Acadêmicos de enfermagem realizam cerimônia da lâmpada em Palmeira dos Índios

Por Cayo César

A tradição passada de ano em ano foi um marco novamente para o curso de Enfermagem da Faculdade CESMAC do Sertão.

 

A Cerimônia da Passagem da Lâmpada é uma homenagem à Florence Nightingale. A história conta que na Guerra da Criméia a enfermeira tratava os soldados feridos oferecendo-lhes palavras de apoio para que tivessem o conforto necessário para sua recuperação. As visitas eram feitas durante a escuridão nas noites, onde ela levava sua lâmpada de azeite. Essa rotina concedeu à Florence o título de ‘dama da lâmpada’, e marcou a profissão, que passou a usar a lâmpada como seu símbolo.

 

Todos os anos o curso de Enfermagem realiza a passagem da chama. O evento tem como objetivo transmitir experiências para os futuros profissionais. A chama de fogo contém simbolismo milenar e a passagem da lâmpada de um acadêmico para outro demonstra a continuidade da assistência de enfermagem.

 

Os professores Marisete, Hugo de Lira, Mosabelle Brasileiro, Dalmarcia, Rudja e Yolanda acompanhados da Coordenadora de Enfermagem, Alayde Ricardo, participaram da cerimônia. De acordo com a professora de enfermagem, Enf. Mosabelle Brasileiro, a simbologia da lâmpada deve ser sempre relembrada pelos acadêmicos, futuros profissionais, do carinho, atenção e do cuidado que o enfermeiro deve ter ao tratar seus pacientes. “De acordo com a missão do CESMAC, os alunos possuem a responsabilidade de serem agentes de transformação no seu espaço de atuação profissional. A passagem da lâmpada é um momento muito especial e representativo, que simboliza essa transição da área de atuação e o comprometimento com a qualidade da saúde”.

 

No Brasil, a Cerimônia de Passagem da Lâmpada remonta a 1925, ano em que ocorreu a formatura da primeira turma de enfermeiras do Departamento Nacional de Saúde Pública, no Instituto Nacional de Música, quando a lâmpada acesa passou de mão em mão entre as alunas dos anos anteriores até chegar às mãos das formandas da turma denominada “As Pioneiras”. Desde então vem sendo uma representação constantes nos ritos da profissão.

 


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