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Vereadora é presa por desviar papel higiênico de instituição

Na casa de Luciana Kubiaki (PSD) foram encontrados mais de 1 mil rolos de papel higiênico, 100 litros de detergente e 200 quilos de carne.

Reprodução/ Rede Globo

Uma vereadora foi presa no Rio Grande do Sul no caso que está ficando conhecido como escândalo do papel higiênico. Ela é suspeita de desviar toneladas de produtos comprados com dinheiro público para instituições sociais que atendem criancinhas.

Mais de 1 mil rolos de papel higiênico, 100 litros de detergente e 200 quilos de carne. E isso é só uma parte do que foi encontrado na casa da vereadora Luciana Kubiaki, do PSD, em Guaíba, na Região Metropolitana de Porto Alegre.

“O que chamou a atenção, justamente, pelo fato de estar na residência uma quantidade grande, significativa de material de higiene, material de limpeza, material de escritório, inclusive brinquedos”, disse a delegada da Polícia Civil Sabrina Teixeira.

A polícia suspeita que o material tenha sido desviado da Secretaria de Assistência Social durante os oito anos em que Luciana comandou a pasta.

Entre os produtos apreendidos na casa da vereadora, tinham caixas cheias de materiais de escritório, identificadas por uma etiqueta que mostra que o destinatário era a Prefeitura Municipal de Guaíba. Foi através desta identificação que a polícia rastreou a origem do produto e chegou às empresas, que confirmaram que o comprador era mesmo o município de Guaíba.

A vereadora foi presa na tarde de segunda-feira (23).

Segundo a polícia, os produtos deveriam ser destinados a três instituições que cuidam de crianças e adolescentes em situação de risco.

“Constatamos que nessas casas de acolhimento havia falta de material, e por exemplo, reclamando que há meses não comiam carne, pela falta de fornecimento da Secretaria da Assistência Social”, afirmou a delegada Sabrina Teixeira.

O advogado da vereadora disse que os produtos foram comprados por Luciana e o marido, que pretendiam reabrir uma pousada da família.


Romário aparece mais magro e chama atenção em praia do RJ

Com uma aparência muito mais magra, o Senador Romário Faria despertou a atenção de quem passeava pela orla de Copacabana, no Rio de Janeiro.

O ex-jogador, teve que passar por um procedimento cirúrgico com o objetivo de reduzir a diabetes. O baixinho chegou a emagrecer cerca de 10kg após a cirurgia.

O procedimento feito no político, aproximou do estômago uma parte do íleo, porção final do intestino delgado, para estimular a ação da insulina no pâncreas, diminuindo assim a diabetes.


Tribunal libera candidatura de Rodrigo Maia à reeleição na Câmara

Decisão é do presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1)

O presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), desembargador Hilton Queiroz, suspendeu nesta segunda-feira (23) decisão proferida na última sexta (20) por um juiz de Brasília que impedia o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), de concorrer a um novo mandato à frente da Casa. A eleição que escolherá o novo presidente está marcada para o próximo dia 2.

Com a decisão, o deputado torna-se novamente apto para disputar o cargo. Ainda tramita, porém, no Supremo Tribunal Federal (STF), outro pedido para impedir sua reeleição, ainda sem decisão.

Na última sexta, o juiz federal substituto Eduardo Ribeiro de Oliveira, da 15ª Vara Federal de Brasília, de primeira instância, atendeu ao pedido de um advogado para barrar a candidatura de Maia.

O argumento é que ele seria privilegiado na disputa, já que, como presidente da Câmara, também conduzirá a eleição.

Na decisão, Hilton Queiroz derrubou a liminar (decisão provisória) de Oliveira por entender que houve violação à separação de poderes, princípio segundo o qual o Judiciário não deve intervir em assuntos internos do Legislativo.

Para o desembargador, a Constituição não proíbe expressamente a reeleição de um presidente da Câmara após um “mandato-tampão”, como o de Maia, que assumiu o cargo no ano passado após a renúncia do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

“A literalidade da disposição constitucional deixa evidente que a recondução para o mesmo cargo na eleição imediatamente subsequente só é vedada aos que foram eleitos para mandato de dois anos”, escreveu Queiroz, atendendo a recurso apresentado pela Advocacia Geral da União (AGU) em favor de Maia.

Uma decisão mais efetiva sobre a possibilidade ou não de Maia ser reeleito ainda poderá ser tomada no Supremo Tribunal Federal (STF).

Na semana retrasada, a presidente da Corte, Cármen Lúcia, pediu a Maia uma manifestação com urgência sobre pedido semelhante para impedi-lo, apresentado pelo deputado André Figueiredo (PDT-CE), que também é candidato à presidência da Câmara.


Ex – Vereador Val Basílio se envolve em acidente em Palmeira dos Índios

Ninguém ficou ferido, e o acidente resultou apenas em danos matérias

 

Reprodução/Facebook

O ex-vereador e empresário, Denisval Basílio colidiu na manhã desta segunda-feira (23), com um veículo de transporte complementar em Palmeira dos Índios.

