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Neymar é intimado a depor à Polícia Civil do RJ por divulgação de conversas de uma mulher que o acusa de estupro

O atacante Neymar foi intimado a prestar depoimento à Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI) do Rio de Janeiro para prestar esclarecimentos sobre a divulgação de conversas e imagens íntimas que seriam de uma mulher de 26 anos que o acusa de estupro.

A intimação foi entregue ao jogador nesta segunda-feira (3), na Granja Comary, onde está concentrado junto à Seleção Brasileira, que disputa amistoso contra o Catar na próxima quarta-feira (5), em Brasília.

O depoimento do jogador está previsto para a próxima semana na sede da delegacia especializada, na Zona Norte do Rio.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro apura se o jogador cometeu crime virtual ao divulgar conversas nas quais há imagens íntimas de uma mulher que o acusou, em São Paulo, de ter sido forçada a ter relações sexuais com ele. O suposto estupro teria sido cometido em Paris, no dia 15 de maio, mas a denúncia só foi feita no Brasil no último dia 31.

A divulgação feita por Neymar ocorreu após se tornar pública a denúncia de estupro. O jogador já estava concentrado na Granja Comary quando usou seu perfil em uma rede social para se defender da acusação feita pela mulher. Em um vídeo, ele afirmou que a relação foi consentida e mostrou conversas entre os dois.

“A partir de agora vou expor tudo, expor toda a conversa que eu tive com a menina, todos os nossos momentos, que é íntimo, mas é necessário abrir, é necessário expor pra provar que realmente não aconteceu nada demais (…) O que aconteceu em um dia foi uma relação entre homem e mulher dentro de quatro paredes, algo que acontece com todo casal, e no dia seguinte não aconteceu nada demais, a gente continuou trocando mensagem, ela me pediu uma lembrança pro filho e eu ia levar e, bom, agora fui pego de surpresa por causa disso”, disse o jogador no vídeo que publicou.

Neymar postou vídeo em rede social defendendo-se da acusação de estupro e dizendo ser vítima de tentativa de extorsão — Foto: Reprodução/Instagram

Na parte da conversa que Neymar divulgou aparece apenas o primeiro nome da mulher. Nas fotos íntimas, o rosto dela foi borrado pelo próprio jogador.

O conteúdo divulgado por Neymar mostra que eles voltaram a conversar normalmente depois do dia apontado pela mulher como o do suposto estupro. Ambos marcam um segundo encontro amoroso. Ela diz que quer vê-lo e Neymar responde: “Claro que vamos transar de novo”. Em nenhum trecho aparece reclamação da mulher em relação ao jogador e ela insiste em revê-lo.

À polícia de São Paulo, a mulher contou que o estupro teria ocorrido num hotel em Paris, cidade em que Neymar mora, no dia 15 de maio. A vítima relatou à polícia que encontrou o atleta embriagado e que os dois trocaram carícias. Mas que, em determinado momento, o jogador ficou agressivo e a forçou uma relação sexual. Ela disse que ficou muito abalada e com medo de registrar o caso em outro país. Disse também que viajou a Paris com passagens e hospedagem pagas por Neymar.

Na sexta-feira, quinze dias depois do encontro, a mulher passou por exame de corpo de delito, em um hospital em São Paulo. A polícia aguarda o resultado e já juntou conversas entre os dois em redes sociais. A investigação também vai ouvir testemunhas e o próprio jogador.

G1 entrou em contato com a assessoria do jogador, mas não obteve resposta até a publicação dessa reportagem.

Crime prevê pena de prisão

Neymar é investigado pela polícia fluminense por crime previsto no artigo 281-C do Código Penal diz o seguinte:

Oferecer, trocar, disponibilizar, transmitir, vender ou expor à venda, distribuir, publicar ou divulgar, por qualquer meio – inclusive por meio de comunicação de massa ou sistema de informática ou telemática -, fotografia, vídeo ou outro registro audiovisual que contenha cena de estupro ou de estupro de vulnerável ou que faça apologia ou induza a sua prática, ou, sem o consentimento da vítima, cena de sexo, nudez ou pornografia.

