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Alunos de Sistemas Elétricos no IFAL de Palmeira dos Índios têm trabalho aprovado em Congresso Internacional na França

O desenvolvimento de um Kit Educacional em Eletrônica de Potência do Grupo de Pesquisa em Automação e Robótica (GPAR), do Instituto Federal de Alagoas (Ifal), campus Palmeira dos Índios, levou os alunos de Sistemas Elétricos, Robson Lisboa e Victor Henrique Ferro, sob a orientação do professor Gregory Almeida, a terem um trabalho aprovado no 13º Congresso Internacional em Eletrônica de Potência e Sistemas de Acionamento (IEEE), que será realizado na cidade de Toulouse, na França, entre os dias 9 e 12 de julho deste ano.

A pesquisa intitulada “PELE 4.0 – Power Electronics Experiments: Towards Laboraratory Tools for Teaching-Learning Improvement (em português: Experimentos em Eletrônica de Potência – Rumo a Ferramentas de Laboratório para Melhoria do Ensino-Aprendizagem) visa associar o avanço da indústria 4.0 com um processo de ensino-aprendizagem emergente (conhecido como educação 4.0).

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“Com o celular, o aluno poderá fazer uma visualização e interagir com a tecnologia. Por exemplo, se o professor está em casa montando o experimento e joga no site, o aluno pode fazer um relatório em cima dele. Queremos conectar os instrumentos e colocar na nuvem para poder acessar remotamente, sem estar no espaço físico da sala”, explica Victor, do 6º período de Sistemas.

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Assim, estudantes e docentes terão acesso a módulos baseados em Internet das Coisas, realidade aumentada, entre outras ferramentes, em que os usuários poderão utilizar tablets ou celulares para que os experimentos possam ser realizados em tempo real, tanto na hora da aula, como posteriormente, através da plataforma do PELE 4.0. “Além disso, existe também um viés para sustentabilidade, já que há uma preocupação na construção dos módulos e kits com o máximo possível de componentes provenientes de lixo eletrônico”, ressalta Gregory.

Enquanto os alunos desenvolviam a parte de hardware (física) do projeto, o estudante de Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Andresso Silva, desenvolvia todo o software – parceria fundamental para realização do trabalho. A ideia é criar os kits e expandir para outras instituições. A submissão do projeto no Congresso Internacional partiu do próprio Gregory, que lançou o desafio para os alunos, sendo prontamente aceito.

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“Foi uma surpresa grande a aprovação do trabalho. O professor comentou em sala, lançou o desafio e nós começamos a fazer os testes. Quando vimos, o trabalho tinha sido aprovado! Agora estamos correndo para desenvolver todo restante”, diz Robson, também aluno do 6º período.

Atualmente, o curso superior de Tecnologia em Sistemas Elétricos está em fase de formação de suas últimas turmas, dando lugar ao curso de Engenharia Elétrica, por isso, para os discentes, é uma grande responsabilidade fazer parte do primeiro grupo de pesquisa de Sistemas a ter um trabalho aprovado em um Congresso Internacional.

“É importante para mostrarmos ao pessoal da Engenharia que existe um leque grande da área para eles trabalharem. Além disso, como o curso está finalizando, nós deixamos nosso legado para aqueles que ficarão”, justifica Victor, voluntário da pesquisa.

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Gregory ainda acrescenta que a publicação do artigo constará na base de dados do IEEE, trazendo inúmeros benefícios aos alunos e ao Instituto. “Adicionalmente, teremos acesso para tentar publicar em uma revista Qualis A1 da Capes. Isto é muito importante, pois o Ministério da Educação (MEC) leva em consideração os periódicos publicados da instituição e grupo de pesquisadores. O avanço deste trabalho com publicação efetiva abrirá novas oportunidades para os alunos, como por exemplo: mestrado acadêmico com bolsa. Já estamos nos planejando para esses próximos passos na evolução da carreira dos egressos do Ifal”, salienta.

