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Operação resulta em duas mortes, três feridos e apreensão de armas em Arapiraca

Uma operação desencadeada pela Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic) deixou dois mortos e três suspeitos presos na cidade de Arapiraca. Além disso a polícia apreendeu uma quantia em dinheiro, armas de diversos calibres, inclusive de uso restrito, como .45, fuzil .762, pistola 9mm. Também foram apreendidos armamentos de calibre .40, .38, .22 e .12; mais de mil munições, incluindo de metralhadora; um silenciador; uma mira a laser e explosivos.

Os mortos foram identificados como José Edson Calixto da Silva, 24 anos, e Fábio Júnior Félix, 37 anos. Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) da cidade. A Polícia Civil ainda não confirmou os nomes dos presos, mas segundo informações aponta que um dos presos seria um policial militar.

A operação aconteceu na zona rural de Arapiraca e também teve a participação do Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc) do Ministério Público Estadual. O objetivo era desarticular uma quadrilha envolvida em roubos a bancos em Alagoas e em outros estados do Nordeste

O material apreendido foi encaminhado à Central de Polícia da cidade.


Homem é preso acusado de estuprar enteadas de três e cinco anos

Policiais civis dos 68º, 70º e 72º Distritos Policiais, prenderam nesta terça-feira (6), um homem acusado de estupro de vulnerável na região do Agreste alagoano.

Olavio da Silva, de 32 anos, conhecido por “Tibaca” foi detido no município de Belém, em cumprimento a mandado de prisão, expedido pela juíza Luana de Freitas, da Vara do Único Ofício de Taquarana.

Segundo o delegado Itamar Uchôa, que comandou as ações, ao ser interrogado, Olavio confessou ter estuprado as enteadas de apenas cinco, e três anos de idade, afirmando que já tinha praticado os estupros contra as crianças várias vezes.

O delegado disse ainda que as menores foram encaminhadas ao Instituto Médico Legal de Arapiraca, onde foi constatado os abusos sexuais.


Defensoria Pública garante que hospitais repassem prontuário médico aos parentes de pacientes falecidos

A 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Alagoas confirmou o mérito do recurso ingressado pela Defensoria Pública do Estado de Alagoas e manteve a decisão proferida no ano passado que obriga as unidades hospitalares Santa Mônica, Helvio Auto, Santa Casa de Misericórdia de Maceió, Hospital Memorial Arthur Ramos, Fundacao Hospital Agro-indústria do Açúcar de Alagoas, Liga Alagoana Contra A Tuberculose (Hospital Sanatório) a fornecerem prontuários médicos ao cônjuge e sucessores legítimos do paciente falecido quando solicitado, bem como atendam a todas as requisições de encaminhamento de prontuários médicos formulados pela Defensoria. A decisão já entrou em vigor.

 

De acordo com o relator, o desembargador Domingos de Araújo Lima Neto, verifica-se que a pretensão da Defensoria Pública do Estado de Alagoas está de acordo com a recomendação do CFM n. 03/2014, no sentido de resguardar o direito de acesso dos sucessores do paciente morto ao respectivo prontuário médico, de modo a viabilizar as relações jurídicas decorrentes do evento morte, tais como: recebimento de seguro, concessão de pensão, investigação de doenças genéticas, dentre outros.

 

“Não se pode olvidar que, nesses casos, o dever de sigilo deve ser, necessariamente, estendido aos familiares que tiverem acesso à documentação fornecida pelos médicos e hospitais, a fim de resguardar a intimidade e vida privada do paciente falecido”, expôs o desembargador.

 

No ano passado, o Tribunal de Justiça deferiu, liminarmente, o pedido feito pela Defensoria Pública, em agravo de instrumento, e ordenou que os referidos hospitais, liberassem   prontuários médicos ao cônjuge e sucessores legítimos do paciente falecido quando solicitado.

 

Só que após a decisão, devidamente intimados, a Santa Casa de Misericórdia e o Hospital Memorial Arthur Ramos apresentaram contrarrazões e informaram terem adotado entendimento predominante, no sentido de que “o prontuário médico é absolutamente sigiloso, por conter informações de cunho personalíssimo que apenas podem ser reveladas por ordem do próprio paciente ou por determinação judicial, quando houver justa causa”.

