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TJ retoma julgamento sobre prisão de prefeito de Maribondo

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O Pleno do Tribunal de Justiça de Alagoas volta a analisar a ação penal em que o prefeito de Maribondo, Leopoldo Pedrosa, é acusado de lesão corporal e ameaça. O desembargador Sebastião Costa Filho havia pedido vista do processo no dia 12 de setembro, e deve proferir seu voto nesta terça-feira (3), em sessão partir das 9h.

O desembargador João Luiz Azevedo Lessa, relator, votou para manter a prisão e receber a denúncia contra o gestor municipal, pelos crimes de lesão corporal contra sua esposa, Meiry Emanuella Oliveira Vasconcelos, por duas vezes, além de lesão corporal e ameaça contra a sogra, Rosineide de Oliveira Vasconcelos.

O relator foi acompanhado pelos desembargadores Pedro Augusto Mendonça, Elisabeth Carvalho, Paulo Lima e Fábio Bittencourt, que anteciparam os seus votos.

O juiz convocado Maurílio Ferraz votou para substituir a prisão preventiva por medidas alternativas, entre elas a implantação de tornozeleira eletrônica no acusado, a disponibilização de um botão do pânico para as vítimas, e a proibição de o prefeito se aproximar delas, e de portar armas.

Acompanharam a divergência os desembargadores Tutmés Airan e José Carlos Malta. No entanto, todos que votaram até o momento foram a favor do recebimento da denúncia.

Fonte: Dicom/TJ

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Lula cresce 5 pontos e lidera corrida presidencial, segundo Datafolha

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Ex-presidente tem 35%, Bolsonaro, entre 16% e 17%, e Marina, entre 13% e 14%, aponta pesquisa

Ex-presidente tem 35%, Bolsonaro, entre 16% e 17%, e O site do jornal “Folha de S.Paulo” divulgou neste sábado (30) números parciais de uma pesquisa do instituto Datafolha com índices de intenção de voto para o primeiro turno da eleição presidencial de 2018.


Segundo o jornal, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem ao menos 35% das intenções de voto em todos os cenários pesquisados, o deputado Jair Bolsonaro (PSC), entre 16% e 17%, e a ex-senadora Marina Silva (Rede), entre 13% e 14%. Geraldo Alckmin e João Doria (PSDB) alcançam 8% das intenções de voto.


De acordo com o site, Lula aparece como vencedor em todos os cenários testados para eventual segundo turno. A exceção, informa a reportagem, é um hipotético confronto com o juiz Sergio Moro, em que há empate técnico.


A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e índice de confiança de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.


Segundo o jornal, o Datafolha ouviu 2.772 pessoas na quarta (27) e quinta (28).
A “Folha de S.Paulo” informou que divulgará a pesquisa completa com intenções de voto na edição impressa deste domingo (1º). Assim que os números completos forem divulgados, o G1 atualizará esta reportagem.


Na pesquisa anterior, em junho, Lula registrou 30%, Bolsonaro, 16%, e Marina, 15%.Marina, entre 13% e 14%, aponta pesquisa

 


Palmeira: Vereadores não comparecem a sessão por não conter aumento salarial dos professores na pauta

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Foto: Arquivo / Rádio Sampaio

A Câmara de Vereadores de Palmeira dos Índios marcou para a tarde desta sexta-feira (29) uma sessão Extraordinária para apreciar e votar em caráter de urgência  matérias encaminhadas pelo Poder Executivo. Como por exemplo o que trata da modificação do Código Tributário que dá ao município o direito de cobrar Imposto Sobre Serviços (ISS) nas compras com cartão de crédito ou débito e outro que seria a lei que reajusta o salário dos professores do município em 5%.