Sua ajuda é fundamental!

Há cerca de um ano e meio a pesquisa com o Kit Educacional em Eletrônica de Potência vem sendo desenvolvida e o GPAR quer ultrapassar as fronteiras e representar Alagoas no 13º IEEE, mas para isso, eles precisam custear gastos com alimentação, passagens, hospedagem, inscrição, passaporte, algo que chegaria em torno de R$ 19.200,00 para os três membros. Se você tem interesse em ajudá-los, o grupo está fazendo uma campanha no site “Vakinha Online” para angariar fundos para a realização da viagem. Clique aqui e ajude o GPAR a concretizar este sonho!


Agora você poderá recusar convites para grupos do WhatsApp; saiba como

Se você já estava de saco cheio de ser adicionado em grupos aleatórios no WhatsApp, suas orações foram atendidas. Agora, o app permite que você configure quem pode convidar você para entrar em grupos, com o novo sistema de convites.

A novidade, como sempre, foi descoberta pelo WABetaInfo, e está sendo liberada inicialmente para usuários Beta (clique aqui e leia o post até o final se não sabe o que é), e neste caso, os donos de iPhones serão os primeiros, mas já foi divulgado que quem usa smartphone Android receberá a atualização em breve.

Quando a função for liberada para o seu smartphone, basta ir em [Ajustes] ou [Configurações], depois em [Conta] e por último escolher [Privacidade]. Então acesse a opção [Grupos], e você poderá escolher quem poderá adicionar você aos grupos: [Todos], [Meus Contatos] ou [Ninguém].

Você receberá um convite sempre que alguém que não estiver na sua lista de contatos te adicionar em um grupo, e poderá optar por entrar ou não. Caso selecione a opção [Ninguém], a opção surgirá todas as vezes em que for convidado.

Os convites terão um prazo de 72 horas (ou seja, 3 dias) para serem aceitos. Se você não aceitar, ainda poderá entrar no grupo através de um link de acesso, ou caso outra pessoa o convide para entrar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os convites terão um prazo de 72 horas (ou seja, 3 dias) para serem aceitos. Se você não aceitar, ainda poderá entrar no grupo através de um link de acesso, ou caso outra pessoa o convide para entrar.


Orkut era lançado há 15 anos; relembre curiosidades e polêmicas da rede

O Orkut foi lançado há exatos 15 anos, no dia 24 de janeiro de 2004. O site de conexões se tornou febre entre os brasileiros da década de 2000 e fez os usuários de Internet entrarem de cabeça na onda das redes sociais. No entanto, devido à evolução e dinamização do cenário de social media, a plataforma do Google foi descontinuada em setembro de 2014. Até hoje, quem vivou essa época sente saudades de fazer parte de comunidades, adicionar amigos com scrap e disputar o topo dos depoimentos, entre outras atividades.

Para comemorar a data, o TechTudo preparou uma lista com curiosidades e polêmicas que aconteceram envolvendo Orkut, que faria 15 anos hoje.

 

1. Dificuldade para recuperar as fotos do Orkut

Em junho de 2014, quando o Google anunciou que o Orkut seria descontinuado, foi estabelecido um prazo de dois anos para que os usuários fizessem o backup das fotos antigas por meio da ferramenta Google Takeout. Em 2016, com o fim do período determinado, já não era mais possível recuperar os dados da rede social.

Quem perdeu o prazo lamenta até hoje: de acordo com dados do Google Trends, o buscador ainda registra procura por termos de pesquisa relacionados ao resgate das fotografias. Nas últimas semanas, o interesse se intensificou com a popularização do 10 Year Challenge.

