Farmacêutico palmeirense realiza 60 atendimentos farmacêuticos mensalmente

| Redação Rádio Sampaio


Foto: CRF/AL

Proprietários de uma clínica de diagnóstico, medicina do trabalho e especialidades médicas, os farmacêuticos Phellipe André Porfírio Brandão e Carlos Alexandre Porfírio Brandão desenvolvem um trabalho de assistência farmacêutica e de saúde nos municípios de Igaci e Palmeira dos Índios desde 2014.

Phellipe que é especialista em hematologia clínica e farmacologia clínica com ênfase em prescrição farmacêutica revelou que no seu estabelecimento de saúde são prestados cerca de mil atendimentos/ mês e desse total, 60 pacientes somente para consulta farmacêutica. Isso porque a clínica tem convênio com municípios de Pilar, Palmeira dos Índios, São José da Tapera e Anadia com serviços médicos e atendimento farmacêutico.

“Eu percebi que os pacientes que passam pelos médicos me procuravam para tirar dúvida sobre como tomar a medicação, para verificar a receita que eles não entendiam, para verificar a posologia, para pedir encaminhamento para outros médicos. As dúvidas eram as mais diversas, então percebi a necessidade de implantar a consulta farmacêutica”, comentou.

O farmacêutico pontua que o trabalho de assistência à saúde é realizado por uma equipe médica que atende no seu estabelecimento e por conta dessa parceria, ele foi ganhando respeito por parte dos profissionais médicos. “Eles viram que o profissional farmacêutico pode ajudar o paciente no tratamento com todo cuidado farmacêutico que é necessário. Eu ajudo o paciente para que ele entenda a medicação, como tomá-la, dando dicas para que não se esqueça de tomar o remédio e faço todo o acompanhamento dos medicamentos que ele utiliza”, falou.

Phellipe ressalta que esse acompanhamento é feito por meio de um sistema e dos prontuários onde ficam registradas todas as informações do paciente. Ele deixa claro que a consulta farmacêutica se dá depois do atendimento médico. “Entre uma consulta médica e outra, ele pode vir para a consulta farmacêutica quantas vezes achar necessário e isso fica registrado no prontuário”, informou.

Fonte: Luciana Martins- Ascom CRF/AL

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