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Neymar entra em choque ao conhecer Will Smith: “Ídolo”

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Neymar Jr. teve um encontro para lá de especial, nesta quarta-feira (8), na França. O esportista recebeu a visita de ninguém menos do que Will Smith e não escondeu a empolgação.

“Aí você está de boa no telefone e chega o seu ídolo. Isso que é uma bela de uma surpresa”, declarou o jogador de futebol ao mostrar um registro do momento nas redes sociais.

A reunião dos famosos foi promovida por uma marca que patrocina ambos. “Um dos melhores dias da minha vida. Muito bom te ver, cara. Will Smith, você é o melhor”, acrescentou.

O craque esteve recentemente envolvido em uma polêmica. Segundo o jornal “Le Parisien”, ele teria brigado com um dos colegas do Paris Saint-Germain após perder uma partida.

Fonte: MSN

Mortes por insuficiência cardíaca aumentam em adultos mais jovens

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As taxas de mortalidade devido à insuficiência cardíaca estão aumentando, e esse aumento é mais proeminente entre os adultos com menos de 65 anos, considerados como morte prematura, segundo um estudo da Northwestern Medicine.

O estudo utilizou dados da ampla gama de dados online dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças para Pesquisa Epidemiológica, que inclui a causa de morte subjacente e contribuinte de todas as certidões de óbito de 47.728 milhões de indivíduos nos Estados Unidos de 1999 a 2017. Pesquisadores analisaram a taxa de mortalidade ajustada por idade para adultos negros e brancos entre 35 e 84 anos que morreram de insuficiência cardíaca.

O estudo mostrou, pela primeira vez, que as taxas de mortalidade por insuficiência cardíaca vêm aumentando desde 2012. O aumento das mortes ocorre apesar dos avanços significativos nos tratamentos médicos e cirúrgicos para insuficiência cardíaca na última década.

O aumento no número de mortes prematuras por insuficiência cardíaca foi maior entre homens negros com menos de 65 anos de idade, e estima-se que 6 milhões de adultos nos Estados Unidos tenham insuficiência cardíaca. É a principal razão pela qual os adultos mais velhos são admitidos em hospitais.

“O sucesso das últimas três décadas em melhorar as taxas de mortalidade por insuficiência cardíaca está agora sendo revertido, e é provável que seja devido às epidemias de obesidade e diabetes”, disse Sadiya Khan, professora assistente de medicina na Escola de Medicina da Universidade Northwestern Feinberg e cardiologista da Northwestern Medicine.

“Dada a população em envelhecimento e as epidemias de obesidade e diabetes, que são os principais fatores de risco para a insuficiência cardíaca, é provável que esta tendência continue a piorar”, disse ela.

Dados recentes mostram que a expectativa média de vida nos Estados Unidos também está diminuindo, o que compõe a preocupação de Khan.

No próximo passo, os pesquisadores vão tentar entender melhor o que causa as disparidades na morte cardiovascular relacionada à insuficiência cardíaca.

O estudo foi publicado na segunda-feira no Diário do Colégio Americano de Cardiologia.

Northwestern Medicine é uma colaboração entre a Northwestern Memorial Healthcare e a Escola de Medicina Northwestern da Universidade Feinberg, que inclui pesquisa, ensino e assistência ao paciente.

 

Fonte: Agência Brasil


Papa Francisco torna obrigatório religiosos denunciarem casos de abusos sexuais

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Papa Francisco celebra Primeira Comunhão na Igreja Sagrado Coração de Jesus em Rakovski, Bulgária — Foto: Yara Nardi/Reuters

O Papa Francisco divulgou nesta quinta-feira (9) um decreto em que torna obrigatório padres e religiosos denunciarem suspeitas de casos de abusos sexuais às autoridades eclesiásticas. A carta também estabelece diretrizes de como as dioceses devem se lidar com as suspeitas de abuso. No entanto, não consta uma orientação para que os casos sejam reportados às autoridades civis.

O decreto papal “Vos estis lux mundi” (Vós sois a luz do mundo), além de responsabilizar os religiosos por acobertar casos de abuso, determina que todas as dioceses católicas do mundo criem sistemas de notificação simples e acessíveis em um prazo de um ano.

Também estabelece que dioceses devem incentivar as igrejas locais a envolver especialistas leigos (de fora da igreja) em investigações de suspeita de abuso.

O papa orienta que os religiosos acolham, escutem e acompanhem vítimas e suas famílias. Além da assistência espiritual, prevê que sejam fornecidas assistência médica, terapêutica e psicológica de acordo com o caso. As investigações, que devem garantir a confidencialidade dos envolvidos, devem durar até 90 dias.

