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Papa nomeia mulheres para cargos-chave no Vaticano pela primeira vez

O Papa Francisco em uma das audiências semanais no Vaticano nesta quarta-feira (22). — Foto: Remo Casilli/Reuters

Papa Francisco nomeou quatro mulheres como consultoras na secretaria-geral do Sínodo dos Bispos, considerado um departamento chave no Vaticano, nesta sexta-feira (24). É a primeira vez que mulheres ocupam este cargo na Igreja Católica, informou a Santa Sé, desde que o sínodo foi fundado, há mais de 50 anos.

O Sínodo é uma assembleia de bispos que representam o conjunto de todos os bispos da Igreja Católica e tem a missão de ajudar o Papa no governo da Igreja. Ele também pode oferecer orientações sobre a doutrina católica que podem ser transformadas em lei pelo pontífice. Foi estabelecido em 1965 pelo Papa Paulo VI.

Três freiras e uma mulher não ordenada na Igreja foram nomeadas para a secretaria-geral, uma instituição permanente vaticana que se encarrega de preparar a assembleia do Sínodo e de aplicar suas conclusões.

“É uma ótima notícia, porque, até agora, não havia estruturas para as mulheres terem influência nos sínodos enquanto estão sendo preparados”, disse à Reuters Zuzanna Fliosowska, gerente geral do Voices of Faith, um grupo de defesa internacional que promove um papel maior para as mulheres na Igreja.

A próxima reunião do grupo, marcada para outubro deste ano, vai discutir as necessidades da Igreja na região da Amazônia – como, por exemplo, a escassez extrema de padres, diz a Reuters.

Duas das quatro nomeadas são italianas – a irmã Alessandra Smerilli, professora de economia, e Cecilia Costa, professora de sociologia. As outras são a Irmã Maria Luisa Berzosa Gonzalez, da Espanha, e a Irmã Nathalie Becquart, da França.

Além delas, foram nomeados dois consultores homens: os reverendos Giacomo Costa e Rossano Sala.

Fonte: G1 Globo


Interpol desmantela rede internacional de pedófilos e resgata 50 crianças

(Arquivo) A Interpol anunciou nesta quinta-feira que nove pessoas foram detidas em Tailândia, Austrália e Estados Unidos, e que 50 crianças foram resgatadas, após o desmantelamento de uma rede internacional de pedófilos que operavam na internet profunda – AFP/Arquivos

A Interpol anunciou nesta quinta-feira que nove pessoas foram detidas em Tailândia, Austrália e Estados Unidos, e que 50 crianças foram resgatadas, após o desmantelamento de uma rede internacional de pedófilos que operavam na “darknet”, a internet profunda.

A operação é consequência de uma ação iniciada em 2017, depois que que investigadores da Interpol encontraram material pedopornográfico em um site na “darknet” com 63.000 membros de todo o mundo.

Cinquenta crianças foram resgatadas, informou a Organização Internacional de Polícia Criminal, que não revelou a idade nem a nacionalidade dos menores.

Entre os nove detidos está o principal administrador do site, com sede na Tailândia. Este homem foi identificado como o autor de abusos contra 11 crianças, entre elas seu sobrinho.

Outro homem, residente na Austrália, foi detido em posses de milhares de documentos de pornografia.

As imagens mostram este homem abusando de crianças, incluindo um bebê de apenas 15 meses, segundo a Interpol.

Suspeitos também foram detidos nos Estados Unidos, incluindo um homem que abusou de seu meio-irmão de dois anos.

A investigação, com a participação de quase 60 países membros da Interpol, pode demorar vários anos, pois as ramificações desta rede são numerosas e extensas.

Além das 50 crianças resgatadas, os investigadores tentam identificar outras crianças que também teriam sido vítimas da rede.

Fonte: ISTOÉ


Família divulga nomes dos 6 brasileiros achados mortos no Chile

A identidade dos seis brasileiros encontrados mortos em um apartamento em Santiago, no Chile, nesta quarta-feira (22), foi informada nesta quinta por uma parente da família. Cinco das vítimas eram catarinenses e uma, goiana. A polícia ainda não confirmou oficialmente os nomes.

Bombeiros chilenos suspeitam que um vazamento de gás tenha causado as mortes. O prédio todo, no Centro da capital chilena, foi esvaziado durante as operações. De acordo com a Polícia Civil de Santa Catarina, a família estava em Santiago para comemorar o aniversário de um dos filhos, uma adolescente.

Família morreu em apartamento em Santiago, no Chile — Foto: Noemi Fortunato Nascimento/Arquivo Pessoal
Família morreu em apartamento em Santiago, no Chile — Foto: Noemi Fortunato Nascimento/Arquivo Pessoal

Um casal e os dois filhos adolescentes moravam em Biguaçu, na Grande Florianópolis. O segundo casal, formado pelo irmão e a cunhada da mãe da primeira família, morava em Hortolândia, no interior de São Paulo.

