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Fernando Collor reafirma candidatura a presidente

Em discurso na tribuna do Senado, senador Fernando Collor.
Moreira Mariz/Agência Senado

Jana Braga / Politica 82

O senador Fernando Collor de Mello disse novamente que é candidato a presidente na eleição desse ano. Justifica com o desejo de completar aquilo que não foi dado o direito de fazer.

 

Tem como discurso a abertura de mercado promovida pelo seu Governo à época. E a necessidade do Brasil ser revisto do ponto de vista da abertura comercial e de uma reforma política que permita o país caminhar sem crises de governabilidade.

 

A entrevista exibida pela TV Senado mostrou um ex-presidente da República sereno e equilibrado, diferente de algumas entrevistas dos tempos do impeachment.

 

O cenário nacional é de incertezas quanto as candidaturas postas, o que de certo modo remonta a eleição de 1989, quando venceu cerca de vinte candidatos no 1º turno e Lula no 2º turno.

 

Mas há de enfrentar a mácula do plano econômico que determinou o confisco dos depósitos bancários e das cadernetas de poupança para conter – sem sucesso – a inflação no país.

 

É uma boa oportunidade para tirarmos a limpo aquele ditado que diz:

 

“O povo tem memória curta.”


Temer diz que governo acionou ‘forças federais’ para desbloquear estradas

O presidente Michel Temer disse nesta sexta-feira (25) que acionou forças federais para desbloquear estradas, ocupadas por caminhoneiros em greve. Ele fez um pronunciamento no Palácio do Planalto.

Temer optou por acionar as forças federais depois de se reunir com ministros para uma “avaliação de segurança” sobre a situação no país, já que a greve dos caminhoneiros continuou, apesar do acordo firmado entre governo e representantes da categoria na noite de quinta (24).

Em razão da paralisação, há registros de falta de alimentos em supermercados e de combustível em postos de gasolina. O transporte coletivo em diversas cidades foi afetado, indústrias pararam atividades e voos começaram a ser cancelados por falta de combustível nos aeroportos.

“Comunico que acionei as forças federais de segurança para desbloquear as estradas e estou solicitando aos senhores governadores que façam o mesmo”, disse o presidente.

Segundo assessoria do Ministério da Segurança Pública, as forças federais incluem: Exército, Marinha, Aeronáutica e Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Temer disse que tomou a decisão para evitar que a população fique sem produtos de “primeira necessidade”.

“Não vamos permitir que a população fique sem gêneros de primeira necessidade. Não vamos permitir que os hospitais fiquem sem insumos para salvar vidas. Não vamos permitir que crianças sejam prejudicadas pelo fechamento de escolas. Como não vamos permitir que produtores tenham seu trabalho mais afetado”, afirmou Temer.

A assessoria do Ministério da Segurança Pública informou que o governo vai publicar um decreto ainda nesta sexta-feira com os detalhes do acionamento das forças federais. Ainda de acordo com a assessoria, as rodovias devem ser totalmente liberadas. Com isso, caminhoneiros manifestantes não poderão ficar nem no acostamento.

 Acordo 

Temer disse que o governo atendeu os pedidos dos caminhoneiros, mas, segundo ele, uma “minoria radical” dos grevistas não quis cumprir o acordo.

“Atendemos 12 reivindicações prioritárias dos caminhoneiros, que se comprometeram a encerrar a paralisação imediatamente. Esse foi o compromisso conjunto. Esse deveria ter sido o resultado do diálogo”, disse o presidente.

“Muitos caminhoneiros, aliás, estão fazendo sua parte, mas infelizmente uma minoria radical tem bloqueado estradas, impedido que muitos caminhoneiros levem adiante o seu desejo de atender a população e fazer o seu trabalho”, completou.

Fonte: G1

PDT fará pesquisa para “testar” nome de Ronaldo Lessa para governador

Deputado Federal Ronaldo Lessa (PDT/AL)

O jornalista Manoel Miranda, assessor do PDT em Alagoas, confirmou ao colunista José Elias, da Gazeta de Alagoas, que o partido fará uma pesquisa para testar o nome do deputado federal Ronaldo Lessa em vários cenários, inclusive ao governo.

 

Esta coluna já adiantou que é desejo do pré-candidato a presidente pela legenda, Ciro Gomes, que Lessa vá ao embate contra Renan Filho. O problema é que o PDT hoje faz parte da base de apoio do governo, inclusive com uma secretaria.

 

Outro elemento que pode dar um “molho” para esta discussão, foi a decisão do Palácio, de que todos os partidos da base, incluindo o PDT, devem coligar com o PMDB para as eleições de deputado estadual e federal. Esta decisão prejudica muito o partido, e pode ser o catalizador de mudanças. Aguardemos.