O crime prevê pena de prisão de um a cinco anos, com aumento de até 2/3 da pena caso o crime seja praticado por agente que mantém ou tenha mantido relação íntima de afeto com a vítima ou com o fim de vingança ou humilhação.

Como as imagens divulgadas por Neymar em seu Instagram foram editadas (algumas partes íntimas foram cobertas, assim como horários, datas e até nomes), o telefone celular do atacante terá de passar por uma perícia técnica.

Fonte: G1 Globo


Escassez de comida leva a longas filas e desespero em Cuba

Segundo o jornal cubano independente 'El Estornudo', a polícia prendeu quem tirou fotos das filas nos supermercados, como aconteceu com o autor desta imagem — Foto: BELO PCRUZ / CORTESÍA EL ESTORNUDO
Segundo o jornal cubano independente ‘El Estornudo’, a polícia prendeu quem tirou fotos das filas nos supermercados, como aconteceu com o autor desta imagem — Foto: BELO PCRUZ / CORTESÍA EL ESTORNUDO

Maydelis Blanco Rodríguez, uma cubana de 32 anos, diz que toda manhã, quando acorda, só pensa em uma coisa: “O que vou dar de comer ao meu filho hoje?”

“É uma situação muito desesperadora, você se sente muito impotente porque nem com dinheiro consegue as mercadorias”, diz ela à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC, por telefone de Havana.

Desde o fim de 2018, Cuba, que ao longo da história sofreu uma série de crises econômicas, enfrenta uma escassez generalizada de alimentos e produtos de higiene (como sabonete e pasta de dente), que se agravou nos últimos meses.

As autoridades atribuem o desabastecimento ao embargo e medidas dos EUA contra a ilha, especialmente às novas sanções do presidente americano, Donald Trump.

“Esta situação tem entre suas causas o recrudescimento do bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos e o aumento das perseguições financeiras”, afirmou o presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, durante uma reunião da Comissão Agroalimentar do Conselho de Ministros de Cuba em abril.

“Além da quebra de equipamentos e outros problemas internos, a falta de alguns produtos nos mercados se deve a essas medidas unilaterais promovidas pelo governo dos EUA, o que também provocou a redução de crédito de financiamento”, afirmou.

Como reação, o governo anunciou neste mês um plano de racionamento “temporário” para “conseguir maior equidade na distribuição de alguns produtos” e “evitar a acumulação compulsiva”.

Desde então, comprar salsicha, frango, arroz, ervilha, feijão, ovo ou óleo se tornou um desafio diário para muitos cubanos, além de motivo de discussão e pancadaria.

“Eu tenho pesadelo com as filas. Há fila para tudo. Você perde a vida nas filas”, diz Blanco Rodríguez.

Enquanto isso, fotografias de frigoríficos vazios, de filas imensas vigiadas por policiais e agentes de segurança (alguns com armas de alto calibre) e até mesmo de confrontos entre cubanos para comprar produtos como frango, começaram a circular nas redes sociais de Cuba, às quais cada vez mais pessoas têm acesso.

Mas, apesar de as imagens do desabastecimento na capital terem mais visibilidade, a situação em algumas províncias do interior da ilha parece estar pior, segundo vários cubanos relataram à BBC News Mundo.

“Outro dia eu estava na fila porque conseguiram cabeça, pata e língua de porco, e dois homens começaram a se agredir. A polícia teve que intervir. É incrível que depois de 60 anos da revolução, as pessoas quase se matem para comprar uma língua de porco”, diz Pinar del Rio Teresa García, de 86 anos.

Fila para entrar em supermercado dá a volta no quarteirão na capital cubana — Foto: @LENNIERLOPEZ
Fila para entrar em supermercado dá a volta no quarteirão na capital cubana — Foto: @LENNIERLOPEZ

Por que isso está acontecendo?

“O impacto do bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos EUA a Cuba por mais de 60 anos sempre foi um dos maiores obstáculos ao desenvolvimento econômico e social do país”, afirmou a vice-ministra de Comércio Exterior, Ileana Núñez, em entrevista coletiva durante a feira Expocaribe, realizada em Havana.

