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Qualidade de vida digital: Brasil está em 50º lugar de 68 países.

O Brasil está no fim da lista - em 50º lugar de 68 países avaliados — Foto: Irina Strelnikova/Getty Images via BBC
O Brasil está no fim da lista – em 50º lugar de 68 países avaliados — Foto: Irina Strelnikova/Getty Images via BBC

A conectividade está mudando a cultura em todo o mundo e, em muitos países, a internet já é parte integral do dia-a-dia. Internet de alta velocidade, acessibilidade móvel e pagamentos sem papel-moeda impulsionam cada vez mais a economia global, e alguns países estão fortemente inclinados a esse futuro digital.

Quais países oferecem melhores serviços baseados em tecnologia de ponta? A InterNations – uma empresa de rede social para imigrantes – divulgou recentemente um relatório chamado “Digital Life Abroad” (Vida Digital em outro país, em tradução livre).

O material classifica os países para expatriados com base na disponibilidade de serviços governamentais online, a facilidade de obter um número de celular local, a disponibilidade de internet de alta velocidade em casa, facilidade de fazer pagamentos sem dinheiro físico e acesso aberto à internet.

O Brasil está em 50º lugar no ranking do InterNations – dentre 68 países avaliados. Conseguir uma conexão de internet rápida em casa e um número de telefone local são os quesitos nos quais o país se sai pior, em 62º e 60º lugar, respectivamente.

Em termos de qualidade de vida digital, o Brasil está abaixo de países como a Sérvia (44º lugar), a República Dominicana (45º) e o Cazaquistão (48º).

A reportagem da BBC Travel falou com residentes dos países que estão no topo do ranking da InterNations. Eles contam como é viver em um país altamente conectado.

Estônia

1º lugar no ranking geral

Até mesmo não-cidadãos podem abrir empresas online na Estônia — Foto: Terese Loeb Kreuzer/Alamy via BBC
Até mesmo não-cidadãos podem abrir empresas online na Estônia — Foto: Terese Loeb Kreuzer/Alamy via BBC

Classificada em primeiro lugar geral na pesquisa InterNations (com primeiro lugar nas categorias de acesso irrestrito à internet e serviços governamentais on-line), a Estônia investiu pesadamente em sua infraestrutura digital desde que se tornou independente da União Soviética, em 1991.

O programa governamental e-Estonia introduziu inovações como o voto eletrônico, programas de saúde e de acesso à rede bancária por meio da internet.

A Estônia possui inclusive uma modalidade de ‘residência eletrônica’: até mesmo não-cidadãos podem pedir uma ‘residência virtual’ que lhes dá direito a benefícios como carteira de identidade, serviços bancários, processamento de pagamentos e capacidade de formar uma empresa.

O programa hoje é voltado para atrair os nômades digitais e empresários estrangeiros que desejam iniciar uma empresa com sede na União Europeia – o que, por sua vez, traz novas oportunidades para a economia da Estônia.

“O acesso à internet é considerado um direito humano básico na Estônia. Mesmo nas remotas ilhas estonianas, como Saaremaa, há acesso à internet”, diz a empresária austríaca Alexandra Nima, que hoje vive na capital estoniana Tallinn. “Tudo aqui é feito o mais rápido possível, desde registrar-se como residente até abrir uma empresa online”, diz ela.

O modo de vida conectado do país faz com que até chamadas telefônicas estejam se tornando ultrapassadas. “É muito mais fácil pedir algo por meio de um chat”, diz Tarmo Annus, morador de Tallinn. Tarmo é desenvolvedor de uma plataforma de criptografia chamada Obyte.

“Em vez de ligar para uma loja, se ela estiver aberta durante as férias, eu simplesmente escrevo para ela no [aplicativo de mensagens] Viber”, conta ele.

Finlândia

2º lugar no ranking geral

Com pontuações consistentes em quatro das cinco categorias, a Finlândia ocupa o segundo lugar geral em qualidade de vida digital – e é a primeira em pagamentos sem dinheiro.

Muita coisa pode ser resolvida online – e em inglês – na Finlândia — Foto: Folio Images/Alamy via BBC
Muita coisa pode ser resolvida online – e em inglês – na Finlândia — Foto: Folio Images/Alamy via BBC

O papel da internet aqui é considerado tão importante que, em 2010, o governo tornou um direito legal para todos os cidadãos terem acesso a uma conexão de banda larga. A Finlândia foi o primeiro país do mundo a fazê-lo.