 

Por sua vez, o Estado de Alagoas (Hospital Geral de Alagoas), através da Uncisal (Santa Mônica e Helvio Auto), Fundação Hospital Agroindústria do Açúcar de Alagoas (Hospital dos Usineiros) e Liga Alagoana Contra a Tuberculose (Hospital Sanatório), deixaram transcorrer o prazo processual sem apresentar contrarrazões.

 

Ao confirmar o mérito do recurso impetrado pela Defensora, o desembargador Domingos de Araújo Lima Neto informou que a concessão da medida liminar em sede recursal teve como objetivo assegurar a observância da recomendação CFM n. 03/2014, mediante as provas documentais pré-constituídas pela Defensoria Pública do Estado de Alagoas que demonstram a recusa injustificada dos agravados, inclusive da Santa Casa de Misericórdia e do Hospital Memorial Arthur Ramos, em fornecer os prontuários médicos aos familiares de paciente falecido.

 

“Diante do exposto, conheço do presente recurso, para, no mérito, dar-lhe provimento, a fim de que os agravados forneçam, quando solicitados pelo cônjuge sobrevivente e, sucessivamente, pelos sucessores legítimos, os prontuários do paciente falecido, desde que comprovado o vínculo familiar e estendido dever de sigilo àqueles que tiverem acesso aos documentos fornecidos; bem como que atendam a todas as requisições de encaminhamento de prontuários médicos formuladas pela Defensoria Pública, quando atuar como representante dos familiares do paciente falecido”, concluiu o desembargador.


Alagoana que vive em Santa Catarina está alojada em laje de residência devido a enchente

 

Alagoanos que vivem no Estado de Santa Catarina correm riscos de vida. Uma grande enchente proveniente do Rio Itajaí no município de Rio do Sul, região sul do estado tem causado um grande estrago e deixado centenas de pessoas desabrigadas.

Centenas de alagoanos estão entre os desabrigados e também que correm sérios riscos de vidas. Rio do Sul é o destino da maioria dos alagoanos oriundos da região do Sertão de Alagoas que buscam emprego no referido município que oferta oportunidades de empregos na área industrial e também no comércio.

O Estado de Santa Catarina apresenta 85 municípios em situações degradantes devido as fortes chuvas. Nos últimos dias as chuvas foram intensas causando: inundações, enxurradas e vendavais. Foram registradas 22 inundações e 38 deslizamentos , segundo a Defesa Civil.

A alagoana Leydijane Monteiro, 18 anos, vive há 2 anos em Rio do Sul e acabou perdendo todos os móveis da residência aonde vive com mais 5 pessoas, incluindo 2 crianças. Em contato com oManchetes da Hora, Leydijane que está alojada com uma amiga na laje da casa contou a situação que enfrenta.

”A casa q eu moro esta debaixo de água, mais eu estou na lage encima”

Leydijane é natural de Monteirópolis, Sertão de Alagoas, há 2 anos no Estado de Santa Catarina aonde reside. Ela perdeu todos os móveis na madrugada desta segunda-feira (05), por volta das 04h:30 da madrugada, Leydijane e sua amiga Samuelitta, natural de Jeremoabo, BA, se depararam com o nível elevado de água invadindo a casa e as pressas buscaram o ponto mais alto do imóvel que é uma laje (coberta), espécie de 2° andar, aonde se alojaram e conseguiram resgatar alguns eletrodomésticos, aparelhos eletrônicos, vestimentas e mantimentos.  Os demais moradores da residência: 3 adultos e duas crianças sairam para um prédio de um amigo, as jovens decidiram ficar.

Questionada por nossa redação se ela e sua amiga pretendem continuar no imóvel, Leydijane responde: ”Vamos espera mais um pouco, se subir mais a gente vai ter que chamar a defesa civil pra nos tirar daqui”. Disse ainda que durante os 2 anos que vive no estado nunca tinha visto algo do tipo e que teve colegas que acordaram com a água embaixo da cama e tiveram que ser socorridos de canoas. As jovens mantêm contato diário com a família e tem esperança de que o nível da água logo diminua.


