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Prisioneiro tenta fugir vestido de mulher, mas é traído por voz e desequilíbrio com salto alto

A tentativa de fuga de um homem da prisão de segurança máxima em San Pedro Sula, em Honduras, foi frustrada quando os policiais perceberam que aquela figura andando torto sobre os sapatos de salto alto tinha uma voz grossa demais para ser uma mulher.

Dessa forma, não bastou para Francisco Herrera Argueta, de 55 anos, colocar uma peruca loira, óculos escuros, pintar as unhas de rosa e colocar enchimentos no peito, para tentar fugir.

Preso desde 3 de setembro de 2015 por porte de arma de fogo e assassinato, Argueta tentou se passar por uma visitante chamada Jacinta Elvira Araujo, cuja identidade estava com os guardas, segundo a imprensa local. Seu plano era escapar quando o horário de visitas terminasse. No entanto, o andar e a voz masculina o entregaram.

De acordo com o porta-voz da polícia, Bayron Sauceda, Argueta conseguiu passar por diversos pontos de verificação de segurança. Um guarda perguntou o número de identifidade da “visitante”, e ele respondeu sem nem ao menos afinar a voz. Nesse momento, o plano já tinha ido por água abaixo e o policial pediu que retirasse os óculos escuros. “A maquiagem não escondeu o fato de que ele era um homem”, afirmou o porta-voz, segundo o site britânico “Metro”.

Argueta, conhecido como Don Chico, é o chefe de uma gangue. Como consequência de sua tentativa de fuga, ele pode ser transferido para a prisão El Pozo, em Santa Barbara, onde ficam os presidiários mais perigosos.

Fonte: Extra

‘França estará na 1ª fileira na luta contra o terrorismo’, diz Macron em discurso como presidente eleito

Presidente mais jovem da França fez dois discursos após vitória no 2º turno. Emmanuel Macron diz que moralização da vida pública do país será a primeira prioridade de seu mandato.

Emmanuel Macron fez seu primeiro discurso como presidente eleito na França pouco depois de as projeções o indicarem como o vencedor deste segundo turno. Em seu comitê de campanha, o centrista destacou que a França estará à frente da luta contra o terrorismo, tanto em território francês como internacionalmente, e que a moralização da vida pública do país será a primeira prioridade de seu mandato.

Ele afirmou que, nos próximos cinco anos, terá a responsabilidade de apaziguar medos e promover otimismo entre os franceses. Também enfatizou a necessidade de trabalhar para reconciliar a nação, diante dos votos extremos. Em seu discurso, enviou uma “saudação republicana” à candidata derrotada Marine Le Pen.

Depois, em um segundo discurso, desta vez mais acalorado, se dirigiu a apoiadores em um palco montado em frente ao Museu do Louvre. Macron disse ao povo da França que a força, energia e vontade é o que “fez de nós o que somos”. “É isso o que vai conduzir nosso futuro. Não cederemos nada ao medo, nada às divisões, nada à mentira, à ironia, ao amor pelo declínio ou pela derrota”, afirma.

Segundo a pesquisa de boca de urna do Instituto Ipsos, o candidato centrista recebeu 65,1% dos votos, contra 34,9% de Le Pen. A líder da extrema-direita reconheceu a derrota na eleição e afirmou que seu partido, a Frente Nacional, conquistou um resultado histórico nas urnas.

Veja as principais frases de seu discurso:

Sei as divisões da nossa nação que levaram alguns a votos extremos e respeito essas divisões. Sei da raiva, da ansiedade, das dúvidas que grande parte de vocês também expressou. É minha responsabilidade escutá-las, protegendo os mais frágeis, organizando melhor a solidariedade, lutando contra todas as formas de desigualdade e de discriminação, garantindo de forma implacável e resoluta a sua segurança, garantindo a unidade da nação.


Vou defender a França, seus interesses vitais, a sua imagem, a sua mensagem. E me comprometo diante de vocês: vou defender a Europa, a comunidade de destinos que se deram os povos do nosso continente. É a nossa civilização que está em jogo.


A França estará na primeira fileira na luta contra o terrorismo, no seu solo e na ação internacional. Pelo tempo que durar esse combate, nós vamos estar nele sem fraquejar.


A moralização da nossa vida pública, o reconhecimento do pluralismo, a vitalidade democrática serão desde o primeiro dia a base da minha ação.


Nesses cinco anos que começam minha responsabilidade será de acalmar os medos, de nos levar a reencontrar o otimismo, o espírito de conquista.


