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PF faz operação em presídio de Roraima após série de ataques

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (27) a operação Érepo que mira uma organização criminosa que atua dentro e fora da Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, maior presídio de Roraima, e foi responsável por uma série de ataques incendiários ocorridos em julho deste ano no estado.

A ação tem 45 mandados de prisão preventiva e quatro de busca e apreensão. Quatro deles são cumpridos em Mossoró, no Rio Grande do Norte, e 41 na Penitenciária Agrícola, mesma unidade alvo de operação da Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária na segunda (26).

Com as investigações, iniciadas ainda em 2017, a PF identificou e mapeou a estrutura da organização criminosa em Roraima, monitorando as principais lideranças que agiam no estado.

Segundo a PF, a apuração levantada no inquérito permitiu a identificação dos mentores responsáveis por ao menos 12 atentados que ocorreram em Roraima entre 29 e 31 de julho deste ano, além do cometimento de outros crimes, principalmente o próprio crime de participação em organização criminosa, o tráfico de drogas e a associação para o tráfico.

No período foram coordenados ataques a diversos órgãos públicos e empreendimentos particulares em vários municípios do estado, inclusive a uma delegacia de polícia e a um destacamento da PM, além de bancos e outros.

As ordens para os atentados partiram de dentro da Penitenciária Agrícola de Monte Cristo e foram dadas após a autorização do responsável pela organização no estado, que se encontrava preso no Presídio Estadual de Piraquara, no Paraná. Também foi identificado que detentos de Mossoró auxiliaram no planejamento dos ataques.

A operação conta com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate a Organizações Criminosas (GAECO) do Ministério Público do Estado de Roraima, do Departamento Penitenciário Nacional, da Divisão de Inteligência e Captura e de Agentes Penitenciários da Secretaria de Justiça e Cidadania de Roraima.


Jovem é morta com fio de chapinha e deixada nua em matagal

Uma jovem, identificada como Daiane da Conceição, 25 anos, foi encontrada morta, na manhã deste domingo (25), em um matagal às margens de um córrego em Araguaína, norte do Tocantins. Além de ter marcas de pauladas na cabeça, a vítima estava nua e foi estrangulada com um fio de chapinha.

De acordo com informações da Polícia Militar, Daiane foi achada por volta de 8h, próximo ao setor Xixebal. O equipamento do cabelo estava ao lado do corpo dela.

Investigações preliminares indicam que a mulher tinha se envolvido em uma briga recentemente. Também vai ser apurado se ela sofreu violência sexual. Ninguém foi preso.


Mulher mata namorado, cozinha corpo e serve restos mortais em refeição

Uma mulher marroquina está sendo acusada de homicídio por ter matado o namorado, desmembrado e cozinhado o corpo dele e depois ter servido os restos mortais em refeição oferecida a trabalhadores paquistaneses, segundo o “The National”. A mulher foi detida pela polícia dos Emirados Árabes, país onde reside.

Os procuradores do emirado de Al-Ain afirmam que a mulher matou o namorado, com quem mantinha uma relação há sete anos, depois de ele ter dito a ela que pretendia casar com outra mulher.

O crime foi cometido há três meses, mas só agora foi descoberto. O irmão do homem foi procurá-lo e encontrou um dente humano no interior de uma liquidificadora. A polícia investiga o caso.


Homem estrangula e mata filha recém-nascida após agredir esposa

Uma recém-nascida foi estrangulada e morta pelo pai, um agricultor de 27 anos, que foi preso nesse domingo (18), em Belo Jardim, no Agreste de Pernambuco. A vítima foi levada ao hospital e apresentava hematomas no corpo, segundo os médicos.

Os pais omitiram a morte da criança, que chegou morta na unidade de saúde.

De acordo com o G1, à polícia, a mãe da bebê disse que foi agredida pelo marido, que é pai da menina. Após agredir a companheira, ele cometeu o crime e matou a filha.

Preso em flagrante e levado para a Delegacia de Polícia Civil, o homem disse que “estava muito nervoso e achava que a criança não era sua filha”.