“O acesso à Internet de alta velocidade – combinado com a liberdade de expressão – torna nosso ecossistema mais sustentável e seguro”, diz Heikki Väänänen, CEO e fundador da plataforma de feedback de clientes HappyOrNot.

Ele mora em Tampere, no sul da Finlândia. “Todo mundo tem acesso à informação e a internet dá oportunidades iguais para aprender e impactar no futuro do país.”

A facilidade de acesso on-line a serviços governamentais e a tradução automatizada de muitos serviços é especialmente útil para os recém-chegados.

“A vida digital significa automação, como caixas de supermercado (automatizados), e também significa serviços online em inglês, o que facilita a rotina diária sem falar ou entender finlandês”, disse Peter Seenan, criador do blog Finland My Home. Ele viveu em na capital Helsinque por oito anos, e é originalmente da Escócia.

“Hoje em dia, há muita informação on-line em inglês na Finlândia, desde a contratação de um médico até o conhecimento de seus direitos como trabalhador. Isso mudou drasticamente desde quando cheguei aqui como estudante de intercâmbio em 2004”, diz Seenan.

Israel

6º lugar no ranking geral

Israel fica em terceiro lugar nas categorias de acesso irrestrito à Internet e em facilidade de obter um número de celular local.

Até mesmo idosos usam smartphones em Israel — Foto: Nir Alon/Alamy via BBC
Até mesmo idosos usam smartphones em Israel — Foto: Nir Alon/Alamy via BBC

O país possui um setor de tecnologia forte e inovador. Os moradores adotaram alegremente o apelido “startup nation” do país e poucos moradores não usam aplicativos sociais e de comunicação.

“Até mesmo os idosos têm smartphones e conversam no Facebook ou por WhatsApp. Não é incomum você ver uma senhora nos seus 70 anos fazendo uma videochamada para os netos nos EUA, por exemplo”, diz Maria Pinelis, do InterNations.

Rafael Hope é CEO da Amen V’Amen, uma empresa de mídia digital. Ele vive num subúrbio de Tel Aviv e diz que a internet lá é rápida, barata e confiável, o que ajuda empreendedores iniciantes e nômades digitais.

“Eu mesmo trabalho principalmente em casa e em cafés, o que significa que confio muito na internet pública”, disse ele. “Muitas cafeterias oferecem Wi-Fi público gratuito. E as companhias de telecomunicação de Israel oferecem Wi-Fi público em muitas áreas metropolitanas para que seus clientes possam usar gratuitamente”, conta.

Aqueles que procuram o estilo de vida das startups geralmente vão para Tel Aviv, onde estão a maioria das quase mil empresas deste tipo em Israel. Tel Aviv é conhecida como “a cidade que nunca dorme” no país.

“Isso certamente atrai muitos israelenses, particularmente os jovens, que estão dispostos a suportar os altos preços dos aluguéis em ‘Tel’ só para fazer parte dessa cena”, conta Hope.

Canadá

7º lugar no ranking geral

Em sétimo lugar geral, o Canadá pontua bem na maioria das categorias, particularmente na disponibilidade de serviços governamentais online e em pagamentos sem dinheiro.

A conexão pode ser ruim em áreas remotas do Canadá – mas em geral o país possui bons serviços on-line — Foto: Piotr Babis/Alamy via BBC
A conexão pode ser ruim em áreas remotas do Canadá – mas em geral o país possui bons serviços on-line — Foto: Piotr Babis/Alamy via BBC

A vida digital tende a ser mais fácil nas grandes cidades, onde a tecnologia foi adotada mais rapidamente e os serviços de internet são mais rápidos e mais acessíveis.

“Centros maiores como Toronto são mais amigáveis à vida digital”, disse o canadense Eric Wychopen, que é blogueiro do site Penguin and Pia. “Métodos de pagamento sem dinheiro, inclusive pagamento com celular, certamente estão em alta em lojas menores e mais novas”.

O acesso à internet aqui tende a ser mais caro do que em outros países, porém, e a cobertura em áreas remotas pode ser irregular.