Porém a sessão não aconteceu por falta de quórum, já que 8 dos 15 vereadores que fazem parte da Câmara não compareceram. Segundo informações colhidas pela redação da Rádio Sampaio a justificativa do vereadores que se recusaram a ir a sessão foi que o Presidente da Câmara, vereador Junior Miranda (PSL), se negou a botar em pauta o reajuste salarial dos professores como mostra a pauta da sessão abaixo:

Os vereadores que compareceram a sessão foram: Ronaldo Raimundo (PROS), Fabiano Gomes (PSC), Toninho Garrote (PP), Madson Monteiro (PHS), Dindor (PRTB), Adelaide França (PMDB), e o presidente Junior Miranda (PSL). Já os vereadores que não compareceram a sessão alegando que o presidente não botou em pauta o reajuste dos professores foram: Val Enfermeiro (PMN), Pedrinho Gaia (PMDB), Agenor Leôncio (PSB), Joelma Toledo (PMDB), Cristiano Ramos (PDT), Abraão do BMG (PRTB) e Maxwell Feitosa (PMN).

Nossa equipe entrou em contato com o Vereador Cristiano Ramos (PDT), membro do G-10 e ele confirmou que a não colocação do aumento salarial do professores em pauta foi o motivo do não comparecimento dos vereadores em um ato que ele denominou de “trocista” por parte da presidência da mesa contra os professores. “O motivo do não comparecimento dos dez vereadores a sessão extraordinária de hoje foi pelo fato que o presidente da câmara [Vereador Junior Miranda] se negou a colocar em pauta o projeto do aumento dos professores..” afirmou o vereador pedetista.

Os professores aguardam a aprovação do projeto de lei para receberem o reajuste a que terão direito referente à parcela do mês de setembro. “Isso é injusto  e nos recusamos a participar dessa atrocidade e enrolação com os professores.” concluiu Cristiano Ramos.


Senado adia votação sobre suspensão de Aécio Neves

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O plenário do Senado adiou nesta quinta-feira, 28, a votação de medidas cautelares impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) ao senador Aécio Neves (PSDB-MG), que teve o mandato suspenso e a liberdade noturna restrita.

O líder do PSDB, Paulo Bauer (SC), pediu que a análise fosse postergada para terça-feira, 3. Parlamentares apostam que as divergências entre ministros da Corte levem o Supremo a mudar a decisão. A intenção, ao postergar o debate no Senado, é minimizar o embate público entre os Poderes e dar tempo para que o tribunal solucione o caso por conta própria.

A defesa de Aécio, porém, não vê possibilidades de recurso ao plenário do Supremo. Segundo o advogado Alberto Toron, não cabe recurso contra a decisão da 1.ª turma do STF, apesar de a votação ter sido por 3 a 2 entre os ministros.

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), afirmou que a maioria dos líderes de bancada concordavam com o adiamento. Eunício conversou com a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, na noite desta quarta-feira.

O petista Jorge Viana (AC) disse que o adiamento seria uma oportunidade para que os senadores provocassem o plenário do Supremo para tentar reverter a decisão contra Aécio. O senador Lasier Martins (PSD-RS) disse que Eunício deveria tentar com Cármen Lúcia um efeito suspensivo na decisão da 1ª turma.

O peemedebista Renan Calheiros (AL) pediu que levassem adiante a votação e cobrou a presença de senadores no plenário. Quando era presidente do Senado, ele chegou a ser afastado por ordem do Supremo, mas não cumpriu a decisão, depois revogada pela corte.

O Senado ainda vota nominalmente nesta quinta-feira o requerimento pedindo que as restrições a Aécio sejam analisadas em regime de urgência. O requerimento deve ser aprovado, mas a discussão de fundo e a votação devem ficar para terça.


Sem quórum, Câmara adia novamente leitura da segunda denúncia contra Temer

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Pela segunda vez, Câmara dos Deputados adiou, nesta segunda-feira (25), a leitura da nova denúncia contra o presidente Michel Temer, apresentada pela Procuradoria Geral da República. Não houve presença suficiente de parlamentares para a abertura da sessão de plenário. A leitura é uma formalidade para o processo ter andamento na Casa.

A sessão de plenário havia sido agendada para iniciar às 14h. Era necessário que, dos 513 deputados, pelo menos 51 deputados estivessem presentes para que ela fosse aberta. No entanto, 30 minutos depois, com apenas 23 parlamentares na Casa, dos quais nove presentes no plenário, a reunião foi cancelada. Uma nova sessão foi marcada para a manhã de terça-feira (26).

