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Como ouvir áudios do WhatsApp sem a outra pessoa saber

Os tiques azuis do WhatsApp são uma bênção e uma maldição. Por um lado, ela permite ver quando outras pessoas leram suas mensagens; do outro, as pessoas sabem quando você leu o que elas enviaram.

No entanto, existem algumas formas de acessar alguns conteúdos sem alertar seus contatos. Um exemplo é o áudio enviado pelo WhatsApp; com a técnica correta, você pode ouvir o que a outra pessoa mandou sem alertá-la.

O processo envolve criar uma janela de conversa com você mesmo, o que é útil para quando você quiser anotar algo, guardar um link, ou, para encaminhar áudios que você não quer que a outra pessoa saiba que foi escutado.

Obviamente, esse passo a passo só é útil para quem prefere manter a opção dos dois tiques azuis ligados para ser alertado quando alguém leu sua mensagem.

Veja como fazer isso:

1. Você vai precisar gravar seu próprio número nos seus contatos

2. Compartilhe seu contato com algum amigo

Você pode fazer isso pressionando o ícone do clipe na barra de digitação de novas mensagens e selecionando a opção “Contato”.

3. Toque em “Mensagem” e você será direcionado para uma janela de conversa nova

Essa é uma das formas de abrir uma janela de conversa com você mesmo; a outra opção é criar um grupo, e expulsar todas as pessoas da conversa (ou pedir cordialmente para que saiam). Assim você fica com o grupo só para você.

4. Encaminhe os áudios recebidos para esta conversa e os escute

Fonte: Olhar Digital

Como enviar mensagens no WhatsApp sem ser visto online

Uma das funções mais úteis no WhatsApp (para o bem e para o mal) é a possibilidade de conferir quando um contato esteve online pela última vez. Apesar disso, quando o assunto é privacidade, ela acaba sendo um tanto incômoda. Veja a seguir como mandar mensagens no WhatsApp com o Android sem ser visto online.

Para fazer a tarefa mencionada acima, será necessário usar o Google Assistente com uma opção habilitada. Não se esqueça também de deixar os contatos preferidos com nomes fáceis, apenas para facilitar o uso deles no assistente.

Checando e configurando o Google Assistente

  1. Segure a tecla “Home” do aparelho até abrir o “Google Assistente” e toque no ícone conforme mostra a imagem abaixo para chegar na tela “Explorar”;

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  2. Clique no ícone representado por “três pontos” e vá em “Configurações”;

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  3. Vá em “Telefone” e habilite a opção “Voice Match”. Caso ela já esteja habilitada, mantenha-a assim;

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  4. Se você ainda não configurou o Google Assistente ou não tem o costume de usá-lo, volte a tela do “Telefone” e utilize a opção “Modelo de voz” para redefinir como ativar o Google Assistente”.

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Mandando a mensagem sem ser visto

Agora que o Google Assistente está devidamente configurado é necessário enviar as mensagens utilizando ele no lugar de abrir o WhatsApp. Siga os passos:

  1. Segure a tecla “Home” até aparecer o Google Assistente. Quando ele surgir, diga: Enviar mensagem para “Nome do contato”;

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  2. Dite a mensagem a ser enviada;

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  3. Quando o assistente perguntar se deseja “alterar” ou “enviar” a mensagem, diga: Enviar.

Pronto, agora ninguém saberá que você esteve online para enviar uma mensagem. Até mesmo o contato que recebeu a mensagem, só verá a última vez em que o WhatsApp foi aberto por completo.

Lembre-se que após ter usado este método para enviar uma mensagem, é recomendado que você não abra o WhatsApp. Caso contrário, você estará aparecendo online.