Vou lutar com todas as minhas forças contra a divisão que nos enfraquece e nos abate. É assim que nós poderemos devolver ao povo francês as chances que a França lhes deve.


Vamos amar a França a partir dessa noite. E nos próximos cinco anos eu vou com humildade, devoção e determinação servir em nome de vocês. Viva a República, Viva a França.



Emmanuel Macron e Marine Le Pen vão disputar 2º turno presidencial na França

Partidos mais tradicionais ficaram de fora. Macron é favorito na próxima votação, segundo pesquisas

O 2º turno da eleição presidencial será disputado por Emmanuel Macron, de centro, e Marine Le Pen, da extrema-direita. François Fillon, dos republicanos, e Jean Luc Mélenchon, socialista, ficaram de fora, num resultado histórico. Às 22h30 (hora de Brasília), com 98% das urnas apuradas, Macron tem 23,86% dos votos, e Le Pen tem 21,43%. François Fillon, terceiro colocado, tem 19,94%, e já admitiu derrota. Jean-Luc Mélenchon ficou com 19,62%.

“Enquanto nosso país está passando por um momento único em sua história, marcado pelo terrorismo, os desafios econômicos e ambientais, sofrimento social, ele respondeu da forma mais bonita, votando maciçamente. Ele decidiu me colocar na liderança no primeiro turno das eleições”, disse Macron a seus eleitores.

Le Pen afirmou a seus apoiadores que esta eleição é histórica e que a França não terá mudança com o “herdeiro de Hollande”, referindo-se a Macron. Ela criticou a globalização e afirmou que é hora de os franceses se tornarem livres da elite arrogante. A sobrevivência da França está em jogo, disse, ao pedir que os “patriotas” a apoiem.

Macron é favorito para vencer Le Pen no segundo turno, em 7 de maio. Segundo a AFP, ele é apontado por duas pesquisas realizadas neste domingo à noite como o provável vencedor por ampla maioria. Em uma, ele aparece com 62% dos votos, contra 38% para Le Pen. Na outra, são 64% contra 36%.

Os grandes derrotados da noite, o conservador François Fillon e o socialista Benoît Hamon, anunciaram imediatamente que votarão no social liberal para evitar assim o triunfo da extrema direita. Após assumirem o desastre que representa para seus partidos ficarem fora do segundo turno, ao mesmo tempo, pela primeira vez na V República Francesa (instaurada em 1958), ambos reconheceram sua responsabilidade pessoal nos resultados.

Contagem de votos em Tulle, na França

FOTO: Regis Duvignau/Reuters

 

A última vez que a esquerda deixou de ter um candidato no segundo turno foi nas eleições presidenciais de 2002, disputadas por Jacques Chirac (conservador) e Jean-Marie Le Pen (extrema direita e pai da atual candidata Marine Le Pen).

“É uma derrota moral para a esquerda”, afirmou Benoît Hamon, candidato derrotado do Partido Socialista (PS), que também defendeu o voto em Macron no segundo turno.

Mélenchon também se pronunciou publicamente, mas explicou que aguardaria a oficialização dos resultados para dar mais detalhes de seu posicionamento.

Como informa a rede BBC, o segundo turno, que será realizado no próximo dia 7 de maio, permanece cercado de expectativa. Isso porque o resultado pode levar ao enfraquecimento ou até mesmo ao fim da União Europeia e da zona do euro. Macron defende a permanência da França no bloco. Já Le Pen apoia o chamado Frexit — a saída do país do mercado comum.

O tema teve destaque na campanha em meio à discussão sobre o Brexit, a saída do Reino Unido da UE. A crise migratória no continente também levanta debates sobre a proteção das fronteiras. A França, juntamente com a Alemanha, é um dos países fundadores da UE e chamada de “locomotiva” da construção do bloco.

Campanha tumultuada

A campanha presidencial foi tumultuada desde o início, quando as primárias partidárias tiveram resultados inesperados, afastando os principais favoritos à presidência – o conservador ex-presidente Nicolas Sarkozy e ex-primeiro-ministro Alain Juppé (do Republicanos) e Manuel Valls (Partido Socialista).

A ascensão do movimento “En Marche!”, de Macron, e escândalos de corrupção envolvendo Marine Le Pen e François Fillon também contribuíram para tumultuar a campanha.

Tiroteio

Um dos episódios marcantes no fim da campanha eleitoral dos candidatos foi o ataque na Avenida Champs Élysées, que deixou um policial morto e dois feridos na última quinta-feira (20).