Desafio 10 Years Challenge vira moda no Instagram e aumentou procura por fotos antigas do Orkut — Foto: Eduardo Manhães/TechTudo Desafio 10 Years Challenge vira moda no Instagram e aumentou procura por fotos antigas do Orkut — Foto: Eduardo Manhães/TechTudo

Desafio 10 Years Challenge vira moda no Instagram e aumentou procura por fotos antigas do Orkut — Foto: Eduardo Manhães/TechTudo

2. Rede social exclusiva

O Orkut inicialmente aceitava apenas pessoas convidadas por outros usuários. Então, quem ganhava o “passaporte” podia chamar até dez amigos, e assim por diante. Com o esquema, o site ficou conhecido como “exclusivo”, o que despertou a curiosidade dos internautas. À época, havia ingressos para o Orkut sendo leiloados em sites internacionais, como o eBay, e nacionais, como o Mercado Livre.

3. Quem é Orkut Büyükkökten?

Já se perguntou qual a origem do nome da rede social? Lançado em janeiro de 2004, o Orkut foi batizado conforme seu criador, o engenheiro de software turco Orkut Büyükkökten. A plataforma foi inicialmente desenvolvida como um projeto independente durante a pós-graduação de Büyükkökten na Universidade de Stanford, sendo aperfeiçoada mais tarde, quando o engenheiro já trabalhava no Google. Em 2016, dois anos após o fim do Orkut, Büyükkökten lançou uma nova rede social, a hello.

Hello foi desenvolvida pelo mesmo criador do Orkut — Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo Hello foi desenvolvida pelo mesmo criador do Orkut — Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo

Hello foi desenvolvida pelo mesmo criador do Orkut — Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo

4. Rixa entre brasileiros e americanos e mudança de sede

Antes de se popularizar no Brasil, o Orkut era repleto de usuários norte-americanos. Em junho de 2004, porém, cinco meses após o lançamento da rede social, o Brasil representava 30,65% dos integrantes; os Estados Unidos, 30,12%. A rápida e intensa adesão dos brasileiros à plataforma intrigou e irritou os norte-americanos.

Havia, inclusive, comunidades para reclamar dos recém-chegados, como a “WTF, A Crazy Brazilian Invasion? (“Que diabos, uma louca invasão brasileira?”, em tradução livre), que abordava questões como o uso do português nas comunidades. Pouco a pouco, os estrangeiros foram abandonando a rede social. Até agosto de 2008, a sede do Orkut ficava na Califórnia (EUA), mas a presença brasileira se tornou tão forte que o Google anunciou que o site seria operado no país pelo Google Brasil, em Belo Horizonte, Minas Gerais. A mudança se deu também devido ao crescimento de assuntos legais.

5. Pérolas do Orkut

Em 2007 foi criado um site para reunir as bizarrices postadas na rede social: era o “Pérolas do Orkut”. A iniciativa fez muito sucesso e continha desde relatos constrangedores em comunidades até fotos engraçadas. Desde o fim do Orkut, em setembro de 2014, o nome do site foi reduzido para “Pérolas”, que agora abriga conteúdos peculiares divulgados no YouTube, Twitter, Facebook e Yahoo Respostas.

Bizarrices na rede social eram tema de site de humor — Foto: Reprodução/Internet Bizarrices na rede social eram tema de site de humor — Foto: Reprodução/Internet

Bizarrices na rede social eram tema de site de humor — Foto: Reprodução/Internet

6. Atributos

Se no Instagram e no Facebook os likes são a forma de avaliação dos conteúdos, no Orkut era possível homenagear os amigos com três atributos: sexy (representado por um coração), confiante (representado por uma carinha feliz) e legal (representado por uma pedra de gelo). Embora os indicadores não passassem de uma brincadeira, os usuários se entretinham com as mudanças nos percentuais e especulavam a respeito da votação, que era anônima. Também era possível ser fã (representado por uma estrela) de alguém.

