82 99641-3231

Vento Nordeste pode chegar a 70 km por hora, aponta meteorologista da Semarh

aqui achei

A rajadas do Vento Nordeste podem chegar a 70 km por hora, em casos excepcionais, o que pode representar motivo de preocupação aos gestores de municípios litorâneos. De acordo com o meteorologista da Sala de Alerta da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), Vinícius Nunes Pinho, o fenômeno teve início no final de outubro.

“Este ano, o vento chegou um pouco tarde, no fim de outubro, e se intensificou no começo de novembro. Hoje e amanhã, ele deve oscilar entre 40 e 45 km, podendo chegar aos 50 km por hora. Somente durante o período da noite é que o vento tende a ficar um pouco mais fraco. As rajadas podem chegar a 70 km por hora apenas em casos excepcionais, mas não há previsão disso acontecer”, explica Vinícius Nunes.

O Vento Nordeste, como explica o meteorologista da Semarh, é a época em que o Oceano Atlântico mais se aproxima da Costa Leste. “Fica mais aquecido e a irradiação acaba aumentando a pressão atmosférica, o que faz com que o ar se expanda”, reforça Vinicius.

E devido às fortes rajadas, a Semarh fez um alerta para as Prefeituras e Defesa Civil dos municípios, para que medidas de segurança sejam adotadas em todo o território litorâneo de Alagoas.

Isso porque a maior velocidade do vento predomina na faixa litorânea, Baixo são francisco e Sertão do Estado. “É necessário que as pessoas façam a poda das árvores, além da manutenção de placas e objetos, para que estes não se soltem e venham a machucar alguém. O vento deve se estender até dezembro”, complementa o meteorologista.


Últimas Notícias


Mais Lidas do dia


MPE dá prazo de 4 meses para prefeituras acabarem com lixões em Alagoas

aqui achei

O Ministério público Estadual de Alagoas (MPE/AL) propôs um acordo aos gestores dos municípios alagoanos com prazo de 4 meses para o encerramento dos lixões. No documento, os gestores assumiriam o compromisso de começar a dar destinação correta aos resíduos sólidos até fevereiro de 2018 e, em contrapartida, o MPE/AL não ajuizaria nenhuma denúncia contra os prefeitos por descumprimento de duas leis federais, uma delas, a que trata dos crimes ambientais. A reunião para discutir o assunto aconteceu na sede da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA), na manhã desta segunda-feira (30).

No acordo, cuja cópia está disponível na presidência da AMA, o prefeito se compromete com o Ministério Público a, dentro de 120 dias, fazer o descarte do lixo da forma ambientalmente adequada. Tal destinação dos resíduos sólidos da cidade pode ser feita em aterro sanitário ou numa Central de Tratamento de Resíduos (CTR).

O acordo também prevê que o chefe do Poder Executivo assine um termo de ajustamento de conduta com o promotor de justiça da cidade, para que a área degradada pelo lixão seja recuperada em até cinco anos.

Atualmente, em Alagoas, além do aterro de Maceió, que atende somente o lixo produzido na capital, existe um Consórcio Intermunicipal para Gestão de Resíduos Sólidos (Cigres) em funcionamento. O Cigres do Sertão contempla as prefeituras de Olho d´Água das Flores, Batalha, Senador Rui Palmeira, Carneiros, Monteirópolis, São José da Tapera, Olivença, Santana do Ipanema, Belo Monte, Pão de Açúcar, Maravilha, Palestina e Cacimbinhas. Há também duas CTRs privadas: a metropolitana, localizada no Pilar; e a do Agreste, que fica no município de Craíbas.

Importância do acordo

De acordo com o procurador-geral de justiça, Alfredo Gaspar de Mendonça Neto, foi o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) que, em setembro último, expediu a recomendação nº 181, possibilitando ao Ministério Público a realização de acordos de não persecução criminal. Em Alagoas, o MPE decidiu estabelecer o prazo de 120 dias para o fim dos lixões.

“É preciso atentarmos para o fato de que a Política Nacional de Resíduos Sólidos estabeleceu o fim dos lixões para agosto de 2014, e nós já estamos em 2017. Até agora, apenas 38 municípios encerraram as atividades. Ainda faltam 64. Quero dizer que este acordo que estamos propondo vai ser bom para todos os lados, especialmente para a população. Manter lixão na cidade prejudica o meio ambiente e a saúde humana, com a contaminação do solo e dos corpos d’águas, podendo causar problemas respiratórios em função da emissão de gás carbônico. Além disso, o descarte correto de lixo permite a reciclagem e poupa recursos naturais”, defendeu Alfredo Gaspar de Mendonça Neto.

“É importante ressaltarmos que o Ministério Público está dando a última oportunidade aos gestores municipais de se adequarem à lei. O acordo serve justamente para evitarmos o ajuizamento de uma ação penal. Queremos transformar os prefeitos em parceiros e não em réus. Porém, se eles não quiserem aderir ao acordo, não restará outra alternativa senão o ajuizamento de ações penais por crime de responsabilidade, em razão de descumprimento de lei federal e do crime ambiental”, enfatizou o chefe do Ministério Público.