Caps AD desenvolve oficinas para geração de renda dos usuários


Aproveitamento de alimentos, geração de renda e novas oportunidades. Essas têm sido as lições diárias para os usuários do Centro de Atenção Psicossocial Espaço Renascer (Caps AD) em Palmeira dos Índios. A coordenação da unidade de saúde, visando uma melhor recuperação psicossocial dos usuários, tem realizado diversas oficinas para incentivar a geração de renda dos mesmos.

A cada 15 dias, a equipe do Caps orienta os usuários na produção de geleias de frutas e sucos naturais. A oficina conta com o modo de higienização dos potes, frutas e armazenamento. Os usuários se dividem nas tarefas, auxiliando os oficineiros nas etapas de produção ou observando os trabalhos. “Até agora produzimos geleias de manga, acerola, jabuticaba e abacaxi. Vale lembrar que não usamos corantes ou conservantes, é tudo 100% natural. Queremos aumentar nossa produção para personalizar os vidrinhos das geleias para que eles possam vender o que eles produzem. A equipe não tem interesse nenhum em ficar com a renda, é tudo deles e para eles”, informou a coordenadora da unidade, Flávia Bernardo.

A coordenadora ainda informa que é necessário o interesse por parte da sociedade. “Não temos como arcar com a compra de frutas, potes de vidro e os demais materiais. Quem tiver interesse de ajudar, doando frutas e os demais materiais, pode nos procurar. Esse trabalho é uma forma de ajudar nossos pacientes na ressocialização e assim, saírem daqui com algo de bom para a vida”, reforça Flávia.

Além das geleias e sucos naturais, a unidade trabalha com artesanato, onde todos produzem peças confeccionadas com jornais velhos. O Caps atende, mensalmente, 80 usuários.


Soldado amamenta bebê que chorava de fome durante abordagem policial

 

“A gente sai de casa pra trabalhar, não sabe o que vai ter pela frente. Temos que estar dispostos a ajudar”, diz Ana Maria Fernandes de Figueiredo. A soldado da Polícia Militar viveu um dia de serviço inusitado no domingo (4). Durante uma abordagem, ela amamentou um bebê de pouco mais de 20 dias de vida, em Belém. O momento foi registrado e viralizou nas redes sociais.

Segundo a PM, ela estava na viatura de ronda, quando viu um homem carregando um bebê muito pequeno. “Ele não levava nada, nenhuma bolsa. Andava apressado com o bebê, que estava chorando muito”, relata. Os policiais, então, pediram para falar com o homem, que estava sem documentação.

Ele explicou que é lavador de carros, e que a esposa havia saído para buscar dinheiro no local onde trabalhava. “A gente liberou ele, mas como o bebê chorava muito, fomos até um hotel da região para abrigar a criança e averiguar a situação”, conta Ana Maria.

Segundo a PM, o homem mostrou um papel do Conselho Tutelar, que estava em seu bolso. O ofício mostrava que ele já tinha uma filha, que fora levada para um abrigo. “Ele disse que já tinha perdido um filho e não queria perder outro. Nos passou o número da esposa e entramos em contato”.

Mãe de um menino de dois anos, a soldado se sensibilizou com o desconforto da criança. O pai da pequena Luíza disse que a menina sentia fome. A policial, então, ofereceu-se para amamentar a bebê. O pai e o sargento autorizaram, e a criança foi alimentada.

“A gente olha uma criança chorando, numa situação daquela. Temos que suprir as necessidades dela. Quando eu me dispus a amamentar, e o pai autorizou na hora, ele estava agoniado com o choro”, diz. “A gente pensa no nosso filho, mãe é mãe”.

Alerta

Apesar do ato de solidariedade que foi a amamentação da pequena Luíza, a prática não é recomendada pelos médicos. Segundo a pediatra da Santa Casa do Pará, Giselle Toscano, a orientação é que ninguém amamente o filho de outra pessoa.

“A princípio, a recomendação é essa. Porque a pessoa (que amamenta) pode ser portadora de alguma doença contagiosa, ou faça uso de alguma medicação que possa fazer mal ao bebê. Mas se a mulher tiver com a saúde em dia, é outra situação”, diz.

A pediatra explica que, em caso de doação de leite materno, há um processo que garante a segurança alimentar ao bebê que vai consumir o leite de terceiras. “O leite doado à Santa Casa, por exemplo, vai para o Banco de Leite, é pasteurizado, passa por diversas etapas, até que é oferecido aos bebês”.


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