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Pai desconfia, exuma ‘cadáver de bebê’ e descobre boneca dentro de caixão

Reprodução

Melvin Mendoza ficou arrasado ao saber que uma das gêmeas que a esposa dera à luz acabou morrendo no parto em maternidade de Tegucigalpa (Honduras). O enterro, realizado em El Coyolar, foi carregado de comoção. O pequeno caixão sequer foi aberto.

A mãe, Rosa Castellanos Díaz, havia deixado o vilarejo, na última sexta-feira (27/7), e ido ter os bebês sozinha na capital. De lá, ela ligou a Melvin dando a má notícia.
Só que Melvin começou a desconfiar da história. O militar decidiu exumar o corpo. Para sua surpresa, no lugar do bebê havia uma boneca!

Na verdade, Rosa levou toda a gravidez fingindo que carregava gêmeas no ventre. A mentira havia sido forjada para manter Melvin ao lado dela em um momento em que a relação estava estremecida.

Melvin acreditou. Toda a família acreditou. Mas Rosa só esperava um bebê. A viagem repentina de Rosa para dar à luz em Tegucigalpa acendeu um alerta entre os parentes.

“À noite fomos ao cemitério para desenterrar o caixão. Para nossa surpresa, quando abrimos o caixão, havia lá uma boneca, vestida como se fosse uma criança”, disse ao jornal “El Heraldo” um parente. “Levamos o caixão à polícia”, acrescentou.

A farsa, enfim, foi desmascarada.

Apesar da crueldade, Melvin decidiu não prestar queixa contra Rosa.


Após overdose de Demi, filha de Michael Jackson vai para reabilitação

Abalada pela overdose sofrida pela cantora Demi Lovato, Paris Jackson, a filha de Michael Jackson se internou voluntariamente em uma clínica de reabilitação. “A Demi quase morreu e isso serviu como um alerta para que a Paris fique saudável”, disse uma fonte ligada à atriz, segundo o Radar Online.

“Ela ficou preocupada com a Demi e chocada com o que aconteceu, a Paris acha que precisa lidar com seus problemas imediatamente”, afirmou a fonte.

Ainda de acordo com a mesma pessoa, a mãe de Paris, Debbie Rowe, e a avó da jovem, Katherine Jackson, andavam preocupadas com a jovem, temendo que ela tivesse o mesmo destino do pai, que foi vítima de drogas controladas.

Demi Lovato está hospitalizada desde que sofreu uma overdose de heroína no dia 24 de julho


Mulheres e meninas são as principais vítimas de tráfico humano

No Dia Mundial contra o Tráfico de Pessoas, celebrado nesta segunda-feira (30), a Organização das Nações Unidas (ONU) apela para que os países fortaleçam as formas de combater esse crime contra seres humanos.

Relatório da ONU revela que quase um terço das vítimas desse tipo de crime são crianças. Atualmente, 71% das pessoas traficadas são meninas e mulheres.

No Dia Mundial contra o Tráfico de Pessoas o tema lançado é “Respondendo ao tráfico de crianças e jovens”. Relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) calcula que o mundo tenha pelo menos 21 milhões de vítimas de trabalho forçado. O número exato é desconhecido.

Em comunicado, a relatora especial da ONU sobre tráfico de pessoas, a italiana Maria Grazia Giammarinaro, disse que muitas pessoas são enganadas por criminosos e traficantes incluindo imigrantes, refugiados e pedidos de asilo, em busca de proteção ou de uma vida melhor.

Ameaça
Para a relatora, o clima político atual contra a imigração trata as pessoas como ameaça, quando elas podem contribuir para a prosperidade dos países onde vivem e trabalham.

Maria Grazia ressaltou que os países têm a obrigação de evitar o tráfico, classificado como violação dos direitos humanos. Ela citou o Pacto Global para Migração, que estabelece que os países devem ter medidas individuais e indicadores de identificação dos migrantes propensos a tráfico e exploração, incluindo os mecanismos internacionais de proteção.

O pacto deve ser adotado durante encontro internacional no Marrocos, em dezembro deste ano.

O comunicado ressalta que, em todo mundo, a sociedade e organizações civis têm desempenhado um papel importante para salvar vidas e proteger as pessoas do tráfico durante operações de busca e resgate.

A relatora finaliza o comunicado dizendo que, mesmo em tempo difíceis, a inclusão é a resposta para salvar as pessoas. O Dia Mundial contra o Tráfico de Pessoas é liderado pelo Escritório da ONU sobre Drogas e Crime (Unodc).


Petrobras recorre ao STF para suspender ação trabalhista de R$ 17 bi

A Petrobras recorreu nesta quinta-feira (26) ao Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender a decisão da Justiça do Trabalho que garantiu aos funcionários da estatal o direito ao pagamento de adicionais salariais que foram definidos em um acordo coletivo assinado em 2007.