Fonte: Olhar Digital

Estudantes de Cacimbinhas criam leitor de dinheiro para cegos

Um protótipo capaz de fazer a leitura de cédulas de dinheiro, cujo objetivo principal é o de facilitar, melhorar e dar maior autonomia e qualidade de vida para os deficientes visuais. Esta foi a invenção de três alunos de uma escola estadual localizada no município de Cacimbinhas, no Agreste de Alagoas. O leitor de dinheiro foi destaque na Mostra de Robótica da 70ª reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), maior evento científico da América Latina que foi encerrado neste sábado (29) e aconteceu na Universidade Federal de Alagoas (UFAL).

O protótipo funciona com um sensor de cor que mede o nível de RGB presente na cédula. A partir desses dados, é enviado um sinal para o computador, que relaciona a cor a um som. As cédulas possuem um som específico e, a partir dele, o deficiente visual consegue identificar o valor da nota.

Os estudantes responsáveis por criar o protótipo foram Anielly Carolainy Alves Amorim, Daniela Rayane Candida da Silva e José Ueslley Silva Santos, orientados pelo professor Jenivaldo Lisboa de Araújo, todos da Escola Estadual Muniz Falcão. O modelo foi criado durante as aulas de robótica desenvolvidas na escola da rede pública, que contemplam estudantes do ensino médio interessados pelas áreas de eletrônicas e de tecnologia.

Essa é a primeira participação dos alunos em uma reunião anual da SBPC. “É muito importante estar presente na Mostra de Robótica, pois além de acrescentar no currículo, nós temos a chance de divulgar nosso trabalho em um evento que tem pessoas de todas as partes do país” revela Daniela Rayane Candida. Depois da SBPC Alagoas, o objetivo é conseguir transformar essa proposta em uma luva, para facilitar o manuseio das notas.

As aulas de robótica oferecidas nas escolas públicas do estado têm despertado interesse por cursos referentes à área. “Quero fazer engenharia da computação, pois sou apaixonada por essa área da robótica. Vejo esse curso como uma oportunidade de levar adiante o protótipo de leitor de dinheiro, que é um projeto muito bom e facilitaria a vida dos usuários”, certifica a estudante Anielly Carolainy.


“WhatsApp irá bloquear usuário que compartilhar fake news”, diz advogada do App

 

Cayo César com Ascom TRE

Os desembargadores eleitorais que integram a Comissão de Propaganda e os membros do Pleno do Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE/AL) se reuniram, na tarde desta segunda-feira, 30, com as advogadas Camila Maruyama e Carolina Deluiz, representantes do aplicativo de mensagens Whatsapp, para tratar sobre o fluxo de informações durante o período eleitoral.

Na ocasião, as advogadas explicaram o funcionamento do aplicativo e demonstraram aos desembargadores eleitorais as formas mais eficazes para o cumprimento das decisões da Justiça Eleitoral quando se tratarem de postagens e compartilhamentos na plataforma social de mensagens para celular.

Para impedir a disseminação de notícias falsas, as advogadas explicaram, ainda, sobre as novas limitações do aplicativo, que recentemente reduziu a quantidade de encaminhamentos de mensagens e atualizou os servidores para os alertas de spam nos grupos e por parte dos usuários.

“Acreditamos que estas atualizações já serão de grande valia no combate às fake news e na identificação mais rápida dos spams. Nosso objetivo é atender todas as demandas da Justiça Eleitoral no prazo de 24h e ampliar os canais de comunicação para atuarmos com rapidez, fazendo com os conteúdos e usuários sejam bloqueados dentro do limite legal estabelecido”, enfatizou a advogada Camila Maruyama.

Para o desembargador eleitoral Gustavo de Mendonça Gomes, integrante da Comissão de Propaganda do TRE/AL, a reunião foi importante para que os juristas e membros do Tribunal que vão operacionalizar diretamente com a demanda saibam quais medidas efetivas tomar caso o aplicativo Whatsapp precise ser acionado.

“É importante para a Justiça Eleitoral saber que o aplicativo está disposto a nos ajudar quando as demandas surgirem e que nosso acesso já está ampliado. Mas também é preciso que os advogados eleitoralistas e promotores, que atuarão também diretamente com as representações, saibam como proceder e operacionalizar para que os processos estejam dentro das nossas necessidades”, pontuou Gustavo Mendonça.