“O Canadá costuma encabeçar várias listas de países com acesso mais caro à Internet, além de apresentar um serviço de banda larga relativamente lento”, disse Thomas Jankowski, diretor da plataforma de negociação de criptomoedas Coinsquare.

Mas, de modo geral, a disponibilidade de serviços governamentais online e o acesso a serviços em geral por meio da internet são de grande ajuda para empreendedores – facilitando a abertura e o gerenciamento de negócios.

“Ser capaz de iniciar e operar uma empresa on-line, lidar com operações bancárias, contabilidade, pagar contas, renovar documentos a partir de casa, de um café, ou até mesmo uma barraca (no caso de um camping com Wi-Fi), pode ser maravilhoso para economizar tempo e recursos de uma empresa”, diz Jankowski.

Fonte: G1


Bolsonaro diz que cogita nomear o filho Eduardo embaixador do Brasil nos EUA

(imagem da internet)

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (11) que está cogitando nomear o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) – um de seus cinco filhos – embaixador do Brasil nos Estados Unidos.

Bolsonaro deu a declaração ao ser questionado por repórteres sobre essa possibilidade em uma entrevista coletiva concedida, na tarde desta quinta, ao final da solenidade de posse do novo diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem.

O presidente da República disse que a nomeação para a chefia da chancelaria brasileira na capital norte-americana só depende do próprio Eduardo, que é presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara. Segundo Bolsonaro, da parte dele, “decidiria agora”.

“Já foi cogitado no passado, levamos em conta custo e benefício. Como seria compreendido naquele país. Fiquei pensando: imagina se tivesse no Brasil aqui o filho do Macri [Maurício Macri, presidente da Argentina] como embaixador da Argentina. Obviamente, que o tratamento a ele seria diferente de outro embaixador, normal”, afirmou o presidente aos jornalistas.

O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente da República — Foto: Michel Jesus, Câmara dos Deputados
O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente da República — Foto: Michel Jesus, Câmara dos Deputados

“É uma coisa que está no meu radar, sim, existe essa possibilidade. Ele [Eduardo] é amigo dos filhos do [Donald] Trump, fala inglês, fala espanhol, tem vivência muito grande de mundo. No meu entender, poderia ser uma pessoa adequada e daria conta do recado perfeitamente em Washington”, complementou.

Depois que Bolsonaro confirmou à imprensa a intenção de nomear o filho para a embaixada nos Estados Unidos, Eduardo afirmou, em entrevista à GloboNews, que vai “cumprir da melhor maneira” a missão que receber do “presidente”, “onde quer que for”.

Mais tarde, em uma entrevista coletiva na Câmara, ele admitiu que está disposto a renunciar ao mandato de deputado federal para assumir o comando da embaixada brasileira em Washington. O parlamentar afirmou que, se o pai oficializar o convite para ele ocupar o cargo de embaixador, vai aceitar.

“Se o presidente Jair Bolsonaro me confiar essa missão, eu estaria disposto a renunciar ao mandato.”

De acordo com Eduardo, não deve passar deste final de semana a conversa com o presidente e o ministro das Relações Exteriores na qual eles vão definir a situação.

Professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o especialista em Direito Constitucional Edison Carlos Fernandes explicou que Eduardo Bolsonaro teria que abrir mão do mandato de deputado porque a Constituição prevê que apenas chefes de missões diplomáticas temporárias não precisam renunciar a mandato parlamentar para chefiar missões diplomáticas permanentes, como é o caso de uma embaixada.

Nepotismo

Na entrevista que concedeu no início da noite desta quinta, Eduardo Bolsonaro se antecipou negando nepotismo na eventual indicação para a embaixada, uma das críticas que surgiram logo após o presidente da República admitir a possibilidade de indicar o filho para a chancelaria em Washington.

A súmula vinculante 13 do Supremo Tribunal Federal (STF) determina que “a nomeação de cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o exercício de cargo em comissão ou de confiança ou, ainda, de função gratificada na administração pública direta e indireta em qualquer dos poderes da união, dos estados, do distrito federal e dos municípios, compreendido o ajuste mediante designações recíprocas, viola a Constituição Federal”.

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo, afirmou que a eventual indicação de Eduardo Bolsonaro pelo pai para a embaixada nos EUA configura nepotismo porque, segundo o magistrado, a Constituição afasta a possibilidade de o presidente nomear o filho. Marco Aurélio disse ainda que, após a súmula, houve decisões de ministros do STF liberando nomeações de cargos de natureza política.