Quando as suspeitas estiverem relacionadas a religiosos em alta posição hierárquica, como cardeais, patriarcas e bispos, a notificação pode ser enviada a um arcebispo metropolitano ou diretamente para a Santa Sé.

O texto abre espaço abre espaço, ainda, para que qualquer pessoa possa se queixar diretamente ao Vaticano se necessário.

Essa carta emitida diretamente pelo papa modifica diretamente a legislação interna da Igreja (o direito canônico). Até então, os clérigos e religiosos denunciavam os casos de violência de acordo com sua consciência pessoal.

O papa ressalta que os “crimes de abuso sexual ofendem Nosso Senhor, causam danos físicos, psicológicos e espirituais às vítimas e lesam a comunidade dos fiéis”.

Em um momento em que a igreja enfrenta escândalos de violência sexual em vários países, o papa afirma que “deve-se continuar a aprender das lições amargas do passado a fim de olhar com esperança para o futuro”.

A responsabilidade de lutar contra os crimes sexuais recai, em primeiro lugar, segundo o pontífice, “sobre os sucessores dos apóstolos, colocados por Deus no governo pastoral do seu povo”. De acordo com a Associated Press, a igreja católica conta com 415 mil padres e 660 mil religiosas em todo mundo.

O que é considerado abuso?

A carta considera delito sujeito à investigação denúncias que indiquem que algum religioso:

  • forçou alguém, com violência, ameaça ou abuso de autoridade, a realizar ou sofrer atos sexuais;
  • teve atos sexuais com um menor de idade ou com uma pessoa vulnerável;
  • produziu, exibiu, portou ou distribuiu material pornográfico infantil, bem como atuou no recrutamento ou indução de um menor ou pessoa vulnerável a participar em exibições pornográficas.

Escândalos sexuais

A Igreja Católica, que tem 1,3 bilhão de seguidores em todo o mundo, passou por sucessivos escândalos envolvendo abusos nos últimos anos. O Papa Francisco enfrenta divisões agudas em Roma sobre como lidar com as consequências que do problema que corrói a autoridade da Igreja e abala sua credibilidade.

Primeiro foram casos de pedofilia, que vieram à tona em diversos países, como Austrália, Estados Unidos e Chile (onde 34 bispos acusados de acobertar crimes sexuais colocaram seus cargos à disposição do Vaticano).

No início deste ano, o Papa Francisco admitiu que padres e bispos abusaram de freiras.

Desde o início dos anos 2000, o Vaticano vem tomando medidas para evitar esses casos. Ainda no papado de João Paulo II, foi declarada tolerância zero aos casos de pedofilia, e as denúncias foram estimuladas. O Papa Bento XVI passou a selecionar com mais rigor a entrada dos jovens padres à igreja e afastou muitos religiosos.

Já o Papa Francisco foi o primeiro pontífice a ver a questão como abuso de poder. Embora tenha se envolvido em uma polêmica ao defender um bispo chileno — posteriormente, ele reconheceu que cometeu “graves erros de avaliação” sobre o caso.


Archie Harrison é o nome do filho de Meghan e Harry

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O anúncio do nome do bebê foi feito no Instagram do casal nesta quarta-feira (8). — Foto: Reprodução/Instagram
O anúncio do nome do bebê foi feito no Instagram do casal nesta quarta-feira (8). — Foto: Reprodução/Instagram

Archie Harrison Mountbatten-Windsor é o nome do filho do príncipe Harry com Meghan Markle, a duquesa de Sussex. O nome foi anunciado nesta quarta-feira (8) no Instagram do casal, horas depois de o bebê ter sido apresentado ao mundo no Castelo de Windsor. O menino, sétimo na linha de sucessão à coroa britânica, nasceu na segunda-feira (6).

O título de Archie, segundo a BBC, será “Master”. O honorífico é usado para herdeiros de um visconde ou barão escocês, segundo o dicionário de Oxford. Na Escócia, Harry é barão de Kilkeel.

“Archie” não estava entre as maiores apostas dos sites especializados do Reino Unido, que consideravam, principalmente, Arthur, Alexander ou Philip.

“Eles foram bem estratégicos nesse nome, porque “Arch” é uma derivação de “Archibald” . É um nome clássico alemão, que é muito comum na Inglaterra, em uma família real que tem origem alemã. Eles conseguiram agradar à gênese familiar da rainha Elizabeth ao mesmo passo que fugiram daquela coisa de homenagear alguém que já ocupou o trono”, explica Jonathan Portela, mestre em história pela Unifesp.

