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Avenida Alagoas passa a se chamar Prefeito Gileno Sampaio

Tribuna do Sertão

Apósaprovação pela Câmara dos Vereadores, a Avenida Alagoas passou a se chamar Avenida Prefeito Gileno Costa Sampaio. A lei foi promulgada pelos edis palmeirenses na última semana sob o número 2.133/2017.

 

A Avenida Alagoas é uma importante artéria, localizada no bairro Jardim Brasil e agora terá o nome do ex-prefeito e comunicador Gileno Sampaio.

 

A avenida criada na década de 60 quando foi construído o conjunto habitacional Jardim Brasil (em que suas ruas e avenidas foram batizadas com os nomes dos estados brasileiros), ficou famosa na cidade por receber grandes eventos cívicos, artísticos e culturais.

 

A mudança de nome e homenagem pela Câmara de Vereadores teve iniciativa do Vereador Cristiano Ramos (PDT) homenageando Gileno Sampaio que foi prefeito de Palmeira no período de 1989 a 1992 e faleceu em dois de junho do ano passado, aos 82 anos, vítima de uma insuficiência cardiorrespiratória.

 

Gileno Sampaio era filho de Juca Sampaio, quatro vezes prefeito da cidade e vice-governador de Alagoas é irmão do fundador da TV Alagoas, Geraldo Sampaio, que foi deputado estadual, presidente do Tribunal de Contas e vice-governador do estado também. Gileno Sampaio foi fundador da Rádio Sampaio FM e AM.


Ex-prefeito Celso Luiz é preso acusado de desvio milionário em Canapi

Ação tenta desarticular organização criminosa responsável por prejuízo que chega a R$ 17 milhões

Três pessoas foram presas, até o momento, durante a operação Deusa da Espada, deflagrada na manhã desta sexta-feira (12), pela Superintendência da Polícia Federal (PF) em Alagoas. Entre os presos está o ex-prefeito de Canapi, Celso Luiz Tenório Brandão.

Os demais alvos, segundo o Ministério Público Federal (MPF), são os ex-secretários Jorge Valença e Carlos Alberto, e o ex-vice-prefeito de Canapi, Genaldo Vieira. Eles são acusados dos crimes de lavagem de dinheiro, desvio de verbas federais, organização criminosa e fraude à lei de licitações.

Esta é a segunda fase da operação Triângulo das Bermudas e teve como objetivo o cumprimento de três mandados de prisão preventiva e diligências nos municípios de Canapi/AL, Mata Grande/AL, Santana do Ipanema/AL, Maceió/AL e Aracaju/SE.

Por meio de nota encaminhada à imprensa, a assessoria de comunicação da PF em Alagoas informou que um quarto mandado de prisão não foi cumprido ainda. Genaldo Vieira, ex-vice-prefeito, conhecido como Vieira do Povão, até o momento não foi preso e nem se apresentou espontaneamente. Agora os demais estão todos na Justiça Federal de Santana do Ipanema, para audiência de custódia.

Prejuízo

A ação objetiva desarticular uma organização criminosa responsável por um prejuízo que chega a R$ 17 milhões, dinheiro oriundo do antigo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef) e de outros programas do governo federal na área de educação, que foi depositado pela União nas contas da prefeitura de Canapi, entre 2015 e 2016.

Além dos desvios que foram apurados na primeira fase da operação policial, constatou-se a continuidade das ações criminosas a cargo do grupo, a partir da liberação de valores remanescentes do fundo nos últimos dias da gestão do ex-prefeito Celso Luiz, o qual assumira a gestão da cidade após afastamento do seu antecessor, determinado judicialmente.

Mandados de prisão foram expedidos contra ambos, além de dois ex-secretários municipais que também participaram dos desvios, consoante apurado no inquérito policial instaurado pela PF em maio de 2016.

Apurou-se, ainda, que a organização criminosa vinha intimidando e cooptando testemunhas, com o propósito de dificultar as investigações empreendidas pela Polícia Federal.

Foi utilizado um efetivo de 20 policiais federais da Superintendência Regional da PF de Alagoas para execução das medidas judiciais, determinadas pela juíza Camila Monteiro Pullin Milan, titular da 11ª Vara da Justiça Federal, subseção judiciária de Santana do Ipanema/AL.

A denominação da “Operação Deusa da Espada” é em alusão a um dos símbolos místicos da Justiça.