Atributos divertiam usuários do Orkut — Foto: Reprodução/Internet Atributos divertiam usuários do Orkut — Foto: Reprodução/Internet

Atributos divertiam usuários do Orkut — Foto: Reprodução/Internet

7. Briga por topo de depoimentos

Outra prática muito comum no Orkut era a disputa pelo topo dos depoimentos, espaço do perfil reservado para que amigos escrevessem homenagens ao usuário. Conforme alguém deixava sua mensagem, a declaração do último amigo passava para a segunda posição da lista. Começava, então, um envio massivo de textos (que às vezes nem incluíam homenagens em seu conteúdo), gerando uma rivalidade pelo primeiro lugar. A ideia é que o contato no topo seria o amigo mais querido e dedicado.

8. Adicionar com scrap

“Só adiciono com scrap”: para quem fez parte do Orkut, essa frase soa bastante familiar. Isso porque, para alguns usuários, uma solicitação de amizade não bastava para deixar uma pessoa fazer parte da rede de contatos; era necessário enviar um scrap (ou recado) para o mural. Havia sites que disponibilizavam scraps temáticos e até mesmo permitiam a criação da imagem animada: quanto mais brilho, melhor!

9. Visitantes do perfil

Antes mesmo de stalkear ser uma prática comum na Internet, o Orkut já permitia que seus participantes verificassem os visitantes recentes do perfil. O recurso era uma via de mão dupla: aqueles que o desativassem poderiam fuxicar à vontade, mas não saberiam quem visitou sua página.

10. Comunidade “Eu odeio acordar cedo”

Há quem diga que uma das melhores coisas do Orkut eram as comunidades. Com um Garfield sonolento estampando a foto de capa, a maior delas se chamava “Eu odeio acordar cedo” e tinha mais de seis milhões de membros em 2009. O criador da comunidade, João Paulo Mascarenhas, a vendeu em julho daquele ano por entre R$ 3 mil a R$ 5 mil.

Grupo mais famoso do Orkut foi revivido na nova plataforma — Foto: Reprodução/Hello Grupo mais famoso do Orkut foi revivido na nova plataforma — Foto: Reprodução/Hello

Grupo mais famoso do Orkut foi revivido na nova plataforma — Foto: Reprodução/Hello

11. Crush List

Muito antes de aplicativos como o Tinder existirem, o Orkut já ajudava a unir casais. Isso porque cada perfil na rede social tinha uma opção chamada “Crush list”, na qual qualquer usuário poderia clicar para demonstrar interesse no dono da página. Se a pessoa retribuísse o gesto, o Orkut enviava uma mensagem para os dois, confirmando o “match”.

12. Briga com Facebook

Há dez anos o Orkut ocupava o posto de rede social mais popular do Brasil. Ao mesmo tempo, o Facebook ganhava cada vez mais popularidade no exterior. Não demoraria muito para que o cenário resultasse em uma “rixa” entre os sites: em 2009, Mark Zuckerberg começou a ensinar seus usuários a encontrar amigos do Orkut dentro do Facebook, com o objetivo de estimular a migração, e o Google revidou mudando suas políticas de exportação de dados.

Facebook "roubou" usuários do Orkut — Foto: Melissa Cruz/TechTudo Facebook "roubou" usuários do Orkut — Foto: Melissa Cruz/TechTudo

Facebook “roubou” usuários do Orkut — Foto: Melissa Cruz/TechTudo

13. Pirataria

Em março de 2009, a comunidade “Discografias”, que contava com mais de 921 mil membros, foi desativada após diversas denúncias e ações judiciais envolvendo infração de direitos autorais. Os participantes do grupo compartilhavam links para downloads de faixas individuais e álbuns completos sem qualquer realização de pagamento.

14. Orkut Ouro

Rumores envolvendo supostas versões premium de aplicativos e redes sociais são comuns na Internet. Em 2010, inspirado pelas brincadeiras com o Facebook Gold, um estudante decidiu inventar o lançamento do “Orkut Ouro”. Ele criou um álbum com fotos bloqueadas, que só poderiam ser vistas por quem tivesse a versão exclusiva da rede social. Acontece que a brincadeira acabou indo longe demais: muitos usuários acreditaram e enviaram e-mails com dados pessoais em troca do upgrade no site e, além disso, criminosos se aproveitaram do interesse para aplicar golpes.