A Casa de Windsor, da qual faz parte a família real britânica, surgiu em 1917, quando o sobrenome foi adotado pela família real depois de uma proclamação do rei George V. O nome substituiu o antigo Saxe-Coburg-Gotha, que tem origem germânica.

A trisavó da rainha Elizabeth II, a rainha Vitória, foi a última monarca da Casa de Hanover, também uma dinastia real germânica. Ela casou com o príncipe Albert, que era duque de Saxe-Coburg-Gotha. (Veja árvore genealógica da família real ao fim da reportagem).

Já o sobrenome do bebê, Mountbatten-Windsor, começou a ser adotado em 1960. A rainha e o príncipe Philip decidiram que gostariam que seus descendentes diretos pudessem ser distinguidos do resto da família real – sem, no entanto, tirar o nome Windsor. Os descendentes de Elizabeth II, portanto – a não ser que tenham os títulos de “Sua Alteza Real” ou de príncipe e princesa – têm esse sobrenome, segundo o site da monarquia britânica.

Em 1947, o príncipe Philip assumiu o nome de Philip Mountbatten, como tenente da marinha real.

Meghan e Harry apresentaram Archie Harrison ao mundo nesta quarta (8), no Castelo de Windsor. — Foto: Família Real
Meghan e Harry apresentaram Archie Harrison ao mundo nesta quarta (8), no Castelo de Windsor. — Foto: Família Real

Para Jonathan, a escolha do nome reflete a tendência de Meghan e Harry, ao longo da gravidez até o parto, de fugir do comum. “Não escolheram um nome tradicional, da família real, que vem de outro rei ou duque. É surpreendente e, ao mesmo tempo, não, porque eles seguiram o estilo deles”, afirma.

Foi a estreia do bebê real com a imprensa — Foto: Dominic Lipinski/Pool via Reuters
Foi a estreia do bebê real com a imprensa — Foto: Dominic Lipinski/Pool via Reuters
Meghan e Harry apresentaram Archie Harrison ao mundo nesta quarta (8), no Castelo de Windsor. — Foto: Família Real
Meghan e Harry apresentaram Archie Harrison ao mundo nesta quarta (8), no Castelo de Windsor. — Foto: Família Real

Nesta quarta-feira (8), o bebê também foi apresentado aos bisavós, a rainha Elizabeth II e o príncipe Philip.

Archie foi apresentado aos bisavós, a rainha Elizabeth II e o príncipe Philip, nesta quarta (8). — Foto: Reprodução/Instagram
Archie foi apresentado aos bisavós, a rainha Elizabeth II e o príncipe Philip, nesta quarta (8). — Foto: Reprodução/Instagram

Como Meghan Markle é norte-americana, Archie terá direito a dupla nacionalidade, dos Estados Unidos e do Reino Unido.

Archie é o quarto neto do príncipe Charles, e o primeiro da mãe de Meghan, Doria Ragland — que está na casa dos dois, Frogmore Cottage, localizada dentro da propriedade de Windsor, diz o jornal “The Guardian”.

Meghan e Harry apresentaram Archie Harrison ao mundo nesta quarta (8), no Castelo de Windsor. — Foto: Família Real
Meghan e Harry apresentaram Archie Harrison ao mundo nesta quarta (8), no Castelo de Windsor. — Foto: Família Real

Segundo o próprio príncipe Harry, o nascimento ocorreu depois do previsto: ele, que deveria ter ido a Amsterdã em 1º de maio, cancelou a viagem, o que levou a especulações de que a data prevista para o parto tinha sido ultrapassada.

Sem título de príncipe

Meghan e Harry apresentam o filho Archie — Foto: Reprodução Instagram
Meghan e Harry apresentam o filho Archie — Foto: Reprodução Instagram

Archie Harrison não será príncipe, ao contrário dos primos George e Louis, porque Meghan e Harry escolheram não dar o título ao filho. A escolha segue a da princesa Anne, filha da rainha Elizabeth, cujos filhos Zara e Peter não têm títulos.

A rainha poderia tê-los concedido ao novo bisneto, como fez no caso do príncipe Andrew. As duas filhas dele, Beatrice e Eugenie, são princesas. Archie também poderia ter usado um dos títulos menores de Harry, e ter se tornado conde de Dumbarton ou até mesmo Lorde Archie.