“Sem dúvida, há um recrudescimento palpável”, acrescentou Núñez em resposta ao jornalista Will Grant, correspondente da BBC em Cuba.

O presidente da Câmara de Comércio de Cuba, Orlando Hernández, lembrou, por sua vez, no mesmo evento que o governo da ilha estima em US$ 4 bilhões o prejuízo que o embargo causa à economia do país.

“Mas muitos dos impactos que Cuba sofre não são medidos em números: quantas pessoas deixaram de investir no país? Quantos turistas teriam vindo e não vieram por causa da natureza intimidadora das medidas dos EUA?”

A ministra de Comércio Interior da ilha, Betsy Díaz Velázquez, reconheceu durante um programa oficial de televisão que, além das sanções dos EUA, o racionamento se devia aos problemas financeiros do governo (que é o único que pode importar alimentos).

“Por causa das restrições financeiras internas, do bloqueio e das medidas dos EUA contra a nossa economia, começamos a ter problemas com fornecedores e instituições financeiras que não queriam negociar conosco”, sinalizou.

A ilha, que tem uma população de mais de 11 milhões de habitantes, importa entre 60% e 70% dos alimentos que consome, segundo dados oficiais.

Ricardo Torres, pesquisador do Centro de Estudos da Economia Cubana, explica à BBC News Mundo que um fator decisivo nesse sentido foi a crescente perda de capacidade de importação.

“Cuba viveu durante três anos uma situação em que as receitas de exportação caíram. Isso, de uma maneira geral, afeta a disponibilidade de divisas do país e, portanto, implica em maiores restrições quando se trata de importações”, diz ele.

Em 2014, quando o governo cubano anunciou pela última vez o valor da sua dívida, o montante chegava a US$ 18,9 bilhões, embora alguns economistas acreditem tenha sido reestruturada em grande parte nos últimos anos.

No entanto, tudo indica que a falta de pagamento também levou alguns fornecedores a fecharem suas portas.

“À medida que Cuba não pode pagar seus fornecedores, em determinado momento, os fornecedores param de enviar os itens porque não podem mais acumular dívidas”, diz Torres.

Outro fator, em sua opinião, diz respeito às relações com o Brasil, onde Cuba fazia parte do Programa Mais Médicos até o fim de 2018, quando Havana cancelou a participação no programa, após a eleição do presidente Jair Bosonaro.

“No caso do Brasil, que era um importante fornecedor de alimentos, por alguns problemas nos pagamentos de Cuba, esse crédito não foi ampliado e agora as compras precisam ser em espécie”, diz ele.

Mercearia com as prateleiras vazias no centro de Havana — Foto: CORTESÍA DE EL ESTORNUDO
Mercearia com as prateleiras vazias no centro de Havana — Foto: CORTESÍA DE EL ESTORNUDO

Alguns economistas também sinalizam que a crise na Venezuela, principal parceiro comercial e aliado político da ilha desde a gestão de Hugo Chávez, também é responsável pelo cenário de desolação nas lojas de Havana.

Qual o impacto das sanções dos EUA?

Depois de uma breve aproximação que levou à reabertura de embaixadas nos dois países, houve um revés nas relações entre Cuba e Estados Unidos com a chegada ao poder do presidente Trump.

A Casa Branca, que mantém um embargo à ilha desde a década de 1960, anunciou nos últimos meses novas sanções que incluem restrições de viagem para cidadãos americanos e a ativação da terceira parte da Lei Helms-Burton (que permite a quem perdeu suas propriedades após a revolução processar o governo).

Havana considera essas sanções e o embargo como os principais motivos para a atual crise de desabastecimento.

“As sanções e as medidas de Trump não têm uma influência direta sobre essa escassez. Mas é certo que isso deixa os bancos estrangeiros mais relutantes em querer negociar com Cuba, e buscar outros bancos encarece o processo de comércio em geral e as importações”, avalia Torres.

“Mas o desabastecimento começou antes mesmo de Trump anunciar essas medidas”, acrescenta.

Por uma cláusula especial do Congresso dos EUA, Cuba pode comprar alimentos do país, algo que não foi alterado por Trump.