 

Segundo informações do próprio Val, ele trafegava em seu carro, uma caminhonete TOYOTA Hilux, quando o motorista da van que vinha a frente parou o veículo para o desembarcar de um passageiro, com a ação brusca, o ex-vereador não conseguiu parar seu veículo, colidindo assim com a traseira da van.

 

O acidente que aconteceu próximo ao terminal rodoviário do município não resultou em feridos.

 

As partes chegaram a um acordo no local. Val Basílio foi vereador em Palmeira dos Índios por vários mandatos, no ultimo pleito não conseguiu sua reeleição, ficando apenas como suplente

 


OAB defende que Cármen Lúcia decida sobre delação da Odebrecht no recesso

A sociedade brasileira exige definição imediata sobre os rumos da principal investigação em curso no país, a Lava Jato, avaliou Claudio Lamachia.

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Claudio Lamachia, defendeu que a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármem Lúcia, decida rapidamente sobre a homologação das delações premiadas da Odebrecht, envolvida em irregularidades na Petrobras, ou seja, ainda no recesso do tribunal – que termina no início de fevereiro.

“Não há tempo a perder. É o que a sociedade brasileira espera”, afirmou Lamachia, por meio de nota à imprensa, acrescentando que a sociedade “exige definição imediata sobre os rumos da principal investigação em curso no país”. “Não é cabível que, em situações excepcionais como esta, se aguarde o fim do recesso para que tal providência seja tomada”, declarou ele.

Com a morte do ministro Teori Zavascki nesta quinta-feira (19), relator da Operação Lava Jato no STF, os processos relacionados podem ficar sob relatoria de um novo ministro indicado pelo presidente Michel Temer ou podem ser redistribuídos pela presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, para algum outro magistrado que já ocupe uma cadeira na Corte. A homologação também pode ser feita pela presidente da corte suprema.

O novo relator deve assumir a Lava Jato em um momento de grande apreensão no mundo político, motivada pela iminência da homologação da delação premiada de 77 executivos da Odebrecht. A homologação estava prevista para o início de fevereiro, na volta do recesso no STF. Esse procedimento é um ato de validação judicial dos acordos, que autorizaria o procurador-geral da República a pedir novas investigações sobre o esquema de corrupção.

Segundo Lamachia, da OAB, o país “não pode caminhar em meio a dúvidas e suspeições suscitadas pela indefinição decorrente do trágico falecimento do ministro Teori Zavascki”. “Ele próprio estava ciente dessa urgência, que o levou a organizar uma força tarefa para dar continuidade aos trabalhos no recesso”, acrescentou.

Na visão do presidente da OAB, a interrupção dos trabalhos, além de “grave desserviço público, desmerece sua memória”. “É necessário ainda que se aproveitem o conhecimento e a memória histórica dos juízes federais que o auxiliaram durante o já longo trâmite desse processo. São magistrados qualificados, com profundo domínio do caso. Esse conhecimento não pode de modo algum ser desperdiçado, não apenas em nome da lógica e do bom senso, mas sobretudo em nome dos mais elementares fundamentos éticos da Justiça”, concluiu Lamachia.


Politraumatismo craniano matou o ministro Teori Zavascki, afirma laudo do IML

Instituto médico legal excluiu possibilidade de afogamento após queda de avião

O laudo oficial do Instituto Médico Legal declarou que um politraumatismo craniano matou o ministro Teori Zavascki após a queda de avião que aconteceu em Paraty (RJ) na última quinta-feira, dia 19. O IML de Angra dos Reis, no sul do estado do Rio de Janeiro, descartou a possibilidade de morte por afogamento.

Além do ministro do Supremo Tribunal Federal, quatro pessoas também morreram no acidente. O empresário Carlos Alberto Filgueiras, dono do Hotel Emiliano, o piloto Osmar Rodrigues, a massoterapeuta Maira Lidiane Panas Helatczuk, e a mãe dela, a professora Maria Ilda Panas.

A aeronave que levava Teori decolou do Campo de Marte, aeroporto localizado em São Paulo, às 13h, e caiu por volta das 13h45, segundo a Marinha.

Informações disponíveis no site da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) revelam que o Beechcraft C90GT tem capacidade para sete passageiros, além do piloto. É um avião bimotor turboélice fabricado pela Hawker Beechcraft. A aeronave PR-SOM está registrada em nome da Emiliano Empreendimentos e Participações Hoteleiras Limitada.

Relator da Lava Jato na Corte, o ministro era o responsável por conduzir os desdobramentos da maior investigação de combate à corrupção no País que envolvem autoridades com foro privilegiado.

O velório de Teori Zavascki será aberto às 11h deste sábado (21), no plenário da Corte, em Porto Alegre (RS). O enterro do corpo do ministro será realizado a partir das 18h no cemitério Jardim da Paz.


Rua José e Maria Passos, nº 25 - Centro - Palmeira dos Índios - AL.

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