Park Geun-Hye é acusada de embolsar fundos especiais que serviços inteligência podem usar sem prestar contas.

A ex-presidente da Coreia do Sul Park Geun-hye (Foto: Reuters/Kim Hong-Ji)

A destituída presidente sul-coreana Park Geun-Hye, que está sendo julgada por corrupção, foi também acusada nesta quinta-feira (4) de desviar milhões de dólares de fundos secretos procedentes dos serviços de inteligência do país, informou a imprensa local.

Park teria recebido todos os meses, entre 2013 e meados de mediados de 2016, entre US% 47.000 e US$ 188.000 do serviço nacional de inteligência, o NIS.

A ex-presidente teria usado esse dinheiro com gastos pessoais, como aplicação de toxina botulínica (botox), roupas de grife e presentes para amigos.

O dinheiro desviado era entregue, segundo a imprensa, pelos agentes da inteligência a conselheiros de Park e procedia dos fundos especiais que os serviços inteligência podem usar sem prestar contas a ninguém.

Park, a primeira presidente da Coreia do Sul, foi destituída pelo parlamento em 9 de dezembro de 2016, uma decisão confirmada em março pelo Tribunal Constitucional, e acusada em abril por um escândalo de corrupção no qual estão envolvidas grandes companhias do país, como Samsung.


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