Árvore genealógica da família real britânica. — Foto: Arte G1
Árvore genealógica da família real britânica. — Foto: Arte G1

Fonte: G1 Globo


Crianças venezuelanas se arriscam a cruzar rotas ilegais para estudar no Brasil

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Com fronteira fechada por ordem de Nicolás Maduro, estudantes venezuelanos cruzam rotas ilegais para ter aulas em Pacaraima — Foto: Emily Costa/G1 RR

Vestindo uniformes escolares, dezenas de crianças venezuelanas caminhavam sob o sol a pino e um forte calor. Percorriam uma rota clandestina, única saída para quem precisa atravessar a fronteira da Venezuela com o Brasil.

Desde que Nicolás Maduro mandou fechar a fronteira, há dois meses, e as aulas começaram, os estudantes que moram do lado venezuelano e frequentam escolas na cidade de Pacaraima, em Roraima, se veem forçados a enfrentar o risco das “trochas”, caminhos ilegais que ligam os dois países.

Na travessia, os adolescentes e crianças que moram na cidade venezuelana de Santa Elena de Uairén, vizinha de Pacaraima, têm que passar por militares venezuelanos armados, sob os quais pesam frequentes relatos de extorsão para permitir a passagem.

Alguns fazem o percurso nas trilhas, que dura entre 15 e 30 minutos, em grupos acompanhados por adultos. Outros vão com os pais e há ainda aqueles que enfrentam o caminho sozinhos.

Segundo a Secretaria Municipal de Educação de Pacaraima, são cerca de 500 estudantes da rede municipal que moram no lado venezuelano da fronteira e se veem forçados a fazer o caminho. O movimento não é recente, mas se intensificou à medida em que a crise no vizinho sul-americano se intensificou.

Com fronteira aberta, os alunos trafegavam livremente pela BR-174, que liga Pacaraima e Santa Elena. Os municípios, classificados como “cidades-gêmeas”, têm acordos para facilitar a travessia regular, mas agora, com a fronteira bloqueada, existem três rotas clandestinas principais onde há fluxo de pessoas, e duas delas foram fechadas para veículos.

Enquanto atravessava uma “trocha” com os filhos, um garoto de 13 anos e uma menina de 8, uma mãe venezuelana contou que por vezes eles caminham sob a mira de militares venezuelanos fortemente armados.

“Depois que passamos pela ‘trocha’ há pontos de controle com mais militares pelo caminho. Temos medo, mas não há outra saída”, contou a mãe.

“Há dias em que os militares não nos deixam passar, como na semana passada quando ocorreram reuniões na aduana venezuelana. Meus filhos só podem estudar quando os militares permitem”.

Na escola municipal Casimiro de Abreu, que fica a poucas quadras da fronteira, 294 alunos moram do lado venezuelano, o que equivale a 40% do total de 758 estudantes da unidade de ensino que tem do 3º ao 6º ano, um número que vem crescendo nos últimos anos.

Em 2016 eram 76 estudantes de Santa Elena na escola, número que foi a 78 no ano seguinte e deu um salto para 211 em 2018. Neste ano, além dos 294 que já frequentam a Casimiro de Abreu, há 123 em lista de espera por vagas.

Sem restrições

Segundo a Secretaria Estadual de Educação, não há restrições para matrículas de alunos estrangeiros, mesmo os que moram em outro país.

O mesmo acontece na Secretaria Municipal de Educação de Pacaraima: no caso específico das crianças que moram na Venezuela, para a matrícula basta que o estrangeiro apresente algum documento brasileiro, como CPF ou Registro Nacional de Estrangeiro (RNE) fornecido pela Polícia Federal, e a documentação escolar traduzida.

A crescente presença de estudantes venezuelanos em Pacaraima coincide com o agravamento na situação no vizinho sul-americano. O país enfrenta uma grave crise política e econômica que tem se aprofundado nos últimos anos com escassez de comida, remédios, hiperinflação e insegurança.

Na semana passada, confrontos e manifestações ocorreram após o autoproclamado presidente Juan Guaidó convocar as pessoas a irem às ruas para derrubar o regime chavista que diz que seus opositores fracassarão. Em paralelo, o número de venezuelanos que fogem para o Brasil registrou um pico.

“Muitos pais escolhem matricular seus filhos em Pacaraima porque a educação na Venezuela está precária. Eles dizem que praticamente não existem mais professores porque muitos já emigraram”, explica Francimar Sousa, diretor da escola Casimiro de Abreu.

Sousa afirma que além das dificuldades enfrentadas pela crise na Venezuela, um outro fator atrai ainda mais os estudantes venezuelanos ao lado brasileiro: a merenda escolar distribuída de graça na hora do intervalo.