De acordo com dados da organização independente de agricultores American Farm Bureau Federation, dos US$ 2 bilhões que a ilha gasta em produtos agrícolas por ano, cerca de US$ 150 milhões são destinados a compras no país vizinho.

O ‘período especial’ pode voltar?

Os cubanos consultados pela BBC News Mundo dizem que a maior preocupação da população é que o desabastecimento se torne crônico, e a ilha retorne ao chamado “Período Especial”, que segundo eles, significa passar fome como em tempos de guerra.

Cuba entrou em crise nos anos 1990, quando a queda da União Soviética deixou a ilha sozinha no cenário internacional, perdendo toda a ajuda que recebia do bloco.

A partir de então, alimento, transporte, vestuário e eletricidade se tornaram artigos de luxo, até que Havana encontrou em Caracas um novo aliado.

O governo cubano nega que a ilha esteja à beira de um novo “período especial” e garante que o desabastecimento será temporário.

“Não é uma questão de voltar à fase aguda do Período Especial… Mas temos que estar preparados para a pior variante, precisamos estar alertas e conscientes de que estamos enfrentando problemas adicionais e que a situação poderia piorar no futuro, em alguns meses”, anunciou em abril o ex-presidente Raúl Castro.

Muitos economistas concordam que a atual crise de desabastecimento não tem solução no curto prazo.

Enquanto isso, muitos cubanos se perguntam qual produto estará em falta amanhã ou até onde será que as filas vão chegar.

“Você vê as pessoas na frente das lojas, esperando os estabelecimentos abrirem. Ontem a fila dava a volta no quarteirão. As coisas mais básicas voltaram a ser um luxo. Basta imaginar que as pessoas ficam felizes quando conseguem comprar um pedaço de frango”, diz Blanco Rodríguez.

Fonte: G1 Globo

Neymar é acusado de estupro

Uma mulher registrou Boletim de Ocorrência em São Paulo, nesta sexta-feira, acusando Neymar de estupro. O crime, segundo ela, teria ocorrido num hotel em Paris, no dia 15 de maio, às 20h20. A identidade da vítima é preservada no B.O.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo confirmou a denúncia à reportagem, em nota curta:

” Houve uma denúncia registrada pela vítima na 6ª DDM (Delegacia de Defesa da Mulher). O inquérito policial segue em sigilo.
São Paulo, 01 de junho de 2019″.

O pai do jogador, Neymar da Silva Santos, falou ao programa “Brasil Urgente”, da Band. Em conversa com o apresentador José Luiz Datena, ele negou a acusação, disse que o atleta foi alvo de extorsão e que a alegada vítima forjou provas.

Segundo ele, Neymar teve relações sexuais com a mulher que o acusa de estupro, mas consentidas. De acordo com Neymar pai, quando o jogador não quis mais ter relacionamento com a mulher, um advogado procurou o atleta e seus representantes, prometendo procurar a polícia e a imprensa com a acusação de estupro. Só não o faria se Neymar pagasse determinada quantia em dinheiro.

– São momentos difíceis. Se a opinião pública não estiver bem esclarecida. Se a gente não conseguir mostrar a verdade rapidamente, vira uma bola de neve. Se a gente tiver que expor o WhatsApp do Neymar e as conversas com essa moça, nós vamos expor, porque está claro que foi uma armadilha

Neymar pai diz que tem provas, que vão de fotos do encontro com um advogado do Instituto Neymar e duas testemunhas à troca de mensagens de Whatsapp entre o jogador e a mulher.

Ele diz que não foram ainda notificados pela Delegacia da Mulher, mas já estão prontos para apresentar a defesa.

– A gente já estava esperando por isso. Quando recebemos a extorsão, a gente ficou esperando – disse Neymar pai, que não gravou as conversas que diz ter havido com o advogado da mulher que acusa o filho de estupro.

– Não (gravamos). Tiramos fotos, temos imagens deles marcando pelo Whatsapp encontro comigo. Pedi que se direcionassem a um imóvel nosso em São Paulo. Coloquei três testemunhas. Não sabíamos os motivos (do encontro), o que teriam de provas disso. Os nossos advogados falaram que não tinha acordo nenhum. Extorsão a gente não aceita – disse.

