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Com mais de 50 anos de existência, pesquisa mostra Rádio Sampaio líder de audiência

A pesquisa realizada por duas empresas diferentes Star News e Objetiva Pesquisas, referente ao ano de 2017, aponta que a Rádio Sampaio é líder de audiência.

Dados da pesquisa realizada pela Star News Pesquisa e Publicidade

Cayo César

Há 53 anos, a rádio Sampaio vem alegrando a rotina dos alagoanos e novamente foi eleita a emissora, entre as de frequência FM, de maior sucesso na cidade. A pesquisa da Star News e Objetiva Pesquisa referente ao ano de 2017, aponta que a rádio é líder de audiência durante toda a programação. No questionário, a primeira pergunta que fazem ao ouvinte é qual a rádio que mais ouve. “Para a gente, é muito significativo. Porque em outros tipos de pesquisa, a TV está ligada, mas a pessoa não tem aquela afinidade toda. No caso do rádio não, é o que vem na mente do nosso público”, comenta Gileninho Sampaio, diretor presidente.

O sucesso, segundo Gileninho, vem de uma programação mais próxima das pessoas. “Disponibilizamos diversão, informação e prestação de serviço. Falamos do trânsito, vagas de emprego, racionamento. Nosso maior orgulho é saber que somos a rádio do coração das pessoas”, afirma. Hoje, a Rádio Sampaio é a emissora que mais investe em tecnologia. “E, nos próximos meses, investiremos ainda mais”, diz.
Outro sucesso entre os ouvintes é o  programa de jornalismo, “Nosso Encontro“, que tem como âncora o Radialista Edvaldo Silva e os repórteres Rafael Santos e Niraldo Correia e João Euder  na produção, que levam a população informações do dia a dia de Palmeira dos Índios e região, como operações policias, prisões, acidentes, cronograma de água, ações sócias e muitas outras. Além disso o jornalismo da Rádio Sampaio serve de pauta para sites de notícias como por exemplo o SampaioWeb e o F5 Alagoas da jornalista Roberta Sampaio.
A Sampaio tem o maior alcance e a maior cobertura, atingindo mais de 40 cidades. Com uma programação eclética agradando todos os gostos, instiga a interatividade e faz inúmeras promoções. Por conta disso, é líder em todos os segmentos com uma programação de 24 horas disponível no rádio, na internet, no Rádios Net e nos smartphones.

Operação resulta em duas mortes, três feridos e apreensão de armas em Arapiraca

Uma operação desencadeada pela Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic) deixou dois mortos e três suspeitos presos na cidade de Arapiraca. Além disso a polícia apreendeu uma quantia em dinheiro, armas de diversos calibres, inclusive de uso restrito, como .45, fuzil .762, pistola 9mm. Também foram apreendidos armamentos de calibre .40, .38, .22 e .12; mais de mil munições, incluindo de metralhadora; um silenciador; uma mira a laser e explosivos.

Os mortos foram identificados como José Edson Calixto da Silva, 24 anos, e Fábio Júnior Félix, 37 anos. Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) da cidade. A Polícia Civil ainda não confirmou os nomes dos presos, mas segundo informações aponta que um dos presos seria um policial militar.

A operação aconteceu na zona rural de Arapiraca e também teve a participação do Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc) do Ministério Público Estadual. O objetivo era desarticular uma quadrilha envolvida em roubos a bancos em Alagoas e em outros estados do Nordeste

O material apreendido foi encaminhado à Central de Polícia da cidade.