Idosa de 106 anos é assassinada a pauladas no Maranhão

Antônia Conceição da Silva, de 106 anos, foi morta a pauladas durante a madrugada deste último sábado (17), dentro de sua casa, no município de Feira Nova, no estado do Maranhão, distante 803 km de São Luís. A principal suspeita é de latrocínio (roubo seguido de morte), de acordo com informações da Polícia Civil.

Segundo a polícia, a idosa estava sozinha em casa quando um homem, não identificado, entrou por um buraco feito no telhado para assaltar a residência. O neto da vítima, que morava com ela, havia ido para uma festa e, quando retornou, encontrou a avó morta. Ao fugir, o criminoso deixou pegadas na parede da casa.

Ainda segundo a polícia, ao ser encontrado, o corpo da idosa estava com sinais de estrangulamento e espancamento. Três pessoas já foram ouvidas pela polícia e a principal linha de investigação é latrocínio, já que foram levados R$ 30 reais que estavam com a vítima.

Por meio de nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP-MA) informou que a Polícia Civil Regional do município de Balsas já está investigando o crime e o caso será conduzido pela Delegacia Municipal de Riachão.

A idosa era uma das moradoras mais antigas do município de Feira Nova do Maranhão, que tem pouco mais de oito mil habitantes e havia completado 106 anos no mês passado. O crime revoltou moradores da cidade e a família da vítima, que ainda está abalada com o caso.

Veja na íntegra da nota da Secretaria de Segurança Pública (SSP-MA)

“A Polícia Civil do Maranhão informa que o crime contra Antônia Conceição da Silva, de 106 anos, ocorreu na madrugada deste último sábado (17), dentro da casa da idosa, em Feira Nova do Maranhão.

A Polícia Civil da Regional de Balsas, em parceria com a Polícia Militar de Feira Nova do Maranhão está realizando as oitivas para elucidar o fato. A princípio, a suspeita é de latrocínio.

As investigações devem ser conduzidas pela Delegacia Municipal de Riachão, onde o inquérito tramitará neste primeiro momento.”


Macaco sequestra recém-nascido indiano e acaba o matando

Um bebê de 12 dias morreu ao ser arrancado do colo da mãe e mordido por um macaco no norte da Índia.

De acordo com a família, a mulher estava amamentando o filho dentro de casa, na cidade de Agra, quando o animal entrou e raptou o recém-nascido. O macaco largou o bebê, com uma forte mordida na cabeça, no telhado de um vizinho, após ser perseguido por moradores locais. A criança chegou a ser levada para o hospital, mas morreu em decorrência dos ferimentos.

Os moradores da região dizem que os ataques de macacos estão se tornando cada vez mais frequentes. Dhirendra Kumar, tio do bebê, disse à BBC que a família estava arrasada.”Há muitos macacos na área. Vivemos com medo. Já pedimos ao governo tantas vezes para nos ajudar, mas eles não fizeram nada. A mãe do bebê está muito transtornada para falar”, afirmou.

Pushpa Devi, avó da criança, acrescentou que a família “nunca se recuperaria” da perda. “Perdi meu neto. Horas antes do macaco atacar nosso bebê, ele estava nos meus braços. Nosso bebê não precisava morrer. As pessoas vão falar sobre isso por um tempo e depois vão esquecer. Mas nós vamos ter que viver com a realidade de que nosso bebê se foi.”

Ajay Kaushal, policial responsável pela delegacia mais próxima, disse à agência de notícias Reuters que o bebê foi seriamente atacado. “O macaco mordeu a cabeça da criança e só largou quando as pessoas perseguiram ele com pedaços de pau e jogaram pedras nele”, contou.

Este é o incidente mais recente de uma série de ataques de macacos em Agra, onde está localizado o Taj Mahal, o monumento mais famoso do país. Dois meses antes, uma criança foi atacada e permanece hospitalizada.

Em maio, dois turistas foram agredidos por macacos no Taj Mahal.

“Os macacos estão por toda parte em Agra”, disse à Reuters Shravan Kumar Singh, ativista ambiental local. Singh afirma que os animais estão ficando mais agressivos em consequência de terem sido desalojados de seus habitats naturais, destruídos pela cidade em expansão.

Algumas organizações locais pedem que os macacos sejam esterilizados e excluídos da legislação de proteção à vida selvagem.


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