Ele contou ter falado com o filho antes de as notícias começarem a aparecer na imprensa.

– Falei com ele para tranquilizá-lo. Que a gente já tinha um caminho a ser feito. Que vai ser a Justiça. Que a Justiça possa enxergar isso da melhor maneira possível.

Neymar está com a seleção brasileira, treinando para a Copa América. De folga neste domingo, ele deixou a Granja Comary — Foto: Pedro Martins / MowaPress
Neymar está com a seleção brasileira, treinando para a Copa América. De folga neste domingo, ele deixou a Granja Comary — Foto: Pedro Martins / MowaPress

Mulher diz que encontrou Neymar em Paris e que relação sexual foi contra sua vontade

No boletim registrado na 6ª DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), a vítima afirmou que foi embora de Paris no dia 17, retornando ao Brasil. Disse que estava abalada emocionalmente e com medo de registrar o fato em outro país, optando por fazer na delegacia em São Paulo, onde reside.

A vítima disse também que foi Neymar quem pagou suas passagens e hospedagem em Paris, por meio de um assessor. Ela disse que chegou a Paris no dia 15 e se hospedou no hotel Sofitel Paris, e que Neymar chegou no mesmo dia ao local, por volta das 20h, “aparentemente embriagado”. A vítima disse que conversaram, “trocaram carícias”, porém, em determinado momento, “Neymar se tornou agressivo e, mediante violência, praticou relação sexual contra a vontade da vítima”.

Veja abaixo o relato da vítima no Boletim de Ocorrência:

Comparece nesta Especializada a vítima qualificada sob o provimento CG 32/2000, noticiando que conheceu Neymar da Silva Santos Junior através das redes sociais (Instagram) e passaram a trocar mensagens. A vítima afima que Neymar lhe convidou para encontrá-lo em Paris e seu assessor “Gallo” entrou em contato com a mesma na data de 12/05/2019 e forneceu as passagens e hospedagem. A vítima afirma que embarcou na data de 14/05/2019, chegando em Paris na data de 15/05/2019, hospedando-se no Hotel Sofitel Paris Arc Du Triomphe. A vítima afirma que na mesma data, Neymar chegou por volta das 20:00 no hotel, aparentemente embriagado, começaram a conversar, trocaram “carícias”, porém em determinado momento, Neymar se tornou agressivo, e mediante violência, praticou relação sexual contra a vontade da vítima. A vítima afirma que foi em bora de Paris na data de 17/05/2019 retornando ao Brasil. A vítima afirma que estava abalada emocionalmente e com medo de registrar os fatos em outro país, decidindo registrá-los nesta Especializada em razão de seu endereço residencial. Com base no Princípio de Extraterritorialidade, bem como as partes serem brasileiras, o presente Boletim de Ocorrência foi registrado nesta Especializada, inclusive para fins de encaminhamento aos exames que se fizerem necessários. Informo, por fim, que demais informações a respeito dos fatos foram colhidas em termos próprios, bem como documentos pertinentes. Nada mais.

 — Foto: infoesporte
— Foto: infoesporte

Fonte: Globo Esporte


Colisão entre caminhão e ônibus de católicos mata 21 no México

Ônibus que voltava de santuário mexicano ficou destruído pela colisão e fogo — Foto: Guillermo Carreon / AFP Photo

Ao menos 21 pessoas morreram nesta quarta-feira (29) no estado mexicano de Veracruz quando um caminhão colidiu com um ônibus, provocando o incêndio dos dois veículos, informou a Defesa Civil.

Foram retirados 17 corpos do ônibus e duas pessoas da cabine do caminhão. Outras duas pessoas levadas a um hospital não resistiram aos ferimentos, disse a secretária da Defesa Civil de Veracruz, Guadalupe Osorno.

A funcionária informou que a maioria das vítimas no ônibus era formada por fiéis católicos que regressavam ao estado de Chiapas (sul) após uma peregrinação à Basílica de Guadalupe, na Cidade do México.