“Essa possibilidade [enquadramento em nepotismo] pode ocorrer. Cabe aos advogados estudar a súmula vinculante do STF. Mas a primeira análise que nós fizemos aqui, junto à minha assessoria, não se enquadraria nisso, né? Seria uma indicação igual como a indicação de um presidente indicar um ministro. Estaria fora da questão da súmula vinculante, estaria fora da questão do nepotismo. Agora, crítica sem vai haver, né? Eu não vejo que essa, nem a mera cogitação se enquadraria no nepotismo. Não estamos falando de uma pessoa desqualificada”, argumentou o filho de Bolsonaro.

Credenciais para o cargo

Eduardo Bolsonaro afirmou aos jornalistas na Câmara nesta quinta-feira que se sente credenciado para exercer o cargo de embaixador.

“Falo inglês, falo espanhol, sou o deputado mais votado da história do Brasil, sou presidente da CREDN [Comissão de Relações Exteriores da Câmara]. Eu acredito que as credenciais me dão uma certa qualificação.”

Ele também disse ver vantagem no fato de ser filho do presidente da República. “Acredito que a nomeação ou indicação de uma pessoa tão próxima ao presidente para assumir esse cargo em outro país seria visto com bons olhos pelo lado americano e daria a confiabilidade necessária para que nós venhamos a desenvolver um trabalho resgatando o crédito do país no exterior.”

Os critérios para escolher “chefes de missões diplomáticas permanentes”, também chamados de embaixadores, são definidos pela Lei 11.440, de 29 de dezembro de 2006.

A legislação, que institui o regime jurídico dos servidores do serviço exterior brasileiro, determina que os embaixadores serão escolhidos entre os ministros de primeira classe (um dos cargos da estrutura organizacional do Itamaraty) ou entre ministros de segunda classe.

Porém, no parágrafo único do artigo 41, a lei federal autoriza, em caráter excepcional, que sejam escolhido para os postos de chefes de missão diplomática permanente mesmo quem não faça parte da carreira diplomática, desde que sejam brasileiros natos, maiores de 35 anos, “de reconhecido mérito e com relevantes serviços prestados ao país”.

Eduardo Bolsonaro completou 35 anos nesta quarta-feira (10), idade que o habilita a exercer um cargo de embaixador.

Questionado durante a entrevista coletiva desta quinta-feira sobre se o presidente da República estava apenas aguardando que ele completasse 35 anos para o indicar para a chefia da chancelaria do Brasil nos Estados Unidos, o deputado do PSL disse que se tratava de uma “coincidência”.

Se for nomeado pelo pai para o cargo de embaixador, Eduardo terá que ser sabatinado pela Comissão de Relações Exteriores do Senado e ter seu nome aprovado em plenário pelos senadores.

>>> Veja como funciona a sabatina para nomeação de embaixador:

  • Após a publicação da indicação do presidente da República no “Diário Oficial da União”, o Senado e recebe e a envia para a Comissão de Relações Exteriores
  • O presidente do colegiado designará um relator para apresentar parecer – basicamente, ocorre a leitura do currículo do indicado. Após a concessão de uma vista coletiva (mais tempo para analisar o caso), a sabatina é pautada para outra sessão
  • Na sabatina no plenário da Comissão de Relatores Exteriores, os senadores podem apresentar questionamentos ao candidato. Ao final da sabatina, o colegiado submete a indicação à votação
  • Se for aprovada, a indicação vai ao plenário principal do Senado
  • As votações são secretas na comissão e no plenário

Chancelaria acéfala

A representação do Brasil em Washington está sem embaixador desde abril, quando o diplomata Sergio Amaral foi transferido da chancelaria para o escritório do Itamaraty em São Paulo.

Jair Bolsonaro anunciou a mudança no comando da embaixada pela imprensa um mês antes de remover Sergio Amaral de Washington, às vésperas de embarcar para a primeira visita oficial aos Estados Unidos.

Se for nomeado pelo pai para o cargo de embaixador, Eduardo terá que ser sabatinado pela Comissão de Relações Exteriores do Senado e ter seu nome aprovado em plenário pelos senadores.

