Servidores da Uncisal são novamente impedidos de atuar em Centro de Reabilitação

| Redação Rádio Sampaio


A polêmica sobre o uso do Centro Especializado em Fisioterapia e Reabilitação (CEFIRE), localizado dentro do Estádio Rei Pelé, em Maceió, ganhou mais um capítulo nesta quarta-feira (18). Enquanto a Secretaria de Estado do Esporte, Lazer e Juventude e a Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal) não chegam um acordo, a assistência a pacientes da rede pública segue comprometida.

Nesta manhã, um grupo de professores e estudantes da Uncisal foi novamente impedido de entrar no centro e prestar o serviço a pacientes que estavam com atividades agendadas. Os envolvidos se aglomeraram na porta do estádio, enquanto aguardavam um posicionamento oficial por parte do poder público.

Somente após duas horas de espera, servidores ligados à administração do Estádio Rei Pelé permitiram a entrada de professores, alunos e atletas que aguardavam liberação. No entanto, o pessoal que atua na limpeza, na segurança e no setor administrativo do Centro foi proibido de entrar no espaço público.

O professor Geraldo Magella, barrado nos dois dias, classificou a proibição como “absurda”. De acordo com ele, não há como desempenhar as atividades sem o pessoal da limpeza, já que há a exigência por parte da Vigilância Sanitária de se ter um ambiente limpo e higienizado para o tratamento de pacientes.

“Todos os contatos dos pacientes estão na sala do setor administrativo, e ele está sendo impedido de entrar. Como vamos buscar os contatos dos pacientes?”, questiona o professor.
E acrescenta: “Não vamos poder atender os alunos. Essa atitude é falta de maturidade de ambas as gestões, da Secretaria de Esporte e da Uncisal, que precisam sentar e resolver esses problemas, e não ficar descontando nos alunos e profissionais que querem fazer suas atividades”.

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