O impacto da decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) nos cofres da Petrobras é de aproximadamente R$ 17 bilhões e beneficia cerca de 50 mil funcionários. A questão deverá afetar cerca de 7 mil processos que tratam do assunto em todo o país. Cabe recurso contra a decisão ao próprio tribunal e ao Supremo.

Segundo os advogados contratados pela Petrobras, o imediato pagamento dos valores por meio de uma decisão que ainda cabe recurso trará prejuízos financeiros irreversíveis para a estatal. Além disso, a defesa alega que o entendimento do TST pode provocar “distorção remuneratória” na gestão da empresa.

“Autorizar-se-ia por intermédio de uma decisão ainda sujeita a recurso, a criação de uma distorção remuneratória na gestão da Petrobras, conquanto empregados de nível médio da área operacional, receberiam vencimentos superiores aos seus gestores, desconstruindo o atual Plano de Cargos e Salários e qualquer outro que venha a ser implantado, já que desestimula a política remuneratória baseada em meritocracia, desestruturando a Política de Recursos Humanos de qualquer empresa hierarquicamente organizada”, argumentaram os advogados.

Devido ao período de recesso de julho no STF, a questão será analisada pela presidência da Corte, que é ocupada, nesta semana, pelo ministro Dias Toffoli.


Destino do sistema Eletrobras aguarda por senadores na volta do recesso

O senadores voltarão do recesso com a missão de analisar um assunto polêmico e de grande importância para o governo: a desestatização da Eletrobrás. O projeto em tramitação na Câmara (PL 9.463/2018) teve a votação adiada para pelo menos após as eleições de outubro.

Todavia, os deputados aprovaram uma proposta que abre caminho para a venda de seis distribuidoras de energia do Norte e Nordeste. O texto já está no Senado (PLC 77/2018) e vai tramitar em regime de urgência.

Para o representante do Amazonas, senador Eduardo Braga (MDB-AM), cada uma das concessionárias precisa ser analisada separadamente, pois existem companhias já em condições de serem entregues à iniciativa privada e outras cuja privatização é inviável, a não ser que os consumidores sejam expostos a um reajuste de tarifas absurdo:

— Eu posso citar a Amazonas Energia, que tem dívida com a Petrobras de R$ 20 bilhões. Como privatizar uma empresa que deve R$ 20 bi sem que isso tenha impacto gigantesco na conta de luz paga pelos consumidores? Sem falar de outras questões regulatórias que precisam ser saneadas antes da privatização.

Para a senadora Vanessa Grazziotin (PcdoB-AM), o fato de o PLC 77/2018 não ter sido votado antes do recesso significou um fôlego extra para que a proposta seja discutida com mais tempo.

— Diante da iminência de não poder privatizar imediatamente o sistema Eletrobras como um todo, o governo tenta mostrar serviço para o mercado, vendendo inicialmente seis distribuidoras. Acontece que no entorno dessa possível privatização há algo criminoso contra a população da região Norte e contra o país — afirmou a oposicionista.

Vanessa afirmou ainda que a Amazonas Energia, por exemplo, é lucrativa somente em Manaus, e que, na visão dela, não há garantias de que haverá de fato investimentos no interior, justamente a região mais necessitada do serviço.

— Qual a empresa privada que vai querer investir no interior do estado do Amazonas, sem que tenha a lucratividade de volta?

Legitimidade

O senador Magno Malta (PR-ES), por sua vez, disse a privatização, além de ser um tema naturalmente complexo, vai esbarrar também no período eleitoral.

— Estamos entrando num processo eleitoral e não é tempo para isso. As casas vão entrar num recesso branco, e isso não pode ser feito a toque de caixa até porque falta legitimidade aos gestores para tocar tal projeto agora, uma vez que estamos findando um governo cheio de denúncias.

Outro que defende um longo debate sobre o tema é o senador José Medeiros (Pode-MT). Na visão dele, chegou o momento em que a população está discutindo muito o tamanho do Estado e, como sempre ocorre nos momentos de dificuldades, vem a turma dos extremos.

— Ou é tudo ou nada. Eu penso que cada caso é um caso, vamos sentar e conversar. Eu não defendo um Estado nem mínimo nem máximo. Eu defendo um Estado necessário. E vejo que cada governo carrega o que pode. Estamos passando um momento difícil e o que está se fazendo é para tentar garantir que os serviços essenciais sejam mantidos.

Urgência

O governo tem dito que, se não for aprovado o PLC 77/2018, seis subsidiárias da Eletrobras no Norte e Nordeste serão liquidadas, visto que os contratos de concessão já estão vencidos. Vale dizer que, com a liquidação, os funcionários são dispensados e a empresa tem suas atividades encerradas.

Todas enfrentam dificuldades financeiras e operacionais, mas o projeto determina providências para torná-las mais atraentes aos investidores. Além da Amazonas Energia, são objeto da proposta a Companhia de Eletricidade do Acre (Eletroacre), a Companhia de Energia do Piauí (Cepisa), as Centrais Elétricas de Rondônia (Ceron), a Companhia Energética de Alagoas (Ceal) e a Boa Vista Energia, de Roraima.

