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O Retorno de Mary Poppins

Numa Londres abalada pela Grande Depressão, Mary Poppins (Emily Blunt) desce dos céus novamente com seu fiel amigo Jack (Lin-Manuel Miranda) para ajudar Michael (Ben Whishaw) e Jane Banks (Emily Mortimer), agora adultos trabalhadores, que sofreram uma perda pessoal. As crianças Annabel (Pixie Davies), Georgie (Joel Dawson) e John (Nathanael Saleh) vivem com os pais na mesma casa de 24 anos atrás e precisam da babá enigmática e o acendedor de lampiões otimista para trazer alegria e magia de volta para suas vidas.

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  • Dub – 13h, 15h40, 18h20
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Cinemas de Alagoas têm estreia de ‘O Chamado do Mal’

O Chamado do Mal

Gênero: Terror / Duração: 92 min / Classificação: 14 anos

Um professor universitário e sua esposa, que estão prestes a ter um bebê, serão os responsáveis por um ato com consequências horrendas: eles liberam, involuntariamente, uma entidade maligna com pretensões perigosas. A sinopse oficial ainda não foi divulgada.

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Cinemas de Alagoas têm estreia de ‘Robin Hood: A Origem’; veja horários das sessões

Robin Hood – A Origem

Gênero: Ação / Duração: 117 min / Classificação: 14 anos

A origem da famosa lenda sobre o ladrão que rouba dos ricos para dar aos pobres. Robin Hood (Taron Egerton) volta das Cruzadas e surpreende-se ao encontrar a Floresta Sherwood infestada de criminosos, no mais completo caos. Ele não deixará que as coisas permaneçam desse jeito.

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  • Dub – 16h, 21h10
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Bernardo Bertolucci, cineasta italiano, morre aos 77 anos

O cineasta italiano Bernardo Bertolucci, diretor de filmes como o polêmico “O último tango em Paris” (1972), o premiado “O último imperador” (1987) e “Os sonhadores” (2003), morreu nesta segunda-feira (26) aos 77 anos.

De acordo com a imprensa italiana, de estava em casa, em Roma, mas a causa da morte não foi revelada. O jornal “Corriere Della Sera” cita “uma longa doença”.

Considerado o último grande mestre do cinema italiano, Bertolucci fez ainda obras-primas como “Antes da revolução” (1964), “1900” (1976), “O conformista” (1970).

Com”O último imperador” (1987), levou o Oscar de melhor diretor (é o único italiano a ter levado o prêmio), melhor filme e melhor roteiro. O longa faturou, ao todo, nove estatuetas. Em maio de 2011, ele recebeu uma Palma de Honra, no Festival de Cannes, pelo conjunto de sua obra.

Polêmica

Marlon Brando e Maria Schneider em 'O último tango em Paris'  — Foto: Reprodução

Nos últimos anos, o diretor vinha sendo alvo de críticas após ter vindo à tona um vídeo no qual ele admitiu ter filmado uma cena de sexo não consentida em “O último tango em Paris”.

No vídeo gravado originalmente em 2013 mas republicado por uma ONG espanhola no final de 2016, Bertolucci conta que a atriz Maria Schneider (1952-2011), na época com 19 anos, não sabia o que aconteceria em uma cena na qual Marlon Brando (1924-2004) )usa manteiga como lubrificante.

A sequência é uma das mais famosas e polêmicas da história do cinema, e intensificou a censura ao longa ao redor do mundo. “O último tango em Paris” teve duas indicações ao Oscar: melhor diretor e melhor ator (para Brando).

“A sequência da manteiga foi uma ideia que tive com Marlon na manhã anterior à filmagem”, lembrou o diretor. “Fui horrível com Maria, porque não lhe disse o que iria acontecer”. De acordo com ele, a intenção era fazer Schneider reagir “como uma menina, não como um atriz”.

No vídeo, Bertolucci conta ainda que não voltou a ver a atriz depois das gravações do filme, porque “ela o odiava”. O diretor afirmou na época sentir-se culpado pelo episódio, mas não arrependido. “Para fazer filmes e obter algo, às vezes precisamos ser completamente frios.”

Em uma entrevista de 2007 ao tabloide britânico “Daily Mail”, Schneider afirmou que se sentiu humilhada e “um pouco estuprada” durante as filmagens. A atriz contou que a cena não estava no roteiro original e que foi informada sobre o conteúdo pouco antes da filmagem, mas disse que não não houve sexo real.

“Marlon me disse: ‘Maria, não se preocupe, é só um filme’. Mas durante a cena, mesmo que o que Marlon estava fazendo não fosse real, eu estava chorando lágrimas de verdade”, lembrou.

“Eu estava com tanta raiva. Eu deveria ter ligado para o meu agente ou ter pedido que meu advogado fosse ao set porque você não pode forçar alguém a fazer algo que não está no roteiro, mas na época eu não sabia disso.”

Poeta

O diretor italiano Bernardo Bertolucci — Foto: Reuters

Bernardo Bertolucci nasceu em 16 março de 1941, em Parma. Seu pai, Attilio, era professor de história da arte, poeta, escritor e crítico de cinema.

Influenciado por Attilio, o próprio Bernardo começou a carreira artística também como poeta (chegou a ganhar prêmios literários). Cursou Literatura Moderna na Universidade de Roma, mas depois optou por se dedicar ao cinema.

Inicialmente, trabalhou como assistente de direção do cinesta e escritor Pier Paolo Pasolini (1922-1975) no filme “Accatone – Desajuste social” (1961).

Foi também por influência de Pasolini que Bertolucci dirigiu seu primeiro longa , “A morte” (1962). com 21 anos, fez uma estreia com críticas negativas. O segundo filme, porém, “Antes da revolução” (1964), foi melhor.

Da produção inicial, outros destaques foram “O conformista” (1970), que rendeu indicação ao Oscar de melhor roteiro adaptado, e “A estratégia da aranha” (1970).

Nos anos 1970, além de “O último tango…”, dirigiu “1900”( 1976), que tem no elenco grandes nomes, como Robert De Niro, Burt Lancaster, Gérard Depardieu e Donald Sutherland.

Ao longo das décadas seguintes, Bertolucci lançou filmes que aumentaram sua popularidade e novamente com elencos estrelados, caso de “O céu que nos protege” (1990), com John Malkovich e Debra Winger, e “O pqueno Buda” (1993), protagonizado por Keanu Reeves. Em “Beleza roubada” (1996), dirigiu Jeremy Irons e a então novata Liv Tyler.

Já neste século, uma de suas obras mais conhecidas é “Os sonhadores” (2003), com Eva Green, Louis Garrel e Michael Pitt vivendo três jovens em Paris durante o maio de 1968.

O último longa de Bernado Bertolucci é “Eu e você” (2012).


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