A denúncia contra Temer foi entregue pelo Supremo Tribunal Federal (STF) à Câmara na quinta-feira (21). Na sexta-feira (22), a leitura já havia sido adiada, depois que a sessão do plenário foi cancelada, também por falta de quórum.

Um dos deputados presentes nesta segunda, Chico Alencar (Psol-RJ) afirmou que acreditava que o quórum seria alcançado e trouxe a denúncia impressa para acompanhar a leitura. Segundo ele, a demora do governo em concluir essa etapa já é vista como uma estratégia para angariar apoio.

“A indagação que fica é: tendo pressa em enterrar logo essa denúncia, por que governistas não se mobilizam para dar o quórum aqui? Parece que isso tudo, na verdade, faz parte do jogo. É uma sinalização que eles vão vender carinho esse apoio ao governo, como toda e qualquer matéria”, criticou”, criticou.

Denúncia

Temer foi denunciado ao STF pelos crimes de organização criminosa e obstrução de Justiça. Mas a Corte só poderá analisar a acusação se a Câmara autorizar.

A votação pode acontecer em outubro, segundo estimou o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Nesta quinta, o Supremo rejeitou, por 10 votos a 1, pedido da defesa de Temer para suspender o envio da denúncia à Câmara.

Os advogados do presidente queriam que a Corte aguardasse a conclusão das investigações sobre se executivos da J&F omitiram informações nas delações premiadas. As provas apresentadas por eles compõem parte da denúncia contra Temer.

Análise na Câmara

Assim como na primeira denúncia oferecida contra Temer, por corrupção passiva, caberá à Câmara dos Deputados decidir se autoriza ou não a continuidade do processo ao Supremo.

Se a denúncia seguir para o STF e os ministros decidirem aceitá-la, Temer se tornará réu e será afastado do mandato por até 180 dias.

Mas, para a acusação da PGR contra o presidente seguir para a Corte, são necessários os votos de, no mínimo, 2/3 dos deputados, ou seja, 342 dos 513.

Se a Câmara não der aval ao prosseguimento do processo, a denúncia ficará parada até o fim do mandato de Temer, em 31 de dezembro de 2018.


Em Palmeira dos Índios, Ronaldo Lessa lança livro com presença de autoridades

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Empresário Gileninho Sampaio, Secretário de Articulação Emílio Silva, Reitor da UNEAL (Foto: Cayo César)

 

Problemas nacionais, temas de interesses na atualidade e a conjuntura política alagoana estão entre os assuntos abordados nos artigos publicados durante o ano de 2015 pelo deputado federal Ronaldo Lessa (PDT) e que ele reuniu em livro, Mandato Digno, lançado na última quinta-feira (25), em solenidade na Academia Palmeirense de Letras, em Palmeira dos Índios.

Com a presença de autoridades municipais como o Prefeito, Júlio Cezar e o empresário Gileninho Sampaio, que também é presidente municipal do PDT, Ronaldo Lessa reforçou que a obra, custeada com recursos da Câmara Federal, como faz questão de informar, trata-se da “memória e da opinião” dele como parlamentar federal. O livro, segundo disse, deve ser lançado em sete cidades, na quais recebeu mais votos para a Câmara Federal, incluindo a Palmeira.

Isvânia Marques, Secretária de Cultura, Katia Born, Secretária de Saúde (Foto: Cayo César)

“Este livro reúne os textos publicados no primeiro ano de mandato. Estão agrupados não por ordem cronológica, mas sim por assuntos correlatos. Há os que abordam o exercício do mandato e o cotidiano da Câmara: os que pensam o País; e aqueles voltados para Alagoas. Decidi, também, separar os artigos dedicados à educação, tema que me absorve e ao qual devoto especial atenção. Por último, temas gerais, como amigos, meus pais, o Natal”, consta na apresentação da obra, escrita por ele mesmo.

“O deputado Ronaldo Lessa é um dos mais experientes quadros da nossa política e se propõe a escrever semanalmente na Gazeta e isso é sempre uma oportunidade de termos uma análise profunda, de quem se preocupa sempre com as questões mais importantes da sociedade. Sem dúvida a reunião desses artigos é algo significativo para Alagoas”, considerou Renan Filho.

 

 

 

 

 


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