O episódio na avenida mais famosa da capital francesa colocou a segurança nacional no topo da agenda. Candidatos com pontos de vista mais duros sobre segurança e imigração, como Len Pen e Fillon, podem ter ganhado um impulso maior entre alguns grupos de eleitores.

Veja quem são os candidatos do 2º turno:

Emmanuel Macron

Enquanto François Fillon sofria as consequências do escândalo envolvendo sua mulher, o centrista Emmanuel Macron, de 39 anos, surgiu como candidato que poderia derrotar Le Pen em um segundo turno.

Filhos de médicos que atuam na saúde pública, ele nasceu em Amiens, no norte da França. Trabalhou em um banco de finanças e se engajou na campanha de François Hollande em 2012. Tornou-se secretário-adjunto e, então, o ministro da Economia do governo Hollande.

É de sua autoria o projeto de lei que pretende impulsionar a economia francesa por meio de medidas como ampliação do trabalho dominical e da modificação das condições do exercício de várias profissões liberais, como os tabeliães e os oficiais auxiliares de Justiça. A “Lei Macron”, como ficou conhecida, foi implementada por decreto e provocou protestos até de integrantes do Partido Socialista. Foi a primeira vez desde 2006 que o governo driblou o legislativo para impor uma lei.

Em maio de 2016, ele lançou o movimento cidadão “En Marche!”, que tem suas iniciais, com o objetivo de “refundar” a França com o apoio popular. A saída de Macron do governo para disputar as eleições foi vista como um golpe contra Hollande.

Rumores

As insinuações de que ele tinha um caso extraconjugal com o executivo-chefe da Radio France, Mathieu Gallet, circulam há anos e, recentemente, se tornaram alvo da mídia. Durante a campanha, Macron negou veementemente os rumores.

Em seu programa de governo, Macron promete “tolerância zero” contra o crime e o combate ao terrorismo. Para os próximos 5 anos, ele propõe reforçar a guarda de fronteira, criar de 10 mil postos de policiais e 15 mil vagas em prisões para abrigar pessoas envolvidas com terrorismo.

Competitividade

O candidato quer reduzir o imposto que incide sobre as empresas (de 33,3% para 25%) para tornar o país mais competitivo e reduzir as despesas públicas progressivamente até atingir o nível recomendado pela União Europeia. Ele propõe alterar a cobrança do imposto sobre grandes fortunas – visto como bandeira da esquerda – e exonerar 80% dos lares franceses do imposto sobre moradia. Macron tem ainda uma proposta de mudança no seguro desemprego: os desempregados teriam que passar por uma avaliação de competência e seriam obrigados a aceitar uma vaga de trabalho quando recebessem uma segunda oferta.

Embora proponha maior controle nas fronteiras, Macron defende engajamento com a União Europeia e diz assumir sua “justa parte” na acolhida de refugiados diante da maior crise na imigração que o continente enfrenta desde a 2ª guerra mundial. Ele defende uma reformulação das condições de pedido de asilo e promete uma decisão em oito semanas para todos os pedidos.

Marine Le Pen

Com retórica anti-imigração e contra a União Europeia, a candidatura de Marine Le Pen ganhou força com o descontentamento dos eleitores com o governo do socialista François Hollande.

Marion Anne Perrine Le Pen, de 48 anos, é a presidente da Frente Nacional, partido fundado pelo seu pai, Jean-Marie, sigla que ganhou espaço principalmente desde as últimas eleições presidenciais. No primeiro turno de 2012, Marine conseguiu um índice surpreendente de votos para a extrema direita (18,12%), mas perdeu a vaga no 2º turno para o ex-presidente Nicolas Sarkozy, que acabou perdendo para Hollande.

A candidata representa uma certa renovação das propostas do partido, que tenta se afastar, pelo menos parcialmente, de ativistas antissemitas, homofóbicos ou nostálgicos da colaboração francesa com a Alemanha nazista. Ela ainda propõe a modernização do país através de controversas reformas econômicas e da repressão contra a imigração ilegal, que na França atinge de maneira especial muçulmanos e africanos.

Anti-imigração

Como o americano Donald Trump fez nos Estados Unidos, Marine tem como um de seus cavalos de batalha a defesa de políticas restritivas de imigração para combater o terrorismo no país, que já foi alvo de violentos ataques do Estados Islâmico em Paris e Nice nos últimos anos.