Dona de grupo de WhatsApp é condenada por permitir bullying

A Justiça condenou uma mulher de 19 anos a pagar R$ 3.000 por danos morais a um jovem vítima de bullying em um grupo de WhatsApp.

Tudo começou em 2014, em Jaboticabal, região metropolitana de Ribeirão Preto (313 km de SP), quando a garota tinha 15 anos e criou um grupo no aplicativo com o nome “jogo na casa da Gigi”, convidando colegas da escola para verem os jogos da Copa de 2014 em sua casa.

Passado o evento, o grupo continuou ativo e membros começaram a ofender a sexualidade da vítima, chamando-o de “bicha”, “gay”, “garoto especial”. Apesar da ré não ter feito ofensa direta, a decisão dada em junho alega que ela se divertiu com a situação e, como criadora e administradora do grupo, poderia ter removido quem proferiu as ofensas.

Neide Noffs, professora e psicopedagoga da PUC-SP e o advogado Ariel Castro Alves, especialista em direitos da criança e adolescente, disseram que uma condenação de bullying por WhatsApp é inédita para eles e abre precedente e jurisprudência. “Ainda mais por ser adolescente na época dos fatos, pode ser um precedente importante para combater o bullying”, disse Alves.

“O bullying é uma situação que está no cotidiano, mas precisa ser abolida. Essa punição tem a ver com referência para outras pessoas. É parecido com criar notícias falsas, permitir que elas se propaguem. O bullying, no fundo, é uma notícia falsa. Se não for, é sigilosa e outras pessoas se apropriam para ofender”, explicou Neide.

Para ela, qualquer pessoa do grupo poderia intervir. “O pagamento é simbólico para servir de exemplo, mas deveria haver uma mediação entre o menino e ela.”

O advogado Ariel Castro Alves, especialista em direitos da criança e adolescente, explica que compete aos pais representar judicial e extrajudicialmente os filhos até os 16 anos e, depois, os pais os acompanham até a maioridade. “A demora é comum nesses processos”, disse.

Alves também diz que na área civil, quanto às reparações de danos, existe a “culpa in vigilando” (culpa na fiscalização) da ré que criou o grupo e não o controlou, e também se aplica aos pais o” erro in vigilando” (erro ao vigiar) e eles respondem pelos danos cíveis causados pelos filhos até completarem 18 anos. Na área criminal, não se aplica punição a quem cometeu ato infracional antes dos 18 anos se quando o processo for concluído e a pessoa tiver 21 anos ou mais.

OUTRO LADO

O advogado da vítima, Helder Moutinho Pereira, disse que ainda faltam cinco pessoas que foram membros do grupo para serem julgadas. “Entendemos que a condenação foi correta. A ré se omitiu quando poderia ter fechado o grupo e fez colocações com emojis. Queremos dar luz a um assunto de importância como é esse”.

O advogado da ré, Marcos Rogério dos Santos, disse que ele e a acusada optaram por não recorrer na decisão. “Não concordamos, mas vamos respeitar”, disse.

Fonte: Folhapress

Celular pega fogo enquanto carregava, em Arapiraca

Um celular pegou fogo enquanto carregava duranta a madrugada deste sábado (12), no município de Arapiraca, na região Agreste de Alagoas. Ninguém ficou ferido.

acordo com Jhonatan Pedro da Silva, dono do telefone, ele acordou assustado com o barulho da explosão do telefone modelo Motorola Moto G4 Play que estava conectado ao lado da cama onde o genro do proprietário do aparelho estava dormindo.

Após a explosão, Jhonatan informou ainda que tirou o aparelho da tomada. “Se não tivesse agido rápido a casa podia ter pego fogo”, disse em entrevista ao Diário Arapiraca.


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