 

Fonte:CadaMinuto


‘Estou lidando com médicos, não com vigaristas’ afirma Júlio Cezar em resposta a médicos da UPA

Prefeito se pronunciou após Rádio Sampaio levar ao ar informações de que os médicos da UPA estariam limitando o atendimento 

Prefeito Júlio Cezar (Foto: Arquivo/TodoSegundo)

Por Cayo César

Na manhã desta terça-feira, 22, o Programa Nosso Encontro da Rede Sampaio de Comunicação, levantou em pauta a respeito da recusa de atendimento de um médico da Unidade de Pronto Atendimento de Palmeira dos Índios. Populares entraram em contato com nossa redação informando que teria um limite de atendimento de apenas 140 pessoas em 24 horas.

 

O relato principal que tomou as redes sócias nesse final de semana partiu de um desabafo de uma cidadã nas redes sócias, que segundo ela, procurou a UPA e foi informada que não teria o atendimento, já que já teria chegado ao limite de atendimento.

 

“Eu levei meu pai meia noite da sexta feira pra UPA 24 horas de Palmeira dos Índios, e não foi atendido, por que o médico já tinha passado da quantidade de pacientes a ser atendido. Era para ter três médicos, mas infelizmente não tinha. Fui pessoalmente na sala do médico, perguntei.. Meu pai vai ser atendido? A resposta do médico foi que eu falasse com as enfermeiras lá na sala, fui lá e falei e a resposta foi, não.. Agora eu pergunto, de quem é a culpa? Do paciente ou das autoridades? Do prefeito da cidade, vamos lá, quero resposta.”

 

O Prefeito Júlio Cezar (PSB), que estava escutando o programa, entrou imediatamente em contato com a redação e explicou no ar a situação da UPA. Segundo o Prefeito, essa determinação de atendimento não foi orientada pela prefeitura e não deveria acontecer já que compromete o atendimento a população e caracteriza crime.  “O que eu não posso é passar a mão no erro, aceitar que isso possa acontecer. Isso compromete a assistência a população, e também caracteriza omissão de socorro.” afirmou o prefeito Júlio Cezar.

 

Júlio afirmou também que ficou impressionado quando soube da informação e logo mandou apurar. “E a gente vai combinar quantas pessoas adoecem? Depois de 140 ninguém pode mais adoecer? não é para isso que esses médicos estão lá! Não é para isso que eles são pagos e fizeram juramento para atender seja quem for!”, afirmou.

 

Questionado pelo ancora do programa, Edvaldo Silva se os médicos estariam com os pagamentos em dia, o prefeito respondeu que era uma desculpa “esfarrapada” dos médicos e que eles estavam fazendo isso para “fazer jogo” e durante a leitura de um nota oficial da empresa que tem o contrato com os médicos Júlio Cezar disparou: “Mentira desses médicos! mentirosos! Eles estão mentindo, o próprio IPAS está dizendo que o pagamento está em dias.” e continuou “Médicos não é para isso, não é para está indo a uma emissora de rádio  e dizer que não está recebendo, eu estou lidando com médicos, eu não estou lidando com vigarista nem também com maloqueiros. Está tudo pago!” afirmou o prefeito.

 

Ouça a entrevista na integra:

 

 


Ciro Gomes diz que Bolsonaro é o candidato fácil de derrotar

Ciro Gomes, pré-candidato a presidente pelo PDT

Se eleito presidente do Brasil, Ciro Gomes (PDT) promete revogar duas medidas de um “governo golpista” (teto de gastos e reforma trabalhista) e “deixar a porta aberta para dialogar com o PSDB”.

E torce para que um eventual segundo turno que conte com sua presença seja contra Jair Bolsonaro (PSL). “A rigor, gostaria muito de enfrentá-lo, me parece o candidato menos difícil de ser derrotado”, afirmou o ex-ministro ao ser sabatinado por Folha de S.Paulo, UOL e SBT, em São Paulo, nesta segunda-feira (21). Para Ciro, o adversário é fascista e tem propostas “toscas” para o país.

A aliança com o tucanato pode até ser “completamente disparatosa” do ponto de vista eleitoral, “para ficar numa palavra moderada”, mas é preciso pensar “no dia seguinte às eleições” e “ter a porta aberta para dialogar” com o PSDB, disse.

Alcançando 9% no último Datafolha em todos os cenários em que Lula (PT) não disputa a sucessão de Michel Temer (MDB), Ciro disse avaliar “o que está em jogo, para quem tem responsabilidade crescente como aquela que estou sentindo crescer sobre meus ombros”: a governabilidade.