Outra proposta que provocou polêmica durante a campanha foi a de acabar com a escola gratuita para filhos de imigrantes ilegais em uma estratégia para facilitar a expulsão dessas famílias do país. A candidata mantém algumas de suas principais promessas de 2012, como a flexibilização das leis de trabalho com o objetivo de abrir espaço para acordos setoriais. Entre as propostas, está o aumento da jornada de trabalho de 35 para 39 horas semanais, segundo a revista “Le Point”.

Ela defende também uma reforma da relação da França com a União Europeia, com o objetivo de reduzi-la a uma enfraquecida cooperação entre nações, sem uma moeda comum e zonas de livre circulação de pessoas. Como é provável que os outros integrantes do bloco não aceitem as concessões, ela já prometeu um referendo sobre a permanência francesa na União Europeia, seguindo o exemplo do Reino Unido, que prepara o seu afastamento após consulta popular.

Escândalo

Em janeiro, Marine foi acusada de usar 340 mil euros recebidos do Parlamento Europeu para pagar despesas pessoais de dois funcionários da Frente Nacional. O salário dela foi cortado pela metade para cobrir o suposto desvio do dinheiro. O escândalo não parece ter prejudicado o desempenho da candidata.

No início de março, o parlamento europeu suspendeu a imunidade parlamentar de Le Pen por causa da publicação de fotos de violência do Estado Islâmico em seu Twitter, mas a decisão não influenciará o processo sobre empregos fantasmas.

Carreira

Marion Anne Perrine Le Pen nasceu em Haut-de-Seine, na região parisiense. Quando tinha 16 anos, sua mãe abandonou sua casa para fugir com um jornalista que estava escrevendo a biografia de seu pai. Esse episódio fez com que ela se aproximasse do pai. Desde os 13 anos, ela já o acompanhava em comícios. Aos 18, se filiou ao partido.

Ela estudou direito em uma das melhores faculdades francesas em sua área – Universidade Paris II- Panthéon-Assas.

A primeira eleição legislativa em que ela concorreu foi a de 1993. Apesar da votação significativa, ela não conseguiu se eleger e, então, passou a articular associações-satélites com o objetivo de mudar a imagem do partido.

Braço direito do pai, foi nas eleições de 2002 que ela fez suas primeiras intervenções na televisão. Nos anos seguintes, seu poder de influência aumentou consideravelmente.

A relação com o pai, porém, ficou profundamente abalada após Jean-Marie Le Pen afirmar que a morte de judeus em câmaras de gás na Segunda Guerra Mundial foi apenas um detalhe. A declaração motivou a sua expulsão do partido. Veja o programa de Marine (em francês).


Chamo as nações para pôr fim ao banho de sangue na Síria, diz Trump após ataque

Trump disse: ‘é de vital interesse da segurança nacional dos Estados Unidos prevenir e dissuadir a propagação e o uso de armas químicas mortais’

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discursou logo após o ataque americano a uma base militar síria e defendeu a ação, afirmando que “é de vital interesse da segurança nacional dos Estados Unidos prevenir e deter o uso de armas químicas mortais”.

Trump acusou Bashar al-Assad de ser o responsável pelo “terrível ataque de armas químicas contra civis inocentes”, que deixou mais de 80 mortos na Síria, disse que o país desrespeitou uma convenção da ONU sobre o assunto, justificou o ataque dizendo que as tentativas de negociação falharam e pediu o apoio de países aliados.

“Pedi a todas as nações civilizadas que se unissem a nós, buscando acabar com o massacre e o derramamento de sangue na Síria”, afirmou Trump. “Anos de tentativas anteriores de mudar o comportamento de Assad falharam, e falharam muito dramaticamente. Como resultado, a crise de refugiados continua a se aprofundar e a região continua a se desestabilizar, ameaçando os Estados Unidos e seus aliados.”

Trump confirmou que a ordem para os EUA lançarem 59 mísseis Tomahawk contra a base partiu dele e disse que o alvo foi o local de onde partiu o ataque químico de terça. “Não pode haver dúvida de que a Síria usou armas químicas proibidas, violou suas obrigações sob a convenção de armas químicas e ignorou a insistência do Conselho de Segurança da ONU.”

Leia a tradução do discurso na íntegra:

“Meus colegas americanos,

Na terça-feira, o ditador sírio Bashar al-Assad lançou um terrível ataque de armas químicas contra civis inocentes. Usando um agente nervoso mortal, Assad sufocou a vida de homens, mulheres e crianças desamparadas. Foi uma morte lenta e brutal para tantos. Mesmo lindos bebês foram cruelmente assassinados neste ataque tão bárbaro.