O leilão das seis distribuidoras estava previsto para 26 de julho mas, depois de impetradas ações judiciais contra o negócio, o BNDES anunciou na quarta-feira (18) que irá leiloar as empresas Boa Vista, Amazonas, Eletroacre e Ceron em 30 de agosto. O leilão da Cepisa está mantido para 26 de julho e o da Ceal segue suspenso por liminar do STF.

Eleições

Em relação ao PL 9.436/2018, que trata especificamente da Eletrobrás, líderes da Câmara decidiram deixar o assunto para depois das eleições. Já o presidente Rodrigo Maia (MDB-RJ) anunciou que o tema não será votado em 2018. Desta forma, a responsabilidade ficaria com os parlamentares eleitos para a próxima legislatura.

De autoria do Poder Executivo, o PL 9.436/2018 regulamenta a desestatização do setor de energia por meio da venda de ações das companhias para o setor privado, reduzindo a participação da União no capital das empresas. O projeto chegou em fevereiro à Câmara e foi enviado a uma comissão especial, sob a relatoria do deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA).

CPI

No Senado, o assunto foi tema de uma audiência pública realizada pela Comissão Senado do Futuro (CSF), em que debatedores revelaram o temor da retirada de recursos estratégicos do país e de um possível aumento nas tarifas de energia para o consumidor.

O presidente da comissão, senador Hélio José (Pros-DF), anunciou ter recolhido assinaturas de 42 senadores para a criação da CPI do Setor Elétrico. A intenção é investigar possíveis irregularidades no processo de privatização da Eletrobrás. O requerimento para criação da CPI foi lido em 23 de maio no Plenário e o senador agora aguarda a instalação e a definição dos dez integrantes, a serem indicados pelos líderes de seus partidos.

Gigantismo

Criada em 1954, a Eletrobrás é uma das cinco maiores geradoras hidrelétricas do mundo em capacidade instalada, com 48 GW em 233 usinas, o que representa 31% da matriz energética brasileira. Além disso, é a maior transmissora da América Latina, com mais de 72 mil quilômetros de linhas de transmissão, cerca de 49% do sistema brasileiro.

O governo, no entanto, alega que a participação da Eletrobrás, tanto no segmento de geração como no de transmissão, vem perdendo relevância e se reduzirá nos próximos anos, caso não ocorra uma profunda reestruturação da empresa.


PDT e PSC abrem temporada de convenções para escolha de candidatos

O PDT e o PSC abrem nesta sexta-feira (20) a temporada de convenções partidárias para definição dos candidatos a presidente e a vice-presidente da República.

O prazo de realização das convenções se estende até 5 de agosto. Os convencionais do PDT se reunirão na sede do partido, em Brasília, e devem confirmar o nome de Ciro Gomes como candidato a presidente.

Ciro Gomes está à frente da negociação de um amplo arco de alianças, que inclui DEM, PP, SD e PCdoB, entre outros. Na convenção nacional, o PDT não deverá anunciar o vice na chapa de Ciro Gomes nem os partidos aliados nas eleições de outubro.

PSC e PCB

O PSC também se reúne em Brasília e deve aprovar a candidatura de Paulo Rabello de Castro a presidente da República. No Rio de Janeiro, será realizada a convenção do PCB.

Fim de semana de convenções

Outros quatro partidos realizarão convenções nacionais neste fim de semana. PSOL, PMN e Avante se reunirão amanhã (21). O PSOL anunciou que vai aprovar a candidatura de Guilherme Boulos, com Sônia Guajajara de vice. O PSL se reunirá domingo (22), no Rio de Janeiro, e deverá confirmar a candidatura do deputado Jair Bolsonaro. Até o momento, o partido não definiu o vice nem os aliados na chapa de Bolsonaro.

No próximo sábado (28), PTB e PV realizam convenções nacionais. Os dois partidos não devem lançar candidatura própria a presidente da República, mas definirão nesses encontros suas políticas de alianças. O PSB se reunirá no dia 30 de julho e também não terá candidato próprio.

A maioria das convenções se concentrará entre os dias 1º e 5 de agosto. Até o momento, 11 partidos anunciaram que vão se reunir nesse período, incluindo o MDB, o PT, o PSDB e a Rede. Os partidos têm que registrar as chapas e as alianças no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até as 19h do dia 15 de agosto.

Financiamento

O TSE estabeleceu o teto de gastos das campanhas para presidente da República em 2018. Cada candidato poderá gastar até R$ 70 milhões, no primeiro turno, e R$ 35 milhões, no segundo turno.

Neste ano, os 35 partidos políticos registrados no TSE receberão R$ 1,7 bilhão para financiamento das campanhas eleitorais. O Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) foi criado no ano passado pelo Congresso Nacional e está previsto no Orçamento Geral da União de 2018. Com a proibição de doações das empresas, o fundo será a principal fonte de receita das campanhas eleitorais.


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