As vítimas eram:

  • Fabiano de Souza, 41 anos (pai dos adolescentes e marido de Débora)

  • Débora Muniz Nascimento de Souza, 38 anos (mãe dos adolescentes e mulher de Fabiano)

  • Caroline Nascimento de Souza, que completaria 15 anos nesta semana (filha de Fabiano e Débora)

  • Felipe Nascimento de Souza, 13 (filho de Fabiano e Débora)

  • Jonathas Nascimento Krueger, 30 anos (catarinense irmão de Débora e marido de Adriane)

  • Adriane Krueger (goiana mulher de Jonathas)

As informações foram repassadas por Noemi Fortunato Nascimento, prima de Jonathas e Débora.

“O irmão da Drica está indo hoje para lá. Por enquanto, ainda não sabemos como será o translado, estamos aguardando por mais informações”, explica a prima.

Jonathas e Adriana foram encontrados mortos no Chile — Foto: Noemi Fortunato Nascimento/Divulgação
Jonathas e Adriana foram encontrados mortos no Chile — Foto: Noemi Fortunato Nascimento/Divulgação

O advogado da família catarinense, Mirivaldo Aquino de Campos, também confirmou a identidade das vítimas. Nesta madrugada, a mãe de Jonatas e Débora morreu em Florianópolis e ocorre o velório nesta manhã.

“Vamos primeiro enterrar a mãe depois vamos ver o que fazer”, disse o advogado da família catarinense.

Ainda de acordo com a prima Noemi, a família também está recebendo informações do caso através de amigos de trabalho de Jonatas, que moram em São Paulo, e estão em contato com a polícia chilena.

De acordo com o Itamaraty, um diplomata do Consulado do Brasil em Santiago encontrou os corpos após receber um alerta de um delegado brasileiro. Segundo o ministério, esse delegado foi acionado por familiares das vítimas.

Segundo a imprensa chilena, vazamento de gás ocorreu nesse edifício residencial em bairro da região central de Santiago — Foto: Reprodução/Google Maps
Segundo a imprensa chilena, vazamento de gás ocorreu nesse edifício residencial em bairro da região central de Santiago — Foto: Reprodução/Google Maps

O comandante da polícia chilena, Rodrigo Soto, disse ao jornal “El Mercurio” que os policiais encontraram um forte cheiro do gás quando entraram no apartamento. Bombeiros ainda fazem perícia para comprovar o vazamento.

O edifício onde ocorreram as mortes fica na esquina das ruas Santo Domingo e Mosqueto, na região conhecida como Bellas Artes, Centro de Santiago. As autoridades ainda não sabem o que causou o vazamento nem por quanto tempo as vítimas respiraram o gás.

Bombeiros atendem a chamado por vazamento de gás em Santiago, capital do Chile — Foto: @cbsantiago/Reprodução/Twitter
Bombeiros atendem a chamado por vazamento de gás em Santiago, capital do Chile — Foto: @cbsantiago/Reprodução/Twitter

Fonte: G1 Globo


Morre, aos 70 anos, o tricampeão de F1 Niki Lauda

Morre o tricampeão de Fórmula 1 Nick Lauda

O austríaco Niki Lauda, tricampeão de Fórmula 1, morreu nesta segunda-feira (20) aos 70 anos, informou na noite de hoje sua família em um comunicado divulgado pelos meios de comunicação britânicos.

Lauda travou grandes duelos e manteve uma grande rivalidade nas pistas com o piloto britânico James Hunt, retratado no filme “Rush”,  dirigido por Ron Howord e lançado em 2013.

No ano passado, ele concordou em vender o controle de sua companhia aérea Laudamotion para a Ryanair e era acionista da equipe Mercedes de Formula 1.

Fonte: 7 Segundos


Huawei acusa EUA de intimidação e disse que trabalha com Google para combater restrições

Celulares da Huawei são exibidos em uma loja de serviços de telecomunicações em Hong Kong — Foto: Kin Cheung/AP

A Huawei afirmou nesta terça-feira (21) que é vítima de intimidação dos Estados Unidos e que está trabalhando com o Google para combater restrições comerciais impostas por Washington na semana passada, disse um executivo sênior da fabricante chinesa de equipamentos de telecomunicações.

O governo dos EUA alegou que impôs as restrições por causa do que chama de envolvimento da Huawei em atividades contrárias à segurança nacional ou a interesses de política externa norte-americana.

Na segunda-feira, o governo dos EUA diminuiu temporariamente as restrições para minimizar o transtorno dos clientes do grupo chinês, um movimento rejeitado pelo fundador da Huawei, que disse que a empresa de tecnologia havia se preparado para a ação dos EUA.