>>> Veja como funciona a sabatina para nomeação de embaixador:

  • Após a publicação da indicação do presidente da República no “Diário Oficial da União”, o Senado e recebe e a envia para a Comissão de Relações Exteriores
  • O presidente do colegiado designará um relator para apresentar parecer – basicamente, ocorre a leitura do currículo do indicado. Após a concessão de uma vista coletiva (mais tempo para analisar o caso), a sabatina é pautada para outra sessão
  • Na sabatina no plenário da Comissão de Relatores Exteriores, os senadores podem apresentar questionamentos ao candidato. Ao final da sabatina, o colegiado submete a indicação à votação
  • Se for aprovada, a indicação vai ao plenário principal do Senado
  • As votações são secretas na comissão e no plenário

Chancelaria acéfala

A representação do Brasil em Washington está sem embaixador desde abril, quando o diplomata Sergio Amaral foi transferido da chancelaria para o escritório do Itamaraty em São Paulo.

Jair Bolsonaro anunciou a mudança no comando da embaixada pela imprensa um mês antes de remover Sergio Amaral de Washington, às vésperas de embarcar para a primeira visita oficial aos Estados Unidos.

Fonte: G1


É tetra! Estados Unidos passam por cima da Holanda e conquistam a Copa do Mundo Feminina

EUA Holanda final Copa do Mundo feminina
EUA x Holanda, final Copa do Mundo feminina (Foto: Reuters)

Os Estados Unidos levaram o tetra da Copa do Mundo feminina de 2019. Esse resultado você talvez já esperasse, mas o roteiro não foi assim tão previsível. No início de jogo, a Holanda mudou a disposição tática de três jogadoras, se fechou na defesa e impôs dificuldades ao setor de criação norte-americano.

Quando os EUA arranjavam espaço, lá estava Van Veenendaal para evitar os gols. Mas, no segundo tempo, não houve jeito. O pênalti de Van der Gragt em Morgan, convertido por Rapinoe, quebrou o equilíbrio da partida. Lavelle marcou o segundo sete minutos depois, e aí foi um verdadeiro ataque contra defesa.

A Holanda se jogou à frente e se expôs lá atrás. Só não houve mais gols porque, novamente, lá estava Van Veenendaal. As americanas martelaram até o apito final, quando, enfim, levantaram o tão sonhado título, o quarto de sua história. As holandesas ficam com o vice, em sua melhor participação em Copas.

CRAQUE DA FINAL

Megan Rapinoe foi a autora do gol que abriu caminho para o título norte-americano. O troféu de melhor em campo está em boas mãos.

As craques da copa

Megan Rapinoe (chuteira de ouro) e Alex Morgan (prata) fizeram dobradinha como as duas melhores jogadores da Copa do Mundo 2019. Ellen White, da Inglaterra, levou o terceiro lugar.

Luva de ouro

Sari van Veenendaal, uma verdadeira parede no gol da Holanda. Justíssimo prêmio – e não só pela atuação na final da Copa.

 

Fonte: Globo Esporte


Cameron Boyce, astro de produções da Disney, morre aos 20 anos

Cameron Boyce em "Descendants", em 2015 — Foto: Divulgação
Cameron Boyce em “Descendants”, em 2015 — Foto: Divulgação

O ator americano Cameron Boyce, conhecido por papéis em filmes da Disney como “Descendentes” e pela série “Jessie”, morreu neste sábado (6) aos 20 anos, informou a emissora ABC.

“Ele morreu enquanto dormia devido a um ataque que foi o resultado de uma doença pela qual estava sendo tratado”, disse ao canal de TV um porta-voz da família do ator.

“O mundo está agora, sem dúvida, sem uma das suas luzes mais brilhantes, mas seu espírito viverá através da bondade e compaixão de todos os que o conheceram e amaram.”

Boyce, nascido em Los Angeles, estreou no cinema no filme de terror “Espelhos do medo” (2008), aos nove anos. Dois anos depois, apareceu na bem-sucedida comédia de Adam Sandler “Gente grande” (2010), antes de se tornar um astro do Disney Channel.

No canal, ele também trabalhou em produções como “Jake e os piratas da Terra do Nunca” e “Bunk’d”. Além disso, participou de videoclipes como o da música “That green gentleman”, da banda Panic! at the Disco.