Ainda de acordo com Alfredo Gaspar de Mendonça, manter lixão a céu aberto infringe o que determina o Decreto lei nº 201/1967 – de crime de responsabilidade – e a Lei Federal nº 9.605/1998 – de crimes ambientais.

Os gestores terão prazo de 15 dias, a partir desta segunda-feira, para informar ao Ministério Público se vai aderir ou não ao acordo.

AMA vai fazer reunião com os prefeitos

Já o presidente da AMA, Hugo Wanderley, comprometeu-se a se reunir com os prefeitos alagoanos, a fim de saber dos gestores se haverá tempo hábil para que os consórcios para gestão dos resíudos entrem em funcionamento até o prazo dado pelo Ministério Público.

“Queremos trabalhar em parceria como Ministério Público, mas é preciso sabermos a situação de cada município. Conversaremos com os prefeitos de cada um deles para vermos as condições de adequação ao que está recomendando o CNMP”, informou.


Com mais de 50 anos de existência, pesquisa mostra Rádio Sampaio líder de audiência

aqui achei

A pesquisa realizada por duas empresas diferentes Star News e Objetiva Pesquisas, referente ao ano de 2017, aponta que a Rádio Sampaio é líder de audiência.

Dados da pesquisa realizada pela Star News Pesquisa e Publicidade

Cayo César

Há 53 anos, a rádio Sampaio vem alegrando a rotina dos alagoanos e novamente foi eleita a emissora, entre as de frequência FM, de maior sucesso na cidade. A pesquisa da Star News e Objetiva Pesquisa referente ao ano de 2017, aponta que a rádio é líder de audiência durante toda a programação. No questionário, a primeira pergunta que fazem ao ouvinte é qual a rádio que mais ouve. “Para a gente, é muito significativo. Porque em outros tipos de pesquisa, a TV está ligada, mas a pessoa não tem aquela afinidade toda. No caso do rádio não, é o que vem na mente do nosso público”, comenta Gileninho Sampaio, diretor presidente.

O sucesso, segundo Gileninho, vem de uma programação mais próxima das pessoas. “Disponibilizamos diversão, informação e prestação de serviço. Falamos do trânsito, vagas de emprego, racionamento. Nosso maior orgulho é saber que somos a rádio do coração das pessoas”, afirma. Hoje, a Rádio Sampaio é a emissora que mais investe em tecnologia. “E, nos próximos meses, investiremos ainda mais”, diz.
Outro sucesso entre os ouvintes é o  programa de jornalismo, “Nosso Encontro“, que tem como âncora o Radialista Edvaldo Silva e os repórteres Rafael Santos e Niraldo Correia e João Euder  na produção, que levam a população informações do dia a dia de Palmeira dos Índios e região, como operações policias, prisões, acidentes, cronograma de água, ações sócias e muitas outras. Além disso o jornalismo da Rádio Sampaio serve de pauta para sites de notícias como por exemplo o SampaioWeb e o F5 Alagoas da jornalista Roberta Sampaio.
A Sampaio tem o maior alcance e a maior cobertura, atingindo mais de 40 cidades. Com uma programação eclética agradando todos os gostos, instiga a interatividade e faz inúmeras promoções. Por conta disso, é líder em todos os segmentos com uma programação de 24 horas disponível no rádio, na internet, no Rádios Net e nos smartphones.

Prefeituras de Capela e Cajueiro são autuadas por descarte irregular de lixo

aqui achei

A equipe de fiscalização do Instituto do Meio Ambiente do Estado de Alagoas (IMA/AL), em ação conjunta com o Batalhão da Polícia Ambiental (BPA), esteve em ação de verificação dos lixões do Estado, última quarta-feira (18). Os municípios vistoriados foram Capela, Cajueiro e Barra de São Miguel. Irregularidades foram identificadas.

No município de Capela, foi constatado que a prefeitura não está realizando a destinação ambiental adequada dos resíduos sólidos gerados no município. A prefeitura recebeu autuação no valor de R$29,959,00.

O lixão do município de Capela encontra-se desativado, entretanto não foi apresentado o certificado de destinação final dos resíduos. A prefeitura informou que o material estava sendo levado para o município de Cajueiro.

Em Cajueiro a situação se mostrou ainda mais grave. A prefeitura recebeu autuação no valor de mais de R$274.000,00 pelo lançamento de resíduos sólidos em desacordo com a lei ou atos normativos.  A gravidade se deu pelo aumento da extensão do dano ambiental.

No município de Barra de São Miguel foi feito o monitoramento no antigo lixão, onde não foi constatado indícios de colocação de resíduos recentemente.