No domingo, o Google suspendeu os negócios com a Huawei, que exigem a transferência de hardware, software e serviços técnicos, exceto aqueles disponíveis publicamente via licenciamento de código aberto, citando uma fonte familiarizada com o assunto.

“Eles (o Google) têm motivação zero para nos bloquear. Estamos trabalhando em conjunto com o Google para descobrir como a Huawei pode lidar com a situação e o impacto da decisão do Departamento de Comércio dos EUA”, disse Abraham Liu, representante da Huawei para as instituições da UE.

Liu disse que a Huawei não culpa o Google pela decisão e que é cedo demais para dizer quais serão as consequências.

“A Huawei está se tornando a vítima de intimidação pela administração dos EUA. Isso não é apenas um ataque contra a Huawei. É um ataque à ordem liberal, baseada em regras”, acrescentou Liu.

Fonte: G1 Globo


Áreas protegidas da Amazônia perdem 9,5 mil km² de mata em 3 décadas

Floresta Nacional do Tapajós e o Rio Tapajós ao fundo — Foto: Marcelo Brandt/G1

Áreas protegidas na Amazônia perderam o equivalente a seis cidades de São Paulo em vegetação em três décadas. Foram 953 mil hectares desmatados em unidades de Conservação (UCs), terras indígenas (TIs) e quilombolas que deveriam ter permanecido integralmente preservados.

Cercadas por territórios com taxas ainda maiores de desmatamento, essas áreas não passaram ilesas às pressões crescentes sobre o bioma, mas ganharam importância: hoje são responsáveis por preservar mais da metade da floresta.

Em 1985, elas representavam 47% da área de floresta natural da Amazônia; hoje, o índice chega a 53%, de acordo com monitoramento de satélite. Nesta semana, o Desafio Natureza do G1 publica uma série de reportagens sobre o desmatamento no bioma, o impacto da criação de infraestrutura e bons exemplos de interação com a floresta.

Os dados foram compilados a partir de imagens de satélite pelo projeto Mapbiomas e analisados pelo G1. Para mostrar o cenário de desmatamento em áreas protegidas e não-protegidas, a equipe de reportagem viajou até a região de Santarém, no Pará. Em um território pressionado pelo agronegócio e cortado pela BR-163 estão uma floresta nacional e uma reserva extrativista.

Unidades de Conservação próximas a Santarém — Foto: Rodrigo Sanches/G1
Unidades de Conservação próximas a Santarém — Foto: Rodrigo Sanches/G1

Desmatamento: Belterra 10% x Flona 0,1%

Na Floresta Nacional (Flona) do Tapajós vivem mais de mil famílias que podem caçar, plantar e extrair recursos naturais apenas para consumo. Nas imediações da Flona, o território ao lado da unidade de conservação é usado para o cultivo de grãos.

O contraste vai além dos tons de verde no cenário demarcado pelo asfalto da rodovia federal e aparece também nos percentuais de desmatamento: a cidade de Belterra – que abriga em seu território parte da Flona Tapajós – teve 10% de sua floresta desmatada em três décadas. Se for considerado apenas o percentual dentro da unidade, a taxa de desmatamento foi de 0,1%.

Na prática, os efeitos do desmatamento são sentidos por moradores como João Batista Ferreira, de 58 anos, um ex-produtor de mel. Ele mora em uma área de 400 metros quadrados fora da Flona do Tapajós.

João Batista Ferreira, mais conhecido como João do Mel, em seu terreno em Belterra, no Pará — Foto: Marcelo Brandt/G1
João Batista Ferreira, mais conhecido como João do Mel, em seu terreno em Belterra, no Pará — Foto: Marcelo Brandt/G1

A propriedade está cercada por plantações. O ex-produtor diz que não consegue mais recolher mel e alega que o extermínio das abelhas está relacionado aos agrotóxicos carregados pelo vento, assim como verificado no Sul do país. “Infelizmente não dá mais para manter a criação de abelhas. Eu aconselho que ninguém crie mais aqui, porque não dá mais certo”.

Do outro lado do rio, Joelma Lopes, de 45 anos, mora na Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns e vive realidade bem diferente em uma área um pouco mais isolada e protegida onde a taxa de desmatamento fica perto dos 0,5% desde 1985.

Joelma empreende produzindo mel e licor com as frutas da estação – na época da visita do G1, taperebá e murici. “Aqui não temos essa preocupação”, diz com relação ao impacto do uso de agrotóxicos usados no cultivo da soja.

Joelma Lopes em frente à produção de mel na Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns, no Pará — Foto: Marcelo Brandt/G1
Joelma Lopes em frente à produção de mel na Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns, no Pará — Foto: Marcelo Brandt/G1

Fonte: G1 Globo


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