Nenhum filho de Deus deve jamais sofrer tal horror. Hoje à noite, eu ordenei um ataque militar direcionado a uma base aérea na Síria, de onde o ataque químico foi lançado. É de vital interesse da segurança nacional dos Estados Unidos prevenir e dissuadir a propagação e o uso de armas químicas mortais. É indiscutível que a Síria usou armas químicas proibidas, violou suas obrigações sob a convenção de armas químicas e ignorou a insistência do Conselho de Segurança da ONU.

Anos de tentativas anteriores de mudar o comportamento de Assad falharam, e falharam muito dramaticamente. Como resultado, a crise de refugiados continua a se aprofundar e a região continua a se desestabilizar, ameaçando os Estados Unidos e seus aliados. Hoje à noite, pedi a todas as nações civilizadas que se unissem a nós, buscando acabar com o massacre e o derramamento de sangue na Síria, e também para acabar com o terrorismo de todos os tipos e de todos os modos.

Pedimos a sabedoria de Deus ao enfrentar o desafio de nosso mundo tão perturbado. Rezamos pela vida dos feridos e pelas almas daqueles que morreram e esperamos que, enquanto a América defender a Justiça, a paz e a harmonia prevalecerão. Boa noite e Deus abençoe a América e o mundo inteiro.”


Explosões deixam mortos e dezenas de feridos no metrô de São Petersburgo, na Rússia

Ao menos 10 pessoas morreram e 50 ficaram feridas na manhã desta segunda-feira. Putin diz que hipótese de terrorismo é investigada.

Dez pessoas morreram e 50 pessoas ficaram feridas em explosões no sistema de metrô de São Petersburgo, a segunda maior cidade da Rússia, na manhã desta segunda-feira (3). Os serviços de emergência informaram à Reuters que os passageiros foram atingidos em duas composições, em duas estações. A estação Sennaya Ploshchad foi uma das atingidas.

O presidente russo, Vladmir Putin, afirmou que a causa da explosão ainda não está clara. Todas as hipóteses são consideradas, inclusive a de terrorismo. Ele está em contato com os serviços de segurança do país e enviou suas condolências às famílias das vítimas. Putin está na cidade, que é considerada a capital cultural do país, e tinha feito um pronunciamento mais cedo. Seu porta-voz diz que ele está bem.

Um artefato teria provocado a explosão por volta das 15h (no horário local), segundo a CNN. Aparentemente, uma explosão ocorreu entre duas estações antes da partida de um dos trens metropolitanos, o que causou uma grande nuvem de fumaça e forçou a retirada de um grande número de passageiros, informou a agência Efe.

Imagens divulgadas pela rede americana mostram muita fumaça e correria. Imagens de pessoas feridas caídas na plataforma foram divulgadas nas redes sociais. Todas as estações do Metrô de São Petersburgo foram fechadas. Dezessete ambulâncias foram para a estação Sennaya Ploshchad.

Explosão em metrô deixa mortos na Rússia (Foto: Arte/G1) Explosão em metrô deixa mortos na Rússia (Foto: Arte/G1)

Tiroteio fora do Parlamento britânico deixa feridos; polícia trata como terrorismo

Não há balanço oficial de feridos. Investigadores tratam o incidente como terrorismo até que a motivação do ataque fique clara.

Um tiroteio fora do Parlamento britânico, em Londres, deixou feridos na tarde desta quarta-feira (22). A polícia britânica trata o incidente como um ataque terrorista até que a motivação dos disparos seja esclarecida. Assista à transmissão ao vivo da agência Reuters.

“Os policiais, incluindo policiais armados, permanecem no local e nós estamos tratando isto como um incidente terrorista até que tenhamos informações contrárias”, disse a polícia em comunicado.

Até o momento, não há um balanço oficial de vítimas e as informações ainda estão desencontradas. Um susposto atirador foi baleado pela polícia.

A GloboNews afirma que 10 pessoas ficaram feridas. Um fotógrafo da Reuters afirma ter visto cerca de uma dezena de pessoas machucadas na Ponte de Westminster, que é vizinha ao prédio do Parlamento. Já um funcionário do Parlamento contou que duas pessoas tinham sido baleadas. Deputados relataram à rede BBC ter ouvido três ou quatro disparos.

Há relatos de que algumas pessoas ficaram feridas em um atropelamento na Ponte de Westminster, segundo a BBC. Ainda não está claro se os incidentes estão relacionados.


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