Fonte: Ascom / IMA – AL

Palmeira sedia reunião com prefeitos para discutir soluções para o lixo dos municípios

aqui achei

O prefeito de Palmeira dos Índios Júlio Cezar e prefeitos alagoanos das regiões do Agreste, do Sertão e do Vale do Paraíba, estarão reunidos na cidade palmeirense na terça-feira (12), quando discutirão problemas relacionados ao lixão dos municípios, a construção do aterro sanitário do Agreste e das áreas de transbordo, que também inclui a implantação de uma sede em Palmeira. O lixo é um dos grandes problemas enfrentados pelas cidades que precisam se adequar ao decreto federal 12.305/10, que determina o fechamento desses locais desde 2014.

Alguns gestores também irão relatar a experiência que tiveram durante a visita ao aterro sanitário de São Luís, no Maranhão, ocorrida no final do mês passado, por ser considerado um modelo em todo o país.  Além disso, haverá um debate com os diretores das Centrais de Tratamento de Resíduos (CTRs) de Alagoas sobre os custos operacionais de uma estação de transbordo. “A experiência em São Luís foi maravilhosa, porque além do aterro sanitário, que funciona de acordo com as normas ambientais, a cidade possui ecopontos instalados estrategicamente, e que recebem o lixo doméstico depositado pela população. Com isso, além da realização correta da coleta seletiva, as praças e terrenos baldios ficam livres de sujeira e a população ganha em qualidade de vida”, disse a secretária de Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Palmeira dos Índios (Semarhpi) Anna Luísa França.

Para o prefeito Júlio Cezar, a adequação de Palmeira ao decreto federal é de extrema importância, pois o município já recebeu várias multas por manter o lixão da cidade sem o devido tratamento dos resíduos sólidos. Uma delas, em 2015, a prefeitura foi multada em R$ 440 mil pela Fiscalização Preventiva Integrada na Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (FPI do São Francisco) por crime de poluição ambiental. “O município já se comprometeu a encerrar o lixão e se adequar ao que determina as leis ambientais. O Ima, o Ibama e a Semarh são implacáveis na fiscalização e o município vai encerrar o lixão e encaminhar o lixo da cidade para o aterro sanitário de Craíbas. O município foi multado várias vezes e, graças às articulações políticas, essas multas foram reduzidas e estamos trabalhando para anistiar cada uma delas”, garantiu o prefeito, que também é diretor administrativo do Consórcio Regional de Resíduos Sólidos do Agreste Alagoano (Conagreste).

E continuou. “Quando nos unimos nos tornamos mais fortes e os problemas são minimizados. Juntos, vamos encontrar as saídas para os problemas, sobretudo, na questão dos custos do lixo. Mas não adianta a gente buscar soluções se a população não colaborar. Os prefeitos não descartam criar uma legislação mais rigorosa nos municípios para penalizar quem joga lixo nas ruas ou agride e polui o meio ambiente. Todos têm que ter responsabilidade e compartilhar esses problemas que não são só dos governos, mas de toda a sociedade”, finalizou Júlio Cezar.


Projeto quer proibir veículos movidos a gasolina ou diesel até 2040

aqui achei

Se o Projeto de Lei do Senado 304/2017 for aprovado, não será mais permitido vender no Brasil nenhum veículo novo movido a gasolina ou diesel a partir de 2030 e, a partir de 2040, ficará proibida a circulação de qualquer automóvel desse tipo.

De autoria do senador Ciro Nogueira (PP-PI), o PLS 304/2017 aguarda a designação de relator na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Ele também será examinado pela Comissão de Meio Ambiente (CMA), à qual caberá a decisão terminativa (ou seja, a decisão da comissão será definitiva no Senado).

O projeto veda, a partir de 2030, a comercialização, e, a partir de 2040, a circulação de veículos novos que utilizem motor a combustão, a não ser que utilizem exclusivamente biocombustíveis como etanol. Ficará permitida também a venda de veículos movidos a eletricidade.

São abertas, no entanto, algumas exceções à regra. Pelo projeto, automóveis de coleção, veículos oficiais e diplomáticos, ou carros de visitantes estrangeiros (mas não de residentes) poderão continuar circulando no país, ainda que usem combustíveis fósseis.

Outros países estão tomando decisões semelhantes. O Reino Unido e a França querem proibir a venda de veículos movidos a combustíveis fósseis a partir de 2040; a Índia, a partir de 2030 e a Noruega, já em 2025. Há, inclusive, montadoras que já anunciaram planos para fabricar exclusivamente veículos elétricos a partir de 2019.

O autor do projeto aponta as iniciativas desses países e lembra que veículos em geral, no mundo todo, são responsáveis por um sexto das emissões de dióxido de carbono na atmosfera, gás proveniente da queima de combustíveis fósseis e importante agente causador do efeito estufa, que leva ao aquecimento global. Banir esse tipo de veículo, afirma o senador, será muito vantajoso para o Brasil, que já faz uso intenso de biocombustíveis.


Rua José e Maria Passos, nº 25 - Centro - Palmeira dos Índios - AL.

Redes sociais


Facebook

Whatsapp: 82 99641-3231

Fale conosco


82 99641-3231

© 2019 RÁDIO SAMPAIO - Todos os direitos reservados | Desenvolvido por Interactive MOnkey