMPANATO/AGÊNCIA BRASIL

“Acho que o presidente da República tem uma preocupação maior do que apenas a preocupação do mercado. Tenho que reconhecer que o presidente representa 200 milhões de pessoas e que ele pode estar preocupado com uma greve. Tenho total confiança no presidente. Se fosse regra nova, mudança de política, ele teria falado comigo. A preocupação do presidente é legítima”, ressaltou o ministro.

Em maio do ano passado, a alta no preço do diesel levou à paralisação da categoria, afetando a distribuição de alimentos e outros insumos, o que causou prejuízos a diversos setores produtivos.

O ministro de Minas e Energia ressaltou que o preço definido pela Petrobras incide nas refinarias e corresponde a 54% do valor final do que é vendido nas bombas. A formação final do preço, segundo ele, ainda inclui impostos federais e estaduais. Bento Alburqueque argumentou também que os preços cobrados no país estão abaixo da média mundial. “Hoje, o valor do diesel no Brasil, praticado na bomba, é 12%, em média, abaixo do que é praticado no mundo. O Brasil é o 102º país no preço do diesel, em comparação com 165 países que têm o acompanhamento do preço do diesel”, afirmou.

No mês passado, a Petrobras já havia anunciado mudança na periodicidade do reajuste do diesel vendido para as refinarias, que passaria a ocorrer em intervalos não inferiores a 15 dias, como forma de minimizar a oscilação de preços.

Monopólios

O ministro Paulo Guedes reiterou que, no médio prazo, o governo pretende fazer privatizações no setor de distribuição de petróleo e gás e mudar a regulamentação para atacar monopólios e cartéis no mercado de energia. Segundo ele, essas mudanças vão tornar a energia mais barata nos próximos anos.

“Nossa convicção é de que vamos para um choque de energia barata, não só no petróleo, mas também no gás. Precisamos tirar esse problema do colo do governo, algo que existe no Brasil por conta de monopólios”, acrescentou.

Indexação

Ainda segundo Paulo Guedes, o governo estuda medidas de compensação da oscilação do preço do diesel para os caminhoneiros. Uma delas seria a indexação da tabela do frete ao preço do combsutível, como ocorre nos Estados Unidos. “Essa solução americana, de indexar o preço do frete ao diesel, está sendo analisada também”, disse.

Mais cedo, o governo anunciou um pacote de medidas para atender o setor de transporte de cargas do país. Uma delas é a oferta, pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), de uma linha de crédito especial para caminhoneiros autônomos, no valor total de R$ 500 milhões. Os recursos deverão ser usados para aquisição de pneus e manutenção dos veículos.

Outra medida anunciada pelo governo federal foi recomposição de R$ 2 bilhões do orçamento do Ministério da Infraestrutura para a conclusão de obras de pavimentação e manutenção de rodovias.


Bolsonaro e Petrobras se reúnem para debater preços

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(imagem da internet)

Depois de uma queda de quase 8% no valor das ações ordinárias da Petrobras e de uma perda de 32,4 bilhões de reais em valor de mercado, o presidente Jair Bolsonaro convocou para esta terça-feira, 16, uma reunião com ministros do governo e executivos da companhia. O plano do presidente é usar o encontro de hoje para entender os cálculos que levaram ao aumento de 5,7% no preço do diesel, contrariando, assim, a política de não-intervenção de seu próprio governo.

Além de Bolsonaro e do chefe da pasta de economia, Paulo Guedes, a reunião desta terça-feira também contará com a presença de membros da equipe técnica da Petrobras, do presidente da petroleira, e dos ministros da infraestrutura, Tarcísio Freitas, e de Minas e Energia, Bento Albuquerque. Assim que o veto começou reverberar no mercado na última sexta-feira, Bolsonaro reiterou que “não é economista” e que a companhia terá que o convencer sobre da necessidade do reajuste.

Paulo Guedes, Ministro da economia – Foto: Imagens da Internet

Ontem, num exercício de retórica pouco convincente, Roberto Castello Branco, presidente da Petrobras, afirmou que a empresa é “livre” para definir seus preços, mas que o governo alertou, na semana passada, para os riscos do reajuste do diesel. Aconselhado pelo ministro da Casa Civil Onyx Lorenzoni, Bolsonaro justificou seu veto como uma tentativa de evitar uma novas mobilizações por parte dos caminhoneiros. Em 2018, uma alta semelhante levou a uma greve que paralisou o país por vários dias e trouxe um imenso prejuízo aos cofres públicos.

Segundo o jornal O Globo, o governo deve anunciar nesta terça-feira um pacote de medidas para contentar os caminhoneiros. Entre elas estão uma linha de crédito especial do BNDES, obras de infraestrutura em estradas e maior fiscalização para o cumprimento da tabela do frete, uma invenção brasileira que tira a competitividade de toda a cadeia produtiva nacional.

 

 

 

 

 

Fonte: 7 Segundos


Mega-Sena acumula e prêmio será de R$ 52 milhões na quarta-feira.

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Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2142 da Mega-Sena, que correu neste sábado. O sorteio foi realizado em Botucatu, no interior de São Paulo. De acordo com a Caixa, o prêmio acumulado para o concurso da próxima quarta-feira é de R$ 52 milhões.

Os números sorteados foram: 07-40-44-50-52-57

No sorteio deste sábado, 65 apostas acertaram a quina e garantiram prêmio de R$ 55.484,51. Outras 5028 bilhetes cravaram a quadra e poderão ser trocados por R$ 1.024,68.

 

 

Fonte: Diario Arapiraca.


Mega-Sena pode pagar R$ 45 milhões neste sábado.

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(imagem da internet)

O concurso 2.142 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 45 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília) deste sábado (13) em Botucatu (SP).

Para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet.A aposta mínima custa R$ 3,50.


Rua José e Maria Passos, nº 25 - Centro - Palmeira dos Índios - AL.

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