A arquidiocese de Tuxtla Gutiérrez, capital de Chiapas, manifestou suas condolências e lamentou “profundamente o falecimento de várias pessoas neste acidente”.

A colisão ocorreu no trecho entre Veracruz e Puebla, na região montanhosa conhecida como Cumbres de Maltrata, onde a presença de neblina é frequente.

A TV mexicana mostrou o ônibus caído e totalmente calcinado pelas chamas.

Segundo as equipes de emergência, um dos veículos perdeu os freios e colidiu contra o outro.

Fonte: G1 Globo


Superlotação do Everest gera polêmica após 11 mortes de alpinistas na temporada

A foto, do dia 22 de maio, mostra a quantidade de escaladores do Everest. Muitas equipes tiveram que esperar por horas em filas para chegar ao topo. — Foto: Handout / Project Possible / AFP

Pelo menos 11 pessoas morreram nesta temporada de escaladas no monte Everest, montanha que fica na fronteira entre o Nepal e o Tibete. A maioria das mortes foi atribuída ao cansaço dos alpinistas — piorado, segundo os mais experientes, devido à superlotação no caminho de subida e descida do topo.

Neste ano, o governo nepalês bateu um recorde histórico no número de passes concedidos para a subida: 381. Cada titular de uma permissão é acompanhado por um guia, o que significa que mais de 750 pessoas estão na rota para a escalada, de acordo com os últimos dados disponíveis.

A montanha é a mais alta do mundo, com 8.848 metros de altitude (medida que já foi motivo de controvérsia entre a China e o Nepal). O final do mês de abril e o mês de maio são considerados os melhores para escalada.

Esta é a temporada em que mais pessoas morreram?

Não. Em 2015, pelo menos 22 pessoas morreram depois de uma avalanche no monte, causada pelo terremoto que atingiu o Nepalnaquele ano. A tragédia foi ainda pior do que a do ano anterior, quando 16 guias — todos do grupo étnico Sherpa — morreram na montanha.

As mortes de 2014 fizeram com que os guias encerrassem mais cedo a temporada de escaladas no monte e levaram o governo nepalês a aumentar o seguro de vida dos guias para US$ 15 mil (cerca de 1,67 milhão de rúpias nepalesas), segundo a revista “National Geographic”. Cada guia nepalês costuma subir e descer o monte 30 vezes por temporada.

Por que o monte está tão cheio?

Cada pessoa precisa pagar por uma permissão para subir o Everest, que custa US$ 11 mil (cerca de R$ 44,2 mil). Entre abril e maio, o número de alpinistas aumenta, pois as condições são menos extremas. A lotação pode estar associada a uma menor “janela” de subida permitida pelas condições climáticas.

É certo que a superlotação causou as mortes?

Na foto, de 16 de maio, alpinistas escalam o monte Everest. — Foto: Gesman Tamang / AFP
Na foto, de 16 de maio, alpinistas escalam o monte Everest. — Foto: Gesman Tamang / AFP

Segundo o governo nepalês, não. O diretor-geral do departamento de turismo do Nepal, Danduraj Ghimire, afirmou em entrevista ao “The New York Times”, no domingo (26), que o grande número de mortes neste ano não estava relacionado à superlotação, mas ao fato de que havia menos dias de tempo bom para os escaladores chegarem ao cume com segurança.

Uma causa para a menor “janela” de subida pode ter sido o ciclone Fani, que atingiu Índia e Bangladesh, diz a BBC. Depois da passagem do ciclone, o tempo piorou no Himalaia nepalês, o que obrigou o governo a suspender atividades de montanhismo por pelo menos dois dias.

Isso atrasou os preparativos de subida. Quando surgiu a primeira oportunidade, poucas equipes começaram a escalada — a maior parte esperou pela segunda “janela”. Assim, a quantidade de pessoas no pé da montanha continuou a aumentar — outro fator que contribuiu para as filas.

Quantas pessoas já chegaram ao topo do Everest?

De acordo com a base de dados do Himalaia, 5.294, até dezembro passado. Dessas, 1.211, a maioria delas guias da etnia Sherpa, chegaram várias vezes, o que leva o número de escaladas até o topo a 9.159.

