Após achado de ossada, familiares de jovens desaparecidos irão ao IML para exame de DNA

Após uma ossada humana ter sido encontrada na semana passada, os familiares dos jovens Brunildo Matias Vitor Silva, 22, Maxsuelto Fernandes Tenório, 20, e Elton Carlos Nascimento Lino, 25, desaparecidos desde o dia 30 de março deste ano, foram convocados a comparecer ao Instituto de Medicina Legal (IML) para realizar a coleta de material biológico com o intuito de realizar a identificação da possível vítima.

Segundo informações do delegado Robervaldo Davino, titular do 6º Distrito Policial, já foi solicitada a Perícia Oficial a realização do exame de DNA na ossada encontrada.

“Um homem que realiza coleta de materiais para artesanato encontrou na terça-feira, 30, nas imediações da Avenida Pierre Chalita uma mandíbula humana. Após o caso, fomos ao local e verificamos que existiam mais ossos. A área é próxima ao local em que os três jovens desapareceram.

Então, a família foi convocada para que seja realizada a comparação do material genético. Não sabemos ainda se os ossos encontrados são da mesma pessoa ou de pessoas diferentes”, informou o delegado.

Ainda conforme dados do delegado, o Instituto de Criminalística ainda não deu prazo para a conclusão das análises. Davino não descartou a possibilidade do local onde a ossada foi encontrada ser um cemitério clandestino.

No dia 30 de março, os três jovens desapareceram quando saíram de casa no Conjunto Selma Bandeira, Benedito Bentes, para buscar coco em uma mata no bairro da Serraria. Após o sumiço dos jovens, equipes do Corpo de Bombeiros realizaram buscas pela região a fim de encontrar os desaparecidos, mas os trabalhos foram finalizados sem nenhuma pista. Apenas uma sandália foi encontrada pelos parentes, que ajudaram nas buscas.

Na ocasião, pelo menos 15 pessoas prestaram esclarecimentos e duas linhas de investigações ainda estão sendo cogitadas.


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