Daí a necessidade de pensar no que aconteceria caso ganhasse o pleito, e isso inclui manter pontes com o PSDB, embora o partido, ao seu ver, tenha se aliado ao PMDB para dar um “golpe de Estado” (o impeachment de Dilma Rousseff) “antipobre e antipovo”.

O ex-ministro do governo Lula criticou o presidencialismo de coalizão, que chamou de “uma mentira sofisticada que FHC [PSDB] criou e a qual o PT se submeteu”.

“O modelo de lotear o governo com picaretas e o presidente ficar como testa de ferro nesta ladroeira” é, para o presidenciável, uma fórmula “para o fracasso”.

 

Seus entrevistadores, os jornalistas Fernando Canzian, da Folha de S.Paulo, Diogo Pinheiro, chefe de reportagem do UOL, e Carlos Nascimento, âncora do SBT, apertaram: mas como governar sem força no Congresso?

Ciro disse que a solução é aproveitar os “seis primeiros meses, que dão poderes imperiais ao presidente”, que costuma se eleger com minoria no Parlamento. Priorizaria, nesse período, as reformas fiscal (promete taxar mais os ricos e menos os pobres) e política. “Tenho história, não sou um poeta que chegou agora, como Bolsonaro, e acha que extremismo resolve problema.”

O pedetista afirmou que saberá como “negociar, que não é uma coisa errada”. “Só quem quer ser dono da verdade” acha que não é possível “negociar no atacado”.

Baixar os juros nos bancos, revogar medidas como a reforma trabalhista… Não estaria Ciro “avançando o sinal” e correndo o risco de cometer estelionato eleitoral, fazendo promessas que ele não pode cumprir?

Ele disse recear que “não consiga entregar” tudo o que gostaria, mas se comprometeu a fazer o máximo possível para tirar sua agenda do papel. Sempre negociando. “Não sou candidato a ditador do Brasil, candidato a ditador do Brasil é o Bolsonaro.”

Questionado sobre a reforma da Previdência, cuja votação estagnou no governo Temer, o pedetista propôs primeiro discutir se realmente há um déficit previdenciário.

“É possível afirmar que não tem déficit. Fomos criando puxadinho pra cá, puxadinho pra lá…” Sua tese: se considerarmos as receitas de contribuições (como patronal, Pis/Pasep, Cofins) e de loterias, “a soma disso paga a Previdência e sobra um tiquinho”.

Já outra reforma coqueluche de Temer que vingou, a trabalhista, “é uma selvageria”, afirmou. “Ela permite que um patrão descuidado aloque uma senhora grávida, prenha —que é uma maneira da gente chamar no Nordeste— em ambiente insalubre”. O ponto mais grave, segundo ele, é “o trabalho intermitente”. “No dia em que essa porcaria entregou em vigor”, quase 400 mil postos de trabalho foram destruídos, disse.

O teto de gastos, sancionado em 2017 para impedir o crescimento das despesas acima da inflação pelas próximas duas décadas e equilibrar as contas públicas, foi outro alvo, por possibilitar o congelamento de investimentos em áreas sensíveis como educação. “Não é possível que a gente tenha uma pedra no lugar do coração.”

VICES

Ciro foi questionado sobre três nomes que entraram no bolão de apostas para seu vice: os ex-prefeitos Fernando Haddad (PT), de São Paulo, e Márcio Lacerda (PSB), de Belo Horizonte, além de Josué Alencar (PR), filho do vice de Lula, José Alencar (1931-2011).

Definiu-os como “três amigos queridos”, mas afirmou que era cedo para cravar qualquer nome. Só confirmou uma conversa com Josué.

O vice ideal, para ele, é um homem ou uma mulher do Sudeste, ligado à produção.

A “aliança orgânica” que vê para seu governo é com o PCdoB, para formar “um polo de centro-esquerda mais comprometido com conjunto histórico de valores”, com o trabalhismo caro ao seu partido —o PDT de Leonel Brizola.

Após a sabatina, Ciro disse a jornalistas que se vê no segundo turno com o presidenciável do tucanato, Geraldo Alckmin. Essa concorrência seria muito mais desafiadora do que enfrentar Bolsonaro, “um extremista fascistoide”.

Se Haddad substituir Lula na chapa do PT, uma possibilidade aventada dentro do partido, “seria o céu”, disse, antevendo um “debate elegantérrimo” e “exclusivamente focado em ideias”.