Os primeiros, o neozelandês Edmund Hillary e o nepalês Sherpa Tenzing Norgay, chegaram ao topo em 1953. A primeira mulher a alcançar o cume foi a japonesa Junko Tabei, em 1975, e desde então 548 subidas ao topo foram feitas por mulheres.

A maior parte das expedições ao Everest dura cerca de dois meses, de acordo com o Conselho Britânico de Alpinismo. Os escaladores começam a chegar aos acampamentos de base no fim de março — enquanto o dia de chegada ao topo costuma ser uma data no meio de maio, quando as temperaturas estão mais amenas e os ventos, mais fracos.

Por volta da meia-noite, começa a subida, para que os alpinistas estejam no topo pela manhã. O lado sul, nepalês, é o mais popular entre os alpinistas: das chegadas até o topo, 5.888 foram feitas pelo lado do Nepal, e as outras 3.271 pelo lado tibetano.

Entre 1924 e 2018, 295 pessoas morreram tentando escalar o Everest.


Papa Francisco recebe líder indígena brasileiro Raoni no Vaticano

Papa Francisco abraça líder indígena Raoni em encontro no Vaticano, nesta segunda-feira (27) — Foto: Vatican Media / AFP

O Papa Francisco recebeu no Vaticano, nesta segunda-feira (27), o líder indígena Raoni Metuktire, que atua no combate à devastação da Amazônia.

A audiência faz parte da preparação para a Assembleia Especial do Sínodo (Encontro) dos Bispos para a região Panamazônica, que vai ser realizada de 6 a 27 outubro, segundo o porta-voz do papa, Alessandro Gisotti. O tema do encontro será: “Amazônia: Novos caminhos para a Igreja e para Ecologia”.

O líder indígena denuncia a devastação da Amazônia, que está ameaçada pelo desmatamento e pressionada pelo agronegócio e pela indústria madeireira.

O líder caiapó, que viaja acompanhado de outros três líderes indígenas do Xingu, começou em 12 de maio uma viagem de três semanas pela Europa, onde marchou com jovens por medidas contra mudança climática e foi recebido por chefes de Estado, como o presidente Emmanuel Macron (França). O líder indígena também aproveitou sua passagem pelo tradicional festival de cinema de Cannes, no sul da França, para pedir apoio para o seu projeto de proteção da Amazônia.

Devastação da Amazônia

Em 2015, Francisco publicou a encíclica “Laudato Si” (Louvado Seja), em que ataca um modelo de desenvolvimento injusto e convida os católicos a tomarem ações concretas para frear a exploração insensata do meio ambiente.

Líder indígena brasileiro Raoni Metuktire e o diretor de cinema Jean-Pierre Dutilleux em Cannes — Foto: Stephane Mahe/Reuters
Líder indígena brasileiro Raoni Metuktire e o diretor de cinema Jean-Pierre Dutilleux em Cannes — Foto: Stephane Mahe/Reuters

O pontífice denunciou os problemas enfrentados pelos moradores da região amazônica quando visitou Puerto Maldonado em janeiro de 2018, uma cidade rural no sudeste do Peru, cercada pela floresta.

Essa é a primeira vez que a Igreja Católica apoia oficialmente atividades concretas em favor do cuidado ambiental, inclusive nas paróquias.

O cardeal brasileiro Cláudio Hummes, que será o relator geral do sínodo, reconheceu recentemente em Roma que a defesa da Amazônia gera muitas “resistências e incompreensões”.

“Os interesses econômicos e o paradigma tecnocrático são contrários a qualquer tentativa de mudança e estão prontos a se imporem com força, violando os direitos fundamentais das populações no território e as normas de sustentabilidade e proteção da Amazônia”, declarou Hummes.

A Amazônia é habitada por 390 povos com uma identidade cultural e línguas próprias, e tem cerca de 120 aldeias livres em isolamento voluntário, segundo dados da France Presse.

Este território, compartilhado por nove países e habitado por cerca de 34 milhões de pessoas, abriga 20% da água doce não congelada do mundo, 34% das florestas primárias e 30-50% da fauna e flora do planeta.

Fonte: G1 Globo


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