Nos últimos anos, o ator se dedicou a atividades beneficentes e foi premiado por seu trabalho em uma fundação sem fins lucrativos que conseguiu arrecadar mais de US$ 30 mil para construir poços de água potável no Reino de eSwatini, ex-Suazilândia.

 

 

Fonte: G1


Tornado deixa mortos e quase 200 feridos na China

Carro fica danificado na passagem de tornado em Kaiyuan, na província de Liaoning, na China — Foto: AFP

Seis pessoas morreram e quase 200 ficaram feridas na passagem de um tornado pela cidade de Kaiyuan, no nordeste da China, na tarde de quarta-feira (3).

Árvores e postes de eletricidade caíram e telhados ficaram danificados com a passagem de ventos extremamente fortes por Kaiyuan, na província de Liaoning.

O tornado feriu mais de 190 pessoas, anunciou o Bureau de Segurança Pública da cidade na rede social Weibo, nesta quinta (4). Quarenta e três feridos precisaram ser hospitalizados.

 

 

Fonte: G1


Peru vence Chile e enfrenta Brasil na final da Copa América

Jogadores do Peru comemoram na Arena do Grêmio
Jogadores do Peru comemoram na Arena do Grêmio (Foto: Vinícius Costa/BP Filmes)

O Peru será adversário do Brasil na final da Copa América. Em atuação de gala na noite desta quarta-feira, na Arena do Grêmio, a seleção treinada por Ricardo Gareca colocou o rival histórico Chile na roda, fez 3 a 0 com facilidade, gols de Flores, Yotún e Guerrero, e ainda tirou onda com lindas jogadas dos atacantes e grandes defesas do goleiro Gallese. Foi, talvez, a melhor atuação coletiva de uma equipe nesta Copa América. Nem de longe pareceu a equipe goleada por 5 a 0 pela Seleção de Tite há menos de duas semanas.

Brasil e Peru se enfrentam no próximo domingo, às 17h (de Brasília), no Maracanã, na decisão da Copa América. Um dia antes, no sábado, o Chile tem encontro marcado com a Argentina na decisão do terceiro lugar, às 16h, na Arena Corinthians.

Paolo Guerrero, capitão e grande condutor da seleção peruana, fez o terceiro gol do passeio sobre o Chile e se isolou como maior artilheiro em atividade da Copa América – 13 gols, contra 12 do chileno Vargas.

O goleiro do Peru fez defesaças no segundo tempo e consolidou seu crescimento durante a Copa América, desde a goleada sofrida diante do Brasil. Mas, e a defesa de pênalti do Vargas com uma mão? Sem dúvida, o lance que fecha a atuação inesquecível de Pedro Gallese.

Primeiro tempo

Guerrero fez mais um na vitória peruana
Guerrero fez mais um na vitória peruana (Foto: Vinícius Costa/BP Filmes)

O Chile praticamente assistiu à seleção peruana jogar durante toda a primeira etapa. Os comandados de Ricardo Gareca levaram perigo logo no primeiro minuto, com um chute de Cueva após boa jogada de Guerrero. O centroavante do Peru, inclusive, foi o melhor em campo ao sair da área, abrir espaços e deixar os companheiros na cara do gol – Carrillo e Flores que o digam. O Chile não pôde se beneficiar de suas duas principais estrelas: Vidal foi muito bem marcado e acabou por jogar mais longe do gol, iniciando jogadas e sem levar perigo na chegada à área. Alexis Sánchez ficou apagado pelo lado esquerdo do campo e apareceu só numa triangulação que resultou em chute de Aránguiz. Muito melhor em campo, o Peru abriu 2 a 0 com naturalidade, nos gols de Flores e Yotún, este último numa falha coletiva da defesa e do goleiro Arias.

Segundo tempo

O Chile até melhorou e começou a pressionar o Peru em seu campo de defesa. Aí Gallese começou a aparecer – Sánchez, Isla, Aránguiz, Beausejour… Todos tentaram marcar e pararam na noite inspirada do camisa 1 peruano. No total, inclusive, foram 18 finalizações do Chile contra apenas oito do Peru, que passou a apostar em contra-ataques. No melhor deles, Carrillo puxou a marcação, lançou Cueva e viu Yotún perder um gol feito. No fim, não teve jeito: Guerrero recebeu lindo passe de Tapia e não tomou conhecimento do goleiro Arias para colocar ponto final no passeio peruano em Porto Alegre.


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