“É visível que o lanche que entregamos aqui, que às vezes é insignificante para os alunos brasileiros, é muito importante para eles. Acredito que em muitos casos a merenda escolar é a única refeição que eles fazem ao dia e é comum que alguns peçam mais comida, até para levar para casa na Venezuela”.

“Com essa dificuldade para ir e vir eles acabam chegando mais tarde e saindo mais cedo das aulas, porque o trajeto é difícil. Tem poeira, alguns gripam”, resume a professora Alsione Subaran. “Quando chove eles chegam sujos”.

Uma mulher venezuelana que trabalha como monitora e ajuda na travessia dos estudantes conta que todos os dias caminha com ao menos 70 alunos por rotas ilegais.

“Vamos cantando, nos mantendo ocupados e ao mesmo atentos para que ninguém se perca no caminho. É cansativo”, relata.

Segundo ela, o percurso por esse trecho não é tão difícil para os maiores, mas se torna uma penúria para os menores.

“São meninos e meninas com idades entre 3 e 13 anos fazendo isso todos os dias. Pedimos aos guardas que nos deixem passar pela fronteira oficial, mas eles dizem que não podem e o máximo que nos deixam é ir por aqui”, disse.

A fronteira foi fechada na noite de 21 de fevereiro em retaliação à decisão do governo brasileiro de, junto com os EUA, enviar remédios e comida ao país a pedido de Guaidó. Para os chavistas, a ação seria uma intervenção externa na Venezuela.

“É incomodo e triste ver pais que querem dar uma educação melhor aos seus filhos tenham que vê-los passarem por isso para poderem estudar porque na Venezuela eles não teriam acesso à educação que têm no Brasil”.

Carregando uma sombrinha infantil com desenhos do Mickey Mouse, uma menina caminha ofegante. Tem só oito anos, mas descreve com clareza o que sente. “Eu tenho medo das pistolas que eles [militares venezuelanos] carregam. Elas são gigantes”.

Crianças passam por militares venezuelanos armados para chegarem às suas casas em Santa Elena de Uairén — Foto: Emily Costa/G1
Crianças passam por militares venezuelanos armados para chegarem às suas casas em Santa Elena de Uairén — Foto: Emily Costa/G1

Fonte: G1 Globo


Nasce o primeiro filho do Príncipe Harry e Meghan Markle

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Noivado de Príncipe Harry e Meghan Markle (Foto: Tim Rooke/Shutterstock )

É um menino! Meghan Markle e Príncipe Harry deram boas-vindas ao novo bebê real nesta manhã. Do lado de fora do Castelo de Windsor, em Berkshire, Príncipe Harry falou com a imprensa britânica e disse que eles ainda estão pensando em nomes. A aparição do novo integrantre da família real deve acontecer em dois dias.

O duque de Sussex esteve presente durante o nascimento, que aconteceu às 5h26 desta segunda-feira e disse: “Estou feliz em anunciar que Meghan e eu tivemos um menino nesta manhã. Um menino bem saudável. Mãe e bebê estão passando incrivelmente bem. Foi a experiência mais incrível que eu poderia imaginar. O que as mulheres fazem é fora de compreensão. Estamos ambos absolutamente emocionados e muito gratos pelo amor e apoio de todos que estão por aí. Tem sido incrível, então só queríamos compartilhar isso com todo mundo. Ainda estamos pensando em nomes. Esse é o próximo passo. Estou muito orgulhoso da minha mulher. Como todo pai deve dizer, nosso filho é maravilhoso, mas essa coisinha é absolutamente de morrer por ela”, finalizou.

O Palácio de Buckingham também emitiu um comunicado oficial: “Sua Alteza Real, a duquesa de Sussex deu luz com segurança um filho às 05:26 horas. O bebê pesa 7lbs 3oz. O Duque de Sussex estava presente para o nascimento. A Rainha, O Duque de Edimburgo, o Príncipe de Gales, Duquesa da Cornualha, Duque e Duquesa de Cambridge, Lady Jane Fellowes, Lady Sarah McCorquodale e Earl Spencer foram informados e estão encantados com a notícia. A mãe da duquesa, Doria Ragland está radiante com a chegada de seu primeiro neto e está com suas altezas reais na Frogmore Cottage. Sua Alteza Real e seu filho estão passando bem.” O nome do bebê, que é o sétimo na linha do trono, será anunciado em uma data posterior.

 

Fonte: vogue


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