Unidade de Emergência do Agreste divulgou relatório de atendimento do último final de semana

Unidade de Emergência do Agreste
O Hospital de Emergência Daniel Houly (HEDH), em Arapiraca, registrou 232 atendimentos de sábado (27) até as primeiras horas desta segunda-feira (29).
Os casos que mais chamaram a atenção foram os atendimentos a 65 pessoas vítimas de queda da própria altura e 56 pessoas atendidas por conta de colisões e quedas de motos.
O hospital também registrou um atendimento por agressão com arma de fogo e um atendimento a vítima de agressão com arma branca (faca/facão).
Oito pessoas chegaram ao hospital por conta de picada de escorpião.
Dos 232 pacientes que deram entrada no Hospital de Emergência do Agreste, no sábado até a madrugada desta segunda-feira, 214 pacientes receberam alta médica, uma pessoa faleceu por conta de acidente no trânsito e 17 pessoas continuam internadas e em observação médica.
Fonte: Assessoria

Motociclista fica ferida após atropelar cachorro em Arapiraca

Uma motociclista ficou ferida após atropelar um cachorro, neste domingo (28), em uma rua projetada localizada no bairro Canafístula, em Arapiraca.

De acordo com informações de testemunhas, a vítima, identificada como “Graça”, estava com uma filha de 14 anos em uma motocicleta Honda Biz, de cor preta, quando se deparou com um cachorro que cruzou a rua repentinamente. A condutora da motocicleta não conseguiu desviar, ocasionando a colisão.

Graça é proprietária de uma avícola na região e teve lesões na perna esquerda. Ela foi socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), mas passa bem. Sua filha teve apenas pequenos arranhões.

Já o animal fugiu do local e não foram informadas suas características.


FPI do São Francisco apreende 1,4 tonelada de carne vencida em Arapiraca

Apreensão ocorreu numa unidade de beneficiamento de produtos; estabelecimento foi interditado por fiscais

Nessa terça-feira (16) à noite, agentes da Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) do São Francisco apreenderam 1,4 tonelada de carcaças suínas com prazo de validade vencido ou sem identificação de origem. A apreensão ocorreu numa unidade de beneficiamento de produtos cárneos, localizada no bairro Caititus, em Arapiraca.

No local, que foi interditado, a força-tarefa também encontrou carne que só poderia ser vendida no estado de Goiás e até mesmo peças sem rótulos.

A ação teve como motivação uma denúncia recebida pelo Batalhão de Policiamento Ambiental do Estado de Alagoas. Segundo a representação, um estabelecimento clandestino de produtos de origem animal realizava a distribuição da carne para localidades de Arapiraca.

Ao entrar na unidade, a força-tarefa encontrou um ambiente repleto de carcaças, cortes, vísceras, miúdos de suínos e bovinos com diversos problemas e possivelmente destinadas ao consumo humano.

“Certamente seriam comercializadas porque ninguém gasta energia com câmara fria para manter essas carnes e depois jogar fora depois”, avaliou um fiscal da Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária de Alagoas (Adeal).

Carne apreendida durante FPI do São Francisco estava congelada

FOTO: Cortesia/MPE

 

Produção de linguiça

Para o agente público, há indícios de que o material apreendido seria processado e transformado em embutidos: “No local, havia todos os itens necessários para isso: carne, condimentos, envoltórios e maquinário específico. Por essa razão, entende-se que a unidade pode estar fabricando linguiça”.

Além dos produtos clandestinos, outro aspecto que chamou a atenção da fiscalização foi a procedência de parte das carnes. Algumas peças tinham selo da agência de fiscalização do Estado de Goiás, que só permite a comercialização delas lá.

Conhecido até pouco tempo atrás como entreposto de carnes, a empresa responderá pela falta dos registros sanitários necessários à industrialização, manipulação e/ou processamento de produtos de origem animal, a exemplo do registro no Ministério da Agricultura e na Adeal, que multou o proprietário.

A unidade de beneficiamento de carne de produtos cárneos também recebeu autos de infração do Instituto de Preservação do Meio Ambiente de Alagoas (IMA) e do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea/AL) pela falta de licença ambiental e de anotação de responsabilidade técnica, respectivamente.