Golpistas se aproveitaram da brincadeira do Orkut Ouro — Foto: Reprodução/Internet Golpistas se aproveitaram da brincadeira do Orkut Ouro — Foto: Reprodução/Internet

Golpistas se aproveitaram da brincadeira do Orkut Ouro — Foto: Reprodução/Internet

15. Por que o Orkut acabou?

A popularidade do Orkut no Brasil não foi suficiente para que o Google abandonasse a ideia de descontinuar o Orkut, anunciada em junho de 2014. Três meses depois, mesmo sob protestos de alguns usuários, a rede social foi desativada. A gigante de buscas apresentou como justificativa o sucesso de outros produtos para Internet, como YouTube, Blogger e Google+, à época.

Para o criador do Orkut, no entanto, o verdadeiro motivo está relacionado à evolução das redes sociais. “Muita coisa aconteceu no setor desde o lançamento do orkut.com. Social Media é um setor em constante evolução. É muito importante inovar sempre e manter-se em contato com as gerações, padrões de uso e temas sensíveis à comunidade. As redes sociais que não evoluem ao longo do tempo correm o risco de ficar desatualizadas ou irrelevantes”, explicou Büyükkökten em entrevista ao TechTudo.

Outra razão apontada para a decadência do Orkut seria a consolidação do Facebook no Brasil. Enquanto a rede social de Zuckerberg investiu em proporcionar aos usuários conexões globais com estrangeiros, já que a rede se estendia por muitos outros países, o Orkut só conseguiu se estabelecer localmente, limitando as experiências de contato.


Motorola pretende produzir nova versão de um de seus modelos mais populares

O Wall Street Journal noticiou que a Motorola pode revitalizar em breve um dos seus celulares mais icônicos, o RAZR. Porém, a nova versão teria uma tela flexível, transformando o eventual Motorola RAZR de nova geração num smartphone dobrável.

Diz a publicação norte-americana que o novo RAZR seria voltado ao mercado de luxo, com preço em torno de 1.500 dólares. Por isso, a Motorola pretende produzir pouco mais de 200 mil unidades do dispositivo, fazendo com que fosse “exclusivo”.

Este é um dos modelos mais populares já feitos pela Motorola, sendo que o modelo RAZR V3 vendeu cerca de 130 milhões de unidades, de acordo com o The Verge.

No final de fevereiro deve ocorrer o Mobile World Congress e, tendo em conta que se trata de um evento dedicado ao mercado de dispositivos móveis, é provável que a Motorola aproveite essa oportunidade para fazer o grande anúncio.


Atualização do WhatsApp permite responder mensagens em particular nos grupos

Já está disponível para Android e iOS uma atualização do aplicativo que permite simplificar a troca de mensagens em grupos.

Agora é possível selecionar uma mensagem específica num grupo e respondê-la em particular para o contato. Antes era possível interagir dessa forma, apenas através da opção “Conversar com”.

A diferença entre as duas alternativas é que a resposta em particular cria marcação sobre o nome do contato, facilitando a identificação da origem da conversa. Para usar o novo recurso siga os passos descritos abaixo:

1 – Abra o app do WhatsApp, acessa as conversas do grupo e toque sobre a mensagem para selecionar o contato com que deseja responder;

2 – Toque no ícone em formato de “três pontinhos” posicionado no cantor superior direito da tela;

3 – Selecione a opção “Responder em particular”. Essa funcionalidade irá iniciar uma nova tela de conversa, impedindo que os outros membros do grupo visualizem a mensagem. No cabeçalho será exibido o nome do contato é adicionada uma marcação que, quando tocada, remete o usuário para o trecho original da conversa no grupo;

Funcionalidades previstas para 2019

Estão previstas outras novidades para esse ano, de acordo com o blog oficial do desenvolvedor. Em breve será possível contar com o modo noturno, videochamadas em grupo, execução consecutiva de mensagens de voz e visualização de mídias através da tela de notificações.