Angela Garrote vai a juri nesta terça-feira acusada de homicídio

A ex-Prefeita de Estrela de Alagoas, Ângela Garrote teria mandado matar José Roberto Rezende, em março de 1999; sessão terá início às 8h, no Fórum da Capital

A 9ª Vara Criminal de Maceió leva a julgamento, no próximo dia 16, às 8h, a ex-prefeita de Estrela de Alagoas, Ângela Garrote, acusada de mandar matar José Roberto Rezende Duarte, em março de 1999. O júri será realizado no Fórum da Capital, no Barro Duro.

    O crime ocorreu no povoado Canafístula, zona rural de Palmeira dos Índios. De acordo com a denúncia oferecida pelo Ministério Público (MP/AL), a vítima foi assassinada a tiros por três homens que se passavam por policiais.

    O homicídio teria sido encomendado por Ângela Garrote, na época primeira-dama de Estrela de Alagoas. Ainda segundo o MP/AL, o assassinato ocorreu porque José Roberto Duarte teria denunciado, junto aos meios de comunicação, supostas irregularidades de Ângela Garrote e do marido dela à frente da Prefeitura.

    A defesa da ré alega que ela não teve envolvimento com o crime. Ângela Garrote foi pronunciada em maio de 2013 e será julgada por homicídio duplamente qualificado (mediante paga ou promessa de recompensa e à traição, por emboscada ou mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima).

    O julgamento seria realizado em Palmeira dos Índios, mas levando em conta a repercussão do caso e a influência da família da ré na cidade, a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça decidiu transferir o júri para a Capital, em 2015. A sessão será conduzida pelo juiz John Silas da Silva, substituto da 9ª Vara Criminal.

Matéria referente ao processo nº 0500976-97.2008.8.02.0046


Processo de Lula sobre triplex chega à fase final; veja os próximos passos

Ex-presidente foi o último a ser interrogado. Agora, o MPF e as defesas dos envolvidos poderão pedir as últimas diligências.

Após o depoimento de quase 5 horas do ex-presidente e Luiz Inácio Lula da Silva nesta quarta-feira (10), o processo no qual ele é réu chega à fase final. Lula é acusado de receber R$ 3,7 milhões em propina, de forma dissimulada, da empreiteira OAS. Em troca, ela seria beneficiada em contratos com a Petrobras.

O ex-presidente foi o último réu a depor no processo. Agora, o Ministério Público Federal e as defesas dos envolvidos poderão pedir as últimas diligências. Caso isso não ocorra, o juiz Sérgio Moro, responsável por ações da Lava Jato na primeira instância da Justiça, determinará os prazos para que as partes apresentem as alegações finais.

Em seguida, os autos voltam para Moro, que vai definir a sentença, podendo condenar ou absolver os réus (veja quem são eles). Não há prazo para que a sentença seja publicada.

No início do depoimento, Moro esclareceu que não tem nenhuma desavença pessoal com Lula, e negou boatos de que ele poderia ser preso durante o interrogatório.

“Vamos deixar claro que quem faz a acusação neste processo é o Ministério Público, e não o juiz. Estou aqui para ouvi-lo e para proferir um julgamento ao final do processo. Também vou deixar claro, senhor ex-presidente, houve alguns boatos no sentido de que haveria a possibilidade de ser decretada a sua prisão durante esse ato, e isso são boatos que não têm qualquer fundamento”, disse o juiz.

Acusação

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), a OAS destinou ao ex-presidente um apartamento triplex, em Guarujá (SP), fez reformas neste mesmo imóvel e também pagou a guarda de bens de Lula em um depósito da transportadora Granero.

Em 14 de setembro 2016, o MPF denunciou o ex-presidente por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Seis dias depois, a Justiça aceitou a denúncia, e Lula e outras sete pessoas viraram réus. Entre eles, estava a ex-primeira-dama Marisa Letícia, que morreu em fevereiro deste ano.

Lula nega

Em seu depoimento nesta quinta, Lula negou ser dono do tríplex. “Eu não solicitei, não recebi, não paguei nenhum triplex. Não tenho”. Em outro momento do interrogatório, ele também negou que pretendia comprar o imóvel. “Nunca tive a intenção de adquirir o triplex.”

Lula confirmou que visitou o imóvel, porque a OAS pretendia vendê-lo para sua família. Mas disse que não orientou nenhuma reforma no imóvel.

O ex-presidente também questionou em diversos momentos do interrogatório se há documentos que provam a posse do apartamento e se o MPF tem provas que sustentem a denúncia. “O que eu quero é que se pare com ilações e que me diga qual é o crime que eu cometi. O crime não é conversar com alguém na agenda. O crime não é ter ido ver um tríplex. O crime eu cometi se eu comprei o apartamento, se tem documento que eu comprei, se me deram a chave, se eu dormi lá alguma vez, se a minha família dormiu, se tem escritura pública”.

 


“Nunca tive tanta vontade de ser presidente como agora”, diz Lula em Curitiba

Ex-presidente falou a milhares de pessoas no centro da capital paranaense após passar por um depoimento de mais de cinco horas diante do juiz Sérgio Moro

Após prestar depoimento por mais de cinco horas ao juiz Sérgio Moro nesta quarta-feira (10), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi à praça Santos Andrade, no centro de Curitiba, e falou às milhares de pessoas que estavam ali para lhe prestar solidariedade desde o início da tarde. Ele disse, para a alegria dos que ali estavam: “Eu estou vivo e estou me preparando pra voltar a ser candidato a presidente deste país. Nunca tive tanta vontade como agora”.

Além de falar a respeito do processo que sofre na 13ª Vara Federal de Curitiba, em que é acusado de ser “proprietário oculto” de um triplex no Guarujá, o ex-presidente criticou a condução do país posta em prática pelo atual presidente, Michel Temer. E completou: “Se a elite não tem competência de consertar esse País, um metalúrgico com 4º ano primário vai consertar”.

Veja mais imagens do discurso de Lula em Curitiba.

Já a respeito do ação penal presidida por Moro, Lula reiterou sua inocência, que de resto já foi provada com documentos e testemunhos apresentados no processo, o ex-presidente afirmou não estar acima da lei, mas que espera um tratamento civilizado por parte das autoridades envolvidas no episódio. “Eu não quero afrontar ninguém, eu respeito a Justiça. A única coisa que eu peço é o respeito deles em troca.”

Em um momento de maior emoção, Lula embargou a voz para dizer que tem ao seu lado a verdade, que é o maior patrimônio que levará até o final de sua vida. “Se um dia eu tiver que mentir pra vocês, eu prefiro que um ônibus me atropele em qualquer rua deste País”, declarou o ex-presidente.

Após o breve discurso, Lula seguiu para o aeroporto Afonso Pena, na Grande Curitiba, de onde partiu para São Paulo.


Lula chega a Curitiba para prestar depoimento ao juiz Sérgio Moro

Audiência na Justiça Federal está marcada para começar às 14h. Ex-presidente será interrogado em ação da Lava Jato sobre triplex no Guarujá (SP).O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entra no avião que vai levá-lo a Curitiba (Foto: TV Globo/Reprodução)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que deve prestar depoimento ao juiz Sérgio Moro na tarde desta quarta-feira (10), chegou ao Aeroporto Internacional Afonso Pena, em Curitiba, às 10h18.

Ele chegou em um avião particular que partiu de São Paulo às 9h30 com cerca de sete pessoas. Após o pouso, a aeronave seguiu para o hangar da JMalucelli no aeroporto, onde havia um esquema de segurança.

A audiência está marcada para as 14h na sede da Justiça Federal, que fica no bairro Ahú. É o primeiro depoimento de Lula na presença de Moro e na condição de réu da Lava Jato.

O ex-presidente será interrogado na ação que trata de um triplex em Guarujá (SP). Lula é réu acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Para o depoimento, foi montado um forte esquema policial com bloqueios no trânsito e dezenas de agentes no entorno da Justiça Federal.

Dezenas de policiais fazem segurança no entorno da sede da Justiça Federal de Curitiba (Foto: Reprodução) <!– [if IE 9]><![endif]–> Dezenas de policiais fazem segurança no entorno da sede da Justiça Federal de Curitiba (Foto: Reprodução)

Dezenas de policiais fazem segurança no entorno da sede da Justiça Federal de Curitiba (Foto: Reprodução)

Em uma caminhonete, ela foi levada ao hangar onde estava a aeronave de Lula. Às 10h51, saíram do aeroporto dois carros pretos. Em um deles estaria Lula.

Ex-presidente Dilma chega ao Aeroporto Afonso Pena

Ex-presidente Dilma chega ao Aeroporto Afonso Pena

No final da tarde de terça (9), os advogados de Lula entraram com três recursos no Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra decisões do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) que havia negado pedidos da defesa para adiar o depoimento.

No fim desta manhã, o STJ negou dois dos três recursos apresentados pela defesa de Lula: um para fazer uma gravação independente do depoimento de Lula nesta quarta e outro que pedia a suspensão do processo para que os advogados tivessem tempo para analisar documentos entregues pela Petrobras no processo.

O processo

Neste processo, Lula é acusado de receber R$ 3,7 milhões em propina, de forma dissimulada, da empreiteira OAS. Em troca, ela seria beneficiada em contratos com a Petrobras. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), a OAS destinou ao ex-presidente um apartamento triplex, em Guarujá (SP), fez reformas neste mesmo imóvel e também pagou a guarda de bens de Lula em um depósito da transportadora Granero.

O MPF denunciou o ex-presidente por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em 14 de setembro 2016. Seis dias depois, a Justiça aceitou a denúncia, e Lula e outras sete pessoas viraram réus (veja a lista completa). Entre eles, estava a ex-primeira-dama Marisa Letícia, que morreu em fevereiro deste ano.

Desde que foi denunciado, Lula tem negado o recebimento de propinas e o favorecimento da OAS na Petrobras. A defesa diz que o MPF não tem provas que sustentem a denúncia.

Segundo advogados, a mulher de Lula tinha uma cota no condomínio do triplex, mas a vendeu quando a OAS assumiu a obra. Eles alegam que Lula e Marisa chegaram a visitar o apartamento citado na denúncia porque planejavam comprá-lo – o que acabou não ocorrendo. A defesa também nega irregularidades no apoio oferecido pela empreiteira para guardar os bens do ex-presidente.

No final da tarde de terça (9), os advogados de Lula entraram com três recursos no Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra decisões do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) que havia negado pedidos da defesa para adiar o depoimento. Até a manhã desta quarta não havia decisão sobre os recursos. Até a manhã desta quarta não havia decisão sobre os recursos.

Pedidos da defesa

Nesta semana, a defesa de Lula recorreu ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre, pedindo a suspensão do processo sobre o triplex na Justiça Federal do Paraná. O advogado de Lula alegou que seria “materialmente impossível” analisar a documentação do processo para o depoimento desta quarta. São “5,42 gigabytes de mídia e cerca de 5 mil documentos estimados em cerca de 100 mil páginas”, disse a defesa.

Na terça, o TRF4 negou o pedido e manteve o depoimento de Lula. Em sua decisão, o juiz federal Nivaldo Brunoni afirmou que o interrogatório de Lula ganhou repercussão nacional e que isso mudou a rotina da Justiça Federal de Curitiba e de vários órgãos da capital paranaense.

Fase final

Após o depoimento de Lula, o processo chegará à fase final. O MPF e as defesas poderão pedir as últimas diligências. Caso isso não ocorra, o juiz determinará os prazos para que as partes apresentem as alegações finais.

Em seguida, os autos voltam para Moro, que vai definir a sentença, podendo condenar ou absolver os réus. Não há prazo para que a sentença seja publicada.

Bloqueios e segurança em Curitiba

A capital paranaense prepara um esquema especial de trânsito e segurança na cidade, especialmente na região onde fica a Justiça Federal, para o dia do depoimento de Lula a Moro. Devem haver manifestações a favor do ex-presidente e também de grupos que defendem a Lava Jato.

Uma decisão judicial proibiu acampamentos pela cidade das 23h de segunda até as 23h desta quarta. Também limitou a circulação de veículos e pedestres na região da Justiça Federal, no bairro Ahú.

Haverá uma força-tarefa em pontos estratégicos da cidade, com participação das polícias Civil, Militar, Rodoviária e Federal. Também foram feitos bloqueios no trânsito e alteração de algumas linhas de ônibus; veja as principais medidas.

Locais de possíveis protestos

Grupos a favor e contra o ex-presidente pretendem protestar no dia do depoimento. De acordo com a Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp), eles serão separados, para evitar confrontos. Quem quiser realizar manifestações a favor de Lula deverá ficar na Praça Santos Andrade. Já as pessoas contrárias devem permanecer na região do Centro Cívico.


Rua José e Maria Passos, nº 25 - Centro - Palmeira dos Índios - AL.

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