TSE não pode impedir candidatura de Lula, afirma Presidente STF

Cármem Lúcia (Presidente do Supremo Tribunal Federal)

SÃO PAULO – A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, refutou a possibilidade de que a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja bloqueada sem que haja contestação prévia – ou “de ofício”, como se diz no jargão jurídico. “O Judiciário não age de ofício, age mediante provocação”, disse a ministra, em entrevista ao programa Canal Livre, da Band, transmitido na madrugada desta segunda-feira, 21. Na semana passada, ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) passaram a discutir nos bastidores a possibilidade de tomar a iniciativa de impedir Lula de ser candidato, para supostamente evitar um impasse durante a campanha.

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O petista cumpre pena de prisão em Curitiba desde abril, mas será lançado e registrado como candidato ao Planalto. Para Cármen Lúcia, no entanto, candidatos como Lula são inelegíveis por causa da condenação em segunda instância, como previsto na Lei da Ficha Limpa. “Isso foi aplicado desde 2012. Eu não noto nenhuma mudança de jurisprudência no TSE. E o Supremo voltou a este assunto, este ano, e reiterou a jurisprudência e a aplicação da jurisprudência num caso de relatoria do ministro (Luiz) Fux, atual presidente do TSE.”

Apesar do imbróglio envolvendo Lula, Cármen Lúcia crê que o caso do petista não chegará ao Supremo. “Nós temos uma Justiça Eleitoral muito presente, e isso é matéria eleitoral que irá pra lá. Acho que não chega ao Supremo.”

Segunda instância
Ainda durante a entrevista ao programa Canal Livre, Cármen Lúcia voltou a defender o atual entendimento da Corte sobre a prisão de condenados em segunda instância e reiterou que não vai colocar o tema em pauta durante sua gestão, que termina em setembro. “A menos que sobrevenha alguma coisa, algo completamente diferente, que não é um caso ou outro”, ressalvou.

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A prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em abril, reabriu a discussão sobre o tema e colocou pressão sobre Cármen, que resistiu à ideia de recolocar o tema na pauta do STF. A ministra argumentou que, de 2009 a 2016 (período que marcou a mudança de entendimento do Supremo), houve uma mudança significativa na composição da Corte. “Hoje, não. De 2016 até agora, lamentavelmente morreu o ministro Teori Zavascki (morto em 2017 em acidente de avião). Entretanto, o ministro que entrou no lugar, Alexandre de Moraes, votou no mesmo sentido de Teori”, defendeu.

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Em setembro, a ministra deixa a cadeira da presidência e será substituída por Dias Toffoli. Questionada sobre a possibilidade de o entendimento de que um condenado em segunda instância deve começar a cumprir pena estar com os dias contados, a ministra desconversou. “Eu não sei dizer como é a orientação de colegas”, afirmou.

Carmén voltou a defender que o Supremo não deve reavaliar decisões após mudança de entendimento de algum membro, como uma forma de evitar uma insegurança jurídica.

Votações
Cármen Lúcia acredita que a divisão verificada na Corte nas últimas votações importantes é um reflexo do atual estado de ânimo da sociedade. “Há uma divisão no mundo, há uma divisão no Brasil, há uma divisão às vezes dentro de famílias sobre a compreensão de mundo”, afirmou durante a entrevista. A ministra disse que há diversos exemplos de casos que terminaram com placar de 6 a 5 na história do Supremo, e que a diferença agora é que a Corte está presente “em todas as discussões”. “Numa sociedade dessa, imagina se o Brasil todo dividido e o Supremo votasse sempre no mesmo sentido, sem ninguém ter dúvida sobre outra visão de mundo. Acho que aí seria algo um pouco desconectado.”

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A presidente do STF disse ainda que vê com “muita preocupação” o atual nível de beligerância nas discussões políticas e jurídicas. “Violência é o contrário do direito. Quem tem razão não grita.” O prédio onde Cármen Lúcia mora em Belo Horizonte foi alvo de vandalismo às vésperas da prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em abril. “Fico um pouco entristecida de ver e fiquei preocupada com os vizinhos. Moro num prédio com pessoas idosas”, disse. A ministra disse que vai pagar pela limpeza da fachada do prédio, que foi manchada com tinta vermelha. “É uma reação de violência que não leva a lugar nenhum.”

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Cármen Lúcia ainda refutou supostos comentários de que ela teria sido desleal com Lula, responsável por sua nomeação ao Supremo, em 2006, ao abrir caminho para a prisão do petista. “Sei de até jornalistas que disseram, literalmente, a frase que me veio, estou colocando entre aspas: ‘O preço foi pequeno perto da deslealdade de ter sido nomeada pelo ex-presidente e de não ter garantido que ele não fosse para a cadeia’. Isto é uma frase dura pelo seguinte: a toga não é minha, a toga é do Brasil, ela tem que se submeter a Constituição.”

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