Anatel notifica usuários de 15 estados sobre bloqueio de celulares

A  Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) começou nesta segunda-feira (7) a notificar usuários de 15 estados nas regiões Nordeste, Sudeste e Norte sobre o bloqueio de celulares irregulares.

A medida será adotada no dia 24 de março e vai atingir aparelhos adquiridos a partir desta segunda-feira. Telefones comprados até ontem, portanto, em regra não serão desativados pela agência.

Os alertas enviados a partir de hoje fazem parte da 3ª fase do programa Celular Legal. A primeira etapa teve início em fevereiro e abarcou o Distrito Federal e Goiás.

Em seguida, foram incluídos os demais estados do Centro-Oeste, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Acre, Rondônia e Tocantins. Com a fase iniciada hoje, o programa abarca todas as unidades da Federação.

Os comunicados desta 3ª etapa serão enviados, no Nordeste, para usuários nos estados de Alagoas, da Bahia, do Ceará, Maranhão, da Paraíba, do Piauí, de Pernambuco, do Rio Grande do Norte e de Sergipe. O informe também chegará para consumidores de São Paulo e Minas Gerais, no Sudeste, e do Amapá, Amazonas, Pará e de Roraima, no Norte.

Além dos alertas enviados a partir de hoje a quem comprar esses celulares, serão enviadas mensagens similares faltando 50 e 25 dias para o bloqueio. O usuário que tiver dúvidas sobre o procedimento pode obter mais informações sobre o programa no site oficial da Agência Nacional de Telecomunicações.

Celular irregular

Celular irregular é considerado pela Anatel não certificados pelo órgão ou sem o código identificador válido (IMEI, espécie de CPF do celular). Para saber se o número de IMEI é legal, basta discar *#06#. Se a numeração coincidir com o que aparece na caixa, o aparelho é regular. Caso contrário, há uma grande chance de o aparelho ser irregular.

Uma linha também pode ficar irregular caso seja ativada (como na compra de um novo chip) em um aparelho antigo sem IMEI válido. Ou seja, um consumidor pode não ter recebido mensagem por ter obtido o dispositivo móvel antes do início do programa. Mas se ele não estiver regular, no momento da ativação de outra linha será bloqueado no mesmo prazo (75 dias). O usuário que quiser conferir a situação do seu aparelho pode fazê-lo pelo site da Anatel.

A irregularidade pode ocorrer em casos de importações sem passar por órgãos de controle do país ou quando celulares são roubados e revendidos. Também há casos em que o código é adulterado, ou até mesmo replicado (como quando smartphonessão clonados).

Segundo o presidente da Anatel, Leonardo Euller de Morais, um dos objetivos do bloqueio é dificultar a comercialização de aparelhos furtados ou com algum tipo de irregularidade. “O projeto vai inativar terminais que foram roubados. Um dos objetivos é coibir o furto e adulteração”, disse à Agência Brasil.

Os celulares irregulares não têm garantia de atender aos requisitos da agência, como compatibilidade com as redes brasileiras. Além disso, segundo a Anatel apresentam riscos ao consumidor, como aquecimento, choques, emissão de radiação, incêndio ou até explosões.

O presidente da agência explicou que a regularidade do aparelho não se limita aos produtos comprados aqui. Uma vez que o código é internacional, um cliente pode adquirir um equipamento destes e utilizar no Brasil.

Comunicar roubo

O bloqueio de aparelhos celulares é um recurso existente desde 2016. O usuário pode solicitar o impedimento a sua operadora ou à Polícia quando tiver sido roubado ou seu aparelho tiver sido extraviado.


Rua José e Maria Passos, nº 25 - Centro - Palmeira dos Índios - AL.

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