Material apreendido seria utilizado para produção de embutidos

FOTO: Cortesia/MPE

 


FPI interdita fábrica de cerâmica e apreendem 830 kg de queijo em laticínio

Funcionários trabalhando de forma precária e a falta de documentação para regularizar o funcionamento foram os principais fatores que levaram a Fiscalização Preventiva e Integrada (FPI) do São Francisco a autuar e interditar a Cerâmica Arapiraca, localizada no Povoado Baixo Capim, na zona rural de Arapiraca. A ação aconteceu nesta segunda-feira (15).

De acordo com técnicos da FPI, o local estava operando sem licença ambiental e descumprindo regras do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia em Alagoas (Crea/AL).

Outro agravante identificado pelos servidores públicos foi a extração de madeira não regulamentada. A cerâmica possui três áreas de extração e apenas uma está regular. Uma segunda não está em funcionamento, mas descumpre a plano de recuperação de área degradada.

“Foi um dos piores alvos que já encontrei nas fiscalizações. Além de estar atuando sem um responsável técnico, sem registro no Crea/AL, os funcionários estavam sem os equipamentos de proteção individuais [EPIs]. A cerâmica operando, produzindo muita poeira. Os trabalhadores estavam sem máscaras, usando bermudas e sem proteção ocular”, criticou o coordenador da equipe.

A Cerâmica Arapiraca foi multada em R$ 55.031,62 devido às irregularidades identificadas pelos agentes da FPI.

Fiscais flagraram trabalhadores de fábrica em situação precária

FOTO: Assessoria

 

Laticínios

Em Major Izidoro, a força-tarefa interditou um laticínio e multou em R$ 8.258,60 seu proprietário por ausência de registro nos órgãos sanitários oficiais. Já num segundo laticínio, foram apreendidos 830 quilos de queijo coalho, 150 quilos de creme de leite e seis quilos de manteiga. Por desobedecer ou inobservar às exigências dos órgãos de controle, o responsável do estabelecimento terá de pagar mais de R$ 50 mil em multa.

Fiscais interditam laticínio que estava em condições precárias

FOTO: Assessoria

 

“Aplicamos um dos autos de infração em virtude do laticínio deixar de cumprir as normas sanitárias relativas ao funcionamento e à higiene das instalações, equipamentos, utensílios e trabalhos de manipulação e preparo de matérias-primas e produtos. O empreendimento também não cumpriu os prazos previstos em seus programas de autocontrole e nas respostas ao serviço de inspeção no que se refere a plano de ações, fiscalizações, autuações, intimações e notificações”, explicou um técnico da Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária de Alagoas (Adeal).

Entre as demais irregularidades identificadas nos empreendimentos e em outros dois laticínios, encontram-se ausência de inscrição no cadastro técnico federal, falta de licença ambiental, lançamento de efluente líquido no solo e descarte irregular de resíduos da produção, a exemplo do soro do leite. Além deles, consta ainda a ausência de registro no Conselho Regional de Medicina Veterinária em Alagoas e responsável técnico para o exercício da profissão.

Bichos atacam alimentos dentro de laticínio em Major Izidoro

FOTO: Assessoria

 

Na esfera criminal, os proprietários dos laticínios também terão de responder por causar poluição que resulte ou possa resultar em danos à saúde humana e por fazer funcionar estabelecimento potencialmente poluidor sem licença ou autorização dos órgãos competentes.

Leite armazenado de forma irregular dentro de laticínio em Major Izidoro

FOTO: Assessoria

 

Alimentos estragados foram detectados durante FPI do São Francisco

FOTO: Assessoria

 

Bichos atacam equipamentos dentro de laticínio em Major Izidoro

FOTO: Assessoria

 

Apreensão de lenha nativa

Ainda no Povoado Baixo do Capim, em Arapiraca, a FPI do São Francisco apreendeu 43m³ de lenha de mata nativa numa propriedade rural. O Instituto do Meio Ambiente de Alagoas aplicou uma multa de R$ 12.900,00 ao proprietário, que ficou como depositário fiel do material apreendido. Ele tem 20 dias para recorrer do auto de infração na sede do órgão público, em Maceió.


Rua José e Maria Passos, nº 25 - Centro